Caverna do Dragão ganhou um jogo de fã em estilo beat ’em up que transforma a famosa animação dos anos 80 em uma pancadaria digna dos arcades clássicos. O projeto de ZVitor usa os personagens e o universo do desenho para colocar o jogador no meio daquela velha rotina de Hank, Bobby, Sheila, Presto, Diana e Eric tentando sobreviver em um mundo cheio de monstros, vilões e situações que fariam qualquer pessoa olhar para o Mestre dos Magos e perguntar por que diabos ele nunca fala logo o que está acontecendo.
O jogo conta com dois modos principais, sendo que o modo campanha é o mais próximo de uma aventura tradicional. Nele, a pancadaria acontece no formato beat ’em up, com diferentes grupos de personagens disponíveis. O primeiro grupo é formado pelas crianças protagonistas da animação, reunindo os seis personagens principais e suas armas mágicas. A graça está em poder variar entre eles durante a partida, aproveitando as características de cada um conforme a situação. Hank funciona muito bem à distância com seu arco, Bobby resolve problemas na base da porrada, Diana é mais ágil, Eric aguenta mais pancada, Sheila consegue usar sua capa para ficar invisível e Presto... bom, Presto continua sendo Presto, então até a magia pode resolver a situação ou transformar tudo em uma bela cagada.
O segundo grupo da campanha coloca os heróis que aparecem ao longo da série, incluindo o próprio Mestre dos Magos e outros personagens conhecidos do desenho. A ideia é ampliar a aventura para além do sexteto que todo mundo lembra de cabeça, trazendo figuras que normalmente ficavam naquela posição maravilhosa de aparecer, fazer alguma coisa importante e depois desaparecer como se tivessem um contrato com a televisão que proibisse ficar tempo demais na tela. Há ainda um terceiro grupo formado pelos vilões, com o Vingador e outros mestres das trevas, permitindo jogar com o lado que normalmente está ocupado tentando destruir a vida das crianças.
O jogo conta com dois modos principais, sendo que o modo campanha é o mais próximo de uma aventura tradicional. Nele, a pancadaria acontece no formato beat ’em up, com diferentes grupos de personagens disponíveis. O primeiro grupo é formado pelas crianças protagonistas da animação, reunindo os seis personagens principais e suas armas mágicas. A graça está em poder variar entre eles durante a partida, aproveitando as características de cada um conforme a situação. Hank funciona muito bem à distância com seu arco, Bobby resolve problemas na base da porrada, Diana é mais ágil, Eric aguenta mais pancada, Sheila consegue usar sua capa para ficar invisível e Presto... bom, Presto continua sendo Presto, então até a magia pode resolver a situação ou transformar tudo em uma bela cagada.
O segundo grupo da campanha coloca os heróis que aparecem ao longo da série, incluindo o próprio Mestre dos Magos e outros personagens conhecidos do desenho. A ideia é ampliar a aventura para além do sexteto que todo mundo lembra de cabeça, trazendo figuras que normalmente ficavam naquela posição maravilhosa de aparecer, fazer alguma coisa importante e depois desaparecer como se tivessem um contrato com a televisão que proibisse ficar tempo demais na tela. Há ainda um terceiro grupo formado pelos vilões, com o Vingador e outros mestres das trevas, permitindo jogar com o lado que normalmente está ocupado tentando destruir a vida das crianças.
Cada personagem possui poderes e características próprias, então trocar de integrante não serve apenas para fazer bonito. A mudança altera a maneira de enfrentar os inimigos, já que os personagens possuem ataques e habilidades diferentes. Isso combina bastante com a proposta de Caverna do Dragão, onde as armas mágicas sempre foram uma parte importante da identidade de cada criança. O jogo também bebe diretamente da fonte dos beat ’em ups de arcade, com referências perceptíveis a clássicos como The King of Dragons, Knights of the Round e Golden Axe.
O outro modo é o arcade, que segue uma proposta mais direta e funciona muito bem para quem quer simplesmente entrar na fase e começar a distribuir paulada em tudo que tiver a infelicidade de aparecer pela frente. Aqui você escolhe apenas um personagem e pode jogar cooperativamente, com suporte para até quatro jogadores. Em vez de ficar alternando entre integrantes do grupo, cada jogador fica com seu personagem enquanto todos atravessam os cenários lotados de inimigos.
A estrutura também tem evolução durante a partida, fazendo os personagens subirem de nível e ficarem mais poderosos conforme avançam. Isso dá ao arcade uma pegada de RPG misturada com pancadaria, seguindo uma fórmula que combina muito bem com o universo de Dungeons & Dragons. Você começa enfrentando criaturas e termina olhando para a tela pensando que talvez tenha exagerado na quantidade de inimigos que resolveu convidar para a festa.
Como é um fangame gratuito, Caverna do Dragão acaba funcionando como uma espécie de encontro entre o desenho animado e os arcades clássicos. O projeto foi desenvolvido com OpenBOR, uma ferramenta bastante usada para criação de beat ’em ups, e aproveita elementos visuais e mecânicas que remetem aos jogos de pancadaria dos anos 90. O resultado tem aquela cara de jogo que poderia tranquilamente ter aparecido em uma máquina de fliperama ao lado de The King of Dragons, só que com o Vingador provavelmente reclamando que alguém colocou o crédito errado. Apesar de ser um co-op local, joguei tranquilamente online com um amigo usando Parsec.
Para quem cresceu vendo Caverna do Dragão, a quantidade de personagens e referências faz o jogo funcionar como uma grande reunião daquela turma que passou anos tentando encontrar o caminho de volta para casa. Para quem simplesmente gosta de beat ’em up, também existe uma estrutura de jogo por trás da nostalgia, com diferentes personagens, poderes, evolução e multiplayer local para transformar a busca pelo caminho de casa em uma desculpa perfeitamente aceitável para juntar quatro pessoas e sair quebrando a cara de monstros. O projeto está disponível no site do ZVitor. Confira:
O outro modo é o arcade, que segue uma proposta mais direta e funciona muito bem para quem quer simplesmente entrar na fase e começar a distribuir paulada em tudo que tiver a infelicidade de aparecer pela frente. Aqui você escolhe apenas um personagem e pode jogar cooperativamente, com suporte para até quatro jogadores. Em vez de ficar alternando entre integrantes do grupo, cada jogador fica com seu personagem enquanto todos atravessam os cenários lotados de inimigos.
A estrutura também tem evolução durante a partida, fazendo os personagens subirem de nível e ficarem mais poderosos conforme avançam. Isso dá ao arcade uma pegada de RPG misturada com pancadaria, seguindo uma fórmula que combina muito bem com o universo de Dungeons & Dragons. Você começa enfrentando criaturas e termina olhando para a tela pensando que talvez tenha exagerado na quantidade de inimigos que resolveu convidar para a festa.
Como é um fangame gratuito, Caverna do Dragão acaba funcionando como uma espécie de encontro entre o desenho animado e os arcades clássicos. O projeto foi desenvolvido com OpenBOR, uma ferramenta bastante usada para criação de beat ’em ups, e aproveita elementos visuais e mecânicas que remetem aos jogos de pancadaria dos anos 90. O resultado tem aquela cara de jogo que poderia tranquilamente ter aparecido em uma máquina de fliperama ao lado de The King of Dragons, só que com o Vingador provavelmente reclamando que alguém colocou o crédito errado. Apesar de ser um co-op local, joguei tranquilamente online com um amigo usando Parsec.
Para quem cresceu vendo Caverna do Dragão, a quantidade de personagens e referências faz o jogo funcionar como uma grande reunião daquela turma que passou anos tentando encontrar o caminho de volta para casa. Para quem simplesmente gosta de beat ’em up, também existe uma estrutura de jogo por trás da nostalgia, com diferentes personagens, poderes, evolução e multiplayer local para transformar a busca pelo caminho de casa em uma desculpa perfeitamente aceitável para juntar quatro pessoas e sair quebrando a cara de monstros. O projeto está disponível no site do ZVitor. Confira:
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