TITANIC: Depths Of Terror é um jogo indie de terror que pega uma das coisas mais assustadoras que existem por si só, o fundo do oceano, e coloca o Titanic no meio disso. Você assume o controle de um membro de uma equipe especializada em exploração de naufrágios e precisa investigar os destroços do famoso navio enquanto alguma coisa muito errada parece estar escondida nas profundezas.
A história se passa nos tempos modernos e transforma a exploração do Titanic em uma experiência de terror subaquático. Você entra em um veículo de mergulho e começa a avançar pelo fundo do mar, seguindo as instruções da missão enquanto tenta entender o que está acontecendo. E é aí que o jogo começa a brincar com aquela sensação horrível de estar em um lugar onde você simplesmente não consegue enxergar o que existe ao seu redor.
A escuridão é uma das principais armas do jogo. O submarino possui iluminação para revelar o caminho, mas o alcance é limitado e o oceano ao redor continua praticamente preto. Dá para perceber peixes passando pela área iluminada, partículas flutuando na água e partes dos destroços aparecendo aos poucos. Às vezes, porém, aquilo que surge na escuridão não é um peixe pequeno, mas uma sombra enorme se aproximando.
E os tubarões são uma das principais ameaças. Eles podem aparecer enquanto você explora os destroços, criando aquela situação em que você sabe que existe alguma coisa lá fora, mas não consegue acompanhar exatamente onde ela está. É um tipo de terror que funciona muito bem embaixo d'água, porque até mesmo olhar para os lados já dá uma sensação de vulnerabilidade.
Isso pode pegar ainda mais forte para quem tem talassofobia, que é o medo de águas profundas e grandes extensões de água. Também existe a batofobia, relacionada ao medo de profundidade, e a submeccanofobia, que é aquele desconforto ou medo de estruturas e objetos feitos pelo ser humano quando estão submersos. E o Titanic praticamente reúne tudo isso em um único cenário: um navio gigantesco, afundado, cercado por um oceano escuro onde você não consegue enxergar quase nada.
Visualmente, TITANIC: Depths Of Terror usa a Unreal Engine para construir esse ambiente. A água tem partículas, bolhas e aquele aspecto de sujeira e sedimentos suspensos que deixam tudo mais convincente. No fundo do mar também aparecem algas e outras formas de vegetação marinha balançando com a movimentação da água, criando pequenos detalhes que ajudam a vender a ideia de que você realmente está explorando uma área esquecida no fundo do oceano.
O jogo também não fica apenas na exploração. Existem sequências cinematográficas que ajudam a conduzir a história e dão um ar mais elaborado para uma produção independente. A combinação dessas cenas com o interior dos destroços, a iluminação limitada e os sons ao redor faz com que o ambiente seja importante tanto quanto as ameaças que aparecem.
Aliás, jogar com fones de ouvido faz bastante diferença na proposta. O som ajuda a perceber o que está acontecendo ao redor e aumenta aquela paranoia de ouvir alguma coisa enquanto você está praticamente cego no meio do oceano. Você ainda acompanha informações como a profundidade em que está, o que reforça constantemente a sensação de estar cada vez mais isolado lá embaixo.
TITANIC: Depths Of Terror também não parece querer transformar tudo isso em um teste de habilidade. A maior parte da tensão vem da atmosfera, da escuridão e da expectativa pelo que pode aparecer, enquanto os desafios em si são relativamente tranquilos. É mais aquele tipo de jogo em que você fica nervoso porque sabe que alguma coisa pode surgir a qualquer momento, e não porque está enfrentando uma fase absurdamente difícil.
A experiência é curta, com duração em torno de meia hora, o que combina bastante com a proposta. Em vez de tentar criar uma campanha enorme, o jogo funciona como uma pequena experiência de horror submarino baseada na ideia de explorar os destroços do Titanic e descobrir o que está escondido naquele lugar. É uma combinação bem curiosa de naufrágio, exploração, tubarões, monstros e medo do fundo do mar.
A história se passa nos tempos modernos e transforma a exploração do Titanic em uma experiência de terror subaquático. Você entra em um veículo de mergulho e começa a avançar pelo fundo do mar, seguindo as instruções da missão enquanto tenta entender o que está acontecendo. E é aí que o jogo começa a brincar com aquela sensação horrível de estar em um lugar onde você simplesmente não consegue enxergar o que existe ao seu redor.
A escuridão é uma das principais armas do jogo. O submarino possui iluminação para revelar o caminho, mas o alcance é limitado e o oceano ao redor continua praticamente preto. Dá para perceber peixes passando pela área iluminada, partículas flutuando na água e partes dos destroços aparecendo aos poucos. Às vezes, porém, aquilo que surge na escuridão não é um peixe pequeno, mas uma sombra enorme se aproximando.
E os tubarões são uma das principais ameaças. Eles podem aparecer enquanto você explora os destroços, criando aquela situação em que você sabe que existe alguma coisa lá fora, mas não consegue acompanhar exatamente onde ela está. É um tipo de terror que funciona muito bem embaixo d'água, porque até mesmo olhar para os lados já dá uma sensação de vulnerabilidade.
Isso pode pegar ainda mais forte para quem tem talassofobia, que é o medo de águas profundas e grandes extensões de água. Também existe a batofobia, relacionada ao medo de profundidade, e a submeccanofobia, que é aquele desconforto ou medo de estruturas e objetos feitos pelo ser humano quando estão submersos. E o Titanic praticamente reúne tudo isso em um único cenário: um navio gigantesco, afundado, cercado por um oceano escuro onde você não consegue enxergar quase nada.
Visualmente, TITANIC: Depths Of Terror usa a Unreal Engine para construir esse ambiente. A água tem partículas, bolhas e aquele aspecto de sujeira e sedimentos suspensos que deixam tudo mais convincente. No fundo do mar também aparecem algas e outras formas de vegetação marinha balançando com a movimentação da água, criando pequenos detalhes que ajudam a vender a ideia de que você realmente está explorando uma área esquecida no fundo do oceano.
O jogo também não fica apenas na exploração. Existem sequências cinematográficas que ajudam a conduzir a história e dão um ar mais elaborado para uma produção independente. A combinação dessas cenas com o interior dos destroços, a iluminação limitada e os sons ao redor faz com que o ambiente seja importante tanto quanto as ameaças que aparecem.
Aliás, jogar com fones de ouvido faz bastante diferença na proposta. O som ajuda a perceber o que está acontecendo ao redor e aumenta aquela paranoia de ouvir alguma coisa enquanto você está praticamente cego no meio do oceano. Você ainda acompanha informações como a profundidade em que está, o que reforça constantemente a sensação de estar cada vez mais isolado lá embaixo.
TITANIC: Depths Of Terror também não parece querer transformar tudo isso em um teste de habilidade. A maior parte da tensão vem da atmosfera, da escuridão e da expectativa pelo que pode aparecer, enquanto os desafios em si são relativamente tranquilos. É mais aquele tipo de jogo em que você fica nervoso porque sabe que alguma coisa pode surgir a qualquer momento, e não porque está enfrentando uma fase absurdamente difícil.
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