Você já viu se Dragon Ball Z: Kakarot roda no seu PC? Então tá na hora de passar pro próximo nível! Esse é um daqueles jogos que combinam muito bem com a dublagem brasileira de Dragon Ball. A aventura passa por momentos conhecidos do anime, com Goku, Vegeta, Gohan, Piccolo e companhia enfrentando alguns dos vilões mais marcantes da série. Por isso, jogar tudo com vozes em português deixa a experiência ainda mais familiar para quem cresceu acompanhando o desenho.
É justamente essa ideia que está por trás do mod Dragon Ball Z Kakarot Dublado PT-BR, criado pelo fã lipao731. O projeto adiciona dublagem em português ao jogo e foi feito de forma independente, sem relação com a Bandai Namco, a CyberConnect2 ou as outras empresas responsáveis por Kakarot.
A proposta é adaptar o áudio do jogo para o português brasileiro, aproximando Kakarot da versão de Dragon Ball que o público daqui conhece. Em vez de simplesmente traduzir menus e textos, o projeto trabalha justamente com as falas, que são uma das partes que mais ajudam a criar aquela sensação de estar assistindo ao anime.
O trabalho cobre partes importantes da história, incluindo as sagas dos Saiyajins, Freeza, Trunks do Futuro, Androides e Cell. O projeto também inclui os Desejos de Shenlong e arquivos com vocais brasileiros, mostrando que a ideia vai além de colocar algumas falas isoladas em português.
É justamente essa ideia que está por trás do mod Dragon Ball Z Kakarot Dublado PT-BR, criado pelo fã lipao731. O projeto adiciona dublagem em português ao jogo e foi feito de forma independente, sem relação com a Bandai Namco, a CyberConnect2 ou as outras empresas responsáveis por Kakarot.
A proposta é adaptar o áudio do jogo para o português brasileiro, aproximando Kakarot da versão de Dragon Ball que o público daqui conhece. Em vez de simplesmente traduzir menus e textos, o projeto trabalha justamente com as falas, que são uma das partes que mais ajudam a criar aquela sensação de estar assistindo ao anime.
O trabalho cobre partes importantes da história, incluindo as sagas dos Saiyajins, Freeza, Trunks do Futuro, Androides e Cell. O projeto também inclui os Desejos de Shenlong e arquivos com vocais brasileiros, mostrando que a ideia vai além de colocar algumas falas isoladas em português.
Por se tratar de um projeto feito por fãs, a dublagem não deve ser confundida com uma localização oficial de Dragon Ball Z: Kakarot. O próprio autor deixa claro que se trata de um trabalho sem fins lucrativos e feito de maneira independente, com a intenção de levar o idioma português para uma experiência que combina bastante com ele.
A instalação é voltada para a versão de PC e é relativamente fácil, bastando colocar os arquivos disponibilizados pelo autor na estrutura de pastas do próprio Kakarot. Como mods podem depender da versão e de outros arquivos instalados, vale conferir as instruções da página antes de fazer qualquer alteração no jogo.
Para quem procura por Dragon Ball Z Kakarot dublado, dublagem PT-BR ou simplesmente quer jogar a aventura com uma voz mais próxima daquela que marcou o anime no Brasil, o projeto é uma opção interessante. É um daqueles mods criados por fãs que mexem em uma parte pequena do jogo, mas podem mudar bastante a sensação durante a aventura.
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Jogos de Dragon Ball
Poucas coisas combinam tanto com videogame quanto a vontade de controlar Goku e soltar um Kamehameha na cara de um inimigo. Desde os primeiros jogos de Dragon Ball, essa ideia foi sendo transformada de acordo com a tecnologia de cada época, fazendo diferentes gerações experimentarem a franquia de maneiras bem diferentes.
A história começou ainda nos anos 80, quando Dragon Ball chegou aos videogames japoneses. Em 1986, Dragon Ball: Shenlong no Nazo levou Goku para o Famicom em uma aventura que misturava exploração, combate e elementos inspirados no começo do anime. Naquela época, obviamente, ninguém esperava reproduzir na tela tudo o que aparecia na animação.
Nos anos 90, porém, Dragon Ball encontrou um formato que combinava perfeitamente com os videogames: a luta. Dragon Ball Z: Super Butoden chegou ao Super Famicom em 1993 e transformou Goku, Vegeta, Piccolo e outros personagens em lutadores controlados diretamente pelo jogador. O visual ainda era totalmente 2D, mas já existia aquela sensação de estar participando de uma batalha de Dragon Ball.
Super Butoden 2 e Super Butoden 3 seguiram essa ideia, enquanto outros jogos exploravam caminhos diferentes. Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 levou a série para o PlayStation em 1995, mostrando como os consoles mais novos podiam trabalhar com personagens maiores e animações mais elaboradas. O jogador continuava olhando para uma arena de luta, mas Dragon Ball já começava a ganhar outra aparência nos videogames.
Então veio um dos momentos mais importantes dessa evolução. Em 1997, Dragon Ball GT: Final Bout levou a franquia para o 3D pela primeira vez. Goku, Vegeta, Trunks e companhia deixavam de ser apenas sprites desenhados em duas dimensões e passavam a ocupar uma arena tridimensional. O resultado pode parecer simples diante dos jogos atuais, mas representava uma mudança enorme para quem queria ver Dragon Ball daquele jeito.
A geração do PlayStation 2 foi ainda mais importante. Dragon Ball Z: Budokai, lançado em 2002, trouxe personagens em 3D para batalhas que mantinham uma câmera mais próxima do estilo tradicional dos jogos de luta. Depois vieram Budokai 2 e Budokai 3, cada um aumentando a quantidade de personagens, golpes e transformações disponíveis. Pela primeira vez, muitos fãs tinham a sensação de estar realmente controlando uma versão jogável do anime.
Mas foi Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi, de 2005, que levou essa ideia para outro nível. Em vez de deixar os personagens presos a uma pequena área de combate, o jogo permitia voar pela arena, perseguir o adversário e disparar ataques de energia de diferentes distâncias. A série Budokai Tenkaichi fez o jogador se sentir muito mais próximo daquilo que via no anime, principalmente nas batalhas gigantescas de Dragon Ball Z.
Budokai Tenkaichi 2 e Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 ampliaram ainda mais essa fórmula. O terceiro jogo, em especial, ficou conhecido pela enorme quantidade de personagens e transformações. Goku podia enfrentar Vegeta, Freeza, Cell, Majin Boo e muitos outros guerreiros em arenas abertas, com voos, rajadas de ki, teletransportes e transformações acontecendo durante a luta.
Ao mesmo tempo, Dragon Ball continuou aparecendo em jogos 2D. Dragon Ball Z: Supersonic Warriors, Dragon Ball Z: Extreme Butoden e outros títulos mostraram que o estilo clássico ainda funcionava. Isso é importante porque a evolução dos jogos nunca significou abandonar completamente o 2D. Cada geração podia encontrar uma maneira diferente de brincar de ser Goku, seja em uma luta lateral tradicional ou em uma arena totalmente tridimensional.
Na geração seguinte, Dragon Ball passou a experimentar ainda mais possibilidades. Dragon Ball Xenoverse, lançado em 2015, colocou o jogador no papel de um personagem criado por ele mesmo. Em vez de simplesmente escolher Goku, Vegeta ou outro personagem conhecido, era possível criar seu próprio guerreiro e entrar na história de Dragon Ball. Isso mudou bastante a fantasia de poder da série: agora você não estava apenas controlando Goku, você podia criar o seu próprio personagem dentro daquele universo.
Dragon Ball Xenoverse 2 continuou essa proposta, enquanto Dragon Ball FighterZ mostrou outra interpretação da franquia. Lançado em 2018, o jogo desenvolvido pela Arc System Works apostou em combates 2D com aparência extremamente próxima ao anime. Os personagens pareciam ter saído diretamente da animação, mas com movimentos e golpes pensados para um jogo de luta competitivo.
Já Dragon Ball Z: Kakarot seguiu por um caminho completamente diferente. Lançado em 2020 pela CyberConnect2, o RPG de ação permite acompanhar a história de Dragon Ball Z enquanto Goku explora diferentes regiões, enfrenta inimigos e participa de batalhas que fazem parte da trajetória do personagem. A proposta deixa o jogador passar muito mais tempo vivendo naquele mundo, em vez de simplesmente entrar em uma arena para lutar.
E a evolução não parou aí. Dragon Ball: The Breakers trouxe uma experiência multiplayer assimétrica, colocando jogadores em situações bem diferentes das tradicionais batalhas entre Saiyajins. Depois, Dragon Ball: Sparking! ZERO recuperou justamente aquela fórmula de batalhas em arenas tridimensionais que marcou a série Budokai Tenkaichi, levando essa ideia para uma nova geração de consoles e PC.
O mais interessante nessa história é que cada geração teve seu próprio jeito de se sentir dentro de Dragon Ball. Quem cresceu com Super Butoden conheceu Goku através dos sprites e golpes em 2D. Quem teve um PlayStation descobriu o salto para o 3D. Quem jogou Budokai Tenkaichi experimentou voar livremente pelas arenas, enquanto jogadores mais novos puderam criar seus próprios guerreiros, explorar o mundo em Kakarot ou participar de batalhas com aparência praticamente retirada do anime.
É por isso que os jogos de Dragon Ball são mais do que uma coleção de adaptações do anime. Eles mostram a própria evolução dos videogames, passando dos sprites em 2D para modelos tridimensionais, arenas abertas, criação de personagens, RPG de ação e batalhas com visual cada vez mais parecido com a animação. No fim, a ideia continua sendo a mesma desde os primeiros jogos: colocar o jogador no lugar de um guerreiro capaz de enfrentar inimigos absurdamente poderosos e, nem que seja por alguns minutos, deixar qualquer fã se sentir como Goku.
A história começou ainda nos anos 80, quando Dragon Ball chegou aos videogames japoneses. Em 1986, Dragon Ball: Shenlong no Nazo levou Goku para o Famicom em uma aventura que misturava exploração, combate e elementos inspirados no começo do anime. Naquela época, obviamente, ninguém esperava reproduzir na tela tudo o que aparecia na animação.
Nos anos 90, porém, Dragon Ball encontrou um formato que combinava perfeitamente com os videogames: a luta. Dragon Ball Z: Super Butoden chegou ao Super Famicom em 1993 e transformou Goku, Vegeta, Piccolo e outros personagens em lutadores controlados diretamente pelo jogador. O visual ainda era totalmente 2D, mas já existia aquela sensação de estar participando de uma batalha de Dragon Ball.
Super Butoden 2 e Super Butoden 3 seguiram essa ideia, enquanto outros jogos exploravam caminhos diferentes. Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 levou a série para o PlayStation em 1995, mostrando como os consoles mais novos podiam trabalhar com personagens maiores e animações mais elaboradas. O jogador continuava olhando para uma arena de luta, mas Dragon Ball já começava a ganhar outra aparência nos videogames.
Então veio um dos momentos mais importantes dessa evolução. Em 1997, Dragon Ball GT: Final Bout levou a franquia para o 3D pela primeira vez. Goku, Vegeta, Trunks e companhia deixavam de ser apenas sprites desenhados em duas dimensões e passavam a ocupar uma arena tridimensional. O resultado pode parecer simples diante dos jogos atuais, mas representava uma mudança enorme para quem queria ver Dragon Ball daquele jeito.
A geração do PlayStation 2 foi ainda mais importante. Dragon Ball Z: Budokai, lançado em 2002, trouxe personagens em 3D para batalhas que mantinham uma câmera mais próxima do estilo tradicional dos jogos de luta. Depois vieram Budokai 2 e Budokai 3, cada um aumentando a quantidade de personagens, golpes e transformações disponíveis. Pela primeira vez, muitos fãs tinham a sensação de estar realmente controlando uma versão jogável do anime.
Mas foi Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi, de 2005, que levou essa ideia para outro nível. Em vez de deixar os personagens presos a uma pequena área de combate, o jogo permitia voar pela arena, perseguir o adversário e disparar ataques de energia de diferentes distâncias. A série Budokai Tenkaichi fez o jogador se sentir muito mais próximo daquilo que via no anime, principalmente nas batalhas gigantescas de Dragon Ball Z.
Budokai Tenkaichi 2 e Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi 3 ampliaram ainda mais essa fórmula. O terceiro jogo, em especial, ficou conhecido pela enorme quantidade de personagens e transformações. Goku podia enfrentar Vegeta, Freeza, Cell, Majin Boo e muitos outros guerreiros em arenas abertas, com voos, rajadas de ki, teletransportes e transformações acontecendo durante a luta.
Ao mesmo tempo, Dragon Ball continuou aparecendo em jogos 2D. Dragon Ball Z: Supersonic Warriors, Dragon Ball Z: Extreme Butoden e outros títulos mostraram que o estilo clássico ainda funcionava. Isso é importante porque a evolução dos jogos nunca significou abandonar completamente o 2D. Cada geração podia encontrar uma maneira diferente de brincar de ser Goku, seja em uma luta lateral tradicional ou em uma arena totalmente tridimensional.
Na geração seguinte, Dragon Ball passou a experimentar ainda mais possibilidades. Dragon Ball Xenoverse, lançado em 2015, colocou o jogador no papel de um personagem criado por ele mesmo. Em vez de simplesmente escolher Goku, Vegeta ou outro personagem conhecido, era possível criar seu próprio guerreiro e entrar na história de Dragon Ball. Isso mudou bastante a fantasia de poder da série: agora você não estava apenas controlando Goku, você podia criar o seu próprio personagem dentro daquele universo.
Dragon Ball Xenoverse 2 continuou essa proposta, enquanto Dragon Ball FighterZ mostrou outra interpretação da franquia. Lançado em 2018, o jogo desenvolvido pela Arc System Works apostou em combates 2D com aparência extremamente próxima ao anime. Os personagens pareciam ter saído diretamente da animação, mas com movimentos e golpes pensados para um jogo de luta competitivo.
Já Dragon Ball Z: Kakarot seguiu por um caminho completamente diferente. Lançado em 2020 pela CyberConnect2, o RPG de ação permite acompanhar a história de Dragon Ball Z enquanto Goku explora diferentes regiões, enfrenta inimigos e participa de batalhas que fazem parte da trajetória do personagem. A proposta deixa o jogador passar muito mais tempo vivendo naquele mundo, em vez de simplesmente entrar em uma arena para lutar.
E a evolução não parou aí. Dragon Ball: The Breakers trouxe uma experiência multiplayer assimétrica, colocando jogadores em situações bem diferentes das tradicionais batalhas entre Saiyajins. Depois, Dragon Ball: Sparking! ZERO recuperou justamente aquela fórmula de batalhas em arenas tridimensionais que marcou a série Budokai Tenkaichi, levando essa ideia para uma nova geração de consoles e PC.
O mais interessante nessa história é que cada geração teve seu próprio jeito de se sentir dentro de Dragon Ball. Quem cresceu com Super Butoden conheceu Goku através dos sprites e golpes em 2D. Quem teve um PlayStation descobriu o salto para o 3D. Quem jogou Budokai Tenkaichi experimentou voar livremente pelas arenas, enquanto jogadores mais novos puderam criar seus próprios guerreiros, explorar o mundo em Kakarot ou participar de batalhas com aparência praticamente retirada do anime.
É por isso que os jogos de Dragon Ball são mais do que uma coleção de adaptações do anime. Eles mostram a própria evolução dos videogames, passando dos sprites em 2D para modelos tridimensionais, arenas abertas, criação de personagens, RPG de ação e batalhas com visual cada vez mais parecido com a animação. No fim, a ideia continua sendo a mesma desde os primeiros jogos: colocar o jogador no lugar de um guerreiro capaz de enfrentar inimigos absurdamente poderosos e, nem que seja por alguns minutos, deixar qualquer fã se sentir como Goku.




