LEATHERFACE: Still Lives é um pequeno jogo de terror inspirado em O Massacre da Serra Elétrica, clássico de 1974 que apresentou Leatherface ao mundo. A aventura se passa em 1975, quando um grupo viaja pelo Texas durante um feriado e acaba parando perto da antiga casa da família Sawyer depois que o carro quebra. Sim, porque aparentemente procurar ajuda na casa de uma família de canibais era uma opção perfeitamente aceitável.
O jogo nasceu em uma game jam de 48 horas, aquelas competições em que o desenvolvedor precisa transformar uma ideia em jogo praticamente na base do desespero, café e decisões questionáveis. O resultado é uma experiência curta que tenta capturar o clima dos survival horrors antigos, que me lembrou em especial o primeiro Alone in the Dark, talvez pela personagem lenta.
A personagem acorda em uma sala cheia de cadáveres e precisa descobrir como sair dali. A exploração envolve procurar itens, abrir novos caminhos e passar por ambientes que parecem ficar cada vez mais desagradáveis. E olha que o ponto de partida já era uma sala lotada de defuntos, então a situação realmente consegue piorar.
A câmera fixa ajuda bastante no clima. Você consegue enxergar boa parte dos ambientes, mas nunca tem controle completo sobre o que está ao redor. Um corredor pode parecer vazio enquanto alguma coisa está escondida fora do enquadramento, esperando a oportunidade de transformar sua exploração tranquila em um belo "AH, DESGRAÇA".
LEATHERFACE: Still Lives prefere trabalhar com atmosfera em vez de transformar Leatherface em um perseguidor que fica correndo atrás do jogador a cada cinco segundos. Isso acaba deixando a experiência mais próxima de um pequeno conto de terror interativo do que de um survival horror cheio de combate e perseguições.
Também é uma experiência bem curta, algo que combina com a origem em uma game jam. Não existe a intenção de criar uma aventura gigantesca. A graça está em entrar naquele cenário, explorar a casa dos Sawyer, descobrir o que aconteceu e experimentar por alguns minutos aquele clima de horror retrô.
O jogo está disponível para PC. Para quem gosta da franquia O Massacre da Serra Elétrica, do gênero survival horror clássico e jogos independentes com visual retrô, esse aqui é um combo que une bastante a ideia de "clássico" e velharia em uma pequena experiência que coloca Leatherface de volta ao tipo de cenário onde ele deveria estar, cercado de gente que claramente tomou decisões péssimas. Não é assustador, é mais pra atmosférico e curioso.
O jogo nasceu em uma game jam de 48 horas, aquelas competições em que o desenvolvedor precisa transformar uma ideia em jogo praticamente na base do desespero, café e decisões questionáveis. O resultado é uma experiência curta que tenta capturar o clima dos survival horrors antigos, que me lembrou em especial o primeiro Alone in the Dark, talvez pela personagem lenta.
A personagem acorda em uma sala cheia de cadáveres e precisa descobrir como sair dali. A exploração envolve procurar itens, abrir novos caminhos e passar por ambientes que parecem ficar cada vez mais desagradáveis. E olha que o ponto de partida já era uma sala lotada de defuntos, então a situação realmente consegue piorar.
A câmera fixa ajuda bastante no clima. Você consegue enxergar boa parte dos ambientes, mas nunca tem controle completo sobre o que está ao redor. Um corredor pode parecer vazio enquanto alguma coisa está escondida fora do enquadramento, esperando a oportunidade de transformar sua exploração tranquila em um belo "AH, DESGRAÇA".
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