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Zombicide | Jogo de tabuleiro cooperativo que simula o apocalipse zumbi

Uma das coisas mais maravilhosas de jogos de mesa, é a variedade de experiências oferecidas. Se por um lado temos coisas bem simples e absurdamente viciantes e acessíveis a todos os públicos como Orlog, que foca em jogar dados e montar estratégias com eles, por outro temos experiências muito visuais, como o jogo de tabuleiro de Attack On Titan, em que é preciso escalar um gigante. Mas ao mesmo tempo temos obras super robustas como Warcraft: Wrath of Linch King, com um vasto tabuleiro para explorar. E hoje vou falar de um clássico que simula o apocalipse zumbi de forma maravilhosa.
 
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Todos nós já vimos obras das mais variadas focadas no apocalipse zumbi. Indo desde quadrinhos como The Walking Dead, até séries como Kingdom ou games como Left 4 Dead. Em cada mídia que existe, já vimos alguma obra que apresenta o mundo dos mortos-vivos. E não poderia ser diferente para fãs de boardgames, onde surgiram várias opções, e entre elas existe um destaque para Zombicide. Não é apenas pela beleza visual, mas pela variedade de cenários apresentados e facilidade de inserir iniciantes. Isso fez muita gente começar a experimentar jogos de tabuleiro modernos através dele.
Zombicide foi desenvolvido pela Cool Mini or Not em parceria com Guillotine Games. Lançado em 2012, o jogo surgiu como um projeto financiado por crowdfunding no Kickstarter. Os criadores, David Preti e Raphaël Guiton, conceberam um jogo de tabuleiro cooperativo ambientado em um apocalipse zumbi, com miniaturas detalhadas e mecânicas envolventes. 
 
A campanha no Kickstarter foi um enorme sucesso, ultrapassando suas metas iniciais e permitindo a expansão do projeto. Zombicide tornou-se popular devido à sua jogabilidade acessível, miniaturas impressionantes e narrativa envolvente, conquistando fãs ao redor do mundo. O jogo continua a ser expandido com novos conjuntos e edições, solidificando seu lugar como um clássico moderno dos jogos de tabuleiro.
Não existe um objetivo fixo nesse jogo, o que o torna absurdamente variado. Uma partida pode não ter nada a ver com a outra. Então enquanto o grupo pode ter o foco em eliminar um inimigo especial no mapa em uma partida, em outra ele pode estar em busca de determinados itens. E assim vai, são diversos tipos de missões.

O mapa não é fixo, ele é dividido em pedaços, e a configuração pode ser completamente diferente em cada partida. A cidade muda quando você for jogar, te permitindo que você se aventure por ruas que podem até ser familiares, porém com caminhos diferentes de outra partida. Isso amplia muito a sensação revigorante de entrar em uma aventura nova.
Além disso, existem ambientes fechados, você pode abrir as portas sem saber o que vai encontrar ali dentro, sempre tirando cartas que mostram o que encontrou. Se você é do tipo que gosta de surpresas, vai adorar a sensação de passar na frente de um lugar, e decidir se vale a pena entrar ou não ali. Cada porta pode ter recompensas, mas também perigos.

O jogo conta com várias cartas de equipamento. Sendo assim, explorar vale a pena pra conseguir se armar melhor. Isso dá aquele toque gostoso de games do tipo roguelike, em que de repente você tem o seu personagem sem nada, mas acha uma arma muito boa. Sem contar que os próprios personagens passam de nível e vão ficando mais poderosos de forma independente. Portanto um jogador pode ser tunado, cheio de equipamentos e alto nível, enquanto outro pode estar ainda em baixo nível e sem nada relevante.
Se você gosta de impacto visual, esse é um boardgame que não se segurou na hora de preparar os componentes. Você tem uma penca de miniaturas e elementos que deixam a coisa super atmosférica. Qualquer pessoa que veja uma mesa de Zombicide, fica impressionada com a quantidade de coisas que são colocadas. O jogo é cooperativo permitindo jogar desde uma até seis pessoas.

Essa é uma franquia que ficou gigantesca não apenas pelas várias expansões que recebeu para deixar o jogo base ainda mais grandioso, mas também pela quantidade de cenários. Enquanto alguns jogos podem ter temática medieval, outros podem se passar em um universo de super-heróis, e inclusive você pode até mesmo jogar em um cenário no Brasil!
Enfim, se você gosta de jogos de tabuleiro e apocalipse zumbi, se fica empolgando com a dificuldade de games de PC como Project Zomboid e gostaria de uma experiência semelhante em relação à parte de vasculhar locais e conseguir equipamento. Provavelmente vai adorar! É um jogo difícil, mas é uma das coisas que anima jogar de novo, com personagens que morrem facilmente, mas as partidas vão de 30 a 60 minutos, é algo rápido. Atualmente existem várias versões em português, confira:

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Sobre Zumbis

Os zumbis, criaturas reanimadas que vagam em busca de carne humana, tornaram-se uma presença onipresente em diversas formas de mídia, conquistando corações e assustando audiências ao redor do mundo. Desde a ascensão de filmes clássicos como "A Noite dos Mortos-Vivos" de George A. Romero, até os dias de hoje, os zumbis se multiplicaram e evoluíram, tornando-se um fenômeno transmídia.

Videogames: Desafios Interativos na Sobrevivência

Os videogames desempenharam um papel fundamental na popularização dos zumbis. Títulos icônicos como "Resident Evil" e "Left 4 Dead" proporcionam experiências intensas, colocando os jogadores em ambientes apocalípticos repletos de ameaças mortas-vivas. A interatividade desses jogos permite que os jogadores experimentem a adrenalina de escapar de hordas de zumbis, criando uma imersão única.

Cinema: Dos Clássicos às Narrativas Inovadoras

No cinema, os zumbis conquistaram um lugar de destaque desde os primeiros filmes de Romero. No entanto, o gênero evoluiu, dando origem a narrativas inovadoras, como em "Guerra Mundial Z", que explorou o impacto global de uma pandemia zumbi. Além disso, produções como "The Walking Dead" levaram os zumbis para a televisão, narrando histórias complexas de sobrevivência em um mundo pós-apocalíptico.

Quadrinhos e Literatura: Narrativas Expandidas

Os quadrinhos, inspirados pelos clássicos de Romero, deram vida a mundos zumbis através de séries como "The Walking Dead" e "Marvel Zombies". Essas obras expandem as narrativas, explorando dilemas éticos, políticos e sociais em meio ao caos zumbi. Além disso, a literatura também abraçou o gênero, com romances como "World War Z" explorando a catástrofe global de uma pandemia de zumbis.

Música e Cultura Pop: O Ritmo Macabro dos Zumbis

A influência dos zumbis transcende as telas e páginas. Músicos incorporam elementos do apocalipse zumbi em suas letras, enquanto eventos temáticos de zumbis atraem fãs dedicados. A cultura pop abraça a estética macabra dos mortos-vivos, permeando moda, arte e até mesmo festivais.

Em conclusão, os zumbis emergiram como um fenômeno cultural verdadeiramente global, invadindo todas as formas de mídia imagináveis. Seja nos videogames, cinema, quadrinhos, literatura ou na música, a fascinação pelo apocalipse zumbi continua a cativar audiências, proporcionando um terreno fértil para a exploração de temas universais, como sobrevivência, medo e a fragilidade da humanidade em face da extinção. O apelo duradouro dos zumbis mostra que, mesmo em um mundo saturado de entretenimento, essas criaturas ainda têm o poder de nos envolver em seus abraços mortais.

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