Monarch: Titan Crisis é um fangame inspirado no universo de Godzilla e na organização Monarch, colocando o jogador em uma situação em que enfrentar um Titã está muito longe de ser uma tarefa simples. O projeto de Stefano Cagnani V3 aposta em uma experiência curta de ação, sobrevivência e terror.
A história coloca o jogador no controle de um agente da Monarch durante uma crise causada por criaturas gigantes. A equipe possui recursos limitados para lidar com os Kaiju, então a principal esperança está em um equipamento capaz de chamar Godzilla para o local e fazer com que ele enfrente as ameaças. O problema é que o agente sofre um acidente de helicóptero antes de conseguir ativar o dispositivo. Preso em uma cidade destruída, ele precisa encontrar uma maneira de sobreviver enquanto procura o equipamento que pode mudar completamente a situação.
A cidade em ruínas não é apenas um cenário destruído. Entre os destroços está Mother Longlegs, uma aranha gigantesca que transforma a exploração em uma experiência de perseguição. Sem poder de fogo suficiente para simplesmente resolver tudo na base dos tiros, o jogador precisa tomar cuidado para não ser encontrado. Essa proposta faz com que Monarch: Titan Crisis tenha uma pegada mais próxima do survival horror do que de um jogo tradicional de combate contra monstros gigantes. A ideia de colocar uma pessoa comum diante de um Kaiju enorme ajuda a criar aquela sensação de que o jogador está completamente fora de sua escala.
A exploração também é importante para encontrar sobreviventes e descobrir uma forma de escapar daquele lugar. Enquanto isso, manter distância da criatura e agir com discrição pode ser muito mais útil do que tentar enfrentá-la diretamente. O conceito fica ainda mais interessante quando Godzilla entra na equação. Em vez de entregar ao jogador uma arma poderosa para derrotar os monstros, o jogo transforma o próprio Rei dos Monstros em uma espécie de último recurso. Quando ele aparece, a situação muda completamente de escala.
Monarch: Titan Crisis foi criado para uma game jam em apenas três dias, algo que ajuda a explicar seu tamanho e suas limitações. Mesmo com uma produção pequena, a ideia mostra como projetos independentes conseguem brincar com conceitos que dificilmente seriam explorados da mesma maneira em um jogo grande. Um fangame de Godzilla focado em sobreviver aos monstros e, no fim, tentar convocar o próprio Godzilla é uma proposta bem diferente.
Além da parte de sobrevivência, o projeto também permite controlar Godzilla depois de sua chegada, com ataques como o sopro atômico, golpes físicos e ataque com a cauda. É uma mudança interessante depois de passar boa parte da experiência tentando apenas sobreviver à aranhazona do mal.
A história coloca o jogador no controle de um agente da Monarch durante uma crise causada por criaturas gigantes. A equipe possui recursos limitados para lidar com os Kaiju, então a principal esperança está em um equipamento capaz de chamar Godzilla para o local e fazer com que ele enfrente as ameaças. O problema é que o agente sofre um acidente de helicóptero antes de conseguir ativar o dispositivo. Preso em uma cidade destruída, ele precisa encontrar uma maneira de sobreviver enquanto procura o equipamento que pode mudar completamente a situação.
A cidade em ruínas não é apenas um cenário destruído. Entre os destroços está Mother Longlegs, uma aranha gigantesca que transforma a exploração em uma experiência de perseguição. Sem poder de fogo suficiente para simplesmente resolver tudo na base dos tiros, o jogador precisa tomar cuidado para não ser encontrado. Essa proposta faz com que Monarch: Titan Crisis tenha uma pegada mais próxima do survival horror do que de um jogo tradicional de combate contra monstros gigantes. A ideia de colocar uma pessoa comum diante de um Kaiju enorme ajuda a criar aquela sensação de que o jogador está completamente fora de sua escala.
A exploração também é importante para encontrar sobreviventes e descobrir uma forma de escapar daquele lugar. Enquanto isso, manter distância da criatura e agir com discrição pode ser muito mais útil do que tentar enfrentá-la diretamente. O conceito fica ainda mais interessante quando Godzilla entra na equação. Em vez de entregar ao jogador uma arma poderosa para derrotar os monstros, o jogo transforma o próprio Rei dos Monstros em uma espécie de último recurso. Quando ele aparece, a situação muda completamente de escala.
Monarch: Titan Crisis foi criado para uma game jam em apenas três dias, algo que ajuda a explicar seu tamanho e suas limitações. Mesmo com uma produção pequena, a ideia mostra como projetos independentes conseguem brincar com conceitos que dificilmente seriam explorados da mesma maneira em um jogo grande. Um fangame de Godzilla focado em sobreviver aos monstros e, no fim, tentar convocar o próprio Godzilla é uma proposta bem diferente.
Além da parte de sobrevivência, o projeto também permite controlar Godzilla depois de sua chegada, com ataques como o sopro atômico, golpes físicos e ataque com a cauda. É uma mudança interessante depois de passar boa parte da experiência tentando apenas sobreviver à aranhazona do mal.
Monarch: Titan Crisis funciona, portanto, como uma experiência curta para quem gosta de Godzilla, MonsterVerse, Kaiju e jogos de terror com monstros gigantes. Não tenta competir com uma produção AAA, mas consegue aproveitar bem sua proposta para transformar uma ideia simples em um fangame curioso e diferente.
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