O RG556, da Anbernic, virou um dos aparelhos mais badalados do mundo dos portáteis de emulação porque resolveu atacar uma faixa que muita gente queria. Ele não é aquele tijolinho minúsculo feito para jogar Super Nintendo deitado na cama. A proposta é entregar uma máquina Android maior, confortável e capaz de encarar consoles bem mais pesados sem transformar tudo numa apresentação de PowerPoint.
O aparelho vem com Android 13, processador Unisoc T820, 8 GB de RAM e tela AMOLED de 5,48 polegadas com resolução de 1920 x 1080. A tela é um dos grandes chamarizes do RG556, principalmente para jogos antigos com cores fortes e imagens mais escuras. E os controles também não foram tratados como aqueles botões de calculadora que alguns portáteis baratos parecem usar. Há analógicos Hall e gatilhos analógicos, além de sistema de resfriamento ativo.
O grande assunto, claro, é emulação. O RG556 roda jogos de PlayStation 2, embora a emulação por si só, seja uma gambiarra, o que obviamente depende da versão do emulador e do jogo em si, portanto, embora muitos rodam maravilhosamente, isso não significa colocar qualquer jogo pesado, apertar iniciar e esperar um milagre divino. O desempenho varia bastante de acordo com o título e as configurações do emulador. Alguns jogos funcionam muito bem, enquanto outros mais exigentes precisam de ajustes e podem apresentar quedas. A parte boa, é que emuladores evoluem e ficam mais leves. GameCube e Xbox original também entram na brincadeira, assim como Wii e Nintendo 3DS em diferentes níveis de desempenho.
E ele não vive só de PS2. PSP e Dreamcast são áreas em que o T820 se sai muito bem, enquanto PlayStation 1, Nintendo 64, Nintendo DS, Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy e uma porrada de sistemas antigos ficam bem mais tranquilos. Até jogos de Android entram na festa, afinal o aparelho é basicamente um celular parrudo que resolveu colocar dois analógicos na cara e sair por aí fingindo que não é. Sem contar que, com os emuladores de PC, você pode até tentar umas loucuras ainda mais pesadas!
Outra vantagem do Android é a quantidade de possibilidades fora da emulação tradicional. Dá para usar serviços de streaming de jogos, como Xbox Game Pass e GeForce Now, além de Steam Link e Moonlight para transmitir jogos de um PC. Também existe saída de vídeo pelo USB-C, suporte a cartão microSD e conexão sem fio. Ou seja, o RG556 consegue funcionar como portátil de emulação, máquina Android e tela para jogar aquilo que está rodando em outro lugar.
O aparelho vem com Android 13, processador Unisoc T820, 8 GB de RAM e tela AMOLED de 5,48 polegadas com resolução de 1920 x 1080. A tela é um dos grandes chamarizes do RG556, principalmente para jogos antigos com cores fortes e imagens mais escuras. E os controles também não foram tratados como aqueles botões de calculadora que alguns portáteis baratos parecem usar. Há analógicos Hall e gatilhos analógicos, além de sistema de resfriamento ativo.
O grande assunto, claro, é emulação. O RG556 roda jogos de PlayStation 2, embora a emulação por si só, seja uma gambiarra, o que obviamente depende da versão do emulador e do jogo em si, portanto, embora muitos rodam maravilhosamente, isso não significa colocar qualquer jogo pesado, apertar iniciar e esperar um milagre divino. O desempenho varia bastante de acordo com o título e as configurações do emulador. Alguns jogos funcionam muito bem, enquanto outros mais exigentes precisam de ajustes e podem apresentar quedas. A parte boa, é que emuladores evoluem e ficam mais leves. GameCube e Xbox original também entram na brincadeira, assim como Wii e Nintendo 3DS em diferentes níveis de desempenho.
E ele não vive só de PS2. PSP e Dreamcast são áreas em que o T820 se sai muito bem, enquanto PlayStation 1, Nintendo 64, Nintendo DS, Mega Drive, Super Nintendo, Game Boy e uma porrada de sistemas antigos ficam bem mais tranquilos. Até jogos de Android entram na festa, afinal o aparelho é basicamente um celular parrudo que resolveu colocar dois analógicos na cara e sair por aí fingindo que não é. Sem contar que, com os emuladores de PC, você pode até tentar umas loucuras ainda mais pesadas!
Outra vantagem do Android é a quantidade de possibilidades fora da emulação tradicional. Dá para usar serviços de streaming de jogos, como Xbox Game Pass e GeForce Now, além de Steam Link e Moonlight para transmitir jogos de um PC. Também existe saída de vídeo pelo USB-C, suporte a cartão microSD e conexão sem fio. Ou seja, o RG556 consegue funcionar como portátil de emulação, máquina Android e tela para jogar aquilo que está rodando em outro lugar.
Também dá para fazer umas gambiarras deliciosamente esquisitas com o RG556, e transformar o portátil em um console de sala é um ótimo exemplo. Como ele tem saída de vídeo 1080p pelo USB-C e Bluetooth, dá para mandar a imagem para a TV e usar controles externos. Existe um leque de possibilidades graças ao suporte a streaming, netplay (conectar aoutro aparelho) e screencasting (mandar a tela pra outra tela). A ideia de pegar um aparelho feito para ficar na mão, enfiar atrás da televisão e colocar quatro controles para jogar Dreamcast é exatamente o tipo de maluquice que combina com esse negócio.
E essa é uma das graças do RG556. O bagulho por si só já é uma gambiarra tecnológica, então dá vontade de testar combinações que ninguém em sã consciência colocaria como função principal. Dá para brincar com streaming de jogos de PC usando coisas como Moonlight, transformar a máquina em central de emulação na TV ou usar um hub USB para tentar colocar periféricos junto da saída de vídeo. É o tipo de aparelho que faz você pensar "será que dá?" e, cinco minutos depois, estar com um hub, quatro controles, um cabo HDMI e uma vontade inexplicável de colocar Power Stone para quatro pessoas.
Foi essa mistura que ajudou o RG556 a virar um fenômeno entre os portáteis Android. Ele juntou uma tela AMOLED muito bonita, controles confortáveis, boa potência para PSP, Dreamcast, GameCube e parte do catálogo de PS2, além de toda a liberdade do Android. Não é uma máquina mágica que roda absolutamente tudo, porque aí seria necessário instalar um pequeno reator nuclear no fundo da carcaça. Mas dentro da proposta de um portátil de emulação acessível e cheio de possibilidades, o RG556 acabou se tornando um dos modelos mais comentados e procurados da categoria.
E essa é uma das graças do RG556. O bagulho por si só já é uma gambiarra tecnológica, então dá vontade de testar combinações que ninguém em sã consciência colocaria como função principal. Dá para brincar com streaming de jogos de PC usando coisas como Moonlight, transformar a máquina em central de emulação na TV ou usar um hub USB para tentar colocar periféricos junto da saída de vídeo. É o tipo de aparelho que faz você pensar "será que dá?" e, cinco minutos depois, estar com um hub, quatro controles, um cabo HDMI e uma vontade inexplicável de colocar Power Stone para quatro pessoas.
Foi essa mistura que ajudou o RG556 a virar um fenômeno entre os portáteis Android. Ele juntou uma tela AMOLED muito bonita, controles confortáveis, boa potência para PSP, Dreamcast, GameCube e parte do catálogo de PS2, além de toda a liberdade do Android. Não é uma máquina mágica que roda absolutamente tudo, porque aí seria necessário instalar um pequeno reator nuclear no fundo da carcaça. Mas dentro da proposta de um portátil de emulação acessível e cheio de possibilidades, o RG556 acabou se tornando um dos modelos mais comentados e procurados da categoria.
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