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sábado, 16 de setembro de 2017

O Presente | Um suspense tímido, porém satisfatório

Esse é um dos filmes que fui assistir sem saber de nada, e apesar de não ser algo que considerei épico, sem sombra de dúvidas foi um ótimo tempo gasto, e pelas notas que vi por aí, a maioria das pessoas gostou bastante, alguns considerando fabuloso. Portanto se você gosta daquelas obras que causam uma tensão apresentar um personagem que parece ser um serial killer e que a qualquer momento vai dar o bote, mas você não tem certeza, esse com certeza vai te agradar.




A história é sobre o casal Simon e Robyn, que se muda para recomeçar a vida em uma nova cidade, no entanto assim que chegam, o marido encontra Gordon (apelidado de Gordo), um velho amigo de infância que demonstra um imenso interesse em estar presente. No entanto cada vez as coisas vão ficando mais estranhas, com o amigo aparecendo constantemente sem ser convidado.

Esse é um filme que descobri muito por acaso, eu estava finalizando a análise de Corra, quando fui ver o trailer e lá estava escrito que era do mesmo estúdio de A Visita, Sobrenatural, e "O Presente", daí achei curioso o fato de que nunca ouvi falar desse último aí, mas pra ser colocado desse jeito no trailer, deviam considerar bom né?

Bom, quem assistiu o trailer já sabia do que se tratava o filme, mas no meu caso que não li sinopse nem nada, a sensação foi mais de ficar criando possibilidades. Será que o maluco é um psicopata? Será que o casal é de psicopatas? Será que o amigo nunca foi amigo do marido, mas pesquisou a vida toda dele e começou a fingir ser?

Um monte de teorias foram sendo feitas, mas sem saber exatamente sobre o que se tratava. Esse filme inclusive me lembrou um outro que vi há uns anos de um cara classe média que era infernizado por um mendigo ou algo assim e o mendigo queria tudo que ele tinha, pois fazia chantagem e ia manipulando as coisas (Alguém tem ideia de que filme é esse?).

A sensação inicial que tive foi bem incômoda, acredito que todos que assistem se sentem assim. Isso porque Gordon fica aparecendo o tempo todo e é sempre naquelas situações de "Eu não queria tá conversando com você" e a pessoa falando, falando e falando... As vezes dá um nervosismo ver o que está rolando.

Mas quando é revelado do que se trata o filme, a atmosfera muda e fica naquele clima de "O que vai acontecer depois?", uma vontade de ver a coisa se desenvolvendo para que alguém se dê mal de forma estilosa. É bem agradável, isso faz com que o filme valha a pena, pois não é daquele tipo que não rola nada.

Por outro lado é um filme que quando terminou, eu desejei que fosse um pouco maior, isso porque o que falta pra ele ser perfeito ao meu ver, é o clímax ter mais coisas, rolar mais bagaceiras. A sensação foi de que o "combo" final não foi aplicado por completo, mas apenas uma parte que foi emocionante, mas que me fez querer ver ir além.

Uma coisa curiosa é que esse filme foi dirigido pelo australiano Joel Edgerton, que eu não tinha a mínima ideia que era diretor, mas assim que bati os olhos, o reconheci, pois ele é o ator que interpreta Owen Lars (O tio de Luke Skywalker) na segunda trilogia de Star Wars. E eu nunca mais tinha ouvido falar do cara depois disso, além disso ele é o roteirista e interpreta Gordon (Egocêntrico, não?).

Enfim, o filme é bom, divertido e satisfatório, a única coisa que acho que faltou foi um clímax mais duradouro ou mais pesado, pois quando terminou pensei "Ahhhhh, acabou? Mas tinha acabado de começar a parte que tanto esperei!". Então recomendo que assistam, muito bom para passar o tempo. Quem se interessar pode conferir aqui.


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