É difícil olhar para Total Chaos e acreditar que tudo começou como um mod de DOOM II. Criado por Sam Prebble, conhecido na época como Wadaholic, o projeto foi lançado em 2018 como uma conversão total que usa o GZDoom para transformar o clássico da id Software em uma experiência de terror de sobrevivência.
A primeira coisa que chama atenção é o visual. Total Chaos substitui boa parte da identidade original de 1994, apresentada em DOOM II por modelos 3D, texturas em alta resolução, ambientes detalhados e uma atmosfera pesada. O resultado mostra como o GZDoom consegue ir muito além de simplesmente melhorar a resolução de um jogo antigo.
A proposta também muda completamente. Em vez de correr por fases destruindo demônios com um arsenal gigantesco, o jogador explora Fort Oasis, uma ilha remota que abrigava uma comunidade de mineradores de carvão. O local foi abandonado depois de um desaparecimento misterioso, deixando para trás prédios, túneis, áreas comerciais e minas.
O combate segue a mesma ideia de sobrevivência. Existem armas de fogo, mas a munição é escassa, fazendo com que ferramentas e armas improvisadas sejam muito mais importantes. É possível encontrar e fabricar itens como barras de ferro, picaretas, facas e ferramentas de jardim, algumas delas podendo ser melhoradas.
Total Chaos também mostra o quanto uma conversão total pode alterar um jogo sem abandonar completamente sua origem. O projeto mantém a base tecnológica de DOOM II através do GZDoom, mas constrói uma experiência própria em cima dela, com inimigos, ambientes, sons, armas e mecânicas criados para o terror.
A escala da produção fica ainda mais impressionante quando se conhece a história de Prebble. O desenvolvimento começou em 2008 como uma forma de aprender a criar jogos, com a intenção de substituir os gráficos, sprites e outros elementos de DOOM por conteúdo completamente original. O projeto acabou se tornando uma produção extremamente ambiciosa para um mod feito por uma pessoa.
O reconhecimento veio justamente por essa capacidade de levar uma ferramenta de modificação tão longe. Total Chaos foi aclamado por jogadores e pela mídia, o que fez com que não desse outra e acabasse se tornando um jogo próprio, feito do zero na Unreal Engine, e lançado em 2025 na Steam, conseguindo atingir notas MUITO POSITIVAS.
O mais interessante é que Total Chaos funciona como um daqueles exemplos que fazem repensar o que um mod pode ser. DOOM II continua reconhecível na base tecnológica, mas a aparência e a proposta estão tão distantes do original que o resultado parece um jogo completamente diferente. Para quem gosta de mods, terror e projetos que levam ferramentas antigas ao limite, é um dos casos mais impressionantes que o GZDoom produziu.
A primeira coisa que chama atenção é o visual. Total Chaos substitui boa parte da identidade original de 1994, apresentada em DOOM II por modelos 3D, texturas em alta resolução, ambientes detalhados e uma atmosfera pesada. O resultado mostra como o GZDoom consegue ir muito além de simplesmente melhorar a resolução de um jogo antigo.
A proposta também muda completamente. Em vez de correr por fases destruindo demônios com um arsenal gigantesco, o jogador explora Fort Oasis, uma ilha remota que abrigava uma comunidade de mineradores de carvão. O local foi abandonado depois de um desaparecimento misterioso, deixando para trás prédios, túneis, áreas comerciais e minas.
O combate segue a mesma ideia de sobrevivência. Existem armas de fogo, mas a munição é escassa, fazendo com que ferramentas e armas improvisadas sejam muito mais importantes. É possível encontrar e fabricar itens como barras de ferro, picaretas, facas e ferramentas de jardim, algumas delas podendo ser melhoradas.
Total Chaos também mostra o quanto uma conversão total pode alterar um jogo sem abandonar completamente sua origem. O projeto mantém a base tecnológica de DOOM II através do GZDoom, mas constrói uma experiência própria em cima dela, com inimigos, ambientes, sons, armas e mecânicas criados para o terror.
A escala da produção fica ainda mais impressionante quando se conhece a história de Prebble. O desenvolvimento começou em 2008 como uma forma de aprender a criar jogos, com a intenção de substituir os gráficos, sprites e outros elementos de DOOM por conteúdo completamente original. O projeto acabou se tornando uma produção extremamente ambiciosa para um mod feito por uma pessoa.
O reconhecimento veio justamente por essa capacidade de levar uma ferramenta de modificação tão longe. Total Chaos foi aclamado por jogadores e pela mídia, o que fez com que não desse outra e acabasse se tornando um jogo próprio, feito do zero na Unreal Engine, e lançado em 2025 na Steam, conseguindo atingir notas MUITO POSITIVAS.
O mais interessante é que Total Chaos funciona como um daqueles exemplos que fazem repensar o que um mod pode ser. DOOM II continua reconhecível na base tecnológica, mas a aparência e a proposta estão tão distantes do original que o resultado parece um jogo completamente diferente. Para quem gosta de mods, terror e projetos que levam ferramentas antigas ao limite, é um dos casos mais impressionantes que o GZDoom produziu.
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