sábado, 25 de junho de 2016

Tutorial: Como lucrar a longo prazo com a steam sales

Muitos de vocês certamente estão familiarizados sobre como funcionam as cartas steam. Caso não estejam, eu recomendo plenamente que deem uma olhada na matéria onde explico sobre. E com certeza se você está por dentro das cartas steam, certamente já pegou alguns jogos da lista grátis e ganhou uma grana vendendo cartas. No entanto existem maneiras mais inteligentes de se lucrar e é exatamente uma dessas estratégias que apresentarei pra vocês hoje!

A maioria das pessoas pega jogos grátis e ao coletar as cartas, vende imediatamente, nem pensa em fazer coisas do tipo insígnias, acha isso uma besteira sem fim, mas a coisa não é bem assim. Vocês devem saber que existe a possibilidade de aleatoriamente ganhar um booster (pacote com três cartas na steam) e isso é do nada, bastando fazer login semanalmente você já fica apto a isso.

Mas uma coisa muito maneira é que essa chance aumenta em 20% a cada dez níveis. Conseguir o nível 10 é fácil e você faz isso só fazendo coisas como resolver as tarefinhas da área de criação de insígnia. E assim você tem 20% de chances a mais, só que chegar ao nível 20 pra ter 40% de chances já é um pouquinho mais complicado pois você precisa fazer insígnias pra ganhar XP. O que significa gastar dinheiro...

Então muitos vão lá em qualquer momento e criam as insígnias, gastam a maior grana e pronto, porém essa postagem é sobre como amenizar ao extremo esse valor e ainda receber ele de volta graças à quantia de pacotes de cartas muito maior que você vai passar a receber pra sempre na sua conta da steam.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Como usar seu CPF pra te gerar uma graninha extra

Vez ou outra eu coloco aqui no blog algumas dicas de utilidade  pública aleatórias do tipo como cancelar mensagens publicitárias de operadores de celular para relaxar um pouco dessa pressão, 4 maneiras de fazer compras internacionais para quem acha que é só pra quem tem cartão de crédito e tem que ficar pagando mensalmente, ou algo mais a ver com a saúde, do tipo como desentupir o nariz com massagem chinesa radical. E hoje vou dar uma com o que realmente importa, O DINHEIRO! Ò__Ò

Não acontece em todos os estados do Brasil, mas em diversos existe algo que irrita muita gente quando vai comprar algo em loja, ainda mais quando a pessoa está com pressa. Você vai lá tranquilamente comprar uma gilete e só quer pagar e sair fora, mas a moça tem que virar pra você e falar "CPF pra nota?". E a sensação é "Desgraçadaaaa!!! Ela tinha que perguntar né? TINHA QUE PERGUNTAR! Não podia ficar calada na dela e me deixar ir embora! Ela pensa que eu lembro o meu CPF, dá pra acreditar em uma dessas?".

Isso sem contar com a sensação que as vezes bate de "Eita... E se eu não souber? Será que não posso terminar a compra mais? Vou ter que desistir?". Aquela vontade de jogar tudo pro alto e sair correndo da loja pra nunca mais voltar. É uma situação que lembra muito aquela de você só estar olhando algo em uma loja e vem um vendedor com um "POSSO AJUDAR? Ò__Ò! VOCÊ VAI COMPRAR NÉ? SE TÁ OLHANDO É PORQUE QUER DAR UMA PEGADINHA!".

Mas uma coisa muito legal e que nem todo mundo sabe é que você pode tirar proveito disso! Esse negócio de CPF pra nota não é pura frescura. Com ele você tem direito a sacar uma quantia anualmente de impostos pagos por aquela loja. Caso não queira sacar, o dinheiro também pode ser usado para desconto no IPTU e IPVA.

O negócio funciona da seguinte forma, você dá o seu CPF em uma compra e quando aquela loja for pagar impostos, uma quantia é dedicada a voltar aos consumidores. Não importa o valor que você comprou lá, o que importa é a quantidade de pessoas que deram o CPF lá e essa grana é dividida entre eles, naturalmente quanto mais CPF's, menos dinheiro pra cada na hora da divisão.

Você só pode sacar uma vez por ano e as notas ficam acumuladas por até dois anos esperando você sacar. Existe o período certo, normalmente no começo do ano é pra quem quer pagar IPTU e IPVA e no meio do ano pra quem quer sacar uma grana. Mas lembrem-se que precisa de cadastro na bagaceira, então se apressem.

Maneiro pra caramba né? Mas é algo que precisa de cadastro, não tem em todos os estados, você tem que procurar o do seu. Aqui em Brasília o nome é Nota Legal, pra achar o do seu estado procure no google por "CPF na Nota" e o nome do estado na frente. Não tenho certeza se funciona pra compras pela internet, se alguém souber diz aí. Alguns estados fazem também sorteios de milhares de reais e as notas servem como cupom.

Crimson Room Decade - A sequencia do clássico em flash

Acho que todo mundo lembra do primeiro jogo do gênero Escape the Room que jogou, especialmente pessoas de mais ou menos do meio da década de 2000 pra baixo, quando a internet era um lugar bem mais obscuro e sem sal, não era essa purpurina toda de hoje em dia cheia de memes, pessoas se comunicando e redes sociais estourando. A rede que tinha era o orkut e ainda tava dando seus primeiros passos já que só nasceu em 2004 e caiu na boca do povo em 2006.

Enquanto o youtube só saiu em 2005, somado isso às limitações das pessoas que não tinham smartphones e apesar de terem câmeras era muitíssimo frequente ver pessoas que não tinham (tipo eu), acabava fazendo tudo ser muito mais limitado, um lugar sem uma explosão de vídeos, informações, gente tirando selfie e novidades sem parar. Hoje você acha smartphones por menos de 200 reais então é quase impossível alguém que não tenha foto na internet porque não pode ter, quando acontece normalmente é porque a pessoa não quer ter.

Mas especialmente para quem já mexia bastante em computadores era possível achar algumas coisinhas underground bem viciantes. Quem procurava conseguia achar uns joguinhos super underground e estranhos bem no estilo de //N.P.P.D. RUSH// ou o mais do que empolgante cooperativo Crimsonland porém boa parte das pessoas não queria se arriscar a baixar executáveis e rodar no PC, e assim os jogos em flash pareciam uma opção bem mais atraente que teve um estouro nessa época.

Aliás, coisas em flash em geral foram um estouro. Apesar de hoje nós vermos uma frustração imensa porque a Adobe abandonou o flash e parece que só serve pra dar pau em navegador, naquela época ele pertencia à empresa que o inventou, a Macromedia, e coisas em flash significavam coisas que iriam impressionar as pessoas, vídeos e jogos. Era algo diferente na internet, algo que movimentava ela.

E assim surgiu Crimson Room, que no Brasil ficou muito conhecido na boca do povo como "Jogo da Sala Vermelha" ou "Red Room". Um jogo que se destacava demais por dar aquela movimentada na internet, desafiar os jogadores. As pessoas não estavam acostumadas a algo assim, que era estressante pra caramba mas batia aquela imensa vontade de ir além.

Os anos passaram e aquele joguinho ficou guardado na memória de quem jogou e sentiu aquela emoção. Ele foi lançado na época certa, pois após a explosão de entretenimento na internet as coisas mudaram bastante. Veio aquele problema do entretenimento nos sufocando e muita coisa indie acabou indo parar completamente no universo underground, ficando impossível se popularizar pra valer.

E dez anos após o lançamento do jogo original (a versão da steam só em 2016) veio uma surpresa na steam com Crimson Room Decade, que não é um remake, mas sim uma sequencia do jogo clássico. Dessa vez apresentando novamente a mesma sala, porém de uma forma diferente, colocando tudo em 3D e dando aquele calor nostálgico no coração.

Você assume o papel de Jean-Jacques Gordot, que desperta em uma sala vermelha e não tem ideia de como foi parar ali e muito menos como sair. Mas tem a sensação constante de que já esteve naquele lugar antes. A partir de diversas anotações você vai descobrindo mais e mais sobre o misterioso lugar com uma porta azul e uma janela tão embaçada que não dá pra ver o que tem lá fora.

Esse é um jogo de mistério muito atmosférico, há sempre aqueles sons de tensão e de que há algo de muito sinistro acontecendo ali. Para os jogadores que gostam de descobrir coisas ocultas, esse é um jogo que tem isso em todos os sentidos, tanto em relação à história quanto em relação ao próprio quarto que é cheio de coisas para todos os lados.

Para quem nunca jogou algo do tipo, aqui a coisa se passa completamente em um único ambiente e você tem que se virar com a coisa. Olhando cada brecha, conseguindo objetos novos e os combinando. Tentando ir mais além, isso sem contar que é preciso pensar bastante, existem algumas combinações que fazem sua mente suar.

Por falar nisso, esse é um jogo estressante, par alguns talvez até mesmo claustrofóbico, o quarto é bem pequeno e as coisas são tão minuciosamente posicionadas que você fica perplexo ao perceber que conseguiu mesmo deixar aquilo passar. É bem comum chegar a um ponto em que você pensa que é impossível e não tem mais lugar algum que você possa olhar, mas sempre tem.

Enfim, esse é um jogo bem bacana sem dúvidas e que tem naturalmente um charme próprio. Não digo que é pra todo mundo porque como falei é um jogo estressante, mas se você gosta de ser desafiado, sem dúvidas vai amar! E ele já vem em português! Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Cross of the Dutchman - Jogo medieval curto e divertido

Existem alguns jogos que apesar da simplicidade acabam sendo encantadores graças a sua essência. Esse é bem o caso de Cross of the Dutchman, um jogo que não é inovador mas que você nota facilmente todo o carinho aplicado nele, se passando na era medieval e com uma tempo de duração extremamente curto, mas que bate aquele sentimento de satisfação quando você termina. Se você é um apaixonado pela vida na idade média, certamente vai adorar!

Quando zerei eu não tinha ideia, mas esse jogo é baseado em um fato histórico. Apresenta a vida de Pier Gerlofs Donia, durante o século 16 e como ele era um simples fazendeiro que vivia com sua família. Mas devido aos terríveis ataques de saxões à comunidade local, não teve escolha a não ser liderar seu povo e partir para a luta.

Imaginem qual não foi a minha surpresa ao descobrir que o cara realmente existiu? Especialmente porque enquanto jogava foi impossível não pensar na história de outros brutamontes de bom coração, com uma espada gigantesca, de outras obras como o mais do que violento A Sombra do Abutre, ou até mesmo o brasileiríssimo A Fúria do Cão Negro. Então me ficou aquela dúvida se Pier não inspirou também outros personagens tão parecidos.

A jogabilidade é de um Action RPG bem simples, você anda por aí e ao clicar em cima dos inimigos o personagem ataca. Também deve coletar moedas quebrando barris e abrindo baús ou de alguns inimigos derrotados. Além de que é possível falar com personagens para pegar missões e assim sair vagando.

No jogo é tudo muito compacto, a ação ocorre inteiramente em uma vila que é dividida em alguns mapas, não tenho certeza ao certo do número mas acho que são quatro. As coisas vão acontecendo em lugares variados e assim é preciso resolver os problemas do lugar, ir e voltar diversas vezes. E eventos vão acontecendo, lugares antes bloqueados vão sendo liberados. Graças à guerra o ambiente também muda levemente, como estruturas que desabam devido ao fogo ou batalhas.

Assim como o ambiente compacto, também existe um leve sistema de evolução do personagem, em que você pode comprar golpes especiais ou evolução do atributo energia (usada para fazer ataques especiais) e vida. Isso te incentiva a explorar o cenário atrás de mais moedas para poder comprar as habilidades.

Vez ou outra você nota algumas variações na jogabilidade que acabam dando um charme especial à coisa, como por exemplo as missões em Stealth, onde você deve andar com cautela pela noite enquanto guardas andam com lamparina e assim passar por trás, saber esperar o momento certo e também sentir aquela tensão de quase ser pego.

Esse é um jogo com muito bom humor e você vê certos momentos hilários como quando vai resgatar uma mulher e fala "Shhh, vim te resgatar, fale baixo para sairmos daqui." e em resposta a mulher diz "VEIO ME RESGATAR? IIIIIHUUULLL!!!" atraindo um monte de guardas pra descerem o cacete em você.

O visual é uma fofura, com um design meio cartunizado que agrada bastante e é notável que tudo foi feito com muito carinho, apesar de que em certos momentos o jogo pode ficar lento com a quantidade de inimigos na tela. Outra coisa espetacular e marcante é a trilha sonora medieval, você anda pelas ruas da vila e sente um climinha tão intenso com aqueles comerciantes, fazendeiros e tudo mais. É uma sensação gostosa que acho que não sinto desde a trilha sonora do maravilhoso Stronghold.

Infelizmente o jogo não é só alegria e tem alguns problemas irritantes, a tradução para português por exemplo no começo me fez pensar que tinha sido feita pelo google tradutor. Mas devido às piadinhas bem adaptadas acho que foi mesmo uma pessoa. Mas não teve revisão infelizmente, parece que o tradutor fez às pressas ou muito desatento. Por exemplo tem um momento que pier ajuda um cara e vendo a gratidão do homem, diz "Não foi um ato egoísta. Eu preciso de alguém com suas habilidades". Mas não tem sentido algum isso... Então imagino que o correto seria "Não foi um ato altruísta" e o tradutor escreveu sem pensar.

Outra coisa mais do que irritante são os controles, infelizmente quando você clica em um lugar, se estiver fora do alcance do personagem, ele faz coisas do tipo bater em uma cerca e continuar andando naquela direção. Você também esbarra em outros personagens e os arrasta e o combate com múltiplos inimigos as vezes irrita porque você sente facilmente a imprecisão da coisa.

Enfim, se você gosta de jogos medievais que apresentam uma jogabilidade bem pura mas divertida como o clássico Dink Smallwood, provavelmente vai adorar. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui.

Escape the Room - De jogo em flash para o mundo real

Quem é que nunca jogou um jogo do gênero Escape the room? Ou em bom português "Escape da sala". Esse é aquele tipo de jogo que está impregnado na própria cultura pop, as pessoas que procuram por diversão na internet um dia acabaram topando com um desses, sendo ou não gamers. É o tipo de coisa que vicia por desafiar a pessoa e ela saber da possibilidade de conseguir vencer, além de em boa parte dos casos serem jogos grátis.

Muita gente não sabe que esse estilo de jogo tem um nome, por isso decidi criar essa matéria, os jogos Escape the Room colocam o jogador em um ambiente fechado e o desafiam a tentar sair dele descobrindo todos os mistérios ocultos do lugar. Um dos grandes charmes da coisa é o fato de ser um ambiente pequeno e limitado, dando ao jogador a constantemente a falsa impressão de que já olhou em todos os lugares.

Essa sensação de ter feito tudo possível também é capaz de gerar uma imensa irritação, mas é um tipo de jogo que exercita a mente, então se você é do tipo que gosta de fazer coisas do tipo 101 jogos de Ginástica Mental, para tentar melhorar sua concentração e atenção, saiba que esse gênero definitivamente é capaz de fazer o trabalho e força o jogador e ter que ir além.

Para verem como a mecânica não é fechada aos point and click, o primeiro jogo desse estilo era uma aventura baseada em texto de 1988, chamada Behind Closed Doors. Apesar de tudo a história do gênero Escape the Room é igual ao gênero cyberpunk, que o termo não nasceu na obra que popularizou e colocou alma na coisa.

Então no caso a versão que inventou o nome desse estilo de jogo foi MOTAS (Mystery Of Time And Space), que foi feito em flash por Jan Albartus e publicado na internet. Mas o que popularizou a coisa mesmo foi o jogo japonês Crimson Room, criado por Toshimitsu Takagi e que foi um verdadeiro estouro quanto a esse estilo.

Uma coisa fantástica demais é que esse tipo de jogo se tornou um entretenimento no mundo real, ficou conhecido como Escape Room e em vários lugares do mundo, inclusive no Brasil, você acha lugares onde pode ir com os amigos e são presos, tendo uma hora para conseguirem resolver todos os enigmas da sala e sair. Uma coisa legal é que muitas dessas salas são temáticas, por exemplo em São Paulo saiu uma baseada na obra de Lovecraft.

Enfim, é claro que antes desse estilo já existiam obras em que você precisava juntar peças para passar por um lugar, como é o clássico Gold Rush, mas a diferença é que Escape the Room costuma ter naturalmente um clima de jogo inteligente, daqueles que chega a um ponto que você não acredita como foi bem bolada a forma de esconder determinados detalhes. E você, já ficou viciado em algum jogo do gênero?

quarta-feira, 22 de junho de 2016

O "Morre Diabo" virou curta metragem psicológico

Existem muitos casos de personalidades importantes (positivas ou não) que acabam ganhando uma adaptação cinematográfica da coisa. Por exemplo temos Bill Gates e Steve Jobs que foram apresentados no filme Piratas do Vale do Silício, ou por exemplo o Pablo Escobar que se tornou uma série da Netflix com Wagner Moura, a estilosa Narcos. Mas tem vezes que as coisas são um pouco diferentes...

Em 2010 eu fiz uma publicação aqui no blog sobre Emílio Eduardo da Rocha Devesa, que até então era habitante da cidade de Cerro Azul, no Paraná e quando a rede bandeirantes local foi entrevistar o cara na delegacia, para o programa Boa Tarde Paraná. O negócio é que ele assassinou a mãe, mas ficou famoso pela reação engraçada, ficando assim conhecido por vários nomes como Mata a mãe e Xinga a Imprensa, ou Morre Diabo! Se você não viu a bagaceira, dê uma conferida aqui.

A família afirmou que ele tinha problemas mentais e era viciado em crack há dez anos. No depoimento explicou que matou a mãe porque ela usou os cartões de crédito dele e também vendeu um apartamento sem autorização. No depoimento foi super insensível e disse que o corpo parecia até feito de aço porque a lâmina acabou entortando enquanto ele metia as facadas.

O negócio caiu na boca do povo não pela tragédia, mas pela bizarrice de toda a coisa, afinal de contas matar a própria mãe na base da facada e depois ainda ter aquela atitude com a imprensa foi algo para rir um bocado. E em 2016 a coisa ganhou um rumo mais estiloso, com um curta metragem psicológico que apresenta a visão distorcida de um psicopata.

Caramba, a fotografia ficou incrível, não acham? A forma que a coisa foi conduzida em geral ficou muito maneira. E se você quiser compreender mais da mente distorcida de um psicopata, pode dar uma conferida aqui.

Rivals of Aether - Pra amantes de SSB e visual pixelizado

Quando a Nintendo criou Super Smash Bros, ela introduziu um subgênero para os jogos de luta, algo diferente e extremamente divertido, atraindo pessoas que antes não tinham a mínima vontade de jogar algo nesse estilo. E naturalmente quando se cria um gênero não é algo que se fica parado, com o passar do tempo vieram obras parecidas como o agitado Brawlhalla, o bagunçadíssimo Overruled ou até mesmo o jogo da SONY PlayStation All Stars Battle Royale. E hoje vou falar sobre mais um jogo desse gênero.

A história se passa no planeta Aether, onde quatro civilizações estão em guerra. Esses povos são animais de raças variadas e cada um está ligado diretamente a um dos quatro elementos. Isso faz com que conflitos constantes surjam e sempre tenha a presença de magia elemental sendo usada em diversos lugares do reino.

Esse é um daqueles jogos com poucos personagens, assim como o próprio Super Smash Bros de Nintendo 64 foi. Por outro lado é um jogo bastante dedicado na questão de otimização da coisa. Sendo assim mesmo ele tendo entrado na steam com acesso antecipado, não demorou muito para se destacar com todo o seu charme e mecânica bastante sólida.

Então aqui você vê um jogo que cada personagem tem habilidades próprias e você realmente tem que treinar como jogar com ele para aplicar as técnicas de uma maneira correta. Não é o tipo em que todos os personagens fazem a mesma coisa e só muda o efeito que aparece na tela. Você certamente não vai jogar bem com um lutador logo de primeira.

O fato dos personagens serem animais também é algo que provoca uma certa variação na coisa, pois os desenvolvedores colocaram o estilo de luta baseado nisso. Então os oito lutadores são bem personalizados, por exemplo o pássaro Wrastor é capaz de voar, o golfinho Orcane  é capaz de deixar uma poça de água no chão e usar como ponto de teletransporte. E assim vai...

Tem também os efeitos elementais, cada personagem controla fogo, terra, ar ou água e causa efeitos bem variados. As lutas também se passam em cenários interativos bem interessantes, alguns tem partes que vão sendo destruídas aos poucos até desmoronarem, podendo levar jogadores junto, outras tem elementos como fogo subindo e descendo e assim vai.

O visual pixelizado é simplesmente charmoso demais, daqueles jogos que você fica encantado com cada detalhe, a coisa foi bem trabalhada tanto no personagem quanto nos efeitos e fundo dos ambientes. Isso também acaba naturalmente dando um certo charme bem peculiar à coisa e com certeza um atrativo para quem gosta desse tipo de visual.

Enfim, Rivals of Aether é um jogo que você pode jogar sozinho, chamar os amigos para um combate à moda antiga de até quatro jogadores no mesmo PC usando controles(tem suporte perfeito ao controle de Xbox 360) ou se não tiver amigos é possível jogar online. Para quem gosta de jogos com esse estilo de combate esse com certeza pode gerar muita diversão. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A, pois lá eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2016

As diferenças entre a HQ e Série de Outcast T01E03

Esse é um especial onde comparo as diferenças da Revista em Quadrinhos Outcast com os acontecimentos apresentados na Série de TV Outcast. Se você estiver procurando por um episódio em específico, pode dar uma conferida na lista de episódios da primeira temporada. Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa!

Esse episódio tem início em uma cena que não é mostrada na HQ, mas que se encaixa perfeitamente. É a cena do jogo de boliche. Nos quadrinhos apenas se é dito que Terry e seu amigo eram inseparáveis, se conheciam a anos e tudo mais. Mas aqui é mostrado parte da coisa acontecendo, os dois se divertindo, além do comentário sobre se conhecerem desde os 7 anos.

A cena seguinte é a da casa e essa sim é como as coisas acontecem mais ou menos nos quadrinhos, com o casal cuidando de Blake e então Terry tendo que sair e deixando sua mulher com o amigo. Mas na HQ a coisa é direto ao ponto, assim que Terry sai, Blake já beija a mulher dele, arranca a língua fora com os dentes e faz só a bagaceira, mas na HQ é mostrado em pequenos quadrinhos o que aconteceu e o nome de Terry é Luke Masters.

Vemos então a parte da dupla de protagonistas na estrada, e a foto do filho do reverendo voando. Nos quadrinhos essa cena não existe. Mas foi colocada no seriado para dar um pouco mais de ênfase nesse aspecto da história pois o reverendo constantemente liga para seu filho, que nunca atende e por algum motivo não quer falar com ele.

A coisa então já pula direto para o presídio, mas nos quadrinhos é diferente. Luke Masters vai direto à casa de Kyle e diz que o encontrou porque se mantém informado de casos bizarros há anos e ficou sabendo do lance com o garotinho, por isso tinha que tentar. Só depois disso é que a dupla decide ir ao lugar para analisar o caso.

Nas cenas do interrogatório a coisa se passa em uma sala daquelas com espelho na HQ e não em um porão. Outra coisa é que Kyle não tem aquela conversinha de negócios com Terry e nem sai da sala, mas sim são expulsos do lugar quando os policiais veem a bagaceira que foi a treta e o estado em que o detento ficou.

A parte do Donnie também é diferente, Megan não o encontra de primeira assim. Quem o acha primeiro é Kyle, depois Mark (O marido da Megan) e só então é que é a vez de Megan o encontrar. Mas nesse episódio também não é mostrado nada sobre quem ele é, então pareceu ser só para provocar curiosidade mesmo, nada de muito a fundo. E mesmo assim quando ela o encontra a primeira vez não tem nada disso no hotel e tal, é no meio da rua mesmo.

A cena de finalização com a morte de Norville também não é assim, ao invés disso Kyle vai a casa dele para pedir o carro emprestado, um senhor abre a porta e fala que Norville faleceu. Basicamente essas são as mudanças. Caso se interesse em conferir direto na fonte, você pode achar os quadrinhos de Outcast a venda aqui.