Repterra é um jogo de estratégia em tempo real que coloca o jogador no comando de uma colônia humana cercada por dinossauros. A proposta mistura construção de bases, gerenciamento de recursos, defesa contra hordas e controle de unidades em um cenário pós-apocalíptico. A ideia central é simples: expandir seu território, montar uma força militar e sobreviver a ataques cada vez maiores enquanto tenta recuperar um mundo tomado pelas criaturas pré-históricas. O jogo foi desenvolvido pela canadense Chute Apps e publicado pela MicroProse Software.
Na história, em 1963, exploradores encontram uma ilha escondida no Oceano Índico por uma anomalia magnética, onde vivem dinossauros do período Triássico. Animais são contrabandeados para serem vendidos como animais exóticos e, com o passar das décadas, as criaturas escapam e se multiplicam. Na década de 1990, a população de dinossauros já provoca um colapso em diversas regiões, deixando para a humanidade a tarefa de recuperar os territórios perdidos.
Na história, em 1963, exploradores encontram uma ilha escondida no Oceano Índico por uma anomalia magnética, onde vivem dinossauros do período Triássico. Animais são contrabandeados para serem vendidos como animais exóticos e, com o passar das décadas, as criaturas escapam e se multiplicam. Na década de 1990, a população de dinossauros já provoca um colapso em diversas regiões, deixando para a humanidade a tarefa de recuperar os territórios perdidos.
Assumo que me atraí à primeira vista por causa do visual e proposta inusitada. A estrutura de Repterra tem bastante da escola clássica dos RTS, especialmente na maneira como construção, economia e combate estão ligados. É preciso criar casas, fazendas, estruturas de produção, geradores de energia, instalações militares, muralhas e defesas enquanto a colônia cresce.
Expandir não serve apenas para aumentar o território, já que muitos recursos importantes estão espalhados pelo mapa e obrigam o jogador a decidir onde vale a pena construir e avançar. A combinação pode agradar quem gosta de jogos como They Are Billions, principalmente pela pressão constante das hordas, enquanto a construção e o controle das tropas seguem uma linha mais próxima dos RTS tradicionais.
Os dinossauros são o elemento que realmente diferencia o jogo. Eles não funcionam apenas como inimigos que aparecem para atacar a base. Repterra permite capturar, domesticar e reproduzir essas criaturas, além de colocar soldados, engenheiros e domadores sobre determinados dinossauros. Cada combinação pode oferecer habilidades diferentes, criando uma camada própria de estratégia. O sistema de reprodução também permite cruzamentos e mutações genéticas, fazendo com que os animais possam assumir funções diferentes dentro do exército.
As batalhas podem chegar a uma escala RIDICULAMENTE grande. Apesar de eu não ter chegado a esse ponto, própria Chute Apps destaca a capacidade de colocar mais de 100 mil dinossauros em movimentação, enquanto a estrutura do jogo foi pensada para suportar mapas com grandes quantidades de inimigos. A ameaça também não vem somente pelo chão, já que existem criaturas terrestres, voadoras e aquáticas. Isso transforma a defesa da colônia em algo mais amplo do que simplesmente erguer uma muralha e esperar.
Também existe variedade entre as facções, unidades e sistemas de progressão. As facções possuem diferentes unidades, heróis e vantagens, com estilos que podem priorizar recursos, tecnologia, mobilidade, domesticação de dinossauros ou força militar. Os heróis possuem habilidades próprias e podem receber melhorias, enquanto o jogador também encontra vantagens que modificam a forma como cada partida é conduzida. A estrutura ainda conta com mapas rejogáveis, desbloqueios permanentes e progressão entre partidas.
Os dinossauros são o elemento que realmente diferencia o jogo. Eles não funcionam apenas como inimigos que aparecem para atacar a base. Repterra permite capturar, domesticar e reproduzir essas criaturas, além de colocar soldados, engenheiros e domadores sobre determinados dinossauros. Cada combinação pode oferecer habilidades diferentes, criando uma camada própria de estratégia. O sistema de reprodução também permite cruzamentos e mutações genéticas, fazendo com que os animais possam assumir funções diferentes dentro do exército.
As batalhas podem chegar a uma escala RIDICULAMENTE grande. Apesar de eu não ter chegado a esse ponto, própria Chute Apps destaca a capacidade de colocar mais de 100 mil dinossauros em movimentação, enquanto a estrutura do jogo foi pensada para suportar mapas com grandes quantidades de inimigos. A ameaça também não vem somente pelo chão, já que existem criaturas terrestres, voadoras e aquáticas. Isso transforma a defesa da colônia em algo mais amplo do que simplesmente erguer uma muralha e esperar.
Também existe variedade entre as facções, unidades e sistemas de progressão. As facções possuem diferentes unidades, heróis e vantagens, com estilos que podem priorizar recursos, tecnologia, mobilidade, domesticação de dinossauros ou força militar. Os heróis possuem habilidades próprias e podem receber melhorias, enquanto o jogador também encontra vantagens que modificam a forma como cada partida é conduzida. A estrutura ainda conta com mapas rejogáveis, desbloqueios permanentes e progressão entre partidas.
Tenho que dizer que comi o pão que o diabo amassou com o jogo. Não achei fácil não, o que pode ser bom pra uns e ruim pra outros. Existe todo aquele sistema de administração onde você precisa construir fontes de eletricidade, comida e reprodução, além de outras coisas. E se não tem uma estrutura, você simplesmente pode se lascar na hora que for tentar fazer outra coisa.
Repterra também traz características que interessam particularmente a quem gosta de RTS antigos. O jogo utiliza uma apresentação isométrica com visual pré-renderizado em alta resolução e assume uma estética que busca inspiração nos clássicos do gênero, sem abandonar recursos modernos. Como também é um Tower Defense, há pausa durante o tempo real pra você pensar no que fazer. A estrutura é totalmente para um jogador, então o foco está na administração da colônia e nas decisões tomadas durante cada partida.
Enfim, Repterra combina estratégia em tempo real, construção de bases, gerenciamento de recursos, defesa de hordas e dinossauros domesticáveis em uma fórmula que conversa principalmente com quem gosta dos RTS clássicos e de jogos de sobrevivência baseados em defesa. A mistura com reprodução, montaria e mutações dos animais dá uma identidade própria ao conjunto, enquanto a escala das batalhas é um dos seus maiores diferenciais. Repterra foi lançado para Windows e macOS.
Enfim, Repterra combina estratégia em tempo real, construção de bases, gerenciamento de recursos, defesa de hordas e dinossauros domesticáveis em uma fórmula que conversa principalmente com quem gosta dos RTS clássicos e de jogos de sobrevivência baseados em defesa. A mistura com reprodução, montaria e mutações dos animais dá uma identidade própria ao conjunto, enquanto a escala das batalhas é um dos seus maiores diferenciais. Repterra foi lançado para Windows e macOS.
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