quarta-feira, 27 de maio de 2015

Conheça as várias adaptações de The Witcher

Em geral o público gamer já conhece muito bem a franquia The Witcher, foi algo que ficou popular demais para quem joga video game não conhecer, bom, ao menos aqueles que acompanham lançamentos e informações em geral de jogos, né? No entanto a cultura pop é bem mais ampla, e é bem comum de se acontecer adaptações variadas de certas obras, isso não deixou de acontecer com The Witcher.

Mas antes vamos esclarecer melhor as coisas. Ao contrário do que muitos imaginam, as histórias de The Witcher não começaram pelo primeiro jogo da franquia em 2007, mas sim mais de duas décadas antes, no ano de 1986, quando o polonês Andrzej Sapkowski publicou um conto de fantasia medieval chamado Wiedźmin, em uma revista especializada chamada Fantastyka. O cara tinha o mesmo hobbie do H.P. Lovecraft, e assim passou a publicar contos em revistas.

A palavra Wiedźmin é bastante complicada, pois é uma daquelas que é própria da língua e não tem uma definição exata fora dela. Pra inglês americano ela foi traduzida como "Witcher" (tipo feiticeiro), mas o próprio criador disse que prefere a tradução internacional da coisa, que ficou como  The Hexer, que não é uma palavra em inglês, mas sim em alemão, sendo que "Hexe" significa "Bruxa" e "Hexer" significa "Bruxo", por outro lado, pesquisando um pouco, vi que para inglês "Hexe" significa "Witch" e "Hexer" significa "Warlock", sendo que Warlock é outra palavra complicada, em português basicamente fica como uma classe de feiticeiro, mas é algo que vai além, em alguns lugares é colocado de forma direta como o masculino de bruxa (witch), mas witch também pode ser usado como bruxo... Por outro lado também é possível ver a definição como um bruxo que rompeu os laços com o seu clã, o que seria muito adequado para essa franquia.
Então o autor começou a publicar nessa revistas, contando a história do "Witcher" Geralt de Rivia em um universo de fantasia medieval onde existe um forte preconceito entre humanos e outras raças, especialmente elfos, que são extremamente odiados. Monstros atacam por todas as partes, e uma ordem é especializada em proteger humanos, os Witchers, que vagam buscando por contratos para matar criaturas e sobrevivem meramente com o dinheiro desses contratos.

Quatro contos apresentando as aventuras de Geralt foram publicados na revista, e também um quinto conto que se passa no mesmo universo vários anos antes, chamado "A estrada sem retorno". E em 1990 as cinco histórias foram juntas e publicadas como o primeiro livro, que recebeu o nome do primeiro conto "Wiedźmin ". Em 1992 veio o segundo livro, também uma coletânea de contos chamada "A espada do Destino".

Um ano depois aconteceu algo interessante, pois lançaram novamente a coletânea do primeiro livro, como "O último desejo", mas nessa foi retirado "A estrada sem retorno", e no lugar dela foram adicionados novos contos que se passam antes do segundo livro. A partir daí a coisa começou a andar mais rápido e foram lançados livros anualmente com "O sangue dos Elfos" em 1994, "Tempo do Desprezo" em 1995, "Batismo de Fogo" em 1996" e só então ocorreu uma parada na coisa, para em 1999 sair "A dama do Lago".

Mas nesse meio tempo, coisas aconteceram! Entre os anos de 1993 e 1995 foram publicadas adaptações em quadrinhos para "A estrada sem retorno", "Um mal menor" (um conto com o mesmo nome), "O último desejo", "Fronteira da capacidade" (outro conto), "Traição" (Era uma ideia pra conto, mas que não foi usada).
Uma outra coisa muito legal, é que embora só em 2007 o mundo tenha conhecido um jogo para computador de The Witcher, ele poderia ter saído mais de uma década antes, isso porque em 1996 começaram a desenvolver um, mas acabou não dando certo, a ideia era muito a frente do seu tempo. E agora só nos resta ver as imagens do que teria sido.

Mas para o povo da nerdice da época, a tristeza de não poder assumir o controle de Geralt durou apenas meia década, isso porque em 2001 foi lançado o RPG de mesa Wiedźmin: Gra Wyobraźni, permitindo assim que jogadores se libertassem naquele universo fantástico.

E ainda em 2001 a coisa ficou realmente popular, ao menos na Polônia, isso porque eles receberam uma adaptação para filme, fazendo assim com que muitos que não conheciam, passassem a ler os livros e contos da franquia. Não bastando isso, em 2002 o filme ganhou uma continuação, com um seriado de 13 episódios e de mesmo nome do filme, Wiedźmin. Quando perguntaram a Sapkowski sobre o que ele achou das adaptações, sua resposta foi bem direta "Eu posso responder apenas com uma única palavra, é uma "obscenidade", embora uma das curtas.", parece que ele não gostou nada do que viu hahaha.
E finalmente em 2007 chegou a hora dos video games, com o lançamento de The Witcher para computador, mas que também recebeu um jogo em 2D e bem desconhecido chamado The Witcher: Crimson Trail, exclusivo para celulares.

Ainda em 2007, as coisas esquentaram um pouco também no maravilhoso mundo dos card games, pois dois foram lançados! Ambos eram baseados no jogo da CR Projekt Red, o primeiro chamado Wiedźmin: Przygodowa Gra Karciana  (The Witcher: O jogo de aventura), enquanto o outro foi Wiedźmin: Promocyjna Gra Karciana ( The Witcher: Promo Card Game). Um dos detalhes legais é que na edição de colecionador de alguns paíes, esse segundo card game vinha junto!

Um outro jogo desconhecido, mas também criado pela CD Projekt RED, foi o The Witcher: Versus, um jogo de luta que rodava direto no navegador onde os jogadores tinham que criar um personagem e era possível escolher classes para lutar contra outros jogadores. Esse jogo foi lançado em 2008, mas acabou chegando ao fim.

Mas um ano depois, chegou The Witcher 2: Assassins of Kings, a tão esperada sequencia do primeiro jogo, e que acabou atraindo muitos novos jogadores para a franquia, com gráficos mais interessantes e todo um sistema mais amigável.
Em 2014 a coisa ficou maravilhosa para o lado do universo dos jogos de tabuleiro, pois enquanto o cardgame tinha sido apenas lançado na Polônia, tantos anos depois The Witcher já era um sucesso internacional e a empresa ficou grande o bastante para fazer investimentos maiores, por isso aliada a Fantasy Flight Games, que é conhecidíssima por criar jogos de tabuleiro, eles lançaram The Witcher Adventure Game, que não apenas é limitado a versão física, mas também foi lançado como jogo virtual para Android, iOS, OS X e PC!

E por fim veio o jogo que realmente foi um estouro na coisa e marcou a franquia como algo realmente desejado e de alto nível. The Witcher 3 em 2015, não apenas atraindo um nicho dentro do mundo gamer, mas fazendo todo mundo olhar e admirar a grandiosidade da coisa.

Mas e você? Já conhecia todos esses produtos baseados na franquia? Ou não tinha a mínima ideia da existência de tanta coisa? =)

NOT A HERO - Esse jogo não economiza na violência

Ao mesmo tempo em que muitas empresas se esforçam para diminuir a violência em video games, ou mesmo evitar por completo, algumas fazem exatamente o contrário, tendo até mesmo que se controlar na marra as vezes, como por exemplo aquela cena censurada de Hotline Miami 2. E hoje vou falar sobre uma dessas obras extremamente violentas que ao mesmo tempo contém um baita tempero de humor que consegue facilmente atrair os mais variados tipos de públicos e naturalmente causar bastante polêmica.

A história apresenta um concorrente para prefeito chamado BunnyLord, no entanto ele tem uma visão de que para ganhar as eleições será necessário acabar com a criminalidade da cidade, e assim contrata Steve, um assassino profissional com habilidades incríveis e bom o suficiente para matar todo mundo. Mas logo outros vão se juntando a causa e acabando com qualquer obstáculo que fique entre BunnyLord.

Sem dúvidas o foco desse jogo é a jogabilidade espetacular, por outro lado a história realmente não foi deixada de lado e aqui você consegue se empolgar muito com a trama. Isso porque a loucura rola solta com as missões mais bizarras, e ao contrário do que a proposta inicial apresenta, você não faz apenas missões para matar bandidos não, até mesmo inocentes que tenham qualquer coisa que possa prejudicar o chefe entra na bala.
A jogabilidade é bem simples, com um tiroteio constante e muitas explosões, lembrando um bocado o agitadíssimo Broforce. Basicamente você é deixado em locais onde estão os alvos e precisa invadir podendo atirar, arremessar explosivos, se esconder, recarregar e deslizar. Sendo que a combinação dessas habilidades podem gerar vantagens, por exemplo se você deslizar em um inimigo, irá derrubá-lo, e é possível finalizar pisando nele no chão ou dando um tiro (educativo, não?).

Vários personagens com habilidades próprias vão sendo destravados a medida que a história evolui, a forma de introdução deles é bem bizarra, como o segundo, que é apresentado a Steve em uma lanchonete e logo BunnyLord explica que não é um cara que entende muito de política, mas adora matar gente então é perfeito para apoiar a causa.

E a diversão só fica mais intensa com a presença de física no jogo e possibilidades dignas de filmes de ação absurdamente exagerados como Mandando Bala ou o hilário Machete. Digo isso porque no jogo você faz coisas como pular por uma janela e voltar pela janela de baixo segurando o dedo no gatilho, ou então explode um galão de combustível e vê uma janela estourando com o corpo de algum infeliz voando.
As missões tem foco na matança, mas também existem objetivos próprios para cada missão, como por exemplo perseguir um alvo em especial e matá-lo, ou os objetivos alternativos que variam de nível para nível e são uma baita de uma empolgação para que você repita diversas vezes, até porque é muito divertido.

O visual é naquele mesmo estilo pixelizado maravilhoso que usa um estilo baseado na era 8bits, porém em alta resolução. Sendo assim se você é apaixonado por obras como o tenso Gods Will Be Watching e o fantástico Titan Souls pelo visual altamente detalhado que oferecem, pode ter certeza que você vai se apaixonar por NOT A HERO de imediato.

Enfim, se você estiver procurando por um jogo completamente agitado, onde as partidas são rápidas, porém incríveis e as gargalhadas em relação à história são garantidas, certamente esse aqui é o jogo certo. Quem se interessar e quiser mais informações pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

Veja The Witcher 3 rodando em PC's fracos

Muita gente entra em desespero ao olhar para o PC dinossauro que tem em casa e então ver que até mesmo jogos bem antigos não rodam, mas mesmo assim acontecem alguns milagres e certas máquinas conseguem surpreender rodando jogos que pareciam impossíveis.

Um jogo AAA como The Witcher 3: Wild Hunt é o tipo de obra que atrai muita gente, mas que causa um certo nervosismo para os donos de determinadas máquinas, isso porque geralmente estão abaixo dos requisitos mínimos para rodar o jogo. Mas para a nossa felicidade, as empresas sempre colocam os requisitos acima do que realmente são, pois assim poupam alguns problemas, como jogadores frustrados com os erros que certamente o jogo terá no lançamento.

Então é claro que assim que The Witcher 3 saiu, a primeira coisa que algumas pessoas com computadores da caverna fizeram, foi correr para baixar o jogo e ver no que dava, alguns seguindo algumas dicas de gambiarras pra melhorar a performance e como era de se esperar, muita gente conseguiu jogar e se divertir bastante vagando pelos gigantescos mapas do jogo.

Então vou colocar aqui alguns vídeos de pessoas que gostam de viver no limite e resolveram jogar com máquinas bem inferiores ao que se esperava. Naturalmente não puderam jogar no modo ultra, porém para alguns o que importa mesmo é a diversão, não é? Confiram:

Computador 01 - Dual Core

Processador: X2 E8300 2,8GHz (dual core)
Memória ram: 4 gb ddr2
Placa de vídeo: Radeon R7 250 1gb ddr5 (é equivalente a uma Geforce 550ti)

Como podem ver, roda muito bem, é jogável e o gráfico não está ruim, naturalmente não usa o máximo do jogo, mas dá pra se divertir bem.

Computador 02 - Placa de vídeo muito barata

Processador: Intel Core 2 Quad Q9300 (dual core)
Memória ram: 4 gb ddr2
Placa de vídeo: GTS450



Esse está uma verdadeira desgraça, mas para aqueles que não se preocupam com as travadas rolando solta, pode ser uma boa opção.

Enfim, aparentemente a placa de vídeo é o que o jogo mais puxa mesmo, no entanto não se abale tanto se não rodar bem! Confira 5 dicas para rodar The Witcher 3 mais rápido no seu PC.

The Incredible Adventures of Van Helsing III - Preparado para mais um Action RPG?

Existem momentos da vida em que tudo que você quer é jogar um Action RPG com a galera, escolher uma classe, enfrentar uma penca de inimigos, evoluir seu personagem, conseguir bons itens. Uma fórmula pura e divertida, algo capaz de gerar horas de diversão. No meu caso essa paixão surgiu com Diablo 2, no entanto existem diversos outros títulos que usam esse gênero e que conquistaram muita gente por aí, se tornando o "jogo modelo" pra pessoa. Mas não importa a origem, e sim o quanto esse modelo foi bem feito o suficiente para fazer alguém se encantar e adaptar rapidamente.

Após a guerra civil de Borgovia, a paz veio, porém o fantasma da guerra se manteve, com uma cidade completamente destruída e pessoas sem esperança. Isso faz com que criminosos tomem conta do lugar e queiram dominar tudo, se aproveitando do desespero e dor dos outros. Um culto estranho também surge e começa a pregar o final dos tempos, e isso é seguido por diversos acontecimentos misteriosos que passam a ocorrer frequentemente.

Uma das coisas mais atraentes do jogo é a história, isso realmente agrada um bocado, especialmente se você for jogar o multiplayer, a sensação de sair com um amigo e descobrir aos poucos os mistérios da cidade é bem incrível, existe uma atmosfera sombria ótima e os vários vilões para todo lado te fazem sentir realmente vagando pelas ruas do lugar.
A primeira coisa que você faz no jogo é criar uma classe, sendo que são seis disponíveis, cada uma com habilidades próprias, sendo elas Bouty Hunter, Protector, Phlogistoneer, Constructor, Elementalist e o Umbralist. Elas variam entre especialidades de ataque direto e ataque a longa distância, e também para jogos multiplayer fica perfeito para balancear as coisas.

Com o sistema de aperfeiçoamento de personagem a medida que se sobe de nível, também é possível moldar o tipo que você deseja, então por mais que você esteja em uma gameplay online e outros jogadores usem a mesma classe, os personagens podem lutar de forma bastante diferente, usando habilidades variadas.

Isso também se expande a aparência do personagem, pois dependendo dos itens que você utilizar, o visual é alterado completamente e o resultado disso é uma experiência ampla para se ter com os amigos. Inclusive para algum desentendido, é possível muito bem olhar para o jogo e acreditar que um grupo de uma única classe são vários personagens completamente diferentes.

Os gráficos do jogo são maravilhosos, usando o gênero Steampunk que dá um toque extremamente especial a coisa, com essa realidade alternativa onde é um passado que se usa máquinas com aparência de geringonças capazes de fazer coisas que no mundo real era impossível para a época. Além de que é tudo em um estilo bem sombrio e cheio de detalhes, brilhos e efeitos em geral, é agradável de se ver.
O modo multiplayer tem suporte a até oito jogadores em uma única partida, fazendo assim com que grupos de jogadores possam fazer a festa virando a noite, ou mesmo que os menos festeiros apenas chamem um amigo para atravessar todo o universo apresentado e assim acompanhar com calma a história do jogo.

Também existe a possibilidade de combates entre jogadores dentro do jogo, sendo assim se você é mais do tipo que gosta de um desafio contra outros humanos ao invés de um trabalho cooperativo, aqui você pode evoluir o seu personagem e depois experimentar essas habilidades contra seus amigos. Essa opção também pode ser uma boa atração para aqueles que zeraram mas querem continuar jogando.

Existem ainda modos de jogo, sendo que cada um é mais difícil que o outro e para cada uma dessas opções você ainda tem a liberdade de escolher criar um personagem no modo hardcore, que adiciona uma morte permanente, fazendo assim com que a coisa seja bem mais emocionante, pois se o seu personagem morrer, você sabe que será pra sempre!

Enfim, acho que o grande problema desse jogo é que em geral não aconteceu uma grande evolução de Van Helsing 2 para ele, ou seja ele é sim fantástico, mas é para quem quer expandir a experiência que já se teve. Por outro lado o preço de lançamento foi de apenas 25 reais, o que acho que o torna bem justo. Quem se interessar por mais informações pode dar uma conferida no site oficial do jogo.


Querida Abby - Muito cuidado com quem você elogia

Você já parou para pensar no tanto de maluco que não tem por aí? É claro, a maioria das pessoas nós vemos como normais e tal, mas vai saber o que diabos se passa na mente de alguém não é? Os vizinhos de certos lunáticos sempre aparecem em notícias dizendo "Ele sempre pareceu normal", e obviamente essas pessoas não saem espalhando que tem vontades estranhas, portanto é possível que você conheça alguns e apenas não saiba.

Hoje vou postar aqui um texto originalmente publicado em inglês e escrito por Kyle “Kman” Mangione-Smith, com o nome de Dear Abby, mas que foi traduzido para Querida Abby pelo canal mohamed, e que realmente tem uma construção espetacular da mente de um lunático, uma amostra da evolução da paranoia, dos planos e da lógica usada em cima da vontade de ter alguém. Confiram:

Carta 01

Querida Abby,

Nós nunca nos encontramos antes, então isso pode parecer um pouco estranho, mas eu sinto que isto é necessário. Pra começar, meu nome é Jay, e trabalho na fila do caixa de um supermercado na Rua 67. Você sabe o estacionamento que é muito grande para a própria loja? Então, esse mesmo. Tenho 24 anos, sou bastante alto e tenho uma aparência um pouco desgrenhada. Você provavelmente não iria me reconhecer se eu fosse falar com você, afinal não tenho um rosto muito memorável. Heh, eu realmente não sei por que estou dizendo tudo isso, para ser honesto... Mas, este não é o ponto de me escrever-lhe.

Eu estava trabalhando até tarde da noite de ontem, foi um dia muito comum. Nada muito emocionante aconteceu, mas você ficaria surpreso como o quão interessante este trabalho pode ser às vezes. Eu estava lendo um livro que tinham deixado no caixa na mudança de turno, e era um mistério de assassinato realmente repleto de clichês. Incrivelmente chato, se você me perguntar. Mas ... É algo para fazer, eu acho. Quando você apareceu, porém, toda a minha noite mudou. Eu não sei exatamente o que em você que me chamou a atenção no início, mas logo que eu te vi eu tive esse sentimento estranho. Uma mistura estranha entre excitação e terror, essa é a melhor maneira que posso descrevê-lo, pelo menos. Eu vi você andar em minha direção e eu rapidamente me recompus, já que eu estava curvado na minha cadeira por um tempo, já que raramente alguém vem ao meu caixa.

Foi só quando você chegou mais perto que eu percebi o que chamou minha atenção em você... Você era absolutamente linda. Você se aproximou e falou "Hey" e me entregou seu carrinho. Eu podia ver pelo jeito que você falava e olhava para mim, que você não dormia há tempos, embora isso não foi surpreendente, considerando que era tão tarde. Depois de um ou dois segundos de silêncio constrangedor eu percebi que você me cumprimentou. Forcei um "o-oi" em resposta. Amaldiçoei-me mentalmente por isso.

Eu sentei lá por um segundo, tentando me concentrar. "Qual o seu nome?", Eu disse. Só mais tarde eu percebi o quão estranho isso pode ter sido. Que tipo de caixa de supermercado pergunta o nome de alguém? Mas estou feliz por ter perguntado. Eu me lembro de você falando que seu nome é Abigail, mas que te chamam de Abby. Abby... esse nome parecia se encaixar perfeitamente. O nome parecia rolar em minha língua quando eu o repetia, em silêncio. Era como o mel doce. Era muito bom falar isso. Você parecia perplexa quando eu olhei de volta para você.Será que fiz algo errado? "Você não devia estar embalando isso?" Você disse e apontou para seus mantimentos. De repente, chocado e envergonhado, eu olhei para cima e pedi desculpas, então desajeitadamente comecei a colocar as compras nas sacolas, o mais rápido possível. Eu não podia acreditar em mim mesmo, o quão estúpido eu era? Mas quando eu olhei para cima, percebi que você estava rindo.

"Você é bonitinho", você disse. Eu tentei parecer calmo, mas eu estava obviamente feliz. Uma menina assim achava que eu era bonito? "Você também é", eu disse, enquanto guardava o resto dos mantimentos. Enquanto você saia, você virou pra trás e falou e disse: "Tenha uma boa noite." Eu acho que pareço um idiota por escrever tudo isto, provavelmente você ainda se lembra disso, afinal isso aconteceu ontem. Mas eu fui para casa em êxtase naquela noite e com toda a confiança do mundo. Isso parece tão irreal enquanto escrevo.

De qualquer forma, eu queria te escrever esta carta Abby para dizer-lhe que, eu te amo. Eu não sei o que foi que eu senti naquela noite. Foi uma estranha mistura de emoções. Mas tudo que eu sei é que, mesmo nesse pequeno momento que tivemos, eu senti como se houvesse alguma coisa entre nós. Por favor, escreva-me de volta em breve.

Atenciosamente, Jay

terça-feira, 26 de maio de 2015

5 dicas para rodar The Witcher 3 mais rápido no seu PC

Infelizmente nem todo mundo tem um computador bom o suficiente para jogar qualquer jogo, e alguns tem um verdadeiro computador dos tempos da caverna que não consegue rodar The Witcher 3: Wild Hunt direito( confira os requisitos mínimos aqui). Sendo assim o jeito é partir pra gambiarra, especialmente se você é do tipo que não está nem aí pra gráficos e o downgrade de The WItcher 3 foi um verdadeiro alívio. Então vou postar aqui cinco dias que podem ajudar um bocado.

1 - Note as outras configurações de vídeo

Certamente você já deve ter configurado o jogo para rodar com gráficos mais baixos, no entanto observe que existem mais opções gráficas que unicamente a área "Gráficos", portanto confira também o "Pós-Processamento" e desative tudo. Naturalmente isso varia de PC pra PC, e pode ser que o seu consiga suportar algumas opções, portanto vá testando, mas NUNCA deixe o "Nvidia Hairworks" ativado, pois é ele que faz aparecer aqueles efeitos lindos do Gameworks, então se seu PC é uma sucata, esqueça essa opção.

2 - Alterne entre modo janela e tela cheia

Algumas pessoas percebem um aumento no performance quando jogam em modo janela, portanto pode ser uma boa tentar jogar nesse modo, sei que é desagradável, mas é só lembrar da era dos emuladores né? Haha, por outro lado tem gente que tem exatamente o efeito contrário, portanto se você de cara já colocou no modo janela, tente tela cheia, pode ser que rode melhor.

3 - Use o Hunter's Config para melhorar o performance

A maioria das pessoas que usa o Hunter's Config é pra fazer os gráficos ficarem espetaculares, porém teve gente que além da coisa melhorar, ainda fez ficar mais fluído. Mas esse não é o caso aqui, se você está lendo essa postagem é porque certamente quer performance e não gráficos, e uma das vantagens dessa ferramenta é que ela também pode piorar o visual do jogo, então a aproveite pra deixar o jogo mais leve. Clique aqui para saber mais detalhes e baixar.

4 - Jogue na versão do GOG

Quem joga a versão do GOG desse jogo tem a vantagem de não precisar de nenhum programa rodando ao fundo, já que o GOG Galaxy não é obrigatório, ou seja, mais memória para seu computador, diferente da versão steam e uplay por exemplo, que te obriga a manter os programas abertos.

5 - Jogue no Windows 10

O Windows 10 fornece um impulso bastante significativo no desempenho em relação ao Windows 7 e 8, portanto se você tiver uma partição ou HD extra em seu computador, vale a pena instalar. O preview build do sistema operacional é disponível gratuitamente para download.

MAS ESPERE que ainda não acabou! Confiram também várias dicas para rodar qualquer jogo pesado em um PC fraco.

LOST ORBIT - Seja um astronauta vagando pelo espaço

Esse é um jogo que eu pensei que teria foco puramente na jogabilidade, que por acaso é bastante divertida, mas que acabou me surpreendendo ao apresentar uma história que consegue facilmente prender a atenção com um narrativa constante que além de interessante também me tirou belas gargalhadas em determinados momentos. Certamente uma daquelas obras agradáveis para se passar o tempo, mas que não acaba caindo no estilo da maioria que prefere não adicionar uma trama.

Aqui você assume o papel de Harrison, um astronauta que em meio a uma chuva de destroços espaciais, sai de sua nave para reparar um equipamento, no entanto enquanto faz isso, meteoros acabam atingindo a sua nave, fazendo com que ela se despedace completamente, e assim ele simplesmente fique sem ter para onde ir e precise arrumar algum lugar seguro.

Sabem aqueles diversos momentos claustrofóbicos apresentados pelo filme Gravidade? Onde os personagens voam pelo espaço tentando se virar com o que tem no momento, apesar de que ao invés da tensão, aqui a coisa é mais voltada para a sensação de aventura, ficando também algo semelhante a aquela cena de Star Trek Além da Escuridão, onde dois personagens voam por uma imensidão de destroços espaciais.

A jogabilidade é basicamente essa de sair voando e coletando cristais de obtanium para uma maior pontuação no nível. Inicialmente a coisa é muito simples, inclusive cheguei a achar que o jogo era bem limitado, pois era só isso, voar e pegar. Mas a coisa vai ficando cada vez mais e mais difícil com destroços que vão aparecendo e passam a vagar.

Você se move usando a órbita dos planetas que acha, podendo circular ao redor deles e se lançar com velocidade, tendo também que ter cuidado pois isso pode acontecer acidentalmente, e se você colidir com qualquer lugar, inclusive com os próprios planetas, seu corpo é destroçado imediatamente, sendo assim é preciso tomar bastante cuidado.

Existe um sistema de atualização do personagem, que você pode melhorar as habilidades dele e assim deslizar de uma forma mais eficiente pelo espaço, especialmente em níveis mais avançados quando a coisa fica tensa é essencial que você tenha o aperfeiçoado para conseguir se adaptar.

Mas sem dúvidas o que rouba a cena é a narração, embora você assuma o papel de Harrison, existe a voz de um narrador que é um outro personagem e o observa, ele vai falando detalhes sobre como esse astronauta é uma criatura interessante e suas atitudes são curiosas em meio a situação que está passando. Essa dose de humor é muito bem vinda ao jogo,e inclusive já vem com legendas em português brasileiro.

Graficamente o jogo é um baita de um colírio, pra começar pelo personagem em si, que é muito fofo, um pequeno astronauta com os bracinhos abertos, vagando pelo espaço. E os cenários são grandiosos, é algo que não se limita meramente aos vários elementos que passam por você, mas também a um fundo cheio de detalhes. Isso tudo ainda fica mais bonito com a quantidade de efeitos de iluminação presentes. A atmosfera espacial é fantástica e você é do tipo que gosta de se sentir na pele de um astronauta como em jogos do tipo o intrigante The Swapper, vai se sentir em casa.

Enfim, esse é um belo jogo para se passar o tempo, mas que também investe bastante na história, conseguindo entreter rapidamente e que certamente agrada bastante. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo para mais informações.

Hunter's Config - melhore os gráficos de The Witcher 3

Muitas vezes empresas lançam seus jogos com certas limitações em opções avançadas para deixar o jogo no melhor tipo de performance possível, um belo exemplo disso é o jogo Watch_Dogs, que foi lançado com gráficos bem diferentes do que foi apresentado no seu primeiro vídeo. No entanto pouco após o lançamento, um usuário apresentou uma ferramenta pra melhorar os gráficos do jogo.

A CD PROJEKT RED também acabou fazendo um downgrade em The Witcher3: Wild Hunt, no entanto na pasta do jogo ficou disponível um arquivo .ini, permitindo assim que usuários fizessem alterações um pouco mais avançadas do que as disponíveis no menu de opções do jogo, e naturalmente os mais ansiosos por belos gráficos logo começaram a mexer.

Apesar disso, trata-se de um arquivo avançado, ou seja, aqueles que não tem conhecimento técnico sobre a coisa, podem ver as opções e simplesmente não ter a mínima ideia do que fazer com elas, e foi aí que o modder MelekTaus resolveu dar uma ajuda, e criar um utilitário que acessa o arquivo e apresenta de forma visual as mudanças, permitindo assim com que uma quantidade imensa de coisas possa ser alterada.

Uma coisa interessante é que muita gente que usou, diz que o jogo ficou mais fluído com determinadas configurações que melhoraram o gráfico. E também é possível piorar outras coisas para que o jogo fique ainda mais liso. Quem se interessar pode clicar aqui para fazer o download.

E veja também 5 Dicas para fazer The Witcher 3 rodar melhor no seu PC.