Deadhaus Sonata é um action RPG de fantasia sombria desenvolvido pela Apocalypse Studios, estúdio liderado por Denis Dyack. O jogo aposta em combate em terceira pessoa, exploração cooperativa e uma ambientação gótica cheia de mortos-vivos, castelos destruídos, ruínas e criaturas sobrenaturais. A ideia principal gira em torno de jogar como os próprios monstros, e que pode lembrar V Rising de cara, mas com um foco bem maior em narrativa e cooperação online.
A Apocalypse Studios nasceu com esse jogo, então toda a atenção em volta do projeto vem mesmo da participação de Denis Dyack. Ele trabalhou em jogos cultuados como Eternal Darkness: Sanity's Requiem e no primeiro Blood Omen, dois títulos lembrados até hoje pela atmosfera pesada, elementos psicológicos e narrativa carregada de fantasia sombria. Deadhaus Sonata segue bastante essa linha, trazendo um mundo chamado Malorum, onde os mortos-vivos enfrentam os vivos em uma guerra constante.
O combate mistura hack and slash com habilidades sobrenaturais. O jogador começa controlando um vampiro, podendo se alimentar dos inimigos para ganhar força e liberar poderes especiais. O jogo também trabalha com outras classes de mortos-vivos planejadas para o futuro, incluindo criaturas mais focadas em magia, resistência ou controle de inimigos. Existe um sistema baseado em cartas de tarô que define habilidades e builds, permitindo criar personagens mais agressivos, rápidos ou voltados para suporte e controle de área. Isso aproxima bastante o jogo de ARPGs modernos que gostam de deixar o jogador experimentar combinações diferentes, algo visto em Path of Exile e Last Epoch.
Outro detalhe diferente está no sistema de loot. Em vez de depender totalmente de sorte aleatória, Deadhaus Sonata usa um sistema onde itens e recompensas podem surgir de acordo com as ações do jogador, desempenho nas missões e feitos realizados durante a partida. A proposta tenta fugir daquele ciclo clássico de repetir dungeons esperando cair um item raro específico. A própria equipe descreve isso como um sistema de loot “determinístico”, algo pouco comum dentro do gênero.
A estrutura também mistura campanha narrativa com multiplayer cooperativo. É possível jogar sozinho ou em grupos de até seis pessoas enquanto explora áreas cheias de criaturas, fortalezas destruídas e regiões amaldiçoadas. O jogo aposta bastante em lore, narração e história ambiental, incluindo longos trechos narrados por voz. Não vou negar que é atmosférico ter voz, mas o narrador fala tanto que enche o saco. É bem irritante abrir um menu e o cara começar a falar. Meu amigo que jogou comigo também começou a perder a paciência com o falatório interminável.
Visualmente, Deadhaus Sonata usa uma estética escura cheia de névoa, arquitetura decadente, cemitérios e magia sobrenatural. Em alguns momentos o jogo lembra produções como Thymesia, Soulstice, mas sem dúvidas a assinatura do criador de Blood Omen tá forte lá, e você vê bem o quanto alguns lugares parecem com Legacy of Kain: Soul Reaver pela mistura de fantasia gótica com um design bem peculiar.
A Apocalypse Studios nasceu com esse jogo, então toda a atenção em volta do projeto vem mesmo da participação de Denis Dyack. Ele trabalhou em jogos cultuados como Eternal Darkness: Sanity's Requiem e no primeiro Blood Omen, dois títulos lembrados até hoje pela atmosfera pesada, elementos psicológicos e narrativa carregada de fantasia sombria. Deadhaus Sonata segue bastante essa linha, trazendo um mundo chamado Malorum, onde os mortos-vivos enfrentam os vivos em uma guerra constante.
O combate mistura hack and slash com habilidades sobrenaturais. O jogador começa controlando um vampiro, podendo se alimentar dos inimigos para ganhar força e liberar poderes especiais. O jogo também trabalha com outras classes de mortos-vivos planejadas para o futuro, incluindo criaturas mais focadas em magia, resistência ou controle de inimigos. Existe um sistema baseado em cartas de tarô que define habilidades e builds, permitindo criar personagens mais agressivos, rápidos ou voltados para suporte e controle de área. Isso aproxima bastante o jogo de ARPGs modernos que gostam de deixar o jogador experimentar combinações diferentes, algo visto em Path of Exile e Last Epoch.
Outro detalhe diferente está no sistema de loot. Em vez de depender totalmente de sorte aleatória, Deadhaus Sonata usa um sistema onde itens e recompensas podem surgir de acordo com as ações do jogador, desempenho nas missões e feitos realizados durante a partida. A proposta tenta fugir daquele ciclo clássico de repetir dungeons esperando cair um item raro específico. A própria equipe descreve isso como um sistema de loot “determinístico”, algo pouco comum dentro do gênero.
A estrutura também mistura campanha narrativa com multiplayer cooperativo. É possível jogar sozinho ou em grupos de até seis pessoas enquanto explora áreas cheias de criaturas, fortalezas destruídas e regiões amaldiçoadas. O jogo aposta bastante em lore, narração e história ambiental, incluindo longos trechos narrados por voz. Não vou negar que é atmosférico ter voz, mas o narrador fala tanto que enche o saco. É bem irritante abrir um menu e o cara começar a falar. Meu amigo que jogou comigo também começou a perder a paciência com o falatório interminável.
Visualmente, Deadhaus Sonata usa uma estética escura cheia de névoa, arquitetura decadente, cemitérios e magia sobrenatural. Em alguns momentos o jogo lembra produções como Thymesia, Soulstice, mas sem dúvidas a assinatura do criador de Blood Omen tá forte lá, e você vê bem o quanto alguns lugares parecem com Legacy of Kain: Soul Reaver pela mistura de fantasia gótica com um design bem peculiar.
Deadhaus Sonata também chama atenção por tentar manter uma estrutura de longo prazo. A equipe mencionou planos envolvendo ferramentas de criação de conteúdo pela comunidade, novas classes jogáveis, expansão do mundo e mais histórias dentro de Malorum. Essa proposta de evolução contínua aproxima o jogo de projetos online focados em comunidade, embora ainda exista bastante discussão sobre como tudo isso vai funcionar na prática.
O acesso antecipado infelizmente pesa!
Se por um lado o jogo está lá e tem elementos da mecânica acessíveis,
por outro, infelizmente não dá pra negar que é um jogo que ao menos por
enquanto não conseguiu nos divertir. Era basicamente andar e bater,
quando invoquei meu amigo, apesar de se conectar rápido, ele chegou sem
cartas equipadas e não tinha como equipar. E chegou em um ponto que, não
sabemos se deu pau ou se simplesmente nos perdemos de vez, mas não
tinha mais objetivo. O resultado foi meu jogo dando pau e fechando e o
dele permitindo que ele voasse pra castelos altos, e acabando caindo
fora do cenário.
Sendo assim, por enquanto eu acho que só pra quem é muito fã de Blood Omen mesmo, pois a experiência, infelizmente não foi divertida. Dá pra jogar, tem combates, tem habilidades equipáveis, mas falta ser realmente divertida a coisa. Acho que está bem claro que o jogo está em uma fase bastante inicial e precisa de mais.
Enfim, Deadhaus Sonata acaba sendo uma mistura curiosa de RPG de ação cooperativo, fantasia gótica, combate sobrenatural e narrativa pesada, especialmente para quem sente falta de jogos no estilo clássico de vampiros, necromantes e mundos amaldiçoados. O foco em mortos-vivos jogáveis, builds com cartas de tarô e exploração cooperativa ajuda o jogo a ter uma identidade própria dentro do gênero. Foi lançado para PC via Steam e Epic Games em acesso antecipado, com versões planejadas para PlayStation 5 e Xbox Series X.
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