Anteriormente, a Polygon já tinha conseguido a informação de que o preço do Game Pass se manteria em quem deixava na renovação automática. Agora a Microsoft oficializou que vai manter preço do Xbox Game Pass Ultimate
para assinantes existentes, mas só em alguns países europeus e outras áreas selecionadas, como Alemanha,
Irlanda, Coreia do Sul, Polônia e Índia. Essa medida contrasta com a
implementação imediata do reajuste em outras regiões, como o Brasil,
onde o valor do serviço dobrou e ainda não tivemos confirmação oficial.
De acordo com e-mails enviados pela Microsoft a assinantes nessas regiões, o aumento de preço, que eleva o Xbox Game Pass Ultimate para €26.99 mensais (ante €17.99), só afetará novas compras. Assinantes atuais com renovação automática ativa continuarão pagando o valor antigo por enquanto. A empresa se comprometeu a notificar esses usuários com pelo menos 60 dias de antecedência antes de qualquer mudança futura.
Kari Perez, chefe de comunicações do Xbox, confirmou ao The Verge que a decisão está "em linha com os requisitos locais", sugerindo que regulamentações de proteção ao consumidor na Europa podem ter influenciado a política de adiamento. Essa abordagem visa mitigar o impacto para a base de usuários já estabelecida nesses mercados, enquanto novos assinantes e aqueles que reativarem suas assinaturas após um cancelamento, já serão cobrados com o novo valor.
Kari Perez, chefe de comunicações do Xbox, confirmou ao The Verge que a decisão está "em linha com os requisitos locais", sugerindo que regulamentações de proteção ao consumidor na Europa podem ter influenciado a política de adiamento. Essa abordagem visa mitigar o impacto para a base de usuários já estabelecida nesses mercados, enquanto novos assinantes e aqueles que reativarem suas assinaturas após um cancelamento, já serão cobrados com o novo valor.
Call of Duty ficará fora do Game Pass Premium por tempo indeterminado após o lançamento
A Microsoft anunciou uma reestruturação significativa em seu serviço de
assinatura, o Xbox Game Pass, introduzindo novos níveis e políticas de
acesso a jogos. O antigo plano Standard agora é conhecido como Xbox Game
Pass Premium, e uma de suas principais novidades é a inclusão de
lançamentos da Xbox em até um ano após suas estreias. No entanto, a
franquia Call of Duty foi notavelmente excluída dessa janela de
lançamento.
De acordo com informações divulgadas por veículos como Video Games Chronicle (VGC) e GameSpot, o plano Premium oferecerá aos assinantes acesso a uma vasta biblioteca de mais de 200 jogos, além de benefícios como cloud gaming ilimitado, vantagens exclusivas dentro dos jogos e multiplayer online para console. Títulos aguardados como High on Life 2, Keeper, Ninja Gaiden 4 e The Outer Worlds 2 estão confirmados para chegar ao Premium dentro do período de um ano após o lançamento.
A grande ressalva, que gerou bastante discussão, é a política para os jogos de Call of Duty. Enquanto o plano Ultimate continuará a oferecer acesso a esses títulos no dia do lançamento, os assinantes do Premium terão que esperar um período indefinido, provavelmente mais longo que um ano, para que a franquia seja adicionada ao seu catálogo. Essa decisão sugere uma estratégia da Microsoft para incentivar a adesão ao nível mais caro do serviço para os fãs da popular série de tiro.
Diversos gamers expressam desapontamento com a exclusão de Call of Duty do benefício de um ano, vendo isso como uma forma de forçar a atualização para o plano Ultimate, que teve um aumento de preço para R$119,99 mensais. Há quem argumente que a promessa de acesso a jogos em até um ano perde parte do seu valor sem a inclusão de uma das maiores franquias da indústria. Outros, porém, entendem a estratégia comercial por trás da decisão, reconhecendo o peso de Call of Duty no mercado e a necessidade de diferenciar os níveis de assinatura.
A grande ressalva, que gerou bastante discussão, é a política para os jogos de Call of Duty. Enquanto o plano Ultimate continuará a oferecer acesso a esses títulos no dia do lançamento, os assinantes do Premium terão que esperar um período indefinido, provavelmente mais longo que um ano, para que a franquia seja adicionada ao seu catálogo. Essa decisão sugere uma estratégia da Microsoft para incentivar a adesão ao nível mais caro do serviço para os fãs da popular série de tiro.
Diversos gamers expressam desapontamento com a exclusão de Call of Duty do benefício de um ano, vendo isso como uma forma de forçar a atualização para o plano Ultimate, que teve um aumento de preço para R$119,99 mensais. Há quem argumente que a promessa de acesso a jogos em até um ano perde parte do seu valor sem a inclusão de uma das maiores franquias da indústria. Outros, porém, entendem a estratégia comercial por trás da decisão, reconhecendo o peso de Call of Duty no mercado e a necessidade de diferenciar os níveis de assinatura.
Xbox Game Pass canibaliza vendas de games Triplo A, segundo pesquisa da Newzoo
O Xbox Game Pass é inegavelmente um dos maiores sucessos da Microsoft, oferecendo uma biblioteca vasta de jogos por uma assinatura mensal. Mas será que esse modelo de negócio, tão amado pelos jogadores, está, na verdade, prejudicando as vendas de jogos AAA da própria Microsoft? Uma pesquisa feita pela Newzoo, empresa líder em análise de mercado de games, sugere que sim.
Emmanuel Rosier, diretor de inteligência de mercado da Newzoo, revelou que, apesar dos esforços da Microsoft em expandir o Game Pass e adquirir estúdios de peso, o comportamento dos assinantes não difere significativamente dos jogadores de PlayStation em termos de engajamento. "Tivemos dificuldade em encontrar um comportamento significativamente diferente em comparação com os jogadores do PlayStation", disse Rosier. "Então, ficamos um pouco surpresos por não haver um ‘efeito Game Pass’ visível no comportamento dos jogadores." Isso levanta a questão: se os jogadores do Game Pass não estão jogando mais ou de forma diferente, qual é o impacto real do serviço?
A pesquisa aponta que, embora os assinantes do Game Pass experimentem muitos jogos, eles tendem a jogá-los por pouco tempo. Isso pode reduzir o engajamento com títulos de alto orçamento e, consequentemente, diminuir as vendas tradicionais. Um exemplo notável foi o lançamento de Call of Duty: Black Ops 6, que, segundo a Newzoo, vendeu menos cópias na plataforma Xbox em comparação com anos anteriores, justamente por estar disponível no Game Pass desde o lançamento.
Emmanuel Rosier, diretor de inteligência de mercado da Newzoo, revelou que, apesar dos esforços da Microsoft em expandir o Game Pass e adquirir estúdios de peso, o comportamento dos assinantes não difere significativamente dos jogadores de PlayStation em termos de engajamento. "Tivemos dificuldade em encontrar um comportamento significativamente diferente em comparação com os jogadores do PlayStation", disse Rosier. "Então, ficamos um pouco surpresos por não haver um ‘efeito Game Pass’ visível no comportamento dos jogadores." Isso levanta a questão: se os jogadores do Game Pass não estão jogando mais ou de forma diferente, qual é o impacto real do serviço?
A pesquisa aponta que, embora os assinantes do Game Pass experimentem muitos jogos, eles tendem a jogá-los por pouco tempo. Isso pode reduzir o engajamento com títulos de alto orçamento e, consequentemente, diminuir as vendas tradicionais. Um exemplo notável foi o lançamento de Call of Duty: Black Ops 6, que, segundo a Newzoo, vendeu menos cópias na plataforma Xbox em comparação com anos anteriores, justamente por estar disponível no Game Pass desde o lançamento.
Alguns defendem que o Game Pass é uma evolução natural do mercado, similar ao que aconteceu com a música e o cinema, e que a conveniência e o acesso a tantos títulos superam qualquer preocupação com a "canibalização". Outros, no entanto, temem que esse modelo desvalorize os jogos e prejudique os desenvolvedores, especialmente os menores, que dependem das vendas unitárias para sobreviver. Há quem diga que é o futuro, e há quem diga que é o fim dos tempos para o modelo tradicional de compra de jogos. No fim das contas, a verdade deve estar em algum lugar no meio, né?
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