Dino Crisis 2: Remake é um projeto de fã que chama atenção pelo tamanho da proposta. Criado por Stefano Cagnani V3 para PC, o jogo recria o clássico Dino Crisis 2 em uma experiência feita na Unreal Engine, levando a aventura para uma perspectiva em terceira pessoa com câmera sobre o ombro e várias mecânicas próprias. A página oficial disponibiliza o jogo gratuitamente para Windows.
O mais impressionante é que o projeto não se limita a uma pequena demonstração ou a uma única área refeita. A proposta apresenta uma aventura completa, com Regina e Dylan passando por diferentes situações e ambientes. Para quem conhece Dino Crisis 2, é justamente essa variedade que faz o remake chamar tanta atenção, já que ele tenta transformar praticamente toda a experiência em uma versão moderna.
Também é curioso que um projeto tão grande continue disponível, levando em consideração que a Capcom já tomou medidas contra projetos de fãs relacionados às suas franquias. Dino Crisis 2: Remake é uma recriação particularmente ousada porque não pega apenas alguns personagens ou um cenário como referência. A ideia é entregar um jogo inteiro baseado no clássico da Capcom.
A variedade de situações é um dos pontos mais legais. Em determinados momentos, o jogador pode estar simplesmente explorando uma área enquanto enfrenta dinossauros, mas a aventura também coloca veículos, combates diferentes e até uma sequência debaixo d'água. Há momentos em que a escala muda completamente, como nos confrontos envolvendo criaturas enormes, incluindo o famoso tiranossauro.
Os ambientes também ajudam a dar essa sensação de aventura completa. A recriação passa por áreas bem diferentes entre si, em vez de ficar presa a um único cenário. Isso é especialmente interessante em um projeto de fã, porque exige muito mais trabalho para construir mapas, modelos, animações, inimigos e todas as situações necessárias para fazer cada trecho funcionar.
Os próprios dinossauros são outro destaque. As criaturas aparecem com modelos em 3D e animações que procuram deixar os encontros mais vivos, principalmente durante os combates. Velociraptores, tiranossauros e outras criaturas pré-históricas acabam sendo uma parte importante do espetáculo visual, ainda mais quando aparecem em situações maiores e com mais movimento.
A duração também mostra o tamanho da proposta. Uma jogatina mais casual pode levar cerca de uma hora e meia, enquanto quem procura explorar e completar tudo pode passar de três horas. Para uma produção independente desse tipo, é bastante conteúdo, principalmente quando se considera que o projeto não funciona apenas como uma cena de teste ou uma recriação de um único trecho do jogo original.
A mudança para uma câmera em terceira pessoa também transforma bastante a experiência. Em vez da apresentação tradicional de Dino Crisis 2 no PlayStation, o remake coloca o personagem em uma perspectiva semelhante à popularizada por Resident Evil 4, permitindo mirar diretamente nos inimigos e acompanhar os dinossauros de uma maneira bem mais próxima dos jogos de ação modernos.
Mesmo com essa inspiração na câmera de Resident Evil 4, o projeto procura ter suas próprias mecânicas. O resultado é uma mistura curiosa entre a estrutura conhecida de Dino Crisis 2 e uma forma de jogar mais moderna, com movimentação livre, mira, tiroteios e diferentes situações ao longo da campanha. Os controles para PC incluem teclado e mouse, com movimentação, corrida, mira, disparo e interação.
O desenvolvimento também mostra que houve bastante trabalho de correção. A versão disponibilizada na página do projeto registra correções para problemas que podiam travar o progresso, incluindo uma área com veneno, um congelamento na entrada da caverna e problemas relacionados ao elevador e aos arquivos de dados no final da aventura.
Para quem ama Dino Crisis 2 Remake para PC, este projeto acaba sendo uma opção curiosa para conhecer uma versão feita por fã de um dos jogos mais queridos da série. Ele pega a aventura de Regina e Dylan, coloca tudo em uma apresentação moderna e acrescenta situações próprias sem abandonar a ideia central de enfrentar dinossauros em uma missão cheia de ação. Na real, me impressiona ter se mantido no ar.
O mais impressionante é que o projeto não se limita a uma pequena demonstração ou a uma única área refeita. A proposta apresenta uma aventura completa, com Regina e Dylan passando por diferentes situações e ambientes. Para quem conhece Dino Crisis 2, é justamente essa variedade que faz o remake chamar tanta atenção, já que ele tenta transformar praticamente toda a experiência em uma versão moderna.
Também é curioso que um projeto tão grande continue disponível, levando em consideração que a Capcom já tomou medidas contra projetos de fãs relacionados às suas franquias. Dino Crisis 2: Remake é uma recriação particularmente ousada porque não pega apenas alguns personagens ou um cenário como referência. A ideia é entregar um jogo inteiro baseado no clássico da Capcom.
A variedade de situações é um dos pontos mais legais. Em determinados momentos, o jogador pode estar simplesmente explorando uma área enquanto enfrenta dinossauros, mas a aventura também coloca veículos, combates diferentes e até uma sequência debaixo d'água. Há momentos em que a escala muda completamente, como nos confrontos envolvendo criaturas enormes, incluindo o famoso tiranossauro.
Os ambientes também ajudam a dar essa sensação de aventura completa. A recriação passa por áreas bem diferentes entre si, em vez de ficar presa a um único cenário. Isso é especialmente interessante em um projeto de fã, porque exige muito mais trabalho para construir mapas, modelos, animações, inimigos e todas as situações necessárias para fazer cada trecho funcionar.
Os próprios dinossauros são outro destaque. As criaturas aparecem com modelos em 3D e animações que procuram deixar os encontros mais vivos, principalmente durante os combates. Velociraptores, tiranossauros e outras criaturas pré-históricas acabam sendo uma parte importante do espetáculo visual, ainda mais quando aparecem em situações maiores e com mais movimento.
A duração também mostra o tamanho da proposta. Uma jogatina mais casual pode levar cerca de uma hora e meia, enquanto quem procura explorar e completar tudo pode passar de três horas. Para uma produção independente desse tipo, é bastante conteúdo, principalmente quando se considera que o projeto não funciona apenas como uma cena de teste ou uma recriação de um único trecho do jogo original.
A mudança para uma câmera em terceira pessoa também transforma bastante a experiência. Em vez da apresentação tradicional de Dino Crisis 2 no PlayStation, o remake coloca o personagem em uma perspectiva semelhante à popularizada por Resident Evil 4, permitindo mirar diretamente nos inimigos e acompanhar os dinossauros de uma maneira bem mais próxima dos jogos de ação modernos.
Mesmo com essa inspiração na câmera de Resident Evil 4, o projeto procura ter suas próprias mecânicas. O resultado é uma mistura curiosa entre a estrutura conhecida de Dino Crisis 2 e uma forma de jogar mais moderna, com movimentação livre, mira, tiroteios e diferentes situações ao longo da campanha. Os controles para PC incluem teclado e mouse, com movimentação, corrida, mira, disparo e interação.
O desenvolvimento também mostra que houve bastante trabalho de correção. A versão disponibilizada na página do projeto registra correções para problemas que podiam travar o progresso, incluindo uma área com veneno, um congelamento na entrada da caverna e problemas relacionados ao elevador e aos arquivos de dados no final da aventura.
Para quem ama Dino Crisis 2 Remake para PC, este projeto acaba sendo uma opção curiosa para conhecer uma versão feita por fã de um dos jogos mais queridos da série. Ele pega a aventura de Regina e Dylan, coloca tudo em uma apresentação moderna e acrescenta situações próprias sem abandonar a ideia central de enfrentar dinossauros em uma missão cheia de ação. Na real, me impressiona ter se mantido no ar.
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