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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 18

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 18

Ando em meio a uma multidão agitada, sei bem que minhas decisões tem que ser tomadas de forma cautelosa, e aquele homem naquele quarto não parecia ser nada confiável, tenho que tomar cuidado com as minhas próximas escolhas, Ensis parece não ter muita paciência para as coisas, ou ao menos tenta demonstrar isso, já que ela me poupou com facilidade na arena. Espero que ela seja compreensiva o suficiente para entender que estou apenas preservando o nosso plano de fuga, ou ao menos tentando... É claro que posso estar errado, mas tenho que seguir meus instintos, infelizmente o único jeito é apostar no que acho mais provável.

Essa multidão está muito agitada, as coisas que estão gritando são variadas, estão falando sobre a morte de um Mestre de Casa que foi assassinado, e de um ataque que está havendo na Casa de Ogumir, isso é bem estranho... A população está agitada, percebo que a morte é o que mais está tornando a gritaria fervorosa, será que aquele homem que morreu na minha cela era mesmo um Mestre de Casa? Eu estava delirando... Se for o caso, é capaz de ter ocorrido um estouro entre as Casas, talvez o homem que encontrei naquele quarto fosse alguém disfarçado, usando as cores da casa de Ensis para tentar descobrir alguma informação. Espero que ela esteja bem, ou minha missão falhará. Preciso de informações mais claras.

Olho ao redor e tento localizar qualquer coisa que me dê uma vantagem. Não demoro muito para localizar uma taverna, um lugar perfeito para se obter informações, no entanto sou um escravo fugitivo nessa cidade, e não tenho dinheiro algum, preciso conseguir algo. Miro as pessoas ao meu redor, elas se encostam bruscamente o tempo todo, alguns tem pequenas bolsas de dinheiro presas à cintura.

Preciso me concentrar, estou um pouco tonto, mas tenho que fazer tudo com perfeição. Olho ao meu redor e tento localizar alguém que não pareça tão esperto. É claro que julgar pela aparência pode ser uma tolice, mas é melhor apostar no que posso ver do que simplesmente contar com a sorte. Rapidamente vejo um homem, parece distraído, me movo o mais rápido que posso em meio a tantas pessoas, isso normalmente me incomodaria, mas nesse caso é uma ótima vantagem, ao me aproximar, mantenho minha mão pronta e tento observar pelas brechas, onde está sua bolsa, a vejo pendurada do lado esquerdo de sua cintura.

Me aproximo e começo a me movimentar mais bruscamente do que deveria, em meio à multidão, grito também, pedindo informações, tentando saber o que aconteceu, e em certo momento o empurro com muito mais força do que deveria, fazendo-o tropeçar para frente, mas trombar em outras pessoas, aproveito esse momento e seguro firme em sua bolsa e puxo, saio rapidamente, não olho para trás, isso me denunciaria, não sei se ele percebeu, espero que não. Continuo andando, até chegar à taverna, ainda estou tentado a olhar para trás, talvez ele esteja me seguindo nesse exato instante.

Entro na taverna, finalmente dou uma espiada, parece que tudo deu certo. O lugar está cheio, mas não tanto quanto o lado de fora, surpreendentemente o ambiente parece mais amigável. Observo rapidamente as pessoas ao redor, logo depois então vou até o balcão, me sento e confiro o dinheiro, por um breve momento sinto um arrepio em pela primeira vez cogitar a possibilidade de não haver nada de valor, mas rapidamente esse pensamento passa ao ouvir o barulho das moedas. Quando abro, vejo que há cinco peças médias e dez peças baixas, uma quantidade razoável de dinheiro, o suficiente para me salvar. O atendente se aproxima:

-Vai querer alguma coisa.
-Um copo de hidromel.
-Quatro peças baixas.

Coloco o dinheiro na mesa, ele traz o copo, fico de ouvidos atentos, quero o máximo de informações que puder, para poder usar a meu favor. O atendente logo pergunta:

-Você que é da casa de Ogumir, os negócios estão mesmo feios por lá?

Meu coração acelera, eu tinha esquecido completamente que estava usando um manto da Casa de Ogumir, sendo assim eu com certeza estou sendo o centro das atenções nesse momento, nem todos os habitantes de Xibalba são membros de Casas, apenas a elite, e certamente quem está de fora quer saber exatamente o que está acontecendo.

1 - Dizer que não interessa. (Ser rude e tentar mostrar força, para que o atendente o esqueça de vez)
2 - Não responder. (Ser rude e tentar mostrar que pouco se importa com a ralé, para que o atendente o esqueça de vez)
3 - Falar que é exatamente o que ele tem ouvido. (Dar motivo para o papo continuar e mostrar tom de deboche, fará o atendente lembrar de Acarium)
4 - Perguntar a ele o que tem ouvido. (Dar atenção ao homem e tentar seguir mentindo e conseguir informações, fará o atendente lembrar de Acarium)

OBS RADICAL URGENTE: Galera me desculpem pela demora, mas meu livro Folhas Secas Daquele Outono finalmente começou a ser vendido e estou muito ocupado conseguindo contatos, fazendo material pra divulgação e outras coisas, por isso por enquanto o conto vai ser semanal, quando a poeira baixar, volto a escrever mais rápido. Por favor apontem erros! Esse conto se passa no mesmo universo do livro O céu não existe.

4 comentários:

LBNerd disse...

4

Yago Gama Araujo disse...

"Ao me aproxima(r)", tem um erre aí, não? Quarto parágrafo

Yago Gama Araujo disse...

"Ao me aproxima(r)", tem um erre aí, não? Quarto parágrafo

Iscai NM disse...

Muito obrigado, arrumei! =D