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Redfall | Cace vampiros em um mundo aberto cooperativo

Nem sempre eu posto aqui no Blog Nerd Maldito os jogos que eu caí de amores de primeira. E Redfall com certeza é um desses. No entanto, pelo jeito eu fui completamente contra a maré. Enquanto o povo exaltava o jogo durante o anúncio, eu me perguntava o que viram demais em um jogo com um visual desses (eu achei genérico). Por outro lado, durante o lançamento tivemos notas cabulosamente ruins e pensei "Ferrou", mas ao jogar, realmente foi uma surpresa muito agradável.

Quando esse jogo da  Arkane Austin foi anunciado, eu vi o povo vibrar, quando foi adiado, vi as pessoas ficarem iradas. E a minha reação foi de não entender nada, afinal de contas o jogo simplesmente não me pareceu nada interessante. Pareceu um free to play genérico absurdamente colorido onde o mundo acabou, mas os personagens são super descolados e COOL, caçando e matando vampiros de forma divertida. Então eu nem me esforcei pra entender o motivo do povo estar vibrando por algo assim.
Mas muito bem, quando foi lançado, a desenvolvedora me enviou uma key da versão completa e lógico que eu não ia jogar R$ 354,00 no lixo, né? Fui testar rapidinho! E foi uma surpresa! Lembra do meu artigo sobre como a expectativa consegue matar a diversão? Nele falo que tem coisas que queremos TANTO, que mesmo sendo boas, as pessoas esperavam tão mais que ficam dramáticas quando veem que não foi além e aí dizem que é o pior lixo do mundo. E acho que aqui isso aconteceu comigo só que o contrário, pois eu não esperava nada!

Mas assim que dei PLAY, já foi uma surpresa, começando pela história, que é claramente um clone safado do livro de Eu Sou a Lenda, onde os monstros são vampiros e não zumbis, e também usa elementos do filme, apresentando o desenvolvimento da cura do câncer. Então o que temos aqui é o desenvolvimento de um soro que vai curar tudo, mas ao invés disso, transforma pessoas em vampiros. Esses monstros tomam conta da cidade de Redfall e usam seus poderes para bloquear o sol, o mar e isolar a cidade do resto do mundo.
Como diferencial na trama, temos os cultistas humanos, que passam a adorar os vampiros como deuses ou simplesmente temer demais para desafiá-los. E assim, passam a fazer sacrifícios humanos, pedindo que as pessoas entreguem alguém para oferecer aos seus novos mestres. Por outro lado, surge um grupo de sobreviventes que se organiza para se proteger e também caçar vampiros, tentando reassumir o controle dos bairros.
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A introdução do jogo me deixou empolgado, pois tem uma narrativa super sombria, muito diferente do que eu tinha visto até então. Foi até meio estranho de se ver, e a forma que a missão inicial de tutorial é conduzida também ficou maravilhosa, com uma atmosfera tensa que eu não imaginei que teria, e que infelizmente não é como o jogo segue, mas que mostra o potencial que tinha pra ser algo nesse estilo.
Então a outra surpresa que veio foi o fato de que o jogo é em mundo aberto. Não é algo gigantesco, mas eu pensei que ia ser um Left 4 Dead 2 com vampiros, ou seja, que fosse só umas fases onde os personagens saíssem atirando sem parar até chegar no final e talvez enfrentassem um chefe, mas algo livre assim foi uma agradável surpresa.

No jogo você tem quatro personagens com seus próprios poderes e árvores de habilidades. Então você escolhe o que acha que vai ser melhor e o desenvolve na medida em que vai ganhando pontos. Usando essas habilidades em conjunto, você pode preparar ataques estratégicos com um apoiando o outro. As armas também têm sistema de nível e de raridade no estilo de jogos do gênero Action RPG. Dá pra jogar tanto sozinho quanto em modo coop, que é o foco do jogo.
A cidade é dividida em bairros que são controlados por vampiros. Você precisa fazer uma série de missões naquela área até matar o chefe e tomar o controle do lugar. A base principal é o corpo de bombeiros, onde tem vários sobreviventes, mas ao longo da cidade você pode ir liberando alguns refúgios para renascer se morrer.

Então eu não sei se as pessoas tiveram um delírio coletivo ou o que foi... Porque ao meu ver, o jogo sempre foi genérico, mas vi que tinha gente exigindo gráficos, história profunda (Sério?) e mais. Porém as apresentações sempre me pareceram tão genéricas nos trailers, que só pode ter sido um delírio esperar mais. No meu caso, eu não esperava nada e foi uma surpresa. Me diverti bastante e foi um passatempo legal.
O que eu acho é que esse é um jogo que é só isso e sempre foi apresentado como só isso, algo divertidinho pra você entrar ali, passar um tempinho, fazer umas missões e sair. Quero dizer, olha a capa desse jogo meu povo? Olha essas screenshots... Parece que vai ser algo super profundo? Eu acho que o jogo fez foi entregar mais, inclusive me surpreendi com o fato do jogo ter dublagem em português, já que a distribuidora é a Bethesda e ela nunca se esforçou pra por nem legendas em The Elder Scrolls Online. Fora obviamente o performance, que essa sim é uma crítica que acho extremamente válida! O jogo foi lançado pesado ao absurdo.

Mas também é preciso ver que o jogo é de uma divisão da Arkane Studios, que fez o idolatrado Dishonored, e o mais recente Deathloop, também tendo participação do não muito amado Wolfenstein: Youngblood. E talvez por isso, o povo esperava tão mais e não conseguia ver o que estava diante de seus olhos. No meu caso, o único jogo que joguei deles foi o absurdamente maravilhoso PREY, que amei muito, mas nunca fui atrás de outras coisas.
Agora se eu pudesse mudar algo, eu retiraria esse colorido todo. Acho que o jogo do jeito que é, tinha potencial pra apresentar uma atmosfera realmente marcante como a do Hunt: Showdown, com aquela ambientação tão densa que você se sente extremamente imerso ao vagar por qualquer parte do mapa. Embora o jogo seja um monte de cópia, com nada inovador, acho que daria pra ser mais marcante.

Não dá pra negar que é algo que quis ser Far Cry, com o defeito de que copiaram também seus defeitos e fizeram a coisa em uma escala muito menor. O que quero dizer é, Dying Light 2 Stay Human quis virar Far Cry, mas manteve um mundo gigante. Aqui temos uma pequena cidade em um mapinha rápido de atravessar e até a reverenda é  EXTREMAMENTE COOOOOL. Tudo tem que ser descolado, igual Far Cry, que não importa o inferno que seja, todo mundo é estiloso e fashion.
E o pior é que essa pequena cidade podia ser fenomenal, porque eu senti algo atmosférico. De certa forma me lembrou American Horror Story Red Tide, com aquela cidade costeira que caiu tão bem, e ao mesmo tempo também o filme 30 Dias de Noite, que também é em uma pequena cidade isolada que é atacada por vampiros. Sem contar a própria ideia de apocalipse com vampiros, que não é tão explorada, apesar de ter alguns filmes como Stake Land e o diferenciado Daybreakers.
 
Enfim, esse é um jogo que tá longe de ser perfeito, mas ao bater os olhos nessa capa genérica, eu acho que ele oferece algo bem adequado a ela e me divertiu bastante. Pra quem gosta de jogar no Ultra com performance perfeita, vai ODIAR, e pra galera que delirou esperando algo muito mai do que a capa indica, sinto dizer, mas não é um jogo profundo e inovador, então vão odiar.
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O encanto das pessoas por jogos multiplayer

Os jogos multiplayer online têm ganhado cada vez mais popularidade nos últimos anos. Não é difícil entender o porquê. A possibilidade de jogar com jogadores do mundo todo, criar amizades, competir ou cooperar em equipe em jogos de estratégia, ação, RPG, FPS, MOBA e MMO oferecem uma experiência divertida, desafiadora e social.

Um dos maiores atrativos dos jogos multiplayer é a interatividade e conexão que eles proporcionam. Ao se juntar a uma comunidade de jogadores, é possível criar laços de amizade com pessoas de diferentes partes do mundo, sejam elas de culturas, línguas ou experiências diferentes. Jogar em equipe exige cooperação e habilidade, e muitas vezes isso pode resultar em amizades duradouras.

Outro grande atrativo dos jogos multiplayer é a competição. A possibilidade de subir no ranking, ganhar premiações, troféus e até mesmo participar de campeonatos de eSports é um incentivo para muitos jogadores. A vitória é uma sensação de realização, enquanto a derrota é vista como um desafio para melhorar e alcançar o topo.

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