quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Um monte de jogos gratuitos, corre meu povo! =D

Mais uma vez vou reciclar essa postagem aqui para falar sobre mais um jogo grátis, afinal essa bagaça não ia servir pra nada mesmo já que as promoções anteriores acabaram né? Ò_Ò! Então mais uma vez ela está de volta, ignorem os comentários antigos que já tem nela hehehe.

Dessa vez são vários jogos grátis, e pra começar tem Spacecom na steam, pra isso basta ir ao site da alienware, fazer login, e então esperar aparecer o banner de beta do jogo (vai ativar como beta, mas quando jogo sair vai continuar na sua conta da steam), se o banner não aparecer, vá até lá em baixo no site e mude o território para Estados Unidos, então entre no banner e clique em "Get Key", depois disso é só esperar mandarem pro seu e-mail.

Depois tem dois jogos da Spliplay, um site brasileiro de venda de jogos focado em títulos da America Latina, basta se cadastrar e depois procurar por Phoenix Force e então pelo jogo Face It. Daí adicioná-los a sua biblioteca, lembre-se de fazer isso, porque quando deixarem de ser grátis, já era. O Phoenix Force quando sair na steam irá enviar keys para o povo que pegou no Slitplay. Clique aqui para se cadastrar e pegarem os jogos.

Depois tem um jogo no Origin, o Wing Commander: Heart of the Tiger, basta clicar aqui, fazer login e apertar em "Pegue agora", iniciar o Origin e pronto, vai estar na sua conta quando você entrar! *-*

Depois tem Frozen Hearth. Você vai precisar de um cadastro no indie gala, pra pegar basta entrar nesse link aqui, colocar o seu e-mail, por o código no captcha, e apertar o botão submit e em até duas horas te mandarão a key da steam. Ò_Ò

Depois tem East India Company Gold Edition, basta entrar nesse site aqui, mudar a língua pra alemão, se cadastrar ou fazer login, e então em cima vai aparecer a opção Profile/Keys, clique lá e você vai ter o lugar para receber a key do jogo.


Depois tem um jogo híbrido chamado Chess the Gathering(CTG), mas esse é apenas um nome temporário do jogo, que ainda está sendo feito, mas já gera key para o steam mesmo, ele é como se fosse um jogo de xadrez usando regras semelhantes às de Magic The Gathering, ou seja tem cartas e peças, além de tabuleiros bem surreais. Para conseguir primeiro você tem que ir ao site do jogo e colocar seu e-mail, depois ir ao seu e-mail e confirmar clicando no link, então você receberá um segundo e-mail, nele terá um novo link, que você clica e aí vai para uma página onde no topo vai estar sua key para steam, então vamos lá, comece clicando aqui. (Como o jogo ta em testes ainda, vale a pena ver o vídeo tutorial se você for jogar logo, pois ainda não tem tutorial dentro do jogo).

Depois tem o Project Cyber na steam, você tem que entrar nesse site aqui, por seu e-mail e perfil da steam, apertar o botão para enviar, e então esperar um e-mail, clicar no link que te mandarem, e então esperar, que eles vão avaliar e te enviar a key. (Pode demorar uns dias, porque pelo jeito não é automático, os caras analisam um a um dos e-mails).

Depois tem outro jogo da Steam, o Enclave, basta entrar nesse site aqui, se cadastrar e receber por e-mail uma key da steam! =D

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Intruders - Uma série sobre imortais que roubam corpos

Essa é uma daquelas séries que tem uma proposta muito interessante, e que aborda de uma forma muito séria as coisas, fazendo assim com que o público maduro tenha disponível uma trama com tema fantástico, mas ainda assim com os pés mais no chão e acontecimentos voltados para o lado realista da coisa. Por outro lado pode acabar sendo considerada uma série realmente chata e difícil de digerir, graças a sua forma de apresentação que certamente não é algo que todos conseguem usufruir naturalmente.

A história é sobre algumas pessoas ao redor do mundo que tem uma habilidade única de captar uma certa vibração sonora, e através dela tornarem-se imortais por conseguirem transmitir a sua consciência para um novo corpo, no entanto o dono original nem sempre aceita bem a nova personalidade e as situações que tem que passar durante a transformação.

Bom, tenho que assumir que essa foi uma série que não consegui digerir muito facilmente, assisti o primeiro episódio e achei muito chato, e o motivo disso não foi a história, mas sim a apresentação das coisas, são mostrados VÁRIOS personagens de uma vez, com um monte de cenas aleatórias, e graças a isso ficou um tanto difícil marcar os rostos no mistureba que foi colocado, mas graças a sinopse que eu tinha lido, me mantive firme e continuei assistindo, e no segundo episódio as coisas já começaram a melhorar um pouco, me senti mais "em casa" quanto ao povo apresentado.

São três histórias paralelas que são interligadas de certa forma, a de uma garotinha que de repente tem uma perigosa personalidade que desperta e assume o controle de seu corpo, um assassino misterioso que constantemente está em busca de alguém e matando diversas pessoas sem remorso, e um marido que busca por sua mulher desaparecida e a cada pista descobre que a pessoa que ele busca tem atitudes menos parecidas com a de sua mulher.

O desenvolver das coisas é um tanto parado, existe um clima sombrio, com grande parte do tempo sendo apresentado um ambiente noturno, e também tem cenas que podem causar uma certa repulsa em algumas pessoas, como por exemplo um momento em que Madison O'Donnell (A garotinha) está alisando e falando com o seu gatinho como uma criança normal, e do nada ela pega o gato e o mergulha em uma banheira cheia de água, fazendo o bichinho agonizar e finalmente morrer, para logo depois a garota soltar e entrar em desespero, se perguntando o que fez e começando a chorar. E aliás, achei a atuação dessa atriz MUITO FODA, gostei mesmo da forma que ela interpreta Marcus (A nova personalidade dela).

Mas enfim, essa é uma série que definitivamente não irá agradar a todos, mas certamente alguns irão adorar, é uma série meio ruim de se digerir graças a forma de apresentação das coisas, porém tem pontos bem altos, então se você não gosta de série lenta, pode deixar essa passar, mas se gosta de um clima de fantasia em ar sombrio, talvez você ame, as vezes terá que dar um tempo, esperar uns episódios pra realmente engolir a essência, ou talvez seja amor a primeira vista. Confira o trailer:

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Guacamelee! Super Turbo Championship Edition

Anteriormente eu fiz aqui uma análise sobre o jogo Guacamelee, e como falei, é realmente algo fantástico, se você não leu a análise, recomendo dar uma olhadinha, pois essa postagem é mais voltada para as diferenças colocadas na Guacamelee! Super Turbo Championship Edition, uma edição que assim que vi, soube que iria adorar experimentar, e assim o fiz, portanto chegou a hora de falar um pouco sobre as diferenças.

Quanto a história do jogo, em geral é a mesma, ao contrário do que alguns possam equivocadamente pensar, esse não é um tipo de "Guacamelee 2", mas seria mais para um tipo de "Game of the Year Edition", porém não se limitando apenas a juntar todo o conteúdo já apresentado anteriormente no jogo, mas sim por certos adicionais que são um belo incentivo para se experimentar novamente. Mas claro, não posso deixar de citar, que foi bem incrível poder dar uma conferida nesse universo tão lindo do jogo, bateu aquela sensação de nostalgia em novamente estar em um México Alternativo com muitos estereótipos, música e elementos da cultura pop misturados.

Mas bom, apesar da história em si não mudar, existe uma expansão dela, que naturalmente adiciona todos os conteúdos DLC's do Guacamelee original, ainda põe mais dois níveis inteiros para serem explorados, como o jogo trata-se de um metroidvania, esses níveis acabam sendo muito bem usados já que você vaga por eles indo e voltando dependendo do que for necessário fazer, ou simplesmente para ganhar experiência.

Novas caras são vistas também nessa edição, pois foram adicionados mais inimigos, além de um capanga novo de Carlos Calaca, que é o chefe chamado The Trio of Death, que é nada menos do que um esqueleto enorme de três cabeças para gerar um novo desafio ao jogador. Mas felizmente não apenas os inimigos foram beneficiados, pois o seu personagem também ganhou novas habilidades para serem usadas.

Fora isso, o jogo ganhou certos aperfeiçoamentos em geral, como por exemplo agora é possível usar três slots de save, que te permitem dividir com seu irmão, ou simplesmente poder jogar de formas diferentes. Também melhorias em geral ocorreram, como por exemplo os efeitos que aparecem no jogo. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial de Guacamelee.

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terça-feira, 26 de agosto de 2014

O que é o desafio do balde de gelo? Descubra agora!

Quando ouvi falar pela primeira vez sobre o tal do desafio do balde de gelo, foi o meu amigo Guigo que falou, e eu simplesmente não tinha ideia do que se tratava, mas não perguntei também. Depois comecei a ver vários vídeos de pessoas aleatórias pegando um balde cheio de gelo e lançando sobre as suas cabeças. É claro que na hora o que pensei era que apenas tratava-se de mais uma brincadeira inútil da internet, no entanto ao dar uma conferida mais a fundo, logo descobri que era algo que ia muito além do que uma simples mania ao estilo Harlem Shake.

Bom, por incrível que pareça, embora essa mania tenha sido inventada em 2014, é algo que tem uma raiz bem anterior, vinda de 2011, quando um jovem atleta, chamado Pete Frates, de baseball de um time em Boston, acabou sendo diagnosticado com uma terrível doença chamada Esclerose Lateral Amiotrófica (Também chamada de ELA, ou Doença de Lou Gehrig). Essa doença não tem tratamento, e as pessoas que a desenvolvem apenas podem ver os seus corpos começarem a falhar, fazendo a pessoa parar de andar, falar, e ter que sempre precisar de ajuda de outros, até finalmente falecer.

Pete Frates começou a dar palestras sobre o assunto e tentar divulgar o máximo possível, mas logo o seu corpo já não conseguia mais, e chegando em 2014 ele já não falava mais, tendo que usar um computador para escrever coisas na tela. E assim um amigo dele, Corey Griffin, acabou resolvendo fazer uma homenagem para divulgar a doença e conscientizar as pessoas, pegando um balde de água e lançando sobre sua cabeça, desafiando Pete e outras pessoas a fazerem o mesmo em até 24 horas.

Graças a sua condição, Pete não podia fazer, mas mesmo assim pediu ajuda a um amigo chamado Rob, e desafiou vários amigos dele, dando 24 horas para que fizessem o mesmo. E foi então que a mania começou a andar, pois vários atletas de Boston viram, e como Pete tem um certo reconhecimento por ter sido um atleta, eles aderiram e começaram a homenagear.

Com isso se estabeleceram as regras, que são, pegar um balde de água gelada, jogar sobre a própria cabeça, e ao final desafiar três pessoas para fazerem o mesmo, sendo que essas tem vinte e quatro horas para aceitar o desafio.

Com a popularização da coisa, pessoas famosas notaram o que estava acontecendo e decidiram aderir a causa, se popularizando quando Mark Zuckerberg e Bill Gates decidiram que também participariam da coisa, mas foram além, fazendo doações, e aí é que o dinheiro começou a rolar, indo para a ALS Association, com famosos fazendo o desafio e assinando um cheque, ou algo do tipo.

E claro, começaram a inovar, o próprio Bill Gates já não fez o tradicional "pegar e jogar", e as pessoas da internet passaram a fazer coisas incríveis, como uma multidão recebendo água fria, famílias fazendo em grupo, e outras coisas. Mas e vocês, o que acham da causa? Já fizeram o desafio e postaram os seus vídeos?

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Raptr Rewards - Ganhe um monte de coisas só por jogar!

Há alguns anos atrás eu tinha escrito uma matéria sobre o mensageiro Raptr, feito especialmente para o público gamer, e com uns adicionais bem legais para aperfeiçoar a jogabilidade. Daí esses dias o leitor Rodrigo Pimpão me fez uma sugestão bem legal sobre uma das coisas que esse mensageiro oferece e até então eu desconhecia, que é o sistema de prêmios.

O Raptr Rewards tem um sistema semelhante ao programa de recompensas do Playfire, mas tem suas vantagens e desvantagens. Aqui você tem que fazer uma série de tarefas, mas que no final a principal mesmo é jogar, e assim ganhar pontos, esses pontos podem ser gastos em prêmios variados, e assim acaba se tornando realmente ótimo para usar em conjunto com o playfire, pois serão duas formas de se juntar pontos para ganhar mais jogos na steam.

A vantagem é que aqui ao invés do dinheiro para se comprar os jogos, são dado pontos que não se limitam apenas a jogos, mas também a hardware, cupons de descontos bem altos, promoções onde você ganha uma chance de ser sorteado para ganhar algumas peças para PC, itens especiais dentro de jogos específicos, entre outras coisas. A desvantagem é que a quantidade de tarefas para ganhar pontos é um tanto limitada, e o mesmo quanto as opções de troca de prêmios.

Para aqueles que possuem placas de vídeo da AMD, ganham certas vantagens, pois a Raptr tem uma parceria com a empresa e seus usuários podem usufruir ainda mais, pois além do programa aperfeiçoar o PC para rodar certos jogos da melhor maneira possível, ainda dá umas tarefas extras. Então fica aí a dica, quem quiser experimentar pode dar uma conferida no site do Raptr.

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Conclusão sobre o final da série True Blood

Pois é pessoal, True Blood acabou e resolvi fazer uma postagem aqui sobre o final dessa série maravilhosa que definitivamente está na minha lista de favoritas. Naturalmente falarei spoilers, então se você ainda não terminou de assistir, ou pretende ver, recomendo não ler essa postagem pois pode acabar com as surpresas.

Bom, essa é uma série que me apaixonei rapidamente, afinal de contas um seriado que apresentava vampiros como plano de fundo, mas a abordagem dos temas apresentados são assuntos sérios como política, religião, preconceitos e outras coisas e ainda feito pela HBO, que de longe é minha emissora favorita, simplesmente é o tipo de fórmula que se torna irresistível pra mim. Então True Blood foi amor a primeira vista. O charme da série em criar uma atmosfera própria também foi algo demais, afinal de contas tem tantas séries que não parecem transmitir uma essência, e ser apenas mais uma entre outras, mas nessa você pode sentir o "Climinha de True Blood", coisas como os elementos trash da série, e o toque caipira tendo um enorme contraste com algo sombrio como vampiros dá um toque muito incrível a tudo.

Uma coisa interessante, é que a série é cheia de metáforas quanto a preconceitos, inclusive com frases usadas por movimentos LGBT adaptadas para o movimento de direitos dos vampiros apresentado. E ironicamente é um seriado que acaba sofrendo preconceitos de muita gente por acharem que é mais uma história romântica chata com vampiros, e graças a isso acabam perdendo um baita de um espetáculo inclusive cheguei a escrever aqui a comparação entre Crepúsculo, Vampire Diaries, e True Blood.

Mas bom, vou por aqui uma visão geral de cada uma das temporadas para transmitir melhor o meu sentimento quando a evolução da coisa, mas já digo que trata-se de uma opinião pessoal, sendo assim obviamente alguns vão concordar e outros vão achar exatamente o oposto, por isso não se afobem, é puramente questão de percepção e não a palavra final da coisa.
Na primeira temporada, eu fiquei intrigado em como aquilo era incrível, cada episódio terminava com um final que te deixava louco pra saber o que iria acontecer depois, essa era uma técnica muito usada no início da série e que eu amava demais. Você sempre via e ao terminar tinha aquela coisa de "Eita... E agora, o que vai acontecer?". Já que tratava-se da primeira temporada e a apresentação daquele universo, obviamente é uma temporada de impacto, que normalmente todo mundo gosta, pois aquela coisa fantástica tava sendo sentida pela primeira vez. Mas não era apenas pela apresentação de universo e finais de episódios que deixavam a curiosidade no ar, também tinha a história, o assassino de mulheres que transavam com vampiros, e certas mortes como a da avó da Sookie, caramba aquelas surpresas eram demais, toda aquela sensação de "Eita, é o Jason que ta matando as garotas que ele transa?", aquela foi uma bela história de serial killer.

A segunda temporada de longe é a minha favorita, a sociedade do sol entrando em jogo foi algo muito fantástico. Eu adoro histórias com fanáticos religiosos, e naturalmente se os vampiros se revelassem ao mundo, pessoas fanáticas por religião viriam isso como um aviso sobre o o final dos tempos, ou algo do tipo. A ideia do Jason fazer parte da sociedade também ficou ótima, pois representa muito bem pessoas que vão recebendo lavagem cerebral baseado em crenças e podem fazer coisas horríveis não por serem pessoas ruins, mas por serem facilmente controláveis por líderes influentes. E claro, não posso deixar de falar de Maryann, a deusa, que causou uma curiosidade enorme em Bon Temps, quem era aquela mulher, e que loucuras eram aquela ao redor dela? Um homem com cabeça de touro andando por aí? Que diabos era aquilo? Essas duas histórias principais, em conjunto com as pequenas outras histórias que ocorreram na temporada foram perfeitos demais. Essa também foi a primeira temporada em que a Sookie soltou hadouken, vão dizer que aquele final de episódio não foi foda? Do nada a personagem solta uma bola de luz no meio da fuça de Maryann, vixe, aquilo foi muito incrível!

A partir da terceira temporada, veio com um marketing poderoso, criando inclusive a mini série A drop of True Blood, e lançando um monte de teasers e cartazes, mas nessa temporada que eu comecei a sentir as coisas esfriarem, não sei exatamente o que foi que aconteceu, talvez eu tenha gostado tanto da segunda temporada, que não consegui mais sentir aquela emoção depois disso. Não é que a série tenha ficado ruim, do começo até o fim eu gostei de True Blood, não teve aquela coisa de "Ah... Não aguento mais... Acaba logo série, pra eu poder finalmente parar de assistir essa bodega!", definitivamente não, porém eu senti falta da emoção que eu tive nas duas primeiras, e infelizmente essa falta ficou até a última temporada. Mas bom, na terceira é onde entram os lobisomens, Bill é sequestrado, e em geral não se passa em Bon Temps, boa parte da temporada é no Mississipi, nela é quando entra Russel, aquele vampiro velho pra caramba, e é também a temporada em que Tara ta um SACO, a vadia só chora em TODO MALDITO EPISÓDIO, toda cena dela era chorando e falando do seu trauma de ter sido boneca inflável de um vampiro, e bla bla bla, nossa foi cansativo, cada cena dela dava para você sair, fazer um cafézinho, e quando voltasse ela ainda não teria terminado de chorar e falar a mesma porcaria "Eu fui chupada por um gótico malvado!", blé... Chato pra cacete... Mas enfim, essa também foi a temporada que Sookie descobriu ser uma fada.
A quarta temporada eu já achei bem melhor, embora o começo tenha parecido meio "Vamos dar um jeitinho rápido aqui", e assim começa no mundo das fadas, tem a maior introdução e tal das fadas da cara feia e o barraco que rola lá até ela fugir. Mas o que achei uma pena, é que aquela introdução foi praticamente inútil, acredito que todos pensavam que aquela fada seria uma vilã e tava enganando todos ali, mas não... Era só um comecinho de temporada que mostrou aquilo tudo pra simplesmente o fim a Sookie sair do mundo das fadas e descobrir que 30 minutos lá na verdade era 1 ano no mundo real, o que pareceu descaradamente um "Ah gente... Estamos com preguiça de arrumar a bagunça que fizemos na terceira temporada, então vamos só acelerar o tempo.", e de repente Tara era lésbica sem choradeira mais, Arlene casou com Terry, Hoyt tava morando com Tara, Jason era policial, Bill virou rei... E assim vai... Mas fora isso, eu gostei da temporada, eu achei a Antonia uma ótima vilã, sonsa e irritante, ela conseguia levar o público a se arranhar de raiva, com o jeitinho dela "Eu não sei o que tá acontecendo..." mas ferrando a porra toda, aquela foi uma vilã que gostei de ver botando pra quebrar com os vampiros.

A quinta temporada, é outra que eu posso dizer que achei boa, mas que não consegui sentir toda aquela emoção da segunda, mesmo assim notavelmente foi muito bem feita e sinto como se não tivesse aproveitado devidamente a "essência" dela. É a temporada que tem três histórias, primeiro a do Sam, Luna e Emma que passam a temporada tentando se livrar dos grupos que odeiam criaturas sobrenaturais, inclusive a HBO fez uma ótima campanha criando vídeos falsos de ataque de vampiros, e colocando na internet. Depois tem a história da "Autoridade", e o grupo onde Bill e outros personagens estão envolvidos, e as aparições misteriosas de Lilith. E por fim tem a história do vampiro Warlow, e o misterioso assassinato dos pais de Sookie. Foi uma temporada que gostei, achei divertida e tal, e certamente com uma boa qualidade.

A sexta temporada é a do Billith (Eita nome trash ein? kkkk), que apresenta Bill "possuído" por Lilith, tornando-se apenas um com ela, e todo aquele medo já que aparentemente ele pode fazer tudo, existe um constante mistério nessa temporada. Mas sem dúvidas o que mais me atraiu foi o grupo de proteção anti-vampiros, criando armas especiais exatamente para lutar contra as criaturas, e criando o campo de concentração de testes, que me fez lembrar um pouco novamente a sociedade do sol.

E por fim tivemos a última temporada, que teve como foco principal a Hepatite V, infelizmente eu senti essa temporada mais como "fecha pontas", achei a morte da Tara bem vagabunda, nem aparece ela morrendo, inclusive por muito tempo pensei que ela nem tinha morrido mesmo, e depois a mãe doidona dela perseguindo o fantasma da filha a temporada toda pra no final ouvir um "Você precisa ficar de boas... Ta tudo sussa, pronto, era esse o grande segredo... Falou aê!". A Yakuza foi a coisa que mais gostei, e a história de Sarah Newlin em fuga com Eric a perseguindo, pena que essa história ficou meio secundária, as coisas pareceram meio apertadas nessa temporada, eu não senti como se tivesse uma história principal, mas sim um monte de histórias paralelas, tipo os problemas de Jason com a namorada, o sequestro da filha de Andy, e assim vai, pareceu um monte de conjunto de histórias paralelas uma atrás do outro e onde a Hepatite V estava sendo usada como sendo a principal, mas não senti isso.
Mas agora sobre o último episódio, nossa eu fui assistir com o coração na mão, afinal de contas tive aquela sensação de perda quando uma série chega ao fim, começar a ver aquilo bateu aquela coisa de "É a última vez, depois que eu ver isso, acabo...". Mas ao mesmo tempo, eu senti que tava na hora, era apropriado, afinal de contas é melhor uma série terminar como sendo muito boa, do que esperar ela ficar horrorosa para acabar e deixar na lembrança aquela sensação de algo que foi bom e ficou horrível. Achei o momento apropriado, e gostei muito do final que Sookie e Bill tiveram, a cena da cova, nossa, na hora eu pensei que ia ser algo triste, mas tranquilo, porém ver Sookie sozinha cheia de sangue naquele caixão e sabendo que nunca mais iria ver o Bill, aquilo foi muito intenso, mas na hora que ela subiu e começou a puxar a terra pra dentro do buraco, aquilo não teve jeito de eu segurar, desabei, muito emocionante mesmo. Adorei o fato deles não terem terminado juntos, é verdade que apareceu um final feliz após isso, mas caramba o que se espera de uma série como essa, é que no fim das contas Sookie e Bill terminem juntos e vivam felizes para sempre, só que os criadores preferiram colocar a morte como um final, dá aquela sensação de que tudo acaba um dia. Muito bom mesmo!

Enfim, True Blood vai deixar saudades, amei essa série, posso não ter tido sempre aquela sensação de "QUE PERFEITO!", mas gostei do começo ao fim, cada episódio foi bem aproveitado e um verdadeiro prazer de se ver, não aquela coisa de "Ah... Mais um episódio da série que ficou chata...", apenas não me surpreendiam mais, já que nem mesmo tinham o final que deixava a curiosidade no ar, mas continuaram sendo gostosos de serem vistos. É difícil fazer um final épico, e o de True Blood ao meu ver não conseguiu ser, mas o achei legal, consigo entender bem não ser INESQUECÍVEL, afinal de contas quando se carrega uma série dessas nas costas é complicado desenvolver algo pra surpreender de verdade no fim, mas no nível "bom final" eu acho que se classifica, acredito que seja meio dramático o povo dizer "FOI HORRÍVEL!", porque não existe apenas o "épico" e o "horrível", como muita gente acha, só que o desespero por algo inesquecível faz com que as pessoas achem que só porque o último episódio não foi uma verdadeira obra prima, automaticamente cai para o nível de pior dos piores. E levando em consideração a série como um todo e não apenas com o último episódio, acho que foi uma boa forma de dar adeus, pois todos esses sete anos proporcionaram muita diversão e um climinha bem gostoso mesmo. Em geral quando assisto adaptações de livros, eu não leio a obra original, pois acho chato ler algo que já vi um monte de spoilers, mas com essa série eu fiz questão de ler e cheguei a publicar aqui uma comparação entre True Blood e o livro Morto até o Amanhecer.

Quem sabe daqui uns anos não lancem a série "New Blood" não é mesmo? Espero que tenham gostado, mas digam aí, e vocês? Quais as suas considerações finais sobre o último episódio e a série em geral?

Obs: Talvez ainda não tenha sido o fim para você, existem alguns vídeos extras da série, como por exemplo lobisomens na segunda guerra mundial e como os vampiros se revelaram ao mundo.

Veja também:
-Conclusão sobre o final da série Dexter
-Conclusão sobre o final da série Breaking Bad
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Grim Legends: The Forsaken Bride

Essa é mais uma obra da Artifex Mundi, e todos aqueles que já jogaram alguns dos jogos da empresa, certamente sabem exatamente do que eu estou falando. Isso porque em geral ela costuma usar um padrão bastante comum em suas obras, e com essa não é diferente, mas a sorte é que esse padrão é realmente robusto e bem trabalhado, além de ter uma concentração completa na história. Naturalmente eu tinha que fazer uma análise aqui, pois sei bem que especialmente aqueles que gostam de histórias para passar o tempo, irão se entreter um bocado.

A história carrega o selo "Grim", por isso alguns aqui já devem imaginar que é bem no estilo conto de fadas macabro. Ele começa com uma apresentação de uma mulher desesperada correndo enquanto fala de forma muito dolorosa sobre alguém que lhe fez promessas e a traiu, até chegar a um lugar onde retira um anel e o amaldiçoa, arremessando o objeto em um precipício, mas logo o acessório é coletado por uma entidade sombria. Após isso a história começa, se passando vinte anos e mostrando uma protagonista que viaja de carruagem para o casamento da irmã, mas na festa um enorme urso invade o lugar, e sequestra a noiva, fazendo com que a personagem principal parta ao seu resgate e em busca de respostas.

O jogo é um point and click, em primeira pessoa como os jogos em geral da empresa, e assim você vê apenas o cenário em um visual incrível e cheio de detalhes, e tem que interagir com ele enquanto as coisas acontecem, é bem legal clicar nos objetos e ver apresentações ocorrendo na hora, algumas no próprio cenário, outras em janelas que abrem para indicar o que está acontecendo.

Você pode vagar pelos cenários e tem um mapa, algo que adorei, pois dá uma sensação ainda maior de que você está mesmo vagando pelo lugar enquanto escolhe o que fazer. Existe ainda um companheiro seu, um gatinho que alcança lugares onde você não poderia chegar, e assim te ajuda, ele deixa um baita toque de peça essencial para finalizar puzzles, assim como os próprios quebra cabeças que aparecem tem um baita destaque por serem muito divertidos de irem sendo montados.

Fazia tempo que eu não jogava um jogo da Artifex onde via eles usarem a técnica que eu tanto adoro, que é o 3D que se mistura com 2D, e aqui novamente isso acontece, apresentando uma visão em primeira pessoa, onde as coisas são 3D enquanto apresentações ocorrem, mas em certos momentos ela para, e você vê o ambiente se tornar belas pinturas extremamente detalhadas. Uma coisa que adorei no visual dessa vez, é que de vez em quando você pode ver as mãos da personagem e isso dá aquela forte sensação de que se está vendo tudo em primeira pessoa mesmo.

Enfim, ta aí um bom jogo, com uma história com climinha noturno muito bem fluída, gráficos leves para rodarem em qualquer PC, e ainda legendas em português. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

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Minhas primeiras experiências com um smartphone

Talvez as pessoas mais novas de hoje em dia não tenham uma visão de celulares antigos como algo voltado para um público super limitado, em especial executivos e pessoas importantes que precisavam ligar facilmente para aos outros. Porém para aqueles que viveram nos anos 90 pra baixo, sabem bem que esse era o tipo de aparelho que crianças comuns definitivamente nem sonhavam em ter acesso, afinal de contas era preciso ter muito dinheiro para conseguir manter um celular, preços absurdos, baterias descartáveis, ausência de linhas pré-pagas e ligações caríssimas eram motivos mais do que suficientes para deixar o público muito bem limitado. Mas, os tempos mudaram e hoje em dia as coisas são bem diferentes.

Lá por 2002 mais ou menos, eu nem pensava em ter um celular, existiam várias pessoas que tinham, porém eu sempre via aquilo como uma coisa um tanto fútil, afinal de contas no começo do milênio tinham as novas tecnologias sim sendo inseridas (computadores e celulares), mas o espírito dos anos 90 ainda estava presente, era a época de transformação do mundo, e computadores não eram exatamente populares, você via um ou outro que tinha, mas definitivamente você não podia sair perguntando "Qual é seu e-mail?" para pessoas da sua escola e ter quase certeza que eles teriam, eu diria que 20% no máximo tinham, portanto algo bem limitado. E celulares era algo que eu não via motivo para se ter, e enxergava como coisa de playboy e patricinha, o que pra falar a verdade eu ainda acho que era uma visão certa para aquela época.

Digo isso porque as pessoas que costumavam ter celulares, a maioria eram mesmo as patys e os super playboys, o que é engraçado, porque mesmo sendo algo tecnológico, não é uma coisa que você via sendo usada por nerds e afins. Eu ficava impressionado em como era comum ver umas garotas falando "Você tem crédito?" e aí a amiga ou o amigo iam lá e entregavam o celular quando tinha crédito e a menina ia ligar pra fofocar. Isso não tinha lógica alguma pra mim, eu achava uma futilidade imensa as pessoas terem celulares, me parecia um exagero, já que éramos estudantes, "não precisávamos ser achados", hahaha engraçado esse pensamento, não? Afinal de contas hoje vivemos em um mundo completamente conectado, todo mundo está o tempo todo com um celular e pode ser contactado por qualquer um a qualquer momento. Naquela época eu via como normal não achar a pessoa, quando você queria falar com ela era só ligar na casa, se ela estivesse, ótimo, se ela não estivesse você só ligaria depois. Não tinha aquele desespero e urgência em se falar. Como disse, era o espírito dos anos 90 que ainda estava presente.

Mas muito bem, os anos passaram e naturalmente as coisas começaram a ficar cada vez mais apertadas, o mundo se modificou e em 2007 eu comprei o meu primeiro celular, um Motorola Z3. Eu estava bem atrasado em relação aos meus amigos, afinal de contas todos eles tinham celulares, e como eu sempre fui uma pessoa muito caseira, não tinha problema pra mim, pois eu quase sempre estava disponível. Aquilo foi muito fantástico, não era pelas ligações em si, mas pelas outras coisas possíveis, eu ficava fascinado em poder jogar Age of Empires 2 em um aparelho móvel, e era tão bonitinho o visual dele, eu nunca jogava pra valer coisas no celular, afinal com os controles duros, era um tanto desagradável, mas só de saber que eu tinha disponível, já me animava muito. Poder mandar mensagens então, aquilo era demais, eu gostava muito mais de receber mensagens em texto, do que ligações, cada texto era uma surpresa.

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