Após a jogabilidade cabulosa de Divinity: Original Sin 2, aquilo já parecia a obra definitiva da Larian para muitos jogadores, no entanto, Baldur’s Gate 3 furou a bolha! Mas jogo tem tanta conversa que até quem gosta de história pode acabar cansando de ler. São personagens falando o tempo todo, escolhas de diálogo, missões, companheiros e situações que mudam dependendo do que o jogador faz. Para quem não entende inglês, acompanhar tudo isso pode ser ainda mais complicado.
É nesse ponto que entra o projeto de dublagem em português brasileiro criado por Upscale (eolosthewind). Ele coloca vozes em português em uma enorme quantidade de diálogos de Baldur’s Gate 3, incluindo falas de personagens, missões principais, missões secundárias e conversas opcionais.
Isso pode parecer uma coisa simples, mas muda bastante a experiência. Uma pessoa pode até conseguir ler inglês, mas passar horas acompanhando legendas enquanto tenta prestar atenção na história, escolher respostas e ainda observar o que acontece na tela é outra história. Tem jogador que simplesmente não entende inglês o suficiente e acaba pulando diálogos importantes.
Com as falas em português, fica mais fácil ouvir a conversa e continuar prestando atenção no jogo. Isso é especialmente interessante em Baldur’s Gate 3, onde conversar com alguém pode abrir uma missão, revelar uma informação importante ou colocar o jogador diante de uma escolha completamente inesperada.
🎲War Game of Thrones | Edição especial cheia de traição
É nesse ponto que entra o projeto de dublagem em português brasileiro criado por Upscale (eolosthewind). Ele coloca vozes em português em uma enorme quantidade de diálogos de Baldur’s Gate 3, incluindo falas de personagens, missões principais, missões secundárias e conversas opcionais.
Isso pode parecer uma coisa simples, mas muda bastante a experiência. Uma pessoa pode até conseguir ler inglês, mas passar horas acompanhando legendas enquanto tenta prestar atenção na história, escolher respostas e ainda observar o que acontece na tela é outra história. Tem jogador que simplesmente não entende inglês o suficiente e acaba pulando diálogos importantes.
Com as falas em português, fica mais fácil ouvir a conversa e continuar prestando atenção no jogo. Isso é especialmente interessante em Baldur’s Gate 3, onde conversar com alguém pode abrir uma missão, revelar uma informação importante ou colocar o jogador diante de uma escolha completamente inesperada.
🎲War Game of Thrones | Edição especial cheia de traição
O projeto utiliza IA na criação das vozes e busca manter características próximas às interpretações originais. Naturalmente, podem aparecer diferenças de entonação, erros de tradução ou falas que não ficam perfeitamente sincronizadas. O projeto recebeu diversas atualizações e foi melhorando e arrumando problemas com o tempo, deixando mais e mais polido.
Ainda assim, a ideia é bem interessante para quem sempre quis jogar Baldur’s Gate 3, mas tinha dificuldade com a quantidade de diálogos em inglês. Em vez de ficar tentando traduzir cada frase na cabeça, o jogador pode simplesmente ouvir os personagens falando português e se concentrar no que realmente importa: decidir o que vai fazer.
E isso combina muito com a proposta do próprio jogo. Baldur’s Gate 3 é cheio de pequenas histórias escondidas em conversas que podem parecer banais. Um NPC qualquer pode acabar sendo importante, um companheiro pode reagir a uma escolha e uma conversa aparentemente normal pode terminar em combate. Se você entende o que está sendo dito, fica muito mais fácil perceber essas coisas.
Para quem procura por uma dublagem de Baldur’s Gate 3 em português brasileiro, o trabalho de Upscale é uma opção feita justamente para diminuir essa barreira. O projeto pode ser instalado na versão para PC e transforma uma parte enorme das falas do RPG em diálogos falados em português.
Ainda assim, a ideia é bem interessante para quem sempre quis jogar Baldur’s Gate 3, mas tinha dificuldade com a quantidade de diálogos em inglês. Em vez de ficar tentando traduzir cada frase na cabeça, o jogador pode simplesmente ouvir os personagens falando português e se concentrar no que realmente importa: decidir o que vai fazer.
E isso combina muito com a proposta do próprio jogo. Baldur’s Gate 3 é cheio de pequenas histórias escondidas em conversas que podem parecer banais. Um NPC qualquer pode acabar sendo importante, um companheiro pode reagir a uma escolha e uma conversa aparentemente normal pode terminar em combate. Se você entende o que está sendo dito, fica muito mais fácil perceber essas coisas.
Para quem procura por uma dublagem de Baldur’s Gate 3 em português brasileiro, o trabalho de Upscale é uma opção feita justamente para diminuir essa barreira. O projeto pode ser instalado na versão para PC e transforma uma parte enorme das falas do RPG em diálogos falados em português.
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Veja mais coisas interessantes aqui. E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais:
Sobre Baldur's Gate
Poucas franquias conseguiram traduzir tão bem a sensação de participar de uma campanha de RPG quanto Baldur’s Gate. A série nasceu diretamente ligada a Dungeons & Dragons, usando o universo de Forgotten Realms, conhecido no Brasil como Reinos Esquecidos. A mistura de fantasia medieval, criação de personagens, exploração, combates e escolhas abriu caminho para uma das séries mais importantes dos RPGs de computador.
A história começou em 1998, quando a BioWare lançou Baldur’s Gate para PC com publicação da Interplay. O jogo usava como base as regras da segunda edição de Advanced Dungeons & Dragons, adaptadas para funcionar em um RPG eletrônico com combate em tempo real e pausa. O resultado ajudou a estabelecer o chamado CRPG como uma experiência capaz de contar histórias enormes sem abandonar a sensação de estar comandando uma aventura de mesa.
E Baldur’s Gate não queria apenas colocar monstros na tela para o jogador derrotar. A aventura colocava grande importância em diálogos, companheiros, escolhas e na própria construção do protagonista. O mundo de Forgotten Realms já tinha uma enorme quantidade de histórias e personagens, e isso permitiu que a BioWare criasse uma campanha que parecia fazer parte de algo muito maior.
O sucesso abriu espaço para Baldur’s Gate II: Shadows of Amn, lançado em 2000. A BioWare manteve o Infinity Engine e as bases de D&D, mas expandiu praticamente tudo. A aventura levou os jogadores para Amn e trouxe mais classes, feitiços, habilidades, personagens e situações capazes de transformar uma simples viagem em uma história cheia de conflitos pessoais.
É justamente nessa parte que a franquia começou a mostrar uma de suas maiores forças: os companheiros. Em vez de serem apenas personagens que lutam ao lado do jogador, eles possuem personalidades, objetivos, opiniões e problemas próprios. A relação com o grupo pode mudar ao longo da campanha, e certas decisões podem aproximar ou afastar personagens. Esse modelo ajudou a influenciar muitos RPGs que vieram depois.
A narrativa também ganhou força porque Baldur’s Gate trata o jogador como alguém dentro daquele mundo. A origem do personagem, suas escolhas e sua maneira de resolver problemas fazem parte da experiência. Uma missão pode ser encarada pela espada, pela conversa, pela magia ou simplesmente por uma decisão inesperada. Essa liberdade é uma das características que aproximam a série da lógica de uma campanha de Dungeons & Dragons.
A franquia ainda deixou marcas com outros jogos ligados ao mesmo universo e à mesma tradição, como Icewind Dale, Icewind Dale II, Planescape: Torment e Neverwinter Nights. Eles não são simplesmente capítulos da série principal, mas ajudam a entender o tamanho que os RPGs baseados em Forgotten Realms alcançaram naquela época. Baldur’s Gate fazia parte de uma verdadeira geração de CRPGs que colocou histórias complexas no centro da experiência.
Depois de muitos anos, a série ganhou uma nova vida com Baldur’s Gate 3. A Larian Studios assumiu o desenvolvimento e levou a franquia para uma estrutura baseada na quinta edição de Dungeons & Dragons. O jogo chegou em 2023 e manteve elementos fundamentais como criação de personagem, classes, raças, feitiços, testes com dados, exploração, companheiros e escolhas que podem alterar os acontecimentos.
A Larian também levou a ideia de liberdade para um nível enorme. Baldur’s Gate 3 permite experimentar soluções diferentes para muitos problemas, enquanto o sistema de turnos deixa o jogador combinar habilidades, equipamentos, terreno e magia de maneiras criativas. A própria desenvolvedora revelou que o jogo possui cerca de dois milhões de palavras de diálogo, mostrando o tamanho do trabalho colocado na narrativa e nos personagens.
Essa liberdade é ainda mais interessante porque o jogo não precisa transformar cada situação em uma missão tradicional. Uma conversa pode acabar em combate, um personagem pode morrer por causa de uma decisão, um feitiço pode abrir uma solução inesperada e até uma escolha aparentemente pequena pode voltar a aparecer muito tempo depois. É uma forma de narrativa que lembra bastante aquelas histórias malucas que surgem em uma mesa de RPG quando o grupo decide fazer algo que o Mestre não esperava.
O encanto dos fãs também vem dessa sensação de que cada campanha pode ser diferente. Um jogador pode criar um guerreiro honrado, enquanto outro prefere um ladino egoísta, um mago obcecado por poder, um clérigo cheio de dúvidas ou um personagem completamente dedicado ao caos. Com romances, alianças, conflitos, decisões morais e diferentes caminhos, a experiência acaba sendo muito mais pessoal do que simplesmente acompanhar uma história pronta.
Por isso, Baldur’s Gate atravessou diferentes gerações sem depender apenas de gráficos modernos ou de sistemas específicos. A essência continua ligada à fantasia de montar um grupo de aventureiros e descobrir o que acontece quando essas pessoas entram em um mundo cheio de deuses, dragões, magos, monstros, cidades, masmorras e segredos. É a velha ideia de Dungeons & Dragons transformada em videogame, mas sem perder aquela sensação gostosa de que qualquer coisa pode acontecer.
Mais do que uma franquia famosa de RPG, Baldur’s Gate virou uma referência para quem gosta de histórias profundas, personagens marcantes e liberdade para decidir os próprios caminhos. Da BioWare e do Infinity Engine até a Larian Studios e Baldur’s Gate 3, a série passou por mudanças enormes, mas manteve o mesmo coração: criar uma aventura em que o jogador não apenas assiste à história, mas ajuda a escrever o que acontece nela.
A história começou em 1998, quando a BioWare lançou Baldur’s Gate para PC com publicação da Interplay. O jogo usava como base as regras da segunda edição de Advanced Dungeons & Dragons, adaptadas para funcionar em um RPG eletrônico com combate em tempo real e pausa. O resultado ajudou a estabelecer o chamado CRPG como uma experiência capaz de contar histórias enormes sem abandonar a sensação de estar comandando uma aventura de mesa.
E Baldur’s Gate não queria apenas colocar monstros na tela para o jogador derrotar. A aventura colocava grande importância em diálogos, companheiros, escolhas e na própria construção do protagonista. O mundo de Forgotten Realms já tinha uma enorme quantidade de histórias e personagens, e isso permitiu que a BioWare criasse uma campanha que parecia fazer parte de algo muito maior.
O sucesso abriu espaço para Baldur’s Gate II: Shadows of Amn, lançado em 2000. A BioWare manteve o Infinity Engine e as bases de D&D, mas expandiu praticamente tudo. A aventura levou os jogadores para Amn e trouxe mais classes, feitiços, habilidades, personagens e situações capazes de transformar uma simples viagem em uma história cheia de conflitos pessoais.
É justamente nessa parte que a franquia começou a mostrar uma de suas maiores forças: os companheiros. Em vez de serem apenas personagens que lutam ao lado do jogador, eles possuem personalidades, objetivos, opiniões e problemas próprios. A relação com o grupo pode mudar ao longo da campanha, e certas decisões podem aproximar ou afastar personagens. Esse modelo ajudou a influenciar muitos RPGs que vieram depois.
A narrativa também ganhou força porque Baldur’s Gate trata o jogador como alguém dentro daquele mundo. A origem do personagem, suas escolhas e sua maneira de resolver problemas fazem parte da experiência. Uma missão pode ser encarada pela espada, pela conversa, pela magia ou simplesmente por uma decisão inesperada. Essa liberdade é uma das características que aproximam a série da lógica de uma campanha de Dungeons & Dragons.
A franquia ainda deixou marcas com outros jogos ligados ao mesmo universo e à mesma tradição, como Icewind Dale, Icewind Dale II, Planescape: Torment e Neverwinter Nights. Eles não são simplesmente capítulos da série principal, mas ajudam a entender o tamanho que os RPGs baseados em Forgotten Realms alcançaram naquela época. Baldur’s Gate fazia parte de uma verdadeira geração de CRPGs que colocou histórias complexas no centro da experiência.
Depois de muitos anos, a série ganhou uma nova vida com Baldur’s Gate 3. A Larian Studios assumiu o desenvolvimento e levou a franquia para uma estrutura baseada na quinta edição de Dungeons & Dragons. O jogo chegou em 2023 e manteve elementos fundamentais como criação de personagem, classes, raças, feitiços, testes com dados, exploração, companheiros e escolhas que podem alterar os acontecimentos.
A Larian também levou a ideia de liberdade para um nível enorme. Baldur’s Gate 3 permite experimentar soluções diferentes para muitos problemas, enquanto o sistema de turnos deixa o jogador combinar habilidades, equipamentos, terreno e magia de maneiras criativas. A própria desenvolvedora revelou que o jogo possui cerca de dois milhões de palavras de diálogo, mostrando o tamanho do trabalho colocado na narrativa e nos personagens.
Essa liberdade é ainda mais interessante porque o jogo não precisa transformar cada situação em uma missão tradicional. Uma conversa pode acabar em combate, um personagem pode morrer por causa de uma decisão, um feitiço pode abrir uma solução inesperada e até uma escolha aparentemente pequena pode voltar a aparecer muito tempo depois. É uma forma de narrativa que lembra bastante aquelas histórias malucas que surgem em uma mesa de RPG quando o grupo decide fazer algo que o Mestre não esperava.
O encanto dos fãs também vem dessa sensação de que cada campanha pode ser diferente. Um jogador pode criar um guerreiro honrado, enquanto outro prefere um ladino egoísta, um mago obcecado por poder, um clérigo cheio de dúvidas ou um personagem completamente dedicado ao caos. Com romances, alianças, conflitos, decisões morais e diferentes caminhos, a experiência acaba sendo muito mais pessoal do que simplesmente acompanhar uma história pronta.
Por isso, Baldur’s Gate atravessou diferentes gerações sem depender apenas de gráficos modernos ou de sistemas específicos. A essência continua ligada à fantasia de montar um grupo de aventureiros e descobrir o que acontece quando essas pessoas entram em um mundo cheio de deuses, dragões, magos, monstros, cidades, masmorras e segredos. É a velha ideia de Dungeons & Dragons transformada em videogame, mas sem perder aquela sensação gostosa de que qualquer coisa pode acontecer.
Mais do que uma franquia famosa de RPG, Baldur’s Gate virou uma referência para quem gosta de histórias profundas, personagens marcantes e liberdade para decidir os próprios caminhos. Da BioWare e do Infinity Engine até a Larian Studios e Baldur’s Gate 3, a série passou por mudanças enormes, mas manteve o mesmo coração: criar uma aventura em que o jogador não apenas assiste à história, mas ajuda a escrever o que acontece nela.




