segunda-feira, 23 de maio de 2016

Os segredos do pintão do Hodor de Game of Thrones

A série Game of Thrones sem dúvidas é um verdadeiro espetáculo, tantos seriados tem inúmeras temporadas e o povo mal vê, enquanto essa aqui cada temporada deixou o povo sem fôlego. Naturalmente a coisa não se resumia apenas à TV já que além de ter sido baseada em livros, ainda gerou inúmeras coisas como o RPG Guerra dos Tronos ou a adaptação para quadrinhos de Game of Thrones.

Porém além do material comercial da coisa, o próprio universo é simplesmente intenso demais e claro os personagens e atores da série. E daí surgiu minha inspiração para escrever matérias sobre como o Joffrey é o melhor personagem daquela bodega ou aquelas curiosidades inusitadas sobre o Montanha, e logicamente os detalhes sobre o ator brasileiro que participa da série. Mas dessa vez o tema é Hodor! Ou melhor... O pintão do Hodor! O___O''

Na primeira temporada da série, Bran está fazendo uma oração e então tem uma breve conversa, é quando todo mundo toma um susto com a inusitada chegada de Hodor peladão. Ele fica um tempo lá, Bran olha pra cima, depois pra baixo e por fim o personagem diz "Hodor" e cai fora dali entrando em uma moitinha.

A cena é um tanto irônica porque nesse exato momento está rolando uma conversa em que Osha diz para Bran que os deuses dele não tem poder. Ou seja, por mais que ela esteja desmerecendo a coisa, trata-se de um papo sobre religião, algo meio delicado, sendo assim ninguém espera que um cara gigantesco chegue pelado.

Outra coisa é o fato de ser nudismo masculino, a HBO é uma das empresas que mais investe constantemente no nudismo. O corpo feminino é mostrado desde sempre em tudo quanto é filme, séries e etc. Agora ver homens pelados é algo que normalmente é sempre apresentado de forma discreta, ângulos de visão certo, sempre algo que cobre. Quando aparece mesmo um pinto na coisa, é aquela sensação de "Eita! Tem um cara pelado ali! O__O ".

Agora a grande curiosidade da coisa, o pintão era uma prótese! Isso mesmo, o bagulho era de borracha! Um dildo! kkkkkkkk. O ator Kristian Nairn, que interpreta o personagem, fez uma declaração explicando a coisa:

"Eles me trouxeram dois pênis falsos um com pentelhos negros encaracolados e outro com pentelhos normais. Eu não sei o motivo deles terem feito a versão Afro. Eu tenho cabelos grisalhos; isto foi estranho. Ele era feito de látex e passava uma sensação bastante realista. Mas Hodor parece meio gigante, então definitivamente era sobre-humano, tinha uns 40 cm. Quando Natalia Tena (A que interpreta Osha) me viu pela primeira vez, ela estava tipo "Eita, isso é de verdade?!". Por sorte não, Natalia. Pra encaixar, eles fizeram uma tonga que eles tiraram com efeitos especiais ou algo assim. Aquilo foi um pouco embaraçoso, eu não vou mentir. Nós estávamos filmando em Belfast, estava chovendo e frio, e tinham umas 200 pessoas ao redor. Embaraçoso!"


Uma outra coisa que o ator declarou depois é que a tal tonga prendia a parte dos pelos pubianos dela nos próprios pelos dele e ficavam se segurando por lá kkkk. Além disso, a cena foi filmada inúmeras vezes porque tinham dois pássaros transando ali perto e toda vez que ele saia do arbusto, eles soltavam um piado estranho e o diretor dizia "Vamos começar de novo!".

Caramba ein? É impressionante como cada cena dessa série tem toda uma história por trás, imagino um livro detalhando toda a bagaceira, seriam vários volumes uahahaha. Agora confiram a cena do peladão:

Shadwen - Um baita stealth medieval com toque único

Quem é que não ama um stealth? Essa sensação tão gostosa de se esconder é algo que vem da infância, nas brincadeiras com os amigos, ou mesmo usando aqueles bonequinhos ninja que eu sei que você tinha um! Essa sensação gostosa se esconder, passar sem ser visto é algo natural, que causa uma imensa satisfação. E hoje vou falar sobre um jogo Stealth que tem um estilo bem diferente!

A primeira vez que vi esse jogo, logo notei um charme todo especial dele, não cheguei a ver o trailer, apenas vi que as notas eram altíssimas na steam e as fotos me agradavam demais! Parecia algo que tinha um certo charme à moda antiga como Alekhine's Gun, mas ao mesmo tempo também era uma temática medieval super atraente e que me lembrou Styx: Master of Shadows. Porém o que eu não esperava era que a jogabilidade realmente tem algo único e diferente de qualquer outro stealth que eu tenha visto antes.

Quando abri esse jogo, a minha primeira reação foi de ficar um pouco nervoso porque o jogo parecia estar rodando mal no meu computador. De imediato tinha uma movimentação e então tudo ficou parado. Isso me deu nos nervos, bateu aquela insatisfação de "Mas... Eu pensei que rodaria liso...". Fiquei um tempo esperando o jogo destravar e quando mexi nos controles, o jogo respondeu um pouco e parou de novo, e logo veio a frustração, mas foi aí que descobri que era exatamente isso que tinha que acontecer!

O grande toque especial desse jogo é que ele usa uma mecânica semelhante a apresentada em SUPERHOT, com a diferença de que aqui não é um jogo de ação fora de controle, mas exatamente o contrário. Ou seja, o tempo só corre quando você se move com a personagem! Isso faz com que seja possível elaborar planos de um jeito muito mais cuidadoso e fazer movimentos precisos.

Aqui você assume o papel de Shadwen, uma assassina que é enviada em uma missão para adentrar sorrateiramente em uma fortaleza e assassinar o Rei. No entanto em seu caminho acaba se deparando com a pequena Lily, que está sendo atacada por um guarda. Ao salvar a garota, ela passa a acompanhar e auxiliar Shadwen.

Uma coisa interessante nesse jogo é que ele suga da fórmula apresentada em Sands of Time em que é possível rebobinar o tempo. Sendo assim além de o tempo se mover enquanto você está fazendo algo, os erros também podem ser corrigidos, pois você sempre pode apertar o botão para voltar atrás e fazer as coisas diferentes.

Outro detalhe interessante é que como Lily é uma garotinha, ela reage em relação a violência e isso afeta a história, sendo assim você pode escolher como fazer as coisas. Pode ser um caminho cheio de chacina, metendo a faca em qualquer um que apareça, ou pode usar os elementos presentes no cenário para distrair os guardas e permitir que Lily passe.

Durante o caminho você pode também vasculhar ambientes a procura de baús e achar projetos, esses projetos precisam de determinadas peças que você também acha por aí, ao achá-las você pode criar alguma bugiganga e usar para facilitar o acesso a determinados lugares. Sendo que a primeira (e obrigatória) é o gancho.

Enquanto vaga existe interação com objetos, você pode puxar caixas distantes usando o gancho, pisar em objetos barulhentos como garrafas para chamar a atenção dos guardas, entre outras coisas. Além de que é preciso esconder os corpos para que não achem e ativem o sinal, isso torna a coisa muito mais divertida e com várias opções de estratégia.

Graficamente o jogo tem um estilo bem simpático, apesar de não ser o que se possa chamar de surreal, é um jogo bonito, com aquelas casinhas medievais tão marcantes e tortinhas que vemos em diversas obras como o fantástico Vermintide. É um jogo que você olha para todos os lados e vê que mesmo não sendo fotorealista, é algo que foi bem trabalhado.


Como o jogo fica parado no tempo enquanto você não manda a personagem se movimentar, você pode fazer movimentos extremamente precisos com o gancho e isso é muito empolgante. Sabem o Homem Aranha? Pois é, você vai se sentir como uma versão feminina medieval dele aqui! Você pode fazer coisas que em tempo real iria requerer uma habilidade absurda, podendo se jogar, no ar girar a câmera para qualquer lugar onde possa prender o gancho e fazer um novo arremesso.

Enfim, Shadwen é um jogo muito gostoso de se passar o tempo, daqueles que você vê suas estratégias falharem diversas vezes seguidas, mas ainda assim tem vontade de tentar mais uma vez de um jeito diferente.Vale a pena dar uma conferida antes no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui.

domingo, 22 de maio de 2016

Maze Runner Prova de Fogo | Quadrinhos Oficiais da série


Muito bem! Chegou a hora de finalmente falar devidamente sobre essa revista em quadrinhos, eu já tinha citado ela anteriormente na matéria em que explico como assisti Maze Runner na marra, e estava ansioso para dar uma conferida nesse material lançado pela Pixel Media no Brasil, além de que era o que faltava pra saciar algumas dúvidas sobre em que parte da história a coisa se localizava.

Bom, a parte ruim da coisa é que SIM, eu poderia ter lido os quadrinhos sem problemas antes de ver o primeiro filme, isso porque quase todas as histórias contidas nele se encaixam antes de Thomas entrar no labirinto. A parte boa é que isso me permitiu ter a surpresinha do final do filme, já que as histórias te fazem entender o que é o labirinto.

Agora cronologicamente você pode ler essa HQ da forma que bem entender, sinceramente eu acho que embora ela mate a reviravolta (que não acho lá grande coisa) creio que o filme pode ficar extremamente mais empolgante se você ler essa HQ antes, isso porque é o tipo de material que forma um cenário. Então a sensação será de ver a coisa se formando nos quadrinhos e ao assistir o filme estará em live action um monte de elementos que você viu antes.
São cinco histórias, cada uma delas com foco em um personagem e em diversos cenários bastante diferentes, ou seja não são todos com foco no labirinto, mas sim o mundo lá fora e até mesmo como se formou a organização CRUEL (Catástrofe e Ruína Universal: Experimento Letal) e até mesmo a origem do slogan tão falado pela organização.

Acho que esse é o tipo de material que pode ser um ótimo passa tempo. Para fãs obviamente é o tipo de coisa que é indispensável, já para não fãs como eu creio que seja um ótimo empurrão inicial. Como disse, creio que se eu tivesse lido a HQ antes teria gostado muito mais do filme e  dado uma atenção bem maior para cada um dos elementos.

Isso porque diversos pontos do longa metragem apresentam pequenas coisas que são mostradas na HQ, a diferença é que no filme são só elementos aleatórios aqui e ali, enquanto nos quadrinhos você vê toda uma coisa trabalhada. Por exemplo tem a história do garoto chamado Ben que aparece rapidinho, assim como a do primeiro garoto que entrou no labirinto.
O acabamento está no mesmo nível das outras obras que li da Pixel Media, o A Casa de Vidro e Os filhos da Raposa, ou seja além de ter o mesmo tamanho e ficar perfeito pra colocar ao lado deles, também usa o mesmo material, capa dura com papel fosco e o título brilhante. Sendo assim é aquele tipo de item luxuoso que é uma maravilha ter na estante!

Uma coisa que achei bem nada a ver foi colocar o nome "Prova de Fogo", e isso não é culpa da versão brasileira não, a versão americana tem o mesmo nome do segundo livro. Já que não é uma adaptação, pra que diabos fazer isso? Acho que no fim das contas só descaracterizou a coisa e deixa o povo confuso sobre o que é essa HQ, e ela tem material único portanto pareceu uma tentativa safada de acompanhar o sucesso do segundo filme já que foi lançado junto, deve ter quem gostou mas eu achei isso tosquíssimo.

Enfim, está procurando por uma obra de ficção científica pós-apocalíptica para passar o tempo? Se você for do tipo que é fã de quadrinhos provavelmente vai gostar bastante da narrativa desse aqui, contém aquele elemento profundo com os personagens filosofando sobre acontecimentos e bastante ação em alguns momentos. Quem se interessar pode conferir ele a venda em diversos sites.

Salt and Sanctuary - Praticamente um Dark Souls em 2D

Inicialmente Salt and Sanctuary foi lançado como jogo exclusivo para Playstation 4. Um amigo meu, dono desse console, foi o primeiro a falar sobre esse jogo. O cara era completamente encantado e não parava de falar sobre, dizer que eu precisava jogar urgente, que era muito bom e frequentemente explicando da dificuldade imensa da coisa, além de vez ou outra surtar no skype por ter morrido. Porém mesmo que o PS4 já tenha ficado com um preço mais acessível, fiquei na espera, então quando o jogo finalmente saiu pra PC, não pude resistir!

Esse é um jogo que vai no mesmo estilo de Shrouded in Sanity, ou seja é aquele tipo de obra que é difícil pra cacete. E aliás, se for colocar os dois jogos juntos e comparar com obras anteriores, é como se Salt and Sanctuary fosse uma versão 2D de Dark Souls enquanto graças ao estilo gótico tão peculiar, Shrouded in Sanity fosse um tipo de demake do mais do que lindão e difícil Bloodborne.

A história começa em um navio onde você e um grupo de guerreiros estão escoltando uma princesa para que um acordo de paz seja feito, no entanto tudo acaba muito mal quando uma criatura ataca o navio e começa uma batalha. Você então acorda em uma praia e está preso em uma ilha cheia de mortos vivos e outras criaturas, tendo que então aos poucos descobrir que lugar é aquele.

O universo criado parece muito m ambiente do Ciclo dos Sonhos, o mesmo de histórias como Os Gatos de Ulthar e O Forasteiro. Aliás, toda a coisa em si é cheia de pequenos toques lovecraftianos aqui e ali, por exemplo a criatura que sai do mar e ataca a embarcação se chama "The Unspeakable Deep" que é algo do tipo "O impronunciável das profundezas". Na obra de Lovecraft é bem comum esse termo "Deep" em relação a criaturas das profundezas, como os Deep Ones de A Sombra de Innsmouth, e outra coisa muito presente é a ideia de coisas que vão tão além do que a mente humana pode aguentar que não é possível dizer seu nome com palavras, isso é bem descrito no conto O Inominável.

No próprio conto O Chamado de Cthulhu é explicado que o nome da criatura não é esse, mas apenas uma palavra próxima do que ele consegue pensar do que ele ouviu, mas nem chega perto do próprio nome dela. E por falar em Cthulhu, olha só qual é o visual do Unspeakable Deep, lembrando que ele sai do mar!
E aí, familiar? o negócio? Pois é, mas apesar de tudo o universo apresentado tem toda uma essência própria e só quem é fã de Lovecraft que vai acabar notando esses detalhes que estão na coisa toda. Mas o mundo em si é bem fantástico, um universo de sal, com religiosos em santuários que adoram a deuses próprios e um climinha pesado muito intenso.

Quanto a jogabilidade inicialmente você cria um personagem e existem várias classes diferentes, sendo assim a jogabilidade acaba mudando dependendo do jogador. Isso sem contar que mesmo com as classes diferentes, o jeito da pessoa usar ela também pode variar um bocado, por exemplo você pode ser um guerreiro que costuma desviar rolando, defender com escudo ou atacar quando tem abertura e fugir. Existem vários pequenos detalhes que abrem possibilidades estratégicas.

O combate em si é certamente uma das coisas mais bem trabalhadas do jogo, é algo polido e que foi muito bem calculado para não ser meramente um jogo frustrante. A maioria das vezes ao morrer você sente que foi por vacilo e que se tivesse se concentrado mais provavelmente iria ter conseguido. Isso serve como empolgação para você voltar várias vezes.

Elementos em geral de RPG estão presentes, então você tem um inventário, tem sistema de nível, tem opções de escolha quando conversa com alguns personagens e tem liberdade de vagar pelo mundo como você quiser, pode sair para apenas treinar e subir de nível ou pode ir direto ao ponto. Além de ter outros pequenos elementos como armadilhas e emboscadas.

O sal é algo temático que dá um baita charme a coisa, as criaturas são feitas de sal, assim como você. Quando um inimigo é derrotado ele libera um pouco de sal que você absorve. Você usa o sal para evoluir seu personagem, porém os inimigos também absorvem seu sal se te matam e ficam com ele, você pode voltar e matá-los mas se morrer antes disso o sal é perdido pra sempre.

O mundo do jogo usa o formato Metroidvania, então você vê portas fechadas e lugares que não pode ter acesso de imediato, mas enquanto explora vai deixando tudo mais acessível. Por exemplo tem os santuários, lá você pode usar sal para evoluir, fazer oferendas de estatuetas para atrair mercadores variados e distribuir pontos na sua árvore de skills.

Graficamente eu tenho que assumir que não gostei muito, por um lado o jogo tem um baita de um charme com um visual próprio, no entanto os personagens parecem ser feitos de vários pedaços feitos separadamente e depois colocados para trabalharem juntos, tipo pernas e braços desenhados separados e aí encaixados no final para formar o personagem. Mas como falei existe um certo charme, o traço usado faz o jogo parecer uma pintura.

Enfim, esse é um jogo muito bom, bastante frustrante porém daquele tipo que bate uma incrível sensação realizadora quando você finalmente consegue vencer certos desafios. Então se você é do tipo que gosta de jogos desafiadores como o fantástico Pharaonic, vai adorar esse. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui


sábado, 21 de maio de 2016

Receba World of Warcraft DE GRAÇA! (Não é sorteio)

A sétima arte é algo que parece nunca morrer, quando os televisores chegaram o povo pensou que todo mundo só assistiria filme em casa, e hoje em dia vemos que isso não passou nem perto, vemos a TV morrendo enquanto a telona tá aí firme e forte, cada vez mais inspiradora gerando obras como o inusitado Cinema e Loucura, além de ser uma ótima forma de unir pessoas e gerar muitas aventuras, algumas maravilhosas, outras bem bizarras. Mas no fim, todos amamos cinema! E hoje vou dar uma dica fantástica aqui!

É sempre chato quando você não tem carteirinha de estudante não é? Ter que pagar inteira no cinema é uma droga, especialmente porque você sabe que poderia economizar. Isso acontece das mais variadas maneiras e não apenas quando não se é estudante, afinal de contas mesmo as carteirinhas vencem e as vezes a pessoa não faz uma de imediato.

Mas felizmente existem alternativas! Uma delas é o site "Quero Meia", nele é apresentado um desconto que pode valer muito a pena para alguns e em certos casos o negócio pode sair por menos da metade do valor.

Porém vamos em partes! Vocês devem conhecer o site ingressoPONTOcom que é o maior site de vendas de ingressos online no Brasil. Muita gente aproveita ele para garantir vagas e evitar filas. O site Quero Meia vende cupons de 100% de desconto no ingressoPONTOcom!

Ou seja, você entra no Quero Meia, compra um cupom 2D ou 3D, depois vai ao ingressoPONTOcom e escolhe algum filme para assistir, efetua a compra e na hora do pagamento diz que tem cupom de desconto, quando você aplicar o desconto será de 100%! E assim você só terá pago o valor do Quero Meia!

Os caras conseguem isso porque eles compram direto com o Cine Mark cupons em uma quantidade imensa, graças a isso ganham um baita de um desconto e assim podem revender por um preço bastante barato. A partir de agora um link para esse site estará disponível nos parceiros, então se quiserem ajudar seu blogueiro favorito é só entrar por lá:

Receba World of Warcraft GRÁTIS!!!

E agora outra coisa muitíssimo maneira! Se você estiver pretendendo assistir "Warcraft - O primeiro encontro de dois mundos" no cinema, provavelmente vai gostar dessa promoção! Compradores do ingressoPONTOcom vão receber uma cópia do jogo base (sem expansões), na loja da blizzard custa R$ 29,90 . Lembrando que essa é uma promoção não vale pra quem comprar direto na bilheteria!

No começo fiquei em dúvida se essa promoção valeria para compras que usem o cupom do Quero Meia, então fui atrás por informações e descobri que SIM (O suporte técnico do ingressoPONTOcom que informou), então vale com o cupom deles também, isso porque no fim das contas a compra estará sendo feita pelo ingressoPONTOcom de qualquer forma, a única diferença é que você vai tá usando um cupom de desconto nela.

Ou seja, você pode pagar um ingresso mais barato que o preço normal e ainda receber um jogo! Então você tem que fazer o seguinte, entre no site do Quero Meia, depois vá ao Ingresso.com, selecione sua cidade, escolha o filme, fique atento em que cinema é e se a sessão é 2D ou 3D.

O código será enviado para o e-mail que você cadastrou no ingressoPONTOcom , mas fique atento que eles só vão te enviar DEPOIS da sessão que você escolheu, portanto assim que chegar em casa já pode ir pra caixa de e-mail  e colocar o jogo pra baixar!

Ajin - Um baita anime empolgante de ficção científica

Quando eu assisti Knights of Sidonia, fiquei maluquinho, foi simplesmente muito empolgante assistir aquilo e tendo o selo Netflix já me fez imaginar como seria maravilhoso ter outras obras. Depois fui assistir Seven Deadly Sins que também tinha o selo e vi que a coisa não era bem o que eu esperava, isso porque pensei que a Netflix só iria fazer animes bem sérios e aquele era divertido porém completamente padrão de aventura. Mas quando Ajin chegou, logo vi que era aquilo que eu tava precisando!

Esse é um daqueles animes de ficção científica que até certo ponto é meio afetado, porém tem uma construção de história de um jeito tão bem feito que fica simplesmente muito empolgante assistir cada episódio e ver no que a coisa irá dá. Me pareceu uma fusão entre Zankyou no Terror, o bizarro Kiseijū e o mais do que desconhecido Sci-Fi Harry.

A história se passa em uma realidade alternativa e apresenta um novo tipo de ser humano que é chamado de Ajin, o primeiro aparece na África em 1999. Esse primeiro fez um caos porque começou a matar um monte de gente e ele simplesmente não morria. 17 anos depois tem 46 Ajins confirmados no mundo, não sabem quase nada sobre eles, mas assim que um aparece, o mundo fica de olho e governos tentam capturá-lo.

Esse anime é daqueles que empolgam demais, apesar de usar boa parte de elementos padrões de anime, é um bom exemplo de obra que mesmo assim consegue encantar porque segue seu próprio rumo ao invés de somente imitar coisas da história que já apareceram exaustivamente em outros animes.

Então é aquela coisa, o protagonista é um colegial que descobriu ser um Ajin o que já é algo muito básico de animes. Mas em geral a história segue um rumo bom, é aquele tipo de coisa que você vê que é bem trabalhado, os personagens tem planos próprios que elaboram e quando aplicam bate aquela sensação de surpresa.

O universo em si é interessante e lembra aquelas ficções científicas antigas mais pesadas e sérias como Akira e Genocyber, porém sem tanta seriedade. Se tivesse um medidor entre o Fresco - Neutro - Sério, eu diria que é um anime que está entre o Neutro e o Sério. Ou seja acho que está a um passo de ser um anime daqueles sérios e obscuros mesmo, mas não chega a isso, ainda está entre os animes agitados que rolam combates.

Uma coisa que me incomodou um pouco no anime foi o visual, os personagens são em 3D, é usado um Cel Shading bem cabuloso que em imagens faz parecer mesmo desenho, mas vendo a movimentação em diversos momentos tive a impressão de que esses modelos fixos acabaram limitando a animação e em certos momentos pareciam até mesmo bonecões, isso incomodou.

Enfim, fica essa dica, realmente recomendo, acho que assim que a maioria dos animes de ação deveria ser, não é algo super sério porém encanta por você notar que é uma história que é bem trabalhada para empolgar mesmo. O anime está disponível na Netflix e quem quiser ir além na história pode dar uma conferida nos mangás.



sexta-feira, 20 de maio de 2016

Shrouded in Sanity - Um jogo pra você morrer no tutorial

Tem alguns jogos que você nota que são muito difíceis, enquanto tem outros que vão além e você mais morre do que vive. Esse é o caso de Shrouded in Sanity, um daqueles títulos que você percebe rapidamente que não basta sair apertando o botão de dar porrada, é preciso ser bastante cauteloso. Apesar de tudo é aquele tipo de jogo que causa uma baita de uma sensação realizadora ao se finalmente conseguir passar por certos lugares.

Tenho que assumir que a primeira coisa que me atraiu nesse jogo não foi a jogabilidade em si, mas sim o visual maravilhoso! O estilo gótico é algo que simplesmente é muito estiloso, não é à toa que mesmo sendo algo extremamente antigo, até hoje existe a moda gótica, e não importa quanto tempo passe, você continua vendo ela por aí. Então esse visual sombrio com um toque pixelizado fez ser paixão a primeira vista. Mas com certeza a jogabilidade também brilha um bocado.

A história no ano de 1897 de uma realidade alternativa, você é obrigado a assinar um contrato em que aceita adentrar na Mansão Berelai, onde todos os servos e outros habitantes do lugar enlouqueceram, atacando violentamente qualquer um que se aproxime, além de macabras forças que surgiram e vagam pelo lugar. Você não sabe quem são seus contratantes ou o motivo de estar fazendo isso, mas deve localizar e eliminar a origem desse mal e por algum motivo sempre que você morre, desperta em frente a seu contratante.

Esse é um jogo que já ensina uma lição de respeito bem no começo, a primeira coisa que você tem que fazer é assinar o contrato, caso a resposta seja não, o primeiro Game Over já aparece, destravando uma conquista, algo curioso, de certa forma um final alternativo já nos primeiros segundos de jogo hehehe.

Mas a coisa não para por aí, estão lembrados que eu citei que em We Are the Dwarves eu tomei um belo de um susto no primeiro combate do jogo? Aqui a coisa foi no mesmo estilo, você pode escolher entre fazer ou não o tutorial. Naturalmente todo mundo sabe que tutoriais são fáceis e pra aprender o básico, pois é... Morri no primeiro inimigo do treinamento!

O susto foi grande pra caramba porque o tutorial simplesmente não pega leve, os inimigos chegam descendo o cacete, e isso inclui em momentos que você tá lendo o que os personagens estão dizendo, se você se aproximar demais eles vem correndo prontos pra te fatiar. Então imaginem a surpresa que não foi uma empregada descendo o couro em mim e me matando?

Mas no fim, essa é a melhor forma de dar boas vindas nesse jogo, porque o resto dele é tão difícil quanto. A sensação que eu tive foi a de estar jogando uma junção entre Symphony of the Night (visual e parte da jogabilidade), Final Fantasy 7 (O personagem parece um clone do Sephiroth), Dark Souls (A jogabilidade é muito semelhante) e um toque de Mitos de Cthulhu na história, envolvendo loucura e horror cósmico.

A jogabilidade te coloca para vagar pela mansão e enfrentar inimigos, o combate pode ser tanto a distância usando arma de fogo quanto corpo a corpo manejando uma espada. Porém é daquele tipo de jogo bastante polido no combate e que você tem que observar tanto os seus movimentos quanto o dos inimigos e saber a hora certa para fazer as coisas.

Cada rival, não importa o quanto ele pareça fraco, tem potencial para te matar em pouquíssimo tempo. Como falei, a empregada passou a faquinha na minha garganta já nos primeiros segundos de jogo, sendo assim ao invés de partir pro ataque, você tem que ver como o inimigo age, quanto tempo leva em cada golpe e aproveitar brechas.

O jogo tem também um inventário que você armazena itens e um sistema de upgrade que é um verdadeiro alívio por aumentar a vida do personagem. Você tem que saber economizar as coisas, por exemplo as balas, cada uma deve valer o tiro e restaurar a vida também requer injeções que tem limite.

Enfim, esse é um jogo que realmente sugou muito de Dark Souls em sua essência, porém que tem um climinha próprio bem fantástico, isso graças a esse toque gótico 2D em um visual pixelizado tão atraente. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui.

Você sabe o que é um jogo do gênero Metroidvania?

E mais uma vez um termo que uso constantemente aqui no blog, mas no fim das contas acabei nunca dedicando uma matéria para ele. Porém como sempre acontece, chegou a hora desse infeliz aqui também! Então se você não sabe o que diabos define um Metroidvania e apenas acha o nome esquisito pra cacete, chegou a hora de sacar qual é a desse gênero tão amado!

Indo direto ao ponto, Metroidvanias são jogos que envolvem exploração de um lugar e é possível ver várias portas e passagens para certos pontos, mas que você não pode ter acesso de imediato. O jeito é ter que explorar o lugar e conseguir uma forma de acesso que pode ser por um item, uma habilidade ou mesmo uma passagem que leva até aquele ponto e permite deixá-lo desbloqueado.

Ou seja, em um Metroidvania as vezes você não pode chegar em uma parte porque é alta demais, porém ganhando a habilidade de salto duplo, você tem acesso, pode ser que tenha uma porta fechada por uma alavanca e você tenha que chegar ao outro lado e puxá-la, pode ser que seja preciso de um tipo especial de habilidade que abra determinadas portas ou mesmo uma chave comum.

A emoção de um Metroidvania é o fato de que trata-se de um ambiente onde o jogador é livre pra explorar e em diversos pontos vê áreas que ele não consegue entrar. Os mapas tem tendência a serem imensos e assim quando você pega determinada habilidade já vem aquela sensação de "Caramba agora eu posso entrar nos lugares X, Y e Z!". E assim uma nova parte imensa é liberada quando você tem acesso a uma nova passagem.

A origem do termo é a mistura de Metroid e Castlevania, mas também existem as variações desse nome, por exemplo alguns fãs se referem ao estilo como Castletroid. Há também uma denominação específica do Koji Igarashi, que é uma das mentes mais influentes no universo de Castlevania, esse termo é Igavania, mas é bem menos usado, realmente é algo que costuma se concentrar nos fãs da franquia gótica.

Uma curiosidade é que por mais irônico que pareça, esses não foram os dois primeiros jogos a apresentar elementos de um Metroidvania, mas sim um jogo de Atari de 1979 chamado Adventure, aqui o gameplay dele:

Como podem ver, tem toda essa coisa de poder explorar o lugar, mas não ter acesso a certas áreas a não ser que você tenha o item correto. Eu sei, hoje em dia qualquer smartphone de menos de R$ 250 consegue rodar jogos 3D com gráficos infinitamente melhores. Porém estamos falando do fim dos anos 70! Então se você ignorar os gráficos, é uma jogabilidade bem bacana!

Também teve um jogo de 1985 chamado Xanadu que era muito mais parecido com a fórmula que conhecemos hoje em dia e que definimos como Metroidvania. Tinha todo aquele estilinho devagar por um ambiente e ter um certo climinha de RPG, além de um gráfico muito mais atraente e agradável aos olhos, aqui o gameplay:

Como podem ver, o negócio parece um rpgzinho bem dedicado, com castelos, uma fichinha super bacana indicando ouro, comida, experiência e equipamentos. E claro, vários elementos de um Metroidvania, mas ainda assim esse não é um jogo que não conseguiu ser inspirador o suficiente para ser considerado o dono do termo.

Pra falar a verdade os próprios Metroid e Castlevania não tiveram essa atenção de imediato com seus lançamentos em agosto e setembro de 1986. Foi uma bela coincidência ambos terem saído em datas tão próximas, mas na hora não foi um termo que foi bolado. Ninguém sabe como ele surgiu, porém sua popularização só veio na década seguinte.

Nos anos 90 com o extremamente popular Symphony of the Night e o épico Super Metroid somado a popularidade que os dois jogos já tinham, esse foi o empurrão que precisava e nas revistas de video games começava a aparecer o termo, assim como em eventos e claro os próprios fãs passaram a falar sobre os Metroidvanias.

É preciso tomar um pouco de cuidado para não confundir com jogos Dungeon Crawlers, embora os dois estejam bem próximos. Mas uma coisa que normalmente define mais visualmente um Metroidvania é a câmera de lado podendo ser 2D ou estilo 2.5D, mas nada impede de ser 3D. Já os Dungeon Crawlers também podem ter vários ângulos, mas um clássico é a visão de cima podendo ser ou não um jogo isométrico.

Outra coisa que diferencia os dois é que os Dungeon Crawlers você tem foco em explorar ambientes e pegar o tesouro, mas a próxima ala costuma tá aberta já, basta você alcançá-la, enquanto em um Metroidvania você precisa ganhar habilidades pra chegar em certos pontos e em boa parte das vezes tem que enfrentar chefes para isso. 

Porém são dois gêneros com elementos parecidos e que pode rolar híbridos.Há casos em que a câmera é realmente vai dizer o que parece, por exemplo pode ter um jogo em 2D com visão lateral com tudo aberto, muita pancadaria e todos os elementos de um Dungeon Crawler, mas você acaba enxergando um Metroidvania exatamente pelo visual da coisa, e pode acontecer o contrário um jogo com visão de cima em que você tem que ir enfrentando monstros e precisando ter acesso a áreas fechadas, tem uma carinha de Dungeon Crawler mas a essência é de um Metroidvania.

Enfim, é isso, tá aí um gênero viciante pra caramba daqueles que dão uma sensação de satisfação e vontade de continuar em frente por se sentir cada vez mais poderoso. Você se atrai por esse tipo de jogo? Quais os melhores Metroidvanias que você já jogou?