domingo, 1 de março de 2015

Abomination Tower - Um jogo onde dificuldade é a atração

Existem jogadores que querem apenas sentir a emoção de jogar algo, mas sem ter que fazer muito esforço, apenas querem sentir que estão passando de fases e ter o prazer de chegar ao final, no entanto há aquele grupo que sente exatamente o contrário e tem vontade de serem desafiados para a satisfação final ser ainda maior, ter a emoção de enfrentar algo completamente difícil e mesmo assim chegar ao final. É exatamente esse grupo que costuma ficar irritado em como os jogos ficaram mais fáceis com o passar dos anos, com setas indicando para onde ir e outras coisas que ajudam muito. Mas vez ou outra é lançada alguma obra que tem foco exatamente em gamers hardcore, e é exatamente esse o caso de Abomination Tower.

A história é apenas complementar, já que o jogo tem mesmo foco na jogabilidade, de qualquer maneira é bastante simpática e se encaixa muito bem. Aqui você assume o papel de uma aberração criada por um cientista louco, mas que foi descartada em uma mas morra cheia de armadilhas e outras criações bizarras. O seu personagem é um homem sem cabeça que procura uma saída do lugar.

O jogo é composto por dez capítulos, mas nenhum deles é pré definido, apenas alguns dos elementos presentes é que você sabe que irá encontrar, porém em geral são cenários gerados de maneira aleatória, sendo assim é um daqueles jogos que você não sabe como será o próximo caminho e que em algumas vezes são realmente difíceis, já outras são muito mais suaves, além de ter o nível de dificuldade, que altera ainda mais a coisa.

A fórmula usada é semelhante a que vimos em Super Meat Boy, um jogo de plataforma onde é preciso se passar por diversos perigos e um pequeno toque em alguns lugares é o suficiente para que você exploda. Isso naturalmente acaba se tornando um tanto frustrante para algumas pessoas, enquanto para outras pode ser uma diversão indescritível, com constantes ambientes em que você olha e se pergunta se vai mesmo conseguir passar por ali.

Além de tudo existem ainda as cabeças que você vai achando e pode usar suas habilidades especiais próprias, modificando a jogabilidade e fazendo com que o seu personagem tenha algumas vantagens para atravessar lugares que de outra maneira seria bem mais complicado.

Graficamente o jogo é em 2D, mas tem traços bonitos, nada surrealmente inesquecível, porém acredito que a maioria dos jogadores o considerará no mínimo decente, então não há do que se reclamar nesse quesito.

Enfim, Abomination Tower é um jogo feito para um determinado grupo de jogadores que irá amá-lo, por outro lado para quem gosta de jogos fáceis definitivamente não é a melhor escolha. Agora para o povo que quer se sentir desafiado, é perfeito! Enfim, decidam vocês dando uma conferida no site oficial do jogo.

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sábado, 28 de fevereiro de 2015

Você sabe o que é uma obra Cult? Descubra!

Vez ou outra nós vemos uma obra sendo classificada como CULT, e muitos sabem exatamente o que é, outros veem de uma forma um pouco equivocada, enquanto há também aqueles que apenas ignoram ou perguntam "Mas que diabos de frescura é esse negócio de Cult?!" e é exatamente sobre esse tema que vou falar hoje! =D

A palavra cult em inglês significa culto, mas não se refere exatamente ao sentido próprio da palavra quando se classifica uma obra dessa maneira, por exemplo pode ser um filme completamente bizarro, ruim e sem sentido, mas ao mesmo tempo pode ser uma obra inteligentíssima e com uma profundidade incrível que leva pessoas a discutirem sem parar sobre certos aspectos.

O cult é referente a obras que ganham destaque e podem ou não ter sido um sucesso, ele está presente tanto na cultura pop quanto na cultura underground, e é muito encaixado em subgêneros, por exemplo se você pegar o Cyberpunk como base, encontrará uma enorme quantidade de obras, mas apenas algumas delas são cult, como Shadowrun, Akira e H+.

Normalmente o cult se refere a universos que causam um algo a mais, podem ser expandidos, é fácil se pensar que Cult é apenas referente a obras robustas que tem um certo conhecimento geral, mas não foi realmente lido, assistido, jogado por todos, mas é um pensamento errado. O cult pode ser encaixado na cultura pop, como por exemplo Matrix ou Star Wars, que é algo cult em um nível muito maior, afinal de contas se você não assistiu, logo perguntarão "Como assim você não assistiu Star Wars?", há toda uma subcultura de sabre de luz, e a força. O mesmo com O senhor dos anéis, eles são cult e não são nada sombrios.

O aspecto de grande universo onde novas coisas podem ser apresentadas baseadas nas regras apresentadas inicialmente, e onde fanfics podem surgir, gerando fóruns e encontros mesmo muitos anos depois da obra ter chegado ao fim, é algo que definitivamente contribui para algo ser CULT, não importa o quanto aquilo seja famoso.

Mas certamente coisas sombrias e robustas são o que mais se destacam, aquelas coisas que são pequenas obras primas e ninguém fala sobre como por exemplo Cidade das Sombras ou System Shock 2. Isso leva as pessoas a se sentirem especiais por conhecerem aquilo e outras não, especialmente aqueles que gostam de ser underground, se sentem bem em falar de algo e verem os outros se surpreendendo por nunca terem ouvido falar.

Até mesmo certos grupos de obras podem ser vistos como CULT, como por exemplo os Mitos de Cthulhu, são algo que tem o seu grupo de fãs, mas não é estrondosamente famoso, mesmo assim é um universo super robusto e que vez ou outra se vê conhecedores dele, fazendo muita gente se surpreender quando vê o quanto é algo gigantesco e que não está a vista para todos, ou seja Lovecraft acaba se tornando cult.

Uma coisa não deixa de ser cult, apenas varia entre a cultura pop e cultura underground, sendo assim algo pode ser muito sombrio em uma geração, e começar a ganhar tanto destaque que se torna cult na cultura pop, um bom exemplo é o próprio Senhor dos Aneis, que antes dos filmes era cult de maneira underground e depois virou pop, mas com o passar das gerações pode acontecer o contrário também, afinal o público muda e as coisas vão sendo esquecidas, algo super famoso pode ir para o mundo underground e virar aquela coisa do tipo o Adventures of Superman, a série que todo mundo conhecia nos anos 50 e hoje ninguém sabe que diabos é, mas em meio aos fãs do herói, é uma obra cult.

Porém não é preciso ser algo bom para ser considerado cult, as vezes algumas obras são tão ruins e absurdamente toscas, que se tornam cult, sendo alvo de piadas e gerando falatório e até mesmo fãs que reassistem diversas vezes só para destacar as tosqueiras. Mas é preciso lembrar que é diferente o "tosco" do "tosco proposital", muitas obras são feitas de forma ridícula porque os criadores quiseram que fosse assim, como O pneu assassino, mas mesmo que algo seja proposital, também pode acabar se tornando cult.

Enfim, tá aí mais uma classificação muito usada e que se vê um bocado de gente dizendo "Não sou culto, sou CULT", o que é realmente algo que não se pode confundir, pois muitas vezes a pessoa sabe demais sobre obras que chamam muito a atenção, mas no fim das contas é um oceano de cultura inútil hahaha.

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Decay The Mare - Point and click com clima muito pesado

Esse é um jogo que pode agradar dois público de uma só vez, os fãs de Silent Hill e fãs de point and click, mas em especial pode ser apaixonante para aqueles que sempre quiseram jogar um jogo com um clima muito pesado, se envolver na história, mas tem medo de se assustar demais, pois é exatamente o que o jogo oferece, um jogo tranquilo, mas ao mesmo tempo em um ambiente pesado, com aparições e locais desgastados pelo tempo.

Você assume o papel de um homem chamado Sam, que está cansado de sua vida como é, já que as drogas acabaram com tudo. Isso o leva a tentar dar fim a esse estilo e vai para uma instituição chamada de "Alcançando os Sonhos", mas mesmo com muita força de vontade, coisas estranhas passam a acontecer no lugar, visões de figuras sombrias e ambientes bizarros o levam a atravessar um verdadeiro pesadelo lúcido.

O jogo usa elementos clássicos de point and click, portanto você deve vagar pelas instalações, coletar objetos e os usar em outros lugares, enquanto a história vai sendo desenvolvida e você cada vez mais se aproxima da grande revelação sobre os estranhos acontecimentos, naturalmente é um jogo em que é preciso raciocinar um pouco e tentar descobrir onde certas coisas se encaixam.

Graficamente ele é um pseudo 3D, com gráficos pré renderizados e que coloca setas indicando ir pra frente, pra trás ou girar para algum dos lados, mas tudo isso com imagens estáticas bem no estilo "Google Street View", então quando se vai pra frente, você não vê o seu personagem andando até lá, mas apenas é mudado para um cenário um pouco mais adiante.

A atmosfera é muito boa, colocando constantes vídeos, ou mesmo apenas sombras e vultos no cenário, como por exemplo você acabar de entrar em um corredor e ver na vidraça de uma porta, alguém passando, mas ao ir até o lugar, é uma sala fechada e não tem ninguém lá, além dos vídeos onde a coisa é muito mais movimentada e para os mais sensíveis pode até mesmo gerar alguns sustos.

Quanto a narrativa, ela é ótima, constante e que certamente vai deixar muitos bem interessados na história, além disso tem um detalhe que vai chamar a atenção dos brasileiros, pois o jogo já vem com legendas em português, o que me pegou de surpresa, pois como se trata de um jogo indie, não imaginei que isso aconteceria. Por outro lado, é um jogo distribuído pela Daedalic, que costuma fazer essas traduções, então pode ter sido dedo dela.

Enfim, esse jogo é bem divertido e cumpre bem o que promete, certamente quem procura por um clima pesado, mas que ao mesmo tempo consegue fazer a pessoa se sentir "segura", pode ser uma ótima alternativa. Para os interessados é só dar uma conferida no site oficial do jogo.

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Lançamento do livro em Brasília com autógrafos! =D

Bom pessoal, nessa sexta, dia 27/02/2015 o povo que pediu no pré lançamento o livro Folhas Secas Daquele Outono deve receber a cópia. E para quem mora em Brasília, poderá ir ao evento de lançamento. Vou estar lá para conversar com o povo e tal, portanto deem uma passadinha, é sexta feira a noite e vocês podem usar a desculpa de ir ao cinema com os amigos kkkkk. Um povo do grupo do Nerd Maldito vai passar lá também, então pode ser uma chance pra conhecer gente e rir um bocado.

O encontro acontecerá na Livraria Saraiva do shopping Pátio Brasil, começando as 19:00 e indo até as 22:00, portanto se você é de Brasília, apareça para me dar um oi, e se você for muito legal, comprar uma edição do livro kkkkk.

Sinopse: Otávio é um homem que se sente um verdadeiro fracasso na vida, e tudo isso apenas piora com a pressão constante de seu chefe, sua ex namorada pedindo a pensão da filha, entre outras coisas. Certo dia em um momento de puro estresse ele deseja que todos ao seu redor sumam, e ao abrir os olhos é surpreendido ao perceber que está em 1995 (o ano em que ele tinha apenas 11 anos de idade) em meio a uma prova de matemática da sua turma da quinta série. Porém o que parece um sonho e inexplicável chance de recomeço, se converte rapidamente em um pesadelo com a aparição de bizarras criaturas que passam a observá-lo e persegui-lo. A partir de então Otávio tenta descobrir uma explicação plausível para tudo o que está acontecendo, mas precisa voltar a se adaptar a um mundo onde a internet e o acesso a informação ainda são extremamente limitados, e a investigação presencial é quase que obrigatória.

Link do evento no facebook aqui!

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GunWorld - Jogo no estilo clássico, difícil até demais!

Muitas pessoas reclamam que hoje em dia os jogos são muito fáceis e que antigamente é que as coisas realmente conseguiam ser desafiadoras, sendo assim, após os anos 90, cada joguinho que aparecia, passou a ser julgado, mas logo começaram a surgir as homenagens e continuaram, gerando assim um catálogo próprio de jogos alternativos as tendências, e entre essas opções está GunWorld, um título capaz de fazer muita gente se descabelar.

A história se passa no planeta GunWorld, onde a flora é bastante estranha, pois seus frutos são armas, e isso faz com que os cidadãos considerem-se abençoados por terem defesas naturais nascendo direto da terra, mas as coisas mudam quando alienígenas chegam ao planeta e tudo começa a apodrecer, por mais que as tentativas de acabar com os invasores sejam constantes, todas são falhas e assim o presidente chama Dwayne, o mais fodão portador de armas que existe, e ele parte em uma jornada para limpar a ameaça alien do lugar.

Sendo mais específico, esse jogo é baseado diretamente em jogos dos anos 80, com uma história bem absurda, muito estereotipada, influenciada por filmes de valentões muito constantes na época, e com um visual que remete claramente a era 8-bits, além de uma dificuldade completamente absurda e capaz de rapidamente frustrar jogadores que estão acostumados a desafios mais suaves.

A jogabilidade é basicamente a de um jogo de plataforma padrão onde se pode atacar inimigos de forma direta, com armas brancas ou usar armas de fogo para dar tiros neles, apesar disso os inimigos não morrem fácil e por mais que sejam armas exageradamente grandes na mão dos personagens, é preciso apertar bastante o botão de porrada para que eles finalmente morram.

Você pode escolher a fase que quiser logo de imediato, sendo assim o jogo não é linear, mas os cenários não são gerados de maneira aleatória, é mais para um seletor de nível mesmo, a vantagem é que quando você termina um dos níveis, uma arma é destravada para você usar em seguida, e então você pode escolher entre escolher os outros níveis, ou repetir algum com mais armas disponíveis.

Graficamente o jogo é 2D usando o estilo 8-bits com aquelas cores muito gritantes, mas não é algo mal feito, é notável que a equipe fez algo que se fosse lançado na época, com certeza receberia um belo destaque de revistas de jogos, por apresentar muitos pequenos detalhes que deixam o visual robusto.

Enfim, esse é um jogo que no final das contas depende bastante do grupo que vai jogá-lo, é difícil demais e muito fácil de se morrer, além de não apresentar algo realmente inovador, por outro lado é um estilo clássico e para passar o tempo pode ser mesmo muito viciante, especialmente para quem reclama da facilidade dos jogos de hoje em dia. Quem se interessar é só dar uma conferida no site oficial do jogo.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Nailbiter - Uma HQ para quem gosta de serial killers

Essa é uma história em quadrinhos daquelas com um estilo um tanto pesado e que consegue facilmente chamar a atenção dos amantes de tramas envolvendo serial killers e mistérios que todos ficam se roendo para descobrir as respostas. E claro que eu tinha que fazer uma análise sobre, pois sei que muitos leitores aqui vão gostar bastante!

A história se passa em uma cidade chamada Buckaroo, na cidade de Oregon, que até então não era um lugar muito falado, isso até um serial killer conhecido como "Nailbiter" chamou a atenção das pessoas, por sequestrar pessoas, roer suas unhas, esperar crescerem de novo e então mais uma vez roer, só que dessa vez mastigando toda ela e então comendo a carne, até chegar aos ossos e começar a roer também. Quando a mídia volta os olhos para ele, vem a tona algo que deu fama ao lugar, descobriram que dezesseis serial killers nasceram ali, gerando um mistério sobre o motivo de tantos psicopatas com manias completamente diferentes saíram dali.

O foco da trama apresenta o agente Nicholas Finch, que recebe um telefonema de um amigo que diz ter resolvido o mistério por trás do lugar e pede para que ele vá até a cidade, mas ao chegar, esse amigo desapareceu, levando o agente começar uma investigação junto à xerife do lugar. Uma das coisas mais legais, é que a cada edição você vai sentindo como a cidade vai ficando cada vez mais robusta e adicionando conteúdo aos estabelecimentos, habitantes e história local.

Praticamente todos os moradores da cidade tem alguma ligação com algum serial killer, filhos, mães, irmãos, noivos, etc... Mas esse tipo de coisa além de gerar vergonha para as famílias, também acaba gerando preconceito, fazendo com que evitem conversar sobre, ou se irritem quando perguntados. Mas alguns acabam tirando proveito disso, como o homem que abre uma loja especializada em fantasias, livros e outras coisas relacionadas a serial killers, planejando inclusive uma convenção.

Há também os fãs malucos com o lugar, como a jovem mulher que fica desesperada para dar a luz dentro da cidade, pois assim ele poderá virar um serial killer e a tornar famosa por ser a mãe, ou o povo que é incentivado a fazer certas coisas que parecem ser ingênuas, mas logo desencadeiam consequências drásticas.

Uma coisa interessante é que essa HQ é considerada como uma união de Twin Peaks com o clima do filme "Seven - Sete pecados capitais", e realmente dá pra sentir facilmente isso, pois como falei, a cidadezinha vai ficando cada vez mais robusta e você vai conhecendo os personagens, alguns aparecem vez ou outra, e de repente se mostram de forma bem mais destacada, e ao mesmo tempo, coisas esquisitas vão acontecendo na cidade, dando o clima pesado de Seven, como o corpo do garoto de cueca que aparece pregado em uma loja e de alguma maneira ninguém viu acontecendo.

Enfim, fica aí pra vocês essa dica de boa história em quadrinhos que vale a pena para passar o tempo e se entreter com uma atmosfera bem gostosa, eu recomendo!

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Tasty Blue - Faça o caos com um peixe faminto

Esse é um daqueles jogos completamente sem noção que é capaz de viciar rápido e especialmente bem aproveitado se tiver um amigo para jogar junto. Definitivamente as gargalhadas são garantidas e a quantidade de situações absurdas é um baita de um charme que certamente vai atrair muita gente, ainda mais para quem gosta de partidas rápidas e sem muito compromisso, onde se pode entrar no jogo a qualquer momento apenas para passar o tempo.

Não é um jogo exatamente com trama, tendo foco mais voltado para a jogabilidade e se encaixando em um estilo semelhante a puzzles, embora não seja necessário resolver nada, mas sim chegar a uma determinada pontuação. Então o que há mais próximo de história é que você controla um simpático peixinho dourado que acaba comendo demais em seu aquário e acaba resolvendo dar o fora, pulando no ralo da pia e se mandando pro mar, para comer de tudo.

A jogabilidade é basicamente comer o máximo de coisas possíveis, no entanto é preciso ir aos poucos, comendo sempre coisas menores que você para crescer e finalmente poder comer coisas maiores, portanto inicialmente você come peixinhos, e vai notando o aumento do seu personagem e quando menos espera está comendo baleias assassinas. Mas é preciso ter cuidado, pois antes que você cresça o suficiente, irá ter que lidar com predadores prontos para te devorar.

O jogo é bastante sem noção e com forte toque no humor, por isso inicialmente parece algo normal e você imagina que é algo mais natural, mostrando o crescimento deu ma espécie, mas então percebe que o seu personagem logo está grande demais pra um peixe dourado e a coisa começa a ficar exagerada, mas vai ao absurdo quando começa começa a comer pessoas, boias, barcos, helicópteros e fazer o caos.

Graficamente o jogo é um 2D simples, porém muito simpático, cheio de criaturas disponíveis e com fases bastante rápidas, permitindo que os personagens sejam controlados tanto no mouse quanto no teclado e assim você não precisa de um controle para jogar com um amigo e rir bastante das situações exageradas apresentadas.

Enfim, esse é daqueles jogos que são simples, mas muito bem aproveitados e que conseguem gerar bons momentos, definitivamente vale a pena ter na lista de títulos para se entreter sem compromisso. Se você se interessar é só dar uma conferida no site oficial de Tasty Blue.

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terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Conheça as diferenças entre a HQ e a série The Walking Dead 5ª temporada - Episódio 11

Hoje vou fazer uma análise comparativa de mais um episódio de The Walking Dead em relação a revista em quadrinhos, se você ainda não tiver visto, recomendo dar uma olhada no episódio anterior primeiro.
Esse episódio é equivalente a edição 68 e 69 de The Walking Dead, mas uma coisa que tenho que comentar logo, é que no final do episódio anterior em que Sasha e Maggie são surpreendidas por Aaron, é equivalente ao final da edição 67 onde Rick e Abraham é que são surpreendidos e aquele soco na cara já é dado de imediato por Rick.

Sei bem que nesse episódio, o público ficou dividido, alguns detestando Rick, enquanto outros entenderam muito bem porque ele estava sendo tão chato. A questão é que embora a maioria do grupo estivesse esperançosa, Rick é o líder e está traumatizado, Woodbury também parecia um sonho virando realidade, enquanto era um pesadelo, então quem garante que Alexandria seja realmente um lugar bom?

A conversa com Aaron não acontece no celeiro, para falar a verdade o tal celeiro nem está nas HQ's, o grupo está acampando e a conversa ocorre ali mesmo, logo Aaron se mostra de confiança, pois ao contrário da série, Glenn não entrega uma arma a ele na floresta, ali mesmo há um ataque e no calor do momento isso acontece, e é uma baita de uma metralhadora, mas então ele logo baixa e diz que tudo que pede é por um pouco de confiança, e ganha rapidamente, inclusive Rick confia nele e o máximo de oposição é dizer a Abraham que está assustado em confiar tão rapidamente.

Depois disso o grupo só espera amanhecer e parte em direção a Alexandria, porém nada é comentado sobre Eric, o acham no meio do caminho e ficam assustados, mas logo tudo é explicado, também encontram parte da comunidade de Aaron fazendo limpeza, antes de chegarem ao lugar.

Eric e Aaron realmente são homossexuais nos quadrinhos também, isso não foi invenção da série, mas me surpreendeu mostrarem um beijo tão rapidamente, pensei que iriam cortar para evitar frescura do público ou simplesmente deixar de forma implícita. Bom, basicamente essas são as mudanças desse episódio.

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