Ofertas do dia no link de afiliado Amazon!

🟩Placas de Vídeo mais populares da Steam! Valve libera relatório das GPUs mais usadas!

Não existe dúvida de que a Valve criou uma da maiores plataformas de jogos! E hoje em dia há inúmeras formas de usar a plataforma. Seja usando aquelas TVs que não exigem PC ou videogame pra rodar Triplo A via Geforce Now, seja usando um Steam Deck, ou ainda um daqueles amados Notebooks Gamers. Obviamente, temos também as formas tradicionais, usando um PC Gamer com placas de vídeo. E, mensalmente, a Steam lança um relatório mostrando o uso de GPUs na plataforma, e deixando claro as tendências!

 O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como esse aí, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.

Todo mês a Valve solta aquele raio X do hardware usado por quem joga na Steam e, para quem curte acompanhar o mundo dos PCs, isso vira quase um termômetro do momento. Dá para enxergar direitinho o que está valendo a pena, quais placas viraram queridinhas do custo benefício e quais velhinhas teimosas continuam firmes rodando Counter Strike 2, Dota 2 ou aquele Stardew Valley de respeito. O relatório não é só um monte de números, ele conta uma historinha sobre o bolso da galera e sobre como o mercado anda.

No recorte mais recente, a família RTX 4060 continua segurando a coroa. A versão de desktop cresceu e mostrou que muita gente prefere algo equilibrado para encarar desde Fortnite e GTA V até coisas mais pesadas como Baldur’s Gate 3 e Cyberpunk 2077. Quem também chamou atenção foi a RTX 5070, que subiu bem e já começa a aparecer como sonho de consumo de quem quer jogar com tudo no talo sem vender o rim. A RTX 5060 foi a grande estrela das subidas, disparando como foguete e mostrando que o público adora novidade com preço menos assustador.

Do outro lado do ringue, algumas veteranas começaram a cansar. A GTX 1650 e a GTX 1060, que por anos foram guerreiras absolutas dos PCs modestos, perderam espaço. Elas ainda seguram a onda em jogos leves como Terraria, Project Zomboid e Hades, mas quando aparece um Elden Ring ou um Monster Hunter World, o suor já escorre. As versões de notebook da RTX 4060 e da 3060 também deram uma leve escorregada, talvez porque muita gente esteja trocando laptop por desktop mais parrudo.

Outro ponto curioso é a presença constante dos gráficos integrados da AMD e da Intel. Eles nunca lideram, mas estão sempre ali, sustentando o pessoal que joga coisas mais tranquilas, tipo Football Manager, The Sims ou uns indies malucos que pipocam na Steam. Em épocas de grana curta, esses chips crescem e viram prova viva de que gamer dá um jeito de jogar nem que seja com tudo no mínimo.

No meio da tabela, a RTX 3060 segue como aquele arroz com feijão que todo mundo confia. Não é a mais nova, não é a mais forte, mas roda praticamente tudo com dignidade. Já a RTX 4070 e a versão Super caminham devagar, ganhando espaço entre quem curte gráficos bonitos em jogos como Red Dead Redemption 2, Alan Wake 2 ou Starfield, aqueles títulos que fazem a placa chiar e o cooler gritar.

Esse sobe e desce mostra que o público da Steam é uma mistura gigante. Tem gente feliz jogando jogos levinhos competitivos e tem o pessoal que quer sentir o peso de um ray tracing nervoso. O relatório acaba virando um retrato do momento, quase como olhar uma foto antiga e lembrar qual jogo estava bombando e qual placa era o sonho da galera.

Lista das GPUs e posição mais recente

  • NVIDIA GeForce RTX 4060: 4,36% com alta de 0,46%

  • NVIDIA GeForce RTX 3060: 4,28% com alta de 0,03%

  • NVIDIA GeForce RTX 4060 Laptop: 3,99% com queda de 0,06%

  • NVIDIA GeForce RTX 3050: 3,03% com queda de 0,04%

  • NVIDIA GeForce RTX 5070: 2,87% com alta de 0,46%

  • NVIDIA GeForce GTX 1650: 2,75% com queda de 0,17%

  • NVIDIA GeForce RTX 4060 Ti: 2,74% com alta de 0,08%

  • NVIDIA GeForce RTX 5060: 2,50% com alta de 0,72%

  • NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti: 2,48% com alta de 0,02%

  • NVIDIA GeForce RTX 3070: 2,27% com queda de 0,04%

  • AMD Radeon integrada: 2,27% com queda de 0,08%

  • NVIDIA GeForce RTX 4070: 2,11% com alta de 0,05%

  • NVIDIA GeForce RTX 3060 Laptop: 2,04% com queda de 0,13%

  • NVIDIA GeForce RTX 2060: 1,91% com queda de 0,08%

  • AMD Radeon Graphics: 1,84% com queda de 0,17%

  • Intel UHD Graphics: 1,82% com queda de 0,08%

  • Intel Iris Xe Graphics: 1,76% com alta de 0,10%

  • NVIDIA GeForce GTX 1060: 1,73% com queda de 0,08%

  • NVIDIA GeForce RTX 4070 SUPER: 1,69% com alta de 0,01%

 O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como esse aí, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.

Sobre Placas de Vídeo

As placas de vídeo viraram quase personagens principais quando o assunto é computador para jogar, trabalhar com imagem ou simplesmente ver tudo mais bonito na tela. Lá no começo, quando os PCs ainda engatinhavam, o vídeo era algo bem simples, só para mostrar texto e algumas cores tímidas. Com o passar dos anos apareceram marcas como NVIDIA e AMD, que foram empurrando a tecnologia para frente e transformando aquelas plaquinhas modestas em verdadeiros monstros cheios de potência. Modelos como GeForce e Radeon começaram a disputar espaço nos gabinetes e, junto com eles, nasceram termos que hoje todo mundo que gosta de hardware conhece.

O grande salto aconteceu quando os jogos em 3D deixaram de ser curiosidade e viraram padrão. Engines gráficas como Unreal Engine e Unity passaram a exigir mais da GPU, e aí conceitos como shaders, rasterização e memória dedicada entraram no vocabulário popular. A chegada do DirectX e do OpenGL também marcou época, porque padronizou a forma como os jogos conversavam com o hardware. Quem viveu o início dos anos 2000 lembra da febre das placas com 128 MB, depois 256 MB, e como cada nova geração prometia rodar títulos como Doom 3, Half-Life 2 e Crysis com mais efeitos.

Outro ponto importante foi a evolução do resfriamento. As primeiras placas usavam dissipadores simples, mas o aumento de consumo trouxe coolers maiores, heatpipes e até sistemas com três ventoinhas. Hoje é comum falar de modelos com backplate, RGB e modos silenciosos. Fabricantes como ASUS, MSI, Gigabyte, EVGA e Sapphire criaram versões próprias das GPUs, cada uma com um jeitão diferente, e isso abriu um mercado quase colecionável para quem gosta de montar PC. A briga entre desempenho e temperatura virou assunto de fórum, canal de tecnologia e conversa de loja.

A arquitetura interna das GPUs também mudou bastante. Núcleos CUDA, stream processors e unidades de ray tracing passaram a dividir espaço no mesmo chip. O ray tracing, aliás, foi um daqueles marcos que mexeram com a imaginação, prometendo reflexos e luz mais realistas em jogos como Cyberpunk 2077 e Control. Junto disso vieram tecnologias de ajuda como DLSS e FSR, que usam inteligência artificial para melhorar o desempenho sem perder tanta qualidade. Esses nomes começaram a aparecer nas caixas das placas e viraram argumento forte na hora da compra.

Não dá para esquecer do impacto das placas de vídeo fora dos jogos. Programas como Photoshop, Premiere, Blender e DaVinci Resolve passaram a usar a GPU para acelerar tudo. A mineração de criptomoedas, com Bitcoin e Ethereum, também colocou as placas no centro de outra febre e mudou até o preço do mercado. Muita gente que nunca tinha ouvido falar em hash rate, VRAM e overclock começou a pesquisar sobre isso. A placa de vídeo deixou de ser só item de gamer e virou ferramenta de trabalho para criador de conteúdo, arquiteto e designer.

Os conectores e padrões de imagem acompanharam essa caminhada. Saíram as antigas portas VGA e entraram HDMI e DisplayPort, abrindo caminho para monitores 4K, ultrawide e com taxa de atualização de 144 Hz ou 240 Hz. Tecnologias como G-Sync e FreeSync surgiram para evitar o tal do tearing e deixar a imagem mais lisa. Até os cabos e a fonte do computador passaram a ser parte da conversa, porque uma placa parruda pede energia estável e conectores de 8 pinos.

No meio disso tudo, o público foi criando seus rituais. Comparar benchmarks, ver testes no 3DMark, acompanhar análise de temperatura no MSI Afterburner e discutir se vale mais uma RTX ou uma RX virou quase esporte. Cada geração traz nomes que ficam marcados, como GTX 1080, RTX 2060, RTX 3060, RX 580 e RX 6700 XT, e a galera debate qual envelheceu melhor. Os notebooks gamers também entraram na dança com versões mobile das GPUs, tentando entregar desempenho de desktop em corpo compacto.

A montagem do PC ganhou um lado emocional graças à placa de vídeo. Escolher gabinete com lateral de vidro, organizar os cabos e ligar o primeiro jogo novo virou momento de celebração. Até quem prefere consoles acabou se interessando pelo assunto, porque muitos videogames usam chips gráficos parecidos com os de PC. A conversa sobre fps, resolução Full HD, Quad HD e 4K passou a fazer parte do dia a dia de quem só queria se divertir.

Olhando para toda essa estrada, dá para perceber que as placas de vídeo contam um pedaço da história da própria informática. De simples aceleradoras 2D até máquinas capazes de criar mundos inteiros, elas ajudaram a moldar a forma como a gente joga, trabalha e consome arte digital. Termos como GPU, clock, teraflops, VR, drivers e atualização de firmware viraram comuns, e a cada nova geração a sensação é de que ainda existe muito espaço para evoluir. Falar de placa de vídeo é falar de criatividade, competição entre empresas e da vontade eterna de ver imagens cada vez mais vivas na tela.