Apesar de The Evil Within 2 ter dublagem em português, esse é um daqueles casos que a franquia não começou falando nosso idioma, e o mesmo não rolou com o anterior. Felizmente The Evil Within ganhou uma dublagem em português brasileiro feita por fãs com uso de inteligência artificial. O projeto transforma as falas do jogo para PT-BR e procura manter características das vozes originais dos personagens, deixando a experiência mais acessível para quem prefere jogar acompanhando tudo em português.
A dublagem foi criada pela Wanna Now Productions e pode ser encontrada como um mod para The Evil Within. No PC, o projeto inclui o jogo principal e também as duas DLCs focadas na personagem Kidman. A dublagem é separada da tradução dos textos, então instalar o áudio em português não significa que menus e legendas também estarão traduzidos.
A proposta é especialmente interessante para quem gosta de jogos de terror e quer acompanhar melhor os diálogos sem precisar ficar lendo legendas enquanto enfrenta inimigos ou explora os cenários. Isso combina bem com The Evil Within, que aposta bastante em clima, tensão e uma história cheia de acontecimentos estranhos.
A dublagem foi criada pela Wanna Now Productions e pode ser encontrada como um mod para The Evil Within. No PC, o projeto inclui o jogo principal e também as duas DLCs focadas na personagem Kidman. A dublagem é separada da tradução dos textos, então instalar o áudio em português não significa que menus e legendas também estarão traduzidos.
A proposta é especialmente interessante para quem gosta de jogos de terror e quer acompanhar melhor os diálogos sem precisar ficar lendo legendas enquanto enfrenta inimigos ou explora os cenários. Isso combina bem com The Evil Within, que aposta bastante em clima, tensão e uma história cheia de acontecimentos estranhos.
O projeto utiliza ferramentas de inteligência artificial para criar as vozes em português, incluindo tecnologias como ElevenLabs e Rask. A ideia não é simplesmente colocar uma voz genérica sobre os personagens, mas preservar características próximas às vozes originais para que a dublagem combine melhor com o jogo.
Além do PC, existem versões da dublagem para PlayStation 3 e Xbox 360. Nessas plataformas, porém, o projeto cobre apenas o jogo base, enquanto a versão para PC também possui as DLCs de Kidman.
É importante lembrar que essa não é uma dublagem oficial da Bethesda ou da Tango Gameworks. Trata-se de um trabalho criado pela comunidade, indicado principalmente para quem quer jogar The Evil Within em português brasileiro e não se importa em utilizar uma modificação feita com inteligência artificial para isso.
Além do PC, existem versões da dublagem para PlayStation 3 e Xbox 360. Nessas plataformas, porém, o projeto cobre apenas o jogo base, enquanto a versão para PC também possui as DLCs de Kidman.
É importante lembrar que essa não é uma dublagem oficial da Bethesda ou da Tango Gameworks. Trata-se de um trabalho criado pela comunidade, indicado principalmente para quem quer jogar The Evil Within em português brasileiro e não se importa em utilizar uma modificação feita com inteligência artificial para isso.
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Sobre The Evil Within
Poucas franquias modernas de terror conseguiram chamar tanta atenção quanto The Evil Within. A série nasceu com uma proposta bem clara: recuperar aquele clima pesado do survival horror, misturando exploração, combate, escassez de recursos e uma história cheia de situações estranhas. Por trás do projeto estava Shinji Mikami, nome diretamente ligado à criação de Resident Evil.
O primeiro The Evil Within chegou em 2014 pelas mãos da Tango Gameworks, com publicação da Bethesda Softworks. O jogo colocou o detetive Sebastian Castellanos no centro de um pesadelo que começa durante a investigação de um massacre. Depois de perder a consciência, ele acorda em um mundo completamente distorcido, cercado por criaturas e situações que parecem não obedecer às regras normais.
A ideia combinava várias coisas que marcaram o terror de sobrevivência. Sebastian não era um personagem com munição infinita e poder para enfrentar tudo de frente. Era preciso escolher quando lutar, quando fugir e quando economizar recursos. A câmera em terceira pessoa, os inimigos grotescos, as armadilhas e os cenários sombrios ajudavam a criar aquela sensação de que qualquer corredor poderia esconder alguma coisa.
A história também apostava bastante no horror psicológico. O mundo de The Evil Within muda o tempo inteiro, passando por hospitais, vilas, construções abandonadas e lugares que parecem existir apenas dentro de um pesadelo. A explicação para tudo isso envolve o STEM, uma tecnologia capaz de conectar pessoas por meio de suas mentes, criando uma das principais bases para a loucura que domina a franquia.
A aventura de Sebastian não terminou no jogo principal. O primeiro The Evil Within recebeu três expansões que ampliaram a história por outros pontos de vista. The Assignment e The Consequence colocam Juli Kidman no centro da ação, enquanto The Executioner muda bastante a proposta ao colocar o jogador no controle do próprio Keeper. Esses conteúdos fazem parte do Season Pass da série.
Essa expansão do universo ajudou a mostrar que The Evil Within não dependia apenas dos monstros e dos sustos. Juli Kidman, Sebastian Castellanos, Ruvik e o misterioso STEM formam uma história que mistura investigação, experimentos, memórias e diferentes realidades. O resultado é um tipo de terror que pode parecer confuso de propósito, deixando várias peças para o jogador juntar.
Em 2017, a Tango Gameworks voltou ao universo com The Evil Within 2. O jogo trouxe Sebastian novamente, mas com uma situação ainda mais pessoal: sua filha Lily, que ele acreditava ter perdido, está ligada ao STEM. Para encontrá-la, ele precisa entrar em uma nova realidade construída ao redor da mente dela.
A sequência também mudou algumas coisas na forma de jogar. The Evil Within 2 manteve o terror de sobrevivência, a câmera em terceira pessoa, a furtividade, as armas e o gerenciamento de recursos, mas abriu espaços maiores para exploração. A cidade de Union permite procurar caminhos, recursos e segredos antes de avançar, criando uma experiência menos presa a corredores do que o primeiro jogo.
Outra diferença está na maneira como Sebastian pode sobreviver. O segundo jogo trouxe um sistema de criação de itens e mais opções para melhorar habilidades e equipamentos. Assim, é possível combinar furtividade, armas de fogo, armadilhas e exploração de uma maneira mais livre, enquanto criaturas como os Lost e outros inimigos perturbadores transformam cada área em uma ameaça.
No fim, The Evil Within acabou formando uma franquia pequena, mas bastante marcante dentro do survival horror. São dois jogos principais e uma série de expansões que exploram diferentes personagens e partes do universo. Para quem gosta de Resident Evil, Silent Hill, terror psicológico, horror grotesco e jogos de sobrevivência, a série reúne várias ideias conhecidas do gênero, mas coloca tudo dentro de uma identidade própria.
Também existe um motivo especial para The Evil Within continuar sendo associado ao nome de Shinji Mikami. Antes de trabalhar na Tango Gameworks, Mikami já havia dirigido o primeiro Resident Evil e participado de outros projetos importantes do gênero. The Evil Within representa justamente uma volta dele ao survival horror, desta vez criando uma nova série em vez de continuar uma franquia já conhecida.
Por isso, The Evil Within ocupa um espaço curioso entre os grandes jogos de terror. Não é simplesmente uma série sobre monstros ou sustos, mas uma mistura de survival horror, ação, furtividade e horror psicológico. Sebastian Castellanos, STEM, Ruvik, Juli Kidman e o Keeper formam um universo marcado por violência, loucura e realidades distorcidas, fazendo da franquia uma das criações mais interessantes da Tango Gameworks para quem gosta de videogames de terror.
O primeiro The Evil Within chegou em 2014 pelas mãos da Tango Gameworks, com publicação da Bethesda Softworks. O jogo colocou o detetive Sebastian Castellanos no centro de um pesadelo que começa durante a investigação de um massacre. Depois de perder a consciência, ele acorda em um mundo completamente distorcido, cercado por criaturas e situações que parecem não obedecer às regras normais.
A ideia combinava várias coisas que marcaram o terror de sobrevivência. Sebastian não era um personagem com munição infinita e poder para enfrentar tudo de frente. Era preciso escolher quando lutar, quando fugir e quando economizar recursos. A câmera em terceira pessoa, os inimigos grotescos, as armadilhas e os cenários sombrios ajudavam a criar aquela sensação de que qualquer corredor poderia esconder alguma coisa.
A história também apostava bastante no horror psicológico. O mundo de The Evil Within muda o tempo inteiro, passando por hospitais, vilas, construções abandonadas e lugares que parecem existir apenas dentro de um pesadelo. A explicação para tudo isso envolve o STEM, uma tecnologia capaz de conectar pessoas por meio de suas mentes, criando uma das principais bases para a loucura que domina a franquia.
A aventura de Sebastian não terminou no jogo principal. O primeiro The Evil Within recebeu três expansões que ampliaram a história por outros pontos de vista. The Assignment e The Consequence colocam Juli Kidman no centro da ação, enquanto The Executioner muda bastante a proposta ao colocar o jogador no controle do próprio Keeper. Esses conteúdos fazem parte do Season Pass da série.
Essa expansão do universo ajudou a mostrar que The Evil Within não dependia apenas dos monstros e dos sustos. Juli Kidman, Sebastian Castellanos, Ruvik e o misterioso STEM formam uma história que mistura investigação, experimentos, memórias e diferentes realidades. O resultado é um tipo de terror que pode parecer confuso de propósito, deixando várias peças para o jogador juntar.
Em 2017, a Tango Gameworks voltou ao universo com The Evil Within 2. O jogo trouxe Sebastian novamente, mas com uma situação ainda mais pessoal: sua filha Lily, que ele acreditava ter perdido, está ligada ao STEM. Para encontrá-la, ele precisa entrar em uma nova realidade construída ao redor da mente dela.
A sequência também mudou algumas coisas na forma de jogar. The Evil Within 2 manteve o terror de sobrevivência, a câmera em terceira pessoa, a furtividade, as armas e o gerenciamento de recursos, mas abriu espaços maiores para exploração. A cidade de Union permite procurar caminhos, recursos e segredos antes de avançar, criando uma experiência menos presa a corredores do que o primeiro jogo.
Outra diferença está na maneira como Sebastian pode sobreviver. O segundo jogo trouxe um sistema de criação de itens e mais opções para melhorar habilidades e equipamentos. Assim, é possível combinar furtividade, armas de fogo, armadilhas e exploração de uma maneira mais livre, enquanto criaturas como os Lost e outros inimigos perturbadores transformam cada área em uma ameaça.
No fim, The Evil Within acabou formando uma franquia pequena, mas bastante marcante dentro do survival horror. São dois jogos principais e uma série de expansões que exploram diferentes personagens e partes do universo. Para quem gosta de Resident Evil, Silent Hill, terror psicológico, horror grotesco e jogos de sobrevivência, a série reúne várias ideias conhecidas do gênero, mas coloca tudo dentro de uma identidade própria.
Também existe um motivo especial para The Evil Within continuar sendo associado ao nome de Shinji Mikami. Antes de trabalhar na Tango Gameworks, Mikami já havia dirigido o primeiro Resident Evil e participado de outros projetos importantes do gênero. The Evil Within representa justamente uma volta dele ao survival horror, desta vez criando uma nova série em vez de continuar uma franquia já conhecida.
Por isso, The Evil Within ocupa um espaço curioso entre os grandes jogos de terror. Não é simplesmente uma série sobre monstros ou sustos, mas uma mistura de survival horror, ação, furtividade e horror psicológico. Sebastian Castellanos, STEM, Ruvik, Juli Kidman e o Keeper formam um universo marcado por violência, loucura e realidades distorcidas, fazendo da franquia uma das criações mais interessantes da Tango Gameworks para quem gosta de videogames de terror.




