quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Um monte de jogos gratuitos, corre meu povo! =D

Mais uma vez vou reciclar essa postagem aqui para falar sobre mais um jogo grátis, afinal essa bagaça não ia servir pra nada mesmo já que as promoções anteriores acabaram né? Ò_Ò! Então mais uma vez ela está de volta, ignorem os comentários antigos que já tem nela hehehe.

Obs: O jogo da foto é sempre colocado como o primeiro da lista!

Dessa vez são vários jogos grátis, e pra começar tem um pacote do Groupees que não vem apenas com jogos, mas quadrinhos, livros e trilhas sonoras. De jogos com DRM tem Borealis no steam e SanctuaryRPG no desura. Basta entrar nesse site aqui, apertar o botão de curtir, e colocar o seu e-mail, daí vai aparecer um link, você copia ele e abre, então terá o botão REDEEM, você clica nele e vai pedir pra você fazer login, então você escolhe se quer logar em uma conta de alguma rede social ou criar uma conta, e ao fazer login é só pegar as keys e se quiser, fazer download das outras coisas do pacote.

Depois temWeird Worlds no steam, basta entrar nesse link aqui, depois por o seu e-mail, apertar o botão e uma nova janela pedindo pra você autorizar o seu twitter a mandar uma mensagem com aquilo, e pronto, vai aparecer a key, depois é só ativar!

Depois tem Realms Of The Haunting no steam, basta entrar nesse site aqui, por seu e-mail e se cadastrar se já não tiver conta lá.

Depois tem Teleglitch: Die More Edition no steam, basta entrar no site do Humble Bundle e lá em baixo por o seu e-mail. Daí é só ir até a sua livraria no site pra poder adicionar o jogo a sua steam! =D

Depois tem Crusader: No Remorse no Origin, basta ir até a página da loja, e pegar.

Depois tem Uriel's Chiasm na steam, pra pegar basta clicar aqui, apertar em CURTIR lá em baixo, colocar o seu e-mail e apertar em "Try to Win" pra aparecer a key! =D

Depois tem Anomaly Warzone na steam, basta você se cadastrar nesse site aqui, depois ir ao seu email, confirmar, terminar o cadastro colocando seu nick, e o que pedirem, daí ir ao seu e-mail de novo e terão te mandado uma mensagem com um link, você clica lá e depois é só entrar no site, clicar em "My profile", depois em "My Games" e você terá o jogo lá.

Depois tem um baita pacote com Postal, Numba Deluxe, Cobi Treasure Deluxe, Victim of Xen, PixelJunk Monsters e Speedball 2. Pra isso você vai ter que se cadastrar no site da GMG, faça login, depois lá em cima onde tem o seu nick no site, coloque o mouse em cima, e depois clique em Settings, então marque a opção "Send me emails with priority news on all the great deals, vouchers and new releases! " e aperte em SAVE. Os jogos serão enviados em até 72 horas. Só vale para novos usuários.

Depois tem Knightshift na steam, mais um jogo na DLH foi adicionado a lista com os outros, portanto é aquele mesmo sistema, faça login no site, clique lá em cima em Profil / Keys e vá lá em baixo na parte azul das keys, clique no botão azul do Knightshift pra adicionar a sua conta. Existe número de keys que vai sendo adicionado por tempo, então se o botão não aparecer, vai ter lá escrito em quanto tempo adicionarão mais, daí é só voltar.

Depois tem Nosgoth na steam, basta entrar nesse site aqui, fazer login e clicar no botão amarelo pra pegar a key.

Depois tem Afterfall: InSanity na versão steam, basta entrar aqui e colocar o seu e-mail.

Depois tem Crash Time 2 no steam, basta entrar nesse site aqui e colocar o seu e-mail.

Depois Ionball 2: Ionstorm, basta entrar nesse site aqui, fazer login, por o seu e-mail e ir conferir sua caixa de entrada.

Depois Pirates of Black Cove Gold no site alemão DLH, é normal ter problema em fazer login, e as vezes o problema é meramente alterar a senha, então basta você entrar nesse site aqui, se cadastrar, mudar a língua pra ALEMÃO, fazer login e depois clicar em Profil / Keys, daí baixar a tela até lá em baixo ver os jogos que você tem pra pegar, basta clicar no botão azul em frente ao jogo e fazer login no seu steam que automaticamente o jogo será adicionado a sua conta.

Depois tem The Flock para o acesso antecipado no steam, tudo o que você tem que fazer é preencher esse formulário, e no dia 31 de outubro te enviarão uma key do jogo.

Hearts of Iron IV + DLC's, pra isso você tem que se cadastrar nesse link aqui, se cadastrar, entrar em uma das facções, daí é preciso esperar receber um e-mail para confirmar a inscrição, e mais prêmios serão liberados de acordo com a quantidade de gente que for entrando.

Depois tem dois jogos da Spliplay, um site brasileiro de venda de jogos focado em títulos da America Latina, basta se cadastrar e depois procurar por Phoenix Force e então pelo jogo Face It. Daí adicioná-los a sua biblioteca, lembre-se de fazer isso, porque quando deixarem de ser grátis, já era. O Phoenix Force quando sair na steam irá enviar keys para o povo que pegou no Slitplay. Clique aqui para se cadastrar e pegarem os jogos.

Depois tem East India Company Gold Edition, basta entrar nesse site aqui, mudar a língua pra alemão, se cadastrar ou fazer login, e então em cima vai aparecer a opção Profile/Keys, clique lá e você vai ter o lugar para receber a key do jogo.

Depois tem um jogo híbrido chamado Chess the Gathering(CTG), mas esse é apenas um nome temporário do jogo, que ainda está sendo feito, mas já gera key para o steam mesmo, ele é como se fosse um jogo de xadrez usando regras semelhantes às de Magic The Gathering, ou seja tem cartas e peças, além de tabuleiros bem surreais. Para conseguir primeiro você tem que ir ao site do jogo e colocar seu e-mail, depois ir ao seu e-mail e confirmar clicando no link, então você receberá um segundo e-mail, nele terá um novo link, que você clica e aí vai para uma página onde no topo vai estar sua key para steam, então vamos lá, comece clicando aqui. (Como o jogo ta em testes ainda, vale a pena ver o vídeo tutorial se você for jogar logo, pois ainda não tem tutorial dentro do jogo).

Depois tem o Project Cyber na steam, você tem que entrar nesse site aqui, por seu e-mail e perfil da steam, apertar o botão para enviar, e então esperar um e-mail, clicar no link que te mandarem, e então esperar, que eles vão avaliar e te enviar a key. (Pode demorar uns dias, porque pelo jeito não é automático, os caras analisam um a um dos e-mails).

Depois tem outro jogo da Steam, o Enclave, basta entrar nesse site aqui, se cadastrar e receber por e-mail uma key da steam! =D

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Gauntlet - Um jogo cooperativo que te deixará viciado!

Ao contrário do que possa parecer, Gauntlet não é o primeiro jogo da franquia, ao menos não o de 2014, apesar disso não carrega nenhum subtítulo, ou numeração, fazendo assim parecer que é o primeiro apresentado, mas a história dessa linha de jogos é bem antiga. O primeiro jogo da franquia foi lançado quase trinta anos antes, em 1985 para fliperamas, e tive o prazer de conhecer essa maravilha com Gauntlet Legends para Nintendo 64, que me consumiu muitas horas e gerou diversão indescritível. E hoje vou postar aqui uma análise sobre o Gauntlet de 2014, que definitivamente vai impressionar muita gente.

A trama do jogo apresenta um jovem aventureiro que é aprisionado em um lugar e convence heróis a irem salvá-lo, não é algo muito profundo e o jogo assim utiliza da própria essência de aventura medieval para cobrir isso. Aqui você entra com um grupo de aventureiros em lugares lotados de monstros, e deve enfrentá-los ao mesmo tempo em que coleta os tesouros e finalmente mata o grande vilão que espera no final do caminho. Para fãs de histórias medievais padrões, esse é o tipo de jogo que vai ser mais do que suficiente para suprir a vontade de aventura.

A jogabilidade a primeira vista pode fazer parecer com que o jogo seja um tipo de Diablo III, isso devido ao seu visual com câmera isométrica, ambientes medievais e poderosos aventureiros lutando contra inimigos, no entanto é um erro pensar isso, pois a essência apresentada aqui é bem diferente. Enquanto Diablo é um jogo de aventura e longa história, Gauntlet é uma obra para ação rápida, pequenas aventuras em câmaras, portanto você entra, mata os monstros, pega o tesouro, e sai. O foco é completamente voltado para o cooperativo, embora seja possível jogar sozinho.

Existem quatro personagens que podem ser escolhidos no começo da aventura, e eles não precisam ser permanentes, você pode mudar quando entrar de novo no jogo, porém a experiência e tesouros adquiridos ficam com ele. Os personagens são os seguintes:

Guerreiro: O personagem da pancadaria, tem uma ação direta podendo atacar múltiplos inimigos, além de derrubá-los, fazendo um grande estrago nas legiões.

Elfo: Um personagem especializado no uso de arco e combate a distância, com bastante agilidade e perfeito para dar suporte.

Valquiria: Uma guerreira que também usa espada, porém tem um foco em ação mais rápida e também pode fazer ataques a distância, tendo um escudo para se defender de projéteis e ataques diretos, além de poder lançar o seu escudo e fazer com que persiga os inimigos.

Mago: Um personagem muito fraco em saúde, mas com vários elementos mágicos que podem ser combinados e assim gerar uma nova magia para causar variados tipos de danos.

É muito bom escolher cada uma das classes e ir testando em qual acaba se jogando melhor, isso porque o jogo apresenta uma diferença bem notável na forma de se jogar com eles. O mago por exemplo tem um sistema interessante de magia, você não simplesmente aperta o botão, você tem que combinar os elementos e assim aquela magia estará ativada, sendo que existe um contador de tempo para se usar certos ataques, e as vezes você pode fazer aquela combinação, mas ele ainda não estar pronto, esse jeito acabou fazendo uma bela combinação de leitura do livro de magia, afinal de contas quando você está cercado por inimigos, bate aquele nervosismo por sua vida ser baixa e vem aquele pensamento "Como é que faz campo de força?", você praticamente sente que está folheando rapidamente o grimório em busca das palavras certas para serem pronunciadas. Os outros personagens também tem o seu sistema que deve ser dominado, como a Valquiria, que se tiver uma sincronia perfeita de ataque e defesa, pode ser uma personagem imparável.

Quanto as câmaras, o grupo sempre começa em um ambiente onde vê portas para serem entradas, tudo vai depender da pessoa que criou a partida, se ela já destravou todas as câmaras, então tudo vai estar disponível para se entrar, mas se ela apenas destravou duas, só elas estarão abertas, e assim vai... Naturalmente quanto mais avançada for a câmara, maior preocupação os jogadores irão ter.

Ao atravessar uma das portas, é que começa a partida, você pode jogar sozinho, mas sem sombra de dúvidas a diversão está em jogar com outras pessoas. Até quatro podem participar de uma partida, sendo que você escolhe entre ser online ou local, já que o jogo dá suporte a controle, e até mesmo é possível jogar misturado entre local e online. Por exemplo, imagine que você tem um controle no seu PC, e assim você pode usar o teclado e mouse, e chamar um amigo, depois se conectar na internet e esperar um desconhecido entrar na partida, ou mesmo convidar outros amigos.

Durante a aventura, vocês tem que matar muitos inimigos para ganhar pontuação, coletar tesouros que estão espalhados por toda parte em baús, vasos e até mesmo espalhados pelo chão, procurar ambientes secretos onde se tem bônus, atravessar armadilhas, e resolver quebra cabeças para passar de alguns lugares. Além disso ainda tem uma coroa que em determinado ponto do jogo, vocês acharão, aquele que pegar primeiro, ficará com ela na cabeça, mas se o jogador levar algum dano, a coroa voará de sua cabeça e o primeiro que a pegar, ficará com ela, no fim da partida aquele que carregar a coroa vai ganhar um bônus. Também existem certos desafios do próprio personagem, e assim você sempre tem que ficar atento no que deve fazer e quantas vezes deve fazer para completar aquele desafio.

Como devem ter notado, o jogo acaba sendo diversão e gritaria pura, todos querem pegar tesouros rapidamente, todos querem matar mais monstros, e há um grande desespero para se pegar a coroa. E assim você fica naquela sensação de estar jogando um cooperativo, mas ao mesmo tempo quer ter um prêmio maior no final, ou seja, direto acontecerão coisas como "Devo dar suporte a esse amigo que está sendo atacado ou pegar aquele monte de ouro antes que alguém pegue? Ou quem sabe seria melhor pegar aquele coroa que acabou de cair ali?". É simplesmente muito bom!

Há também os maravilhosos eventos com chefes no meio das partidas, que naturalmente são bem mais poderosos que outros monstros, ou a perseguição da morte, que bate uma grande adrenalina. Sim, a morte é uma personagem do jogo, e ela de repente surge e você vê o cenário sendo consumido por algo negro e se ela se aproximar, sua vida começa a ser drenada, há vezes em que você está no meio de um combate e ela surge, daí você precisa se preocupar em lutar e ao mesmo tempo fugir, isso sem contar em perseguições por lugares cheios de armadilha, e aquela mancha escura se aproximando pelo chão, é adrenalina pura!

Ao final de cada partida, vocês voltam para a câmara do início do jogo, e lá é possível comprar novos itens, por exemplo, você pode comprar um demônio para invocar durante a partida e te ajudar a destruir os inimigos, naturalmente quanto mais poderosa for a habilidade, mais caro será o custo em ouro.

Enfim, fica aí a dica de ótimo jogo cooperativo, especialmente para aqueles que gostam de jogar conversando com os amigos, esse jogo será uma maravilha, tenha certeza disso, eu recomendo muito! Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial de Gauntlet.

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Enigmatis: The Ghosts of Maple Creek - Jogo de mistério

Chegou a hora de analisar mais uma daquelas gostosas obras da Artifex Mundi, onde apresentam o seu estilo já tão conhecido, e assim o que realmente faz com que os fãs se animem é em novamente serem envolvidos por um climinha sombrio de mistério, e uma história que te faz sempre ficar tentando imaginar o que aconteceu. Também é o tipo de obra perfeita para quem quer testar um point and click, pois esse tem uma experiência bastante interativa e já muito bem adaptado para o nosso idioma, tornando a jogabilidade muito tranquila.

Você assume o papel de uma protagonista feminina que desperta no meio de uma estrada, ela não está lembrando claramente o que exatamente aconteceu, ou onde está, mas logo vê a destruição que está ao seu redor. É noite e o vento forte indica que houve algum tipo de evento climático poderoso para causar tanta destruição ao redor, mas as coisas começam a ficar mais estranhas quando começam a aparecer sombria figuras que parecem ser cultistas.

Como vocês podem ver, o jogo é bastante atmosférico, algo que definitivamente é um dos grandes atrativos das obras da Artifex Mundi, e mais uma vez eu logo vi o quanto tanto o clima quanto certos elementos me lembram a obra de H.P. Lovecraft, e muito provavelmente os fãs do autor também vão se lembrar bastante.

A forma como a história é conduzida agrada bastante, com certo flashs que aos poucos vão fazendo você se lembrar do que está fazendo nessa pequena e pacífica cidade de interior, e o motivo de haver um clima tão sombrio no lugar, além da investigação de uma menina desaparecida que um estranho se esforça para tentar ocultar o caso.

A jogabilidade é de um point and click em primeira pessoa, e você pode ver os ambientes, mas não a personagem, apesar disso há uma ótima interação com as coisas, por exemplo se você clicar em alguns ambientes, aparecerá uma nova tela mostrando aquele lugar mais de perto, e o mouse realmente representa a sua mão, com você tendo que pegar objetos e usá-los, por exemplo, não basta colocar uma maçaneta no lugar, você precisa clicar nela depois para puxá-la e assim abrir a porta. E claro, o jogo é cheio de puzzles.

Graficamente está mais uma vez impecável, com visuais que parecem pintados a mão, porém objetos que a qualquer momento podem se mostrar 3D, especialmente os personagens, que você pode ver parados em algum lugar e ao clicar neles, vê a animação completamente 3D dele se movendo e falando com você.

Enfim, se você estiver procurando por um jogo cheio de mistérios e quebra cabeças, e que ainda está adaptado para português em todos os textos, essa pode ser uma opção perfeita. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

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Uma bela maneira de respeitarem vagas de deficientes!

Como todo mundo sabe, há diversas irregularidades com pessoas que usam veículos, por exemplo o povo que não sabe dar seta, pensa que é de enfeite que está lá aquela luzinha, entre outras coisas e claro, no estacionamento uma coisa muito comum é as pessoas verem que há vagas para deficientes e irem direto ali. Nessa pegadinha o povo tem o carro pichado, o engraçado é a reação de alguns, como "Não tem segurança aqui não?" uahahahaha, confiram:

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

The Shopkeeper - Um jogo extremamente esquisito

Esse é um daqueles jogos que me fazem olhar e não saber exatamente o que achar, eu não sei bem se o achei horroroso, ou se simplesmente não consegui entender o que significava, então a sensação que posso defini-lo é de ser esquisito. Vendo as análises na steam, percebi que a recepção foi bastante negativa, no entanto creio que seja o tipo de obra que tenha um público certo e esse é aquele bem artístico mesmo.

A história é sobre um homem que se casou com uma mulher de uma família muito rica, e ele quer muito impressionar a sua sogra, mas para isso precisa conseguir uma antiguidade certa que a fará realmente notar o trabalho que ele teve em encontrá-la.

Uma coisa que me chamou a atenção de imediato no jogo, é que ele é descrito como um curta metragem interativo, e que é apresentado como se fosse um episódio de Além da Imaginação mas usando a jogabilidade de clássicos da Lucas Arts. Essa combinação somada ao belo visual que vi nas imagens, realmente acabou sendo um grande atrativo.

Mas quanto a jogabilidade em si, o jogo é simplesmente muito limitado, basicamente você chega a loja e sobe para o escritório onde está a sogra, daí você tem que conversar com ela, são poucas opções e rapidamente a conversa acaba, depois disso é possível que você saia ou não para o lado de fora da loja, onde é possível ter mais um diálogo com o homem do estabelecimento comercial ao lado. E é isso, depois começa tudo de novo e você pode dar respostas diferentes e conduzir as coisas de outra maneira, e então isso se repete de novo e de novo... Você se sente como em um sonho com tudo acontecendo outra vez em um ciclo que parece não ter fim, é bem esquisito.

Graficamente o jogo é maravilhoso, realmente a arte sombria e os traços usados são fantásticos, os ambientes são cheios de detalhes e tudo é como se fosse um desenho animado, porém feito de uma maneira um tanto mórbida, como se tivesse algo de misterioso ali escondido. Por outro lado a movimentação dos personagens é horrorosa, parecem gifs animados onde a animação é cortada do nada, e assim são arrastados pelo cenário, mas isso não tira o crédito visual.

Enfim, esse é um jogo realmente limitado, e que acaba sendo meio estranho de se jogar, para admiradores de algo artístico, pode ser que fiquem admirados, para para quem quer uma coisa mais variada e movimentada, realmente pode ter um grande tédio. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.


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Além da Porta - Curta metragem de terror japonês

Esse é mais um dos Contos de terror de Tóquio e outros lugares do Japão. Esse é um curta que achei extremamente parecido com aquele primeiro que postei aqui, o "Um estranho atrás da porta", isso porque aqui também é abordado a temática sobre espírito do outro lado que quer entrar, e inclusive o próprio apartamento onde se passa a coisa lembra um bocado o do outro curta. Confiram:

Po, eu achei uma pena esse final, mas vi que muita gente gostou desse toque comédia, mas eu achei que foi o detalhe que conseguiu acabar com o todo, ficou muito "Todo mundo em pânico", e em algumas obras eu não ligaria pra isso, mas como o foco desses vídeos é o terror, eu achei bem inadequado. Por outro lado o resto do curta foi bem interessante, achei a atmosfera muito pesada, a cena do espírito tentando abrir a porta foi bem violenta, normalmente japoneses atuando nessas cenas mais agressivas sempre me dão uma impressão de algo bem mal feito com um toque trash, só que no caso desse eu achei bem dramático e com aquela sensação de desespero.

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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Gabriel Knight: Sins of the Fathers - Edição de 20 anos

Você muito provavelmente já deve ter visto jogos do gênero point and click onde você assume o papel de um personagem que começa a investigar um caso. Esse é o tipo de plano de fundo clássico de jogos do gênero, e quando penso em algo assim, um título que me vem imediatamente a mente é Gabriel Knight, um jogo de 1993, foi um dos primeiros jogos do gênero que conheci, embora nunca o tenha realmente jogado, mas sempre via as pessoas falando sobre, e assim se tornou meio que um exemplo. E para comemorar vinte anos de lançamento do jogo, criaram Gabriel Knight: Sins of the Fathers 20th Anniversary Edition, que logo me causou uma baita curiosidade para dar uma olhada.

A história te coloca no papel de um bibliotecário que está escrevendo um livro de terror e há elementos relacionados a Vudu, naturalmente o personagem tem que pesquisar sobre o assunto, e assim passa a sair as ruas e procurar informações sobre uma série de brutais crimes que estão acontecendo na cidade de Nova Orleans, e aos poucos acaba se envolvendo na investigação do caso.

Ao contrário do que pode parecer, esse jogo não é um remake do original, mas muito dele irá ser visto aqui, os criadores o classificaram como uma reimaginação do original, ficando assim mais como um reboot que um remake. Fiz questão de ir dar uma conferida no original e realmente ficou uma verdadeira beleza, especialmente para os fãs do jogo original, vai ser maravilhoso rever certos cenários refeitos.

Há a jogabilidade clássica de um point and click de aventura aqui, então você vê o seu personagem, clica em objetos, pessoas ou lugares, e tem diversas opções dependendo do que clicar, como olhar, falar, interagir, e etc. Para quem gosta de jogos desse gênero, certamente irá se sentir em casa rapidamente, mas para quem não é fã, em geral a fórmula usada aqui é bem pura, sem uma variação realmente muito grande que o faça ser diferente de outros jogos do tipo, mas claro, isso não significa que o jogo é ruim, pois não é, esse é um jogo focado na trama e apresenta isso de uma maneira fantástica.

Para quem for jogar esse e não conhecer o original, realmente recomendo ao menos dar uma olhada em alguns vídeos, pois é lindo ver aqueles cenários do jogo original terem sido refeitos. Dessa vez os personagens são em 3D enquanto os cenários parecem belos ambientes pintados a mão, é algo semelhante a Broken Sword 5 - The Serpent's Curse. Existe toda uma beleza na movimentação, você clica nos objetos e vê o personagem o pegando e interagindo de verdade, e não simplesmente aquele "teletransporte" que vai direto ao ponto.

A trilha sonora está maravilhosa! Começando pelo menu, com uma música que ao mesmo tempo que consegue ser épica, existe um toque meio agressivo que me chamou a atenção, eu inclusive acabei enrolando um pouco no menu apenas para ouvir um pouco mais daquela maravilha, então a escolha foi realmente de muito bom gosto, quem se atrai por músicas épicas certamente vai gostar um bocado.

Enfim, Gabriel Knight: Sins of the Fathers é um reboot que não pode deixar de estar na lista de jogos dos fãs da franquia, mas que também acaba sendo um belo atrativo para fãs de jogos point and click em geral, e jogadores que gostam de tramas bem elaboradas. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

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domingo, 26 de outubro de 2014

The Witcher poderia ter saído nos anos 90!

É engraçado como certas coisas baseadas em algumas obras podem realmente fazer um grande sucesso ou um verdadeiro desastre. E no caso de The Witcher, com certeza o sucesso foi imenso, baseado na obra literária de Andrzej Sapkowski, porém uma coisa interessante que nem todo mundo sabe, é que aquele universo poderia ter entrado para o mundo dos jogos nos anos 90 e não apenas em 2007.

Porém o assunto só caiu na boca do povo em 2014 quando Adrian Chmielarz, fundador do estúdio People Can Fly, deu uma entrevista para a Eurogamer, e falou que em 1996 o seu estúdio Metropolis Software começaram a desenvolver um jogo de The Witcher. E pelo jeito foi relativamente fácil conseguir a autorização do escritor, isso ocorreu em uma convenção de ficção científica. Veja as declarações:

"Eu escrevi uma carta para ele e disse-lhe que queria fazer isso"

 "E ele concordou".

"Nosso objetivo era criar uma ação e aventura tridimensional, que, como dissemos, em seguida, (apesar de não querer usar uma expressão tão pretensioso) seria projetado para adultos. Eu entendo que, em 2014, pode parecer um pouco piegas ou ridículo, mas em 1997, há 17 anos, não era algo óbvio".

"Escolhas morais, decisões difíceis ou história um pouco mais obscura, tudo isso não era comum. Mas nós nos propusemos a meta, a razão é a qualidade tornou-se a principal fonte. Ele nos inspirou a criar algo especial".

Infelizmente o jogo não deu certo graças a indecisões que a TopWare(editora do jogo) que teve vários problemas técnicos, graças a isso em 2002 a CD Projekt Red adquiriu a licença do jogo, para então poder lançar o The Witcher que conhecemos. Uma coisa interessante é que o People Can Fly é responsável por Bullet Storm e Painkiller, será que a ação do The Witcher deles seria desenfreada?



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