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Ghost Recon Wildlands com 95% de desconto! Jogo coop em mundo aberto dublado!

Se você adora jogos cooperativos e mundo aberto, essa é sua chance de  pegar Wildlands com 95% de desconto, ficando meros R$7,49 na Steam!
 
Ghost Recon Wildlands | Mundo aberto cooperativo pra 4 jogadores, com dublagem em PT-BR! 
 
Bom, esse foi o primeiro Ghost Recon que eu joguei, mas sinto que foge um pouco da fórmula padrão, já que é um jogo focado no multiplayer cooperativo em um gigantesco mundo aberto. Mas de qualquer forma independente se é ou não parecido com os outros, tenho que dizer que achei divertido pra caramba e que certamente fãs de um coop podem usufruir bastante.
 
A história apresenta um poderoso cartel boliviano que controla o país inteiro e faz com que os locais não tenham alternativa a não ser pedir ajuda dos americanos para uma operação secreta. E assim um grupo de quatro soldados é enviado e deve trabalhar às escuras, localizando cada um dos líderes e descobrindo suas ligações, até conseguirem chegar a aquele conhecido apenas como "El sueño", o grande líder do cartel.
Aparentemente a Ubisoft decidiu pegar pesado na ideia de jogos com foco tanto no multiplayer quanto no singleplayer. Assim como me foi uma surpresa ver que For Honor tinha uma campanha espetacular, Tom Clancy's Ghost Recon Wildlands também me surpreendeu demais. Isso porque também apresenta um jogo com cutscenes, dublagem em português e uma história profunda. Tanto que depois de algumas horas no multiplayer, acabei decidindo que eu ia zerar primeiro antes de jogar mais, pois queria prestar atenção na história.

O jogo oferece um mundo aberto gigantesco, onde cada membro chefe do cartel é responsável por uma área. Nessa área há uma determinada quantidade de missões que primeiro você tem que investigar papeladas para destravar ela, daí você vai investigando até chegar ao topo da coisa e matar aquele chefe, dessa forma descobrindo ligações com outros chefes que dominam outras áreas.

Além das missões principais, esse é um jogo onde você evolui o personagem e assim tem que pegar informações sobre coisas como locais onde estão passando comboios, áreas para proteger, antenas para sincronizar com a resistência local, e etc. Existem vários tipos de suprimentos e cada habilidade exige uma determinada quantidade. Além disso algumas exigem nível, que você ganha fazendo missões, e todas exigem pontos ganhos ao passar de nível, fazer missões ou coletar medalhas.

Eu achei a dublagem desse jogo fenomenal e me surpreendeu a quantidade de possibilidades. Os NPC's só estão presentes quando você está jogando sozinho, mas eles sempre estão se comunicando, seja fazendo piadinhas, seja compartilhando alguns pensamentos sobre coisas variadas. Por exemplo tem uma hora que vocês estão indo pra uma missão e um pergunta "Como você acha que ele vai ser ein?" e falam as possibilidades.

Mas não é só a questão de várias falas, mas como as vezes as coisas parecem reais, nem sempre os personagens dizem certas coisas, portanto vez ou outra você pode se surpreender. Além disso quando estão observando um lugar, eles te dão a orientação direitinho, tipo "Avistei um tenente com uma submetrelhadora, ele tá ali à direita, perto daquela pilha de pneus, tá vendo?".

Se você é fã da série Narcos, certamente vai achar maravilhoso demais, pois a atmosfera é absurdamente parecida, inclusive os personagens se referem aos personagens como narcos mesmo. E aquele ambiente boliviano é tão fantástico, cidadezinhas pequenas, estradas de terra, muros sem pintura, bancas de venda de alimentos. Vez ou outra você chega no lugar e começa aquela musiquinha de violão, é tão atmosférico.
Isso sem contar no meio da ação, tem uns ambientes que parecem uma favela e vocês tem que invadir, daí tem toda a preparação, observam antes o lugar, marcam o que conseguem e improvisam com o resto. De vez em quando rolam uns imprevistos como um informante resolvendo fugir e vocês tem que correr atrás sem matar, pegar um carro e sair da cidade perseguindo.


Também há outras coisas como reforços chegando, helicópteros observando o lugar e mais. As missões ficam diferentes dependendo se está de noite ou de dia. Por exemplo na noite o grupo pode acabar enrolando demais e de repente o sol começar a nascer. Daí bate aquela sensação de "Vamos galera! Apressa que o sol vai nascer!".

As possibilidades são maravilhosas, certa vez eu estava deitado observando com uma sniper. Começaram a aparecer inimigos, cada um que surgia eu atirava, eu tava super desconcentrado, até que olhei o mapa no canto e vi que uma mancha laranja se mexia perto de mim(manchas laranjas são detecção de pessoas por perto mas sem serem marcadas). Daí no chão mesmo soltei um daqueles drones fodões e vi meu corpo deitado no chão e um muro ao meu lado, e ao olhar por cima do muro só vi um inimigo se aproximando bem devagarinho, prestes a me pegar. Na hora desliguei o drone, me virei e BAM Ò_Ò! Uahahahah, é muito bom!

Mas não são só as cidades que tem um climinha incrível, há lindos ambientes naturais como montanhas com neve, ilhas isoladas, desertos com imensas montanhas e mais. Se você conseguir um grupo de conhecidos com certeza vai ser uma experiência maravilhosa andar com eles por aí, fazendo missões e vendo a história juntos.

Apesar de tudo esse é um jogo que sinto não ter uma personalidade própria. Ele é divertido, porém não apresenta nada que eu não tenha visto antes nos próprios jogos da Ubisoft. É como se a empresa tivesse pego os melhores elementos de vários jogos e os colocado juntos. Inclusive no começo fiquei pensando muitas vezes que se logo após o lançamento de Far Cry 4 ela tivesse anunciado esse como Far Cry 5, certamente se encaixaria.

Veja bem, é um ambiente exótico com aquele toque de simplicidade, você evolui o personagem, invade bases, tem três grupos o cartel, o grupo de mercenários La Unidad e a resistência. Quando se encontram eles entram em conflito, você deve conseguir suprimentos pra ajudar a resistência. Existe uma rádio que fica transmitindo coisas sobre o lugar. Sério, tem muito de Far Cry nesse jogo.

O próprio formato do multiplayer lembra demais o formato de Watch_Dogs 2, ambos te colocando com outros jogadores para ir até bases, soltar seus drones, localizar os bandidos e eliminá-los, assim como perseguir carros, evoluir os personagens para conseguir mais pontos e deixar o personagem tunado, etc...

Ou seja, Ghost Recon Wildlands é um jogo que pode divertir pra caramba, mas se você joga muitos jogos da Ubisoft, a sensação pode ser de que a coisa não está apresentando nada de inovador embora seja divertido. Tem gráficos maravilhosos e acho que a melhor forma de jogar é focando no modo história, sem se deixar seduzir muito pelos vários brindes do mundo, pois pode acabar enjoando.

Os gráficos são maravilhosos pra caramba, mas infelizmente é um jogo pesado pra caramba. Eu joguei no Ultra e ficou em 37fps então pra mim é super tranquilo, mas se você é do tipo que quer 60fps, pode  ser um verdadeiro pesadelo. Mas em geral são ambientes lindos e as vezes você acaba dando uma paradinha pra olhar o quanto certos lugares são simplesmente incríveis.

Enfim, esse é um jogo empolgante pra caramba, cheio de armas para serem coletadas, acessórios para aperfeiçoar as armas e mais. Certamente uma obra que pode causar um baita vício especialmente naqueles que gostam de jogar online, mas pode ser também uma incrível experiência singleplayer. Vale a pena dar uma conferida no site da GMG pra ver o preço que está lá, pois eles costumam vender keys da steam por um valor bem mais barato que na própria steam e ainda aceitam boleto bancário. Dê uma conferida no preço que tá lá, clicando aqui

 
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Sobre Ghost Recon

A história de Ghost Recon começa em 2001, quando a Red Storm Entertainment lançou Tom Clancy's Ghost Recon para PC. A equipe responsável já tinha experiência com jogos militares por causa de Rainbow Six, mas a nova série levou a ideia para campos de batalha maiores, colocando o jogador no comando dos Ghosts, uma unidade fictícia de soldados de elite. A Ubisoft, que havia adquirido a Red Storm em 2000, passou a ter uma franquia capaz de explorar combate militar, estratégia e operações especiais de uma forma diferente.

O primeiro Ghost Recon chamou atenção justamente por não tratar o tiro como a única coisa importante. A ideia era entrar em uma missão, observar o terreno, escolher uma abordagem e pensar antes de sair correndo. Os inimigos podiam ser perigosos mesmo a distância, e uma decisão errada podia acabar rapidamente com uma operação. Essa combinação de tiro tático, reconhecimento, furtividade e planejamento ajudou a série a ganhar espaço entre os fãs de jogos militares.

O universo também ajudou bastante. Os Ghosts são uma força especial fictícia ligada ao Exército dos Estados Unidos, e as histórias costumam brincar com conflitos internacionais, operações secretas, grupos armados e ameaças que poderiam caber em um thriller militar. O nome de Tom Clancy ajudou a estabelecer essa identidade, enquanto a Ubisoft foi expandindo a marca para diferentes jogos e experiências.

A franquia cresceu rapidamente e ganhou expansões como Desert Siege e Island Thunder em 2002, além de versões e continuações que levaram Ghost Recon para diferentes consoles. Ghost Recon 2 chegou em 2004 e mostrou que a série não precisava ficar presa exatamente à estrutura do primeiro jogo. A Ubisoft podia mudar controles, missões, equipamentos e até a maneira como os jogadores participavam das operações sem abandonar a ideia central de combate militar.

Um dos maiores saltos aconteceu com Ghost Recon Advanced Warfighter, lançado em 2006. A série passou a explorar um cenário militar mais tecnológico, com equipamentos avançados e uma interface que ajudava o jogador a acompanhar o campo de batalha. O segundo Advanced Warfighter, de 2007, continuou essa proposta. Foi uma fase importante para transformar Ghost Recon em uma franquia conhecida não apenas pelo realismo, mas também por apresentar uma visão mais futurista das forças especiais.

Depois veio Ghost Recon Future Soldier, lançado em 2012, levando ainda mais longe essa mistura de operações especiais e tecnologia. Drones, camuflagem e equipamentos avançados passaram a fazer parte da experiência, enquanto o jogo continuava apostando em ação tática. A franquia também experimentou formatos diferentes em títulos como Ghost Recon Predator, Shadow Wars e Phantoms, mostrando que Ghost Recon podia aparecer em experiências bastante diferentes sem abandonar sua identidade militar.

Essa variedade é uma das coisas mais interessantes na trajetória da série. Existem Ghost Recon mais próximos de um jogo tático tradicional, outros focados em ação e tecnologia e outros que apostam muito mais na cooperação entre jogadores. O multiplayer também se tornou importante, principalmente porque a possibilidade de executar uma operação ao lado de outras pessoas combina naturalmente com a proposta dos Ghosts. A própria Ubisoft descreve a série como uma franquia que ajudou a definir e aprimorar o gênero de tiro tático.

A transformação mais radical veio com Ghost Recon Wildlands, lançado em 2017. Em vez de seguir uma estrutura mais fechada, o jogo colocou os Ghosts em um enorme mundo aberto inspirado na Bolívia. O jogador podia escolher diferentes regiões, investigar atividades do cartel, marcar inimigos, usar veículos, explorar bases e decidir como atacar. A cooperação para quatro jogadores também passou a ser uma parte importante da experiência, tornando possível montar operações completamente diferentes dependendo do grupo.

Wildlands acabou aproximando Ghost Recon de uma estrutura de mundo aberto que muita gente passou a associar aos grandes jogos da Ubisoft. Ainda existia o reconhecimento de terreno, o uso de drones, a marcação de inimigos, os rifles de precisão e a possibilidade de agir furtivamente, mas agora havia muito mais liberdade para decidir quando e onde realizar cada missão. O resultado foi uma versão de Ghost Recon muito mais acessível para quem gostava de ação em mundo aberto, sem abandonar totalmente suas raízes táticas.

Em 2019, Ghost Recon Breakpoint levou essa fórmula para Auroa, uma ilha fictícia controlada por uma poderosa empresa de tecnologia militar. O jogo manteve o mundo aberto, a cooperação e a personalização, mas tentou adicionar elementos de sobrevivência e progressão por equipamentos. Isso mudou bastante a maneira de jogar, já que armas e equipamentos passaram a ter níveis e características que lembravam mais os sistemas de RPG encontrados em outros jogos da Ubisoft.

Breakpoint também mostrou como uma franquia tão longa pode provocar reações diferentes justamente por tentar mudar. Para alguns jogadores, os novos sistemas combinavam bem com o mundo aberto e a personalização. Para outros, elementos como níveis de equipamento afastavam o jogo da identidade mais direta dos Ghost Recon antigos. A própria Ubisoft acabou permitindo diferentes maneiras de configurar a experiência, incluindo opções voltadas para quem queria uma abordagem mais próxima do estilo tático tradicional.

O caminho percorrido desde 2001, portanto, é enorme. Ghost Recon começou como um tiro tático em que planejamento, posicionamento e sobrevivência tinham grande peso, passou por campanhas militares mais cinematográficas, experimentou tecnologia futurista, multiplayer competitivo, portáteis e, depois, chegou aos grandes mundos abertos de Wildlands e Breakpoint. São mudanças consideráveis, mas quase sempre existe uma ligação entre elas: uma equipe de soldados de elite realizando operações que exigem alguma combinação de estratégia, armas e trabalho em equipe.

É justamente essa capacidade de variar que ajudou Ghost Recon a permanecer conhecido por tantos anos. A franquia pode interessar tanto a quem procura um jogo militar para jogar sozinho quanto a quem quer entrar em uma missão cooperativa com amigos. Também existe espaço para quem gosta de furtividade, rifles de precisão, drones, veículos, personalização de armas, reconhecimento de áreas, operações especiais e combates em grandes mapas.

Por isso, falar de Ghost Recon é falar de uma série que mudou bastante sem deixar completamente para trás a ideia que deu origem a ela. O primeiro jogo de 2001 ajudou a estabelecer a marca como uma referência em tiro tático, Advanced Warfighter mostrou uma versão mais tecnológica da fórmula, Future Soldier levou essa tecnologia ainda mais longe e Wildlands transformou a franquia em um grande sandbox militar. Breakpoint, por sua vez, levou a experiência para outro caminho ao misturar mundo aberto, sobrevivência e progressão.

Ao longo dessa evolução, Ghost Recon também se tornou uma das principais franquias militares associadas à Ubisoft e ao universo de Tom Clancy. Sua história passa por PC, PlayStation, Xbox, Nintendo e diferentes formatos de multiplayer, além de reunir jogos que podem parecer muito diferentes entre si. Essa variedade explica por que falar simplesmente em "jogo de tiro" não é suficiente para definir Ghost Recon: dependendo do título, a série pode ser um shooter tático, uma campanha militar, uma experiência cooperativa, um jogo furtivo ou um mundo aberto cheio de possibilidades.