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domingo, 16 de julho de 2017

Dark Souls - Morrer nunca foi tão empolgante

A minha primeira experiência com a franquia foi no lançamento de Dark Souls 2, que joguei, mas chegou a um ponto que pensei "Nossa, não posso zerar uma coisa dessas sem conferir o primeiro antes!", e assim ficou arquivado por anos até finalmente chegar o momento certo de jogar de verdade e ter o prazer de zerar o primeiro Dark Souls, que vou falar agora sobre!


Dark Souls foi originalmente lançado originalmente em 2011 e é o sucessor espiritual do exclusivo para Playstation 3, Demon's Souls. Também é o jogo responsável por popularizar o gênero Soulslike, que até então se resumia a Demon's Souls, um jogo que simplesmente não teve a popularidade que normalmente um exclusivo da SONY tem.

Aliás, me surpreende demais o quanto a FromSoftware foi ousada em criar esse jogo, pois quando fui dar uma conferida em Demon's Souls, vi que a semelhança é absurdamente grande, usam também a mecânica de pegar almas, o design é extremamente parecido e até mesmo o nome é descaradamente semelhante. É como se a única coisa que a desenvolvedora se segurou foi em não colocar o nome Demon's Souls 2.

Talvez isso tenha a ver com o fato de não ser um exclusivo tão popular, afinal de contas convenhamos né, quando se fala exclusivo da SONY, o jogo é automaticamente colocado em um altar e todos os holofotes são virados pra ele, mas nesse caso a coisa ficou mais como um jogo que um ou outro até conhecia, mas não se idolatrava muito.

Por outro lado Dark Souls foi bem o contrário, caiu na boca do povo assim que foi lançado pra Xbox 360 e PS3. A coisa deixou todo mundo muito empolgado, de repente só se falava nessa bagaça, um jogo extremamente difícil. Talvez inclusive isso tenha sido um empurrão pra popularização dos roguelikes, que aconteceu lá por 2013, e talvez isso também seja o motivo de confundirem o gênero com soulslike.

Mas bom, como falei, inicialmente o jogo foi lançado como exclusivo para consoles em 2011, mas a empresa deixou em aberto a possibilidade de uma versão para PC e com a popularidade que a coisa tomou, logo surgiu um abaixo assinado com fãs querendo demonstrar o interesse. Isso fez com que uma versão fosse preparada para computador e foi lançada em 2012.

É o DARK SOULS: Prepare To Die Edition, que vinha com conteúdo exclusivo que adiciona uma nova área, quatro novos chefes, novas armas, novos NPC's e novos modos de jogo online. Essa versão saiu nos consoles mais pra frente como DLC chamado "Artorias of the Abyss". Ela deu uma bela revigorada na coisa.

O grande problema é que a FromSoftware não tinha experiência em desenvolvimento para computador quando lançou a Prepare To Die Edition, e o foco foi em conteúdo adicional e não em polir. O resultado foi um produto que era só a bagaceira! Bugs que te prendiam no chão, controles que se tornavam impossíveis se você não tivesse um controle de Xbox 360, gráficos ridiculamente pesados e muito mais.

A sorte é que a comunidade do PC tende a fuçar nos arquivos dos jogos e alterar as coisas. Isso fez com que surgissem ferramentas como o DSfix, que aliás, é praticamente obrigatório no PC, praticamente todo jogador de DarkSouls no PC tem o DSfix instalado pra usufruir de uma quantidade imensa de novas possibilidades.

Porém mesmo o jogo saindo uma desgraça, foi um sucesso enorme, a prova disso é ver que o jogo é de 2012 e eu só fui jogar em 2017, mas ainda assim usufrui bastante da experiência online, além disso as notas na loja steam ficaram marcadas como "Muito Positivas", então imagina se o jogo não é bem aceito pela comunidade de PC?

O que me fez ver que era a hora de jogar Dark Souls, foi o fato de um amigo que gosto muito ter comprado um PC, e eu queria que tivéssemos uma franquia para aproveitarmos juntos desde o início. Claro que foi uma surpresa descobrir que o modo cooperativo do jogo é bem diferente do padrão, mas ainda assim se tornou "nosso jogo" por algum tempo.

Isso porque mesmo não podendo jogar juntos frequentemente, nós jogávamos na mesma área enquanto conversávamos pelo skype, e assim se tornava quase um coop padrão. Eram frequentes as trocas de informações "Olha, achei algo em tal lugar" ou "Cuidado com certo inimigo...". E as vezes podíamos entrar um no mundo do outro pra realmente fazer coisas juntos.

Bom, vamos falar agora um pouco sobre o jogo em si hehehe. A história se passa em um universo de Dark Fantasy, e você é um prisioneiro em um lugar chamado Undead Asylum, que é um ambiente em que pessoas amaldiçoadas estão presas, porém recebe a oportunidade de sair em uma peregrinação para descobrir o mundo e entender o que está acontecendo.

Esse é um daqueles jogos que tem uma história que pode ser confundida com superficial por ser misteriosa demais. Os personagens falam de forma estranha, as vezes não parecem dizer coisa com coisa, e as apresentações não dizem nada claro. É fácil ter a sensação de que é um jogo focado apenas na jogabilidade e sem história, mas isso é errado.

A verdade é que a coisa é exatamente o contrário, Dark Souls tem uma história extremamente profunda e a forma de descobrir ela é através dos itens. Após zerar você tem o "New Game+", que te coloca pra recomeçar com o mesmo equipamento em um jogo mais difícil, porém a cada recomeço as coisas vão ficando mais claras.

Sendo assim, pra entender o mundo, você precisa ler a descrição de cada item que pega e aos poucos o que os NPC's falam vai ficando mais claro. Quando você termina e recomeça o jogo, antes coisas sem sentido algum passam a encaixar. Além disso muitos elementos são interpretativos, isso torna esse jogo um daqueles cheios de teorias dos fãs, tipo Half Life.

Você começa o jogo escolhendo a classe de seu personagem, nisso o jogo se assemelha demais às fichas prontas de RPG's de Mesa. Digo isso pois além de definir como será a jogabilidade pro resto do jogo, também vem com alguns equipamentos acompanhando o personagem, e também darão uma certa vantagem. Por exemplo a classe ladrão vem com uma chave mestra, permitindo acessar antecipadamente certas áreas.

Como falei, você é amaldiçoado, no caso é alguém que está entre os vivos e os mortos. E a mecânica do jogo usa esse fator. Você tem dois estados, vivo ou "Hollow", cada um tem suas vantagens. Vivo você fica mais forte contra o status maldição, pode invocar aliados, e outras vantagens, mas também tem desvantagens como ter que gastar humanidade e poder ser invadido por outros jogadores.

O estado Hollow ou Undead é como a maioria dos jogadores passa o tempo, nele você é mais fraco, porém a coisa é muito mais tranquila, e dependendo da situação pode ser até mais adequada. Por exemplo você pode querer ser invocado para outros mundos e assim poderá ganhar umas almas extras para evoluir o personagem.

A grande mecânica destaque do jogo é a dificuldade mais realista, ao contrário da maioria dos jogos, esse não te deixa levar inúmeras porradas até finalmente cair. Poucas pancadas e a mensagem de que você morreu já aparece na tela, te enviando de volta pra fogueira mais próxima, mas diferente de jogos como Diablo 2, que seu equipamento cai no chão e é preciso ir pegar, nesse o que cai são as almas.

As almas são a experiência e dinheiro do jogo, então você pode usar tanto para comprar itens quanto para evoluir o seu personagem. O problema delas caírem no chão, é que se se você morrer de novo indo pegar, elas somem pra sempre. Então imagina o medo de voltar a um lugar super distante ou difícil de chegar, ou mesmo deixar caírem em uma área de chefe.

Mas a sensação de desafio está exatamente no fato de que você percebe que morre por vacilo, a mecânica é muito luxuosa com um sistema de ataque, defesa e rolagem que dependem mesmo de sua habilidade, a hora certa de fazer as coisas vai definir o resultado de um combate. O dano alto dos inimigos te obriga a respeitar cada esqueletinho.

Claro que quando você fica mais forte, a coisa vai ficando mais fácil, porém o dano dos inimigos continua alto, e o fato do corpo do personagem reagir a pancadas, podendo se desequilibrar ou até mesmo cair, faz com que as vezes um bando de inimigos fraquinhos matem seu personagem de alto nível, te obrigando a ficar atento novamente.

Isso sem contar com o ambiente, precipícios e objetos que bloqueiam o caminho as vezes podem trazer uma surpresa desagradável enquanto você está lutando. Portanto vagar pelo mundo de Dark Souls passa uma sensação de ambiente realmente perigoso e isso contribui demais para a atmosfera presente.

E por falar em atmosfera, que coisa maravilhosa viu! O diretor  Hidetaka Miyazaki é assumidamente fã do mangá Berserk, que como vocês sabem, tem um universo medieval maravilhoso ao extremo! Aquele ambiente surreal que te faz se sentir rodeado de trevas, mas de repente mostra as coisas mais belas. Dark Souls sugou isso de berserk com força.

O mundo do jogo é simplesmente maravilhoso, as vezes chega a dar um arrepio quando você percebe o que está olhando. O ambiente se transforma sem você perceber, tem momentos que você simplesmente vai andando e quando menos imagina, percebe que está olhando para algo que não tinha notado ainda.

Tem algumas ideias do jogo que torcem o cérebro. Imaginem como não é fabuloso descer por uma caverna extremamente escura que te obriga a levar uma tocha na mão e de repente dar de frente com um tronco de uma árvore gigante em um imenso azul, e ao olhar melhor, ver que não é uma, mas sim uma floresta e na base delas um imenso mar se expandido até o horizonte.

É claro que o jogo tem gráficos limitados, pois é originalmente do Xbox 360 e PS3, mas realmente é de dar parabéns para a desenvolvedora, pois eles usaram esses sistemas limitados para criar algo que te faz ver que é grandioso mesmo não sendo tão bem detalhado.

A sensação é indescritível e isso não se resume apenas ao ambiente, mas os inimigos também. Apesar de ter alguns elementos genéricos como cavaleiros em armaduras, tem certos inimigos tão bem bolados que você não entende como aquilo não é um chefe do jogo. É preciso se adaptar a cada situação.

Um exemplo são as catacumbas onde os esqueletos ficam voltando à vida, é sufocante a situação, você luta, luta, e a coisa não tem fim. Imagina qual não foi a minha surpresa ao descobrir que haviam necromantes no lugar e que eles que estavam usando magia pra ressuscitar os esqueletos? Pois é, tem muitas situações assim.

E os chefes então, são verdadeiras obras de arte! A maioria gigantesco e com apresentações fenomenais. Como o Gaping Dragon, que você chega em um cenário imenso, cheio de pilastras, e no fundo tem uma queda d'água, aí você vê só a cabecinha dele saindo pra fora, tipo um dragão de komodo. Mas aí sai o resto do corpo, absurdamente gigante e fica aquela sensação de "Caramba, eu vou ter que lutar contra isso?".

Cada chefe do jogo te faz suar, é normal chegar a pensar que não se vai conseguir vencer, mas aos poucos vai experimentando coisas novas. Mudando o equipamento, estudando a movimentação deles e quando se finalmente vence, a sensação é simplesmente espetacular demais! Você pode até começar a achar fácil quando domina a técnica necessária.

O elemento RPG nesse jogo é forte, porém não no sentido de conversas, mas sim em pequenas coisas que você descobre só com o tempo. Por exemplo pra atacar fantasmas com uma espada você precisa usar um item em especial, no entanto bem mais pra frente descobri que se você estiver sob o efeito de "Maldição",  fica livre pra atacar eles.

Cada item e status desse jogo precisa realmente ser avaliado, eles causam uma variação enorme, esse é um daqueles jogos que é normal ter jogadores que vão fundo e estudam pra valer as coisas, jogam inúmeras vezes para fazerem testes. É normal de repente alguém te falar "Sabia que se você fizer tal coisa, vai acontecer algo?". Simplesmente a experiência não é óbvia, as possibilidades são absurdas.

E isso não é referente meramente aos itens e status, mas elementos em geral do mundo, por exemplo é possível atacar qualquer personagem, inclusive aliados. Matando alguns deles pode fazer com que certas coisas se agilizem, porém há consequências que podem complicar a sua vida, e isso também depende da classe do seu personagem.

Um ótimo exemplo é que matei uma personagem sem querer (Se quiserem ver spoiler do que rolou, está aqui as partes: Parte 01 Parte 02 Parte 03 Parte 04), o povo me disse que graças a aquilo eu me ferraria como pyromancer. Como eu era um cavaleiro, não liguei, mas me falaram também que eu não poderia salvar a vida de um certo personagem, fiquei meio abalado, mas aí descobri que existia uma outra alternativa underground de salvar com um jeito super inusitado, que foi o que fiz, mas nunca saberia se não tivesse pesquisado.

Ou seja, esse é daqueles jogos que sua forma de jogar realmente irão conduzir as coisas de uma forma diferente, seja por caminhos que forem pegos primeiro e desencadearão as coisas de formas diferentes, seja por mortes ou mesmo por sua classe. A coisa é muito fantástica e cheia de possibilidades bacanas.

Pra vocês terem uma ideia, dos 26 chefes, apenas 12 são obrigatórios para zerar o jogo, ou seja, você pode simplesmente nem ao menos chegar na área onde um chefe está e em algumas ocasiões não ter a mínima ideia de como chegar nele, sendo que alguns estão em ambientes que é preciso realmente fazer a coisa certa.

Um exemplo é o Painted World of Ariamis (Pequeno spoiler), que fica dentro de um quadro gigantesco, e é preciso de uma condição muito específica que te faz pensar "Quem diria que tem um mundo dentro desse quadro?", é simplesmente fácil zerar sem nem ao menos chegar no lugar porque você não fez as coisas certas.

O mundo do jogo é todo interconectado, então você as vezes vai em um lugar extremamente distante e sente seu cérebro torcendo ao subir em uma escada e ver que você destravou uma porta que dá exatamente a fogueira no começo do jogo. Os atalhos são espetaculares e de vez em quando você se pega pensando em como realmente tem lógica um caminho que foi bem distante, mas em um certo momento dava a volta e ligava a aquela parte.

Como falei, o coop do jogo é diferente do normal, aliás o multiplayer em geral foge do que vemos normalmente em jogos. Isso porque a ideia dele é algo meio semelhante à conexão entre jogadores apresentada em The Crew, ou seja, os jogadores estão conectados, mas não todos juntos, não é um MMORPG, é mais algo do acaso, como se fossem mundos se cruzando.

É possível deixar marcas no chão com avisos e essas marcas são vistas de forma aleatória por jogadores que passem por ali. Algumas são puramente sacanagem, mas outras são dicas realmente úteis, por exemplo "Parede ilusória a frente". Eu peguei inúmeras dicas lendo marcas deixadas por jogadores.

Isso deixa a coisa muito mais atmosférica, essa sensação de que outros aventureiros passaram por ali e deixaram seus rastros. É muito normal essas marcas as vezes surgirem do nada bem na sua frente, assim como as vezes simplesmente desaparecem e você nunca saberá o que foi deixado ali.

Mas como falei, podem ser jogadores apenas querendo sacanear, como colocar na frente de um precipício "Tente saltar", é engraçado isso porque em muitos lugares você realmente acha plataformas ocultas pulando, e isso gera aquela dúvida "Será que tem algo aqui mesmo?", é um verdadeiro tiro no escuro as vezes.

O modo cooperativo não é do começo ao fim do jogo, mas sim em áreas e as em que os chefes já foram vencidos ficam bloqueadas. Se você for undead, pode por uma marca no chão, e se um jogador vivo passar por ali e ver essa marca, ele pode te invocar e assim vocês lutam juntos contra inimigos, podem enfrentar chefes e até trocar itens.

Não existe sistema de voz no jogo, mas existem sinais que você faz, alguns são ganhos de NPC's, outros já vem junto.As vezes é engraçado como você tem que se virar com isso, mas a comunidade é bastante agradável, por exemplo sempre que te invocam, é normal o jogador fazer um movimento de boas vindas. Parece até um pensamento coletivo, pois sem ninguém me falar eu naturalmente tinha vontade de usar os sinais como forma de dar um "Oi".

Porém o multiplayer pode gerar uma experiência estressante para muitos, pois não se entra apenas para ajudar. Existe a possibilidade de usar um item para invadir outros mundos, então se você estiver na forma humana, a qualquer momento pode aparecer a mensagem "Um espírito das trevas está invadindo o seu mundo".

As vezes acontece em momentos muito inadequados, no começo fiquei bem puto porque eu não entendia muito bem a coisa. Certa vez entrei em combate com um espírito e tinha um NPC lá, resultado, bati no NPC e ele começou a me atacar, tive que matá-lo e não pude ver o que acontecia depois.

No entanto depois passei a saber lidar mais com a situação e ficar feliz em ver que conseguia até mesmo vencer alguns. Quando você invade um mundo, o objetivo é roubar humanidade de outro jogador, só com humanidade você pode voltar à forma humana. Mas se você vence alguém que te invade, pode pegar humanidade e ainda um monte de almas, causa uma enorme satisfação.

Algo hilário é o fato de que podem acontecer invasões enquanto você está em um grupo. Já aconteceu várias vezes de eu estar em um grupo de três e um espírito invadir, imagino a tristeza dos caras ao chegarem e ver que tinha uma galera esperando por eles, uahahaha.

Foi uma tristeza quando meu amigo desistiu de jogar, me senti até magoado com ele, mas de certa forma foi até melhor, afinal de contas se por um lado perdi o meu companheiro do Dark Souls, por outro pude avançar muito mais rápido e zerar em um tempo que sei que iria se estender absurdamente com ele. Além de ter muitas aventuras com vários outros jogadores.
Existem ainda algumas pequenas interações multiplayers que foram muito bem usadas, por exemplo tem uma floresta protegida por espíritos. Se você entrar na aliança do lugar, para de ser atacado e ganha um anel. Só que se você usa esse anel, a qualquer momento pode ser chamado, basta um jogador que estiver jogando naquele momento, entrar naquela área e talvez você seja invocado pra atacá-lo.

Aliás, que surpresa eu jogar meia década depois e ter tanta gente, quero dizer, quem diria? Já existindo Dark Souls 2 e Dark Souls 3, mas mesmo assim lá estavam várias pessoas entrando em meu jogo e uma interação constante. Praticamente todas as vezes que eu entrava, ou eu era invadido, ou via um sinal de invocação, e as vezes eu mesmo tirava um tempo pra deixar um sinal e ser invocado pra ganhar nível.

Um outro modo que não testei muito é o PVP, existe uma arena pronta para combates 1x1 2x2 e 4 cada um por si. Pra quem gosta de jogos como For Honor ou mesmo Blade Symphony, pode ser uma ótima oportunidade de jogar algo em que o combate é mais sofisticado e é preciso observar bem os movimentos do inimigo.
Uma coisa curiosa é que o jogo Salt and Sanctuary é um baita de um clone danadinho de Dark Souls, só que em 2D. Eu zerei ele primeiro, e sabia que tinham várias coisas copiadas, mas tem umas que chegam ao nível absurdo, não sei como os caras tiveram coragem hahaha. Mas de qualquer forma é um jogo charmoso também.

Enfim, tá aí um baita de um jogo robusto em diversos aspectos e que a única coisa que realmente considero ruim é a falta de otimização, com problemas do tipo áreas em que você fica preso porque tem uma raiz no chão, mas fora isso, é um jogo que recomendo demais e que de longe se tornou um dos meus favoritos. Vale a pena dar uma conferida no site da G2A pra ver o preço que está lá, pois eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui.


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