Se você ama o clássico Final Fantasy VII e se maravilhou com o fato de que Final Fantasy 7 Remake teve vozes nos personagens, mas gostaria muito de compreender, saiba que ele ganhou uma dublagem completa em português brasileiro feita por fãs. O projeto substitui as vozes em inglês por falas em PT-BR e cobre uma grande parte dos diálogos da aventura, deixando a experiência bem mais acessível para quem prefere ouvir tudo em português.
A dublagem reúne cerca de 20 mil linhas e inclui personagens importantes como Cloud, Aerith, Tifa, Barret, Yuffie e Red XIII. O trabalho também alcança NPCs, conversas durante a exploração e as cenas cinematográficas, então não fica limitado apenas aos protagonistas.
Para quem sempre quis jogar Final Fantasy 7 Remake em português por não falar outro idioma, a diferença é bem clara. Em um RPG cheio de diálogos, acompanhar a história pela voz pode ser muito mais confortável do que depender o tempo inteiro das legendas.
Também existe outro público que pode aproveitar bastante esse tipo de projeto: quem até entende inglês, mas não consegue se concentrar direito enquanto joga e lê legendas. Com as falas em português, fica mais fácil prestar atenção nas cenas, nos personagens e no próprio combate sem precisar ficar alternando o olhar entre a ação e o texto.
A dublagem reúne cerca de 20 mil linhas e inclui personagens importantes como Cloud, Aerith, Tifa, Barret, Yuffie e Red XIII. O trabalho também alcança NPCs, conversas durante a exploração e as cenas cinematográficas, então não fica limitado apenas aos protagonistas.
Para quem sempre quis jogar Final Fantasy 7 Remake em português por não falar outro idioma, a diferença é bem clara. Em um RPG cheio de diálogos, acompanhar a história pela voz pode ser muito mais confortável do que depender o tempo inteiro das legendas.
Também existe outro público que pode aproveitar bastante esse tipo de projeto: quem até entende inglês, mas não consegue se concentrar direito enquanto joga e lê legendas. Com as falas em português, fica mais fácil prestar atenção nas cenas, nos personagens e no próprio combate sem precisar ficar alternando o olhar entre a ação e o texto.
A dublagem funciona na versão de PC e foi testada na edição da Steam. A instalação é feita colocando o arquivo do projeto na pasta End\Content\Paks do jogo, sem usar a pasta ~mods. Depois disso, Final Fantasy 7 Remake carrega o áudio em português normalmente.
O projeto também pode ser removido sem complicação, bastando apagar o arquivo da dublagem da pasta do jogo. Isso permite testar a versão brasileira sem alterar permanentemente os arquivos originais.
A ideia combina especialmente bem com Final Fantasy 7 Remake porque a aventura de Cloud em Midgar tem uma quantidade enorme de conversas e cenas. Personagens como Aerith, Tifa e Barret passam boa parte da história interagindo entre si, e ouvir essas falas em português deixa esse conteúdo mais fácil de acompanhar. Para quem sempre quis acompanhar a aventura de Cloud, Tifa, Aerith e Barret em português, a dublagem é uma boa forma de aproveitar o jogo sem depender tanto das legendas ou de entender outro idioma.
O projeto também pode ser removido sem complicação, bastando apagar o arquivo da dublagem da pasta do jogo. Isso permite testar a versão brasileira sem alterar permanentemente os arquivos originais.
A ideia combina especialmente bem com Final Fantasy 7 Remake porque a aventura de Cloud em Midgar tem uma quantidade enorme de conversas e cenas. Personagens como Aerith, Tifa e Barret passam boa parte da história interagindo entre si, e ouvir essas falas em português deixa esse conteúdo mais fácil de acompanhar. Para quem sempre quis acompanhar a aventura de Cloud, Tifa, Aerith e Barret em português, a dublagem é uma boa forma de aproveitar o jogo sem depender tanto das legendas ou de entender outro idioma.
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Sobre Final Fantasy
A franquia Final Fantasy é uma das mais conhecidas da história dos videogames. Criada pela Square, no Japão, a série começou em 1987 no NES e construiu uma identidade própria misturando RPG, fantasia, ficção científica, personagens marcantes, criaturas, cristais, magia e grandes histórias. A Square Enix informa que a marca já passou de 185 milhões de unidades vendidas no mundo.
O primeiro Final Fantasy surgiu em um momento importante para a Square. O jogo usava elementos comuns dos RPGs japoneses da época, como batalhas por turnos, grupos de personagens, equipamentos, pontos de experiência e exploração de um mapa enorme. A ideia deu tão certo que a empresa transformou aquele projeto em uma série que continuaria mudando de mundo, personagens e sistemas a cada novo capítulo.
Uma das características mais curiosas de Final Fantasy é justamente essa liberdade. Final Fantasy II, lançado em 1988, não continuou a história do primeiro jogo. O mesmo aconteceu com Final Fantasy III, Final Fantasy IV, Final Fantasy V e Final Fantasy VI. Cada jogo apresentava seu próprio universo, embora vários elementos voltassem de maneiras diferentes, como os chocobos, moogles, summons, cristais, magias e nomes conhecidos.
A série também foi ganhando novas formas de contar suas histórias. Final Fantasy IV trouxe uma narrativa mais focada nos personagens, enquanto Final Fantasy V ficou conhecido pelo sistema de jobs, permitindo mudar as funções dos integrantes do grupo. Já Final Fantasy VI, lançado em 1994, colocou um elenco grande de personagens em uma história marcada pelo Império, pela tecnologia e pelo vilão Kefka.
A grande virada internacional veio com Final Fantasy VII, lançado em 1997 para o PlayStation. Cloud Strife, Sephiroth, Aerith e Midgar se tornaram símbolos da franquia, enquanto os gráficos em 3D ajudaram a apresentar Final Fantasy para uma quantidade ainda maior de jogadores. O jogo também mostrou que um RPG japonês podia ter uma presença enorme fora do Japão.
Depois vieram Final Fantasy VIII, Final Fantasy IX e Final Fantasy X, cada um seguindo uma direção diferente. Final Fantasy VIII apostou em um mundo mais moderno e no romance entre Squall e Rinoa. Final Fantasy IX voltou para uma fantasia mais tradicional. Já Final Fantasy X, lançado em 2001 para PlayStation 2, trouxe Tidus e Yuna em uma aventura marcada por Spira, os invocadores e os Aeons.
A franquia também passou a explorar outros formatos. Final Fantasy XI levou a série para o gênero MMORPG, enquanto Final Fantasy XII apresentou Ivalice e um sistema de batalha diferente dos capítulos anteriores. O universo de Ivalice também aparece em outros trabalhos da Square, incluindo Final Fantasy Tactics, que transformou a fórmula da série em um RPG de estratégia.
Final Fantasy XIII levou a franquia para uma direção mais moderna, com Lightning como protagonista e uma história dividida em diferentes jogos. Depois, Final Fantasy XIV se tornou outro caso importante. O MMORPG começou em 2010 e ganhou uma nova versão chamada A Realm Reborn, transformando o jogo em uma das experiências online mais importantes dentro da história da franquia. O título continua sendo tratado pela Square Enix como um MMORPG para PC, Mac, PlayStation e Xbox.
Enquanto isso, Final Fantasy também criou histórias paralelas e derivados. Existem jogos como Crisis Core: Final Fantasy VII, Dissidia Final Fantasy, Final Fantasy Type-0, Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin e Final Fantasy Tactics. A série também ganhou filmes, animações, mangás e outros projetos, mostrando que a marca deixou de ser apenas uma coleção de RPGs numerados.
Outro ponto importante é a música. Nobuo Uematsu ajudou a criar algumas das melodias mais conhecidas da franquia, incluindo temas que ficaram ligados aos primeiros jogos e a personagens específicos. A música de Final Fantasy acabou se tornando parte importante da identidade da série, junto das artes de Yoshitaka Amano, dos designs de personagens e da presença constante de criaturas como chocobos e moogles.
A série também passou por várias mudanças no sistema de combate. Os primeiros jogos usavam batalhas por turnos, mas capítulos como Final Fantasy X adotaram sistemas diferentes, enquanto Final Fantasy XII trabalhou com o sistema Gambit. Final Fantasy XV foi ainda mais longe ao apostar em combate em tempo real, preparando o terreno para uma transformação ainda maior em Final Fantasy XVI.
Final Fantasy XVI, lançado em 2023 para PlayStation 5, colocou Clive Rosfield no centro de uma história mais sombria, com guerras, vingança e os enormes Eikons. A Square Enix descreve o jogo como uma história independente dentro da franquia, sem depender dos acontecimentos dos outros Final Fantasy.
Mesmo com tantas mudanças, alguns elementos continuam reconhecíveis. Cristais, summons, chocobos, moogles, Cid, equipamentos, magia e grandes aventuras aparecem de diferentes formas ao longo dos jogos. Até a numeração ajuda a mostrar a evolução da série, já que cada Final Fantasy pode apresentar um mundo completamente diferente sem precisar continuar a história do anterior.
Para quem quer conhecer a franquia, existe ainda uma porta de entrada para os jogos clássicos através de Final Fantasy Pixel Remaster, coleção que reúne Final Fantasy I, II, III, IV, V e VI com gráficos em pixel atualizados, trilha sonora reorganizada e algumas melhorias de qualidade de vida.
No fim, é justamente essa capacidade de mudar que explica a força de Final Fantasy. Um jogo pode ser uma fantasia medieval cheia de magia, outro pode apresentar cidades tecnológicas e armas de fogo, enquanto outro transforma a série em um MMORPG ou em um RPG de ação. A franquia nasceu como uma aposta da Square em 1987 e acabou se tornando uma das maiores referências quando o assunto é RPG japonês, JRPG e videogame.
O primeiro Final Fantasy surgiu em um momento importante para a Square. O jogo usava elementos comuns dos RPGs japoneses da época, como batalhas por turnos, grupos de personagens, equipamentos, pontos de experiência e exploração de um mapa enorme. A ideia deu tão certo que a empresa transformou aquele projeto em uma série que continuaria mudando de mundo, personagens e sistemas a cada novo capítulo.
Uma das características mais curiosas de Final Fantasy é justamente essa liberdade. Final Fantasy II, lançado em 1988, não continuou a história do primeiro jogo. O mesmo aconteceu com Final Fantasy III, Final Fantasy IV, Final Fantasy V e Final Fantasy VI. Cada jogo apresentava seu próprio universo, embora vários elementos voltassem de maneiras diferentes, como os chocobos, moogles, summons, cristais, magias e nomes conhecidos.
A série também foi ganhando novas formas de contar suas histórias. Final Fantasy IV trouxe uma narrativa mais focada nos personagens, enquanto Final Fantasy V ficou conhecido pelo sistema de jobs, permitindo mudar as funções dos integrantes do grupo. Já Final Fantasy VI, lançado em 1994, colocou um elenco grande de personagens em uma história marcada pelo Império, pela tecnologia e pelo vilão Kefka.
A grande virada internacional veio com Final Fantasy VII, lançado em 1997 para o PlayStation. Cloud Strife, Sephiroth, Aerith e Midgar se tornaram símbolos da franquia, enquanto os gráficos em 3D ajudaram a apresentar Final Fantasy para uma quantidade ainda maior de jogadores. O jogo também mostrou que um RPG japonês podia ter uma presença enorme fora do Japão.
Depois vieram Final Fantasy VIII, Final Fantasy IX e Final Fantasy X, cada um seguindo uma direção diferente. Final Fantasy VIII apostou em um mundo mais moderno e no romance entre Squall e Rinoa. Final Fantasy IX voltou para uma fantasia mais tradicional. Já Final Fantasy X, lançado em 2001 para PlayStation 2, trouxe Tidus e Yuna em uma aventura marcada por Spira, os invocadores e os Aeons.
A franquia também passou a explorar outros formatos. Final Fantasy XI levou a série para o gênero MMORPG, enquanto Final Fantasy XII apresentou Ivalice e um sistema de batalha diferente dos capítulos anteriores. O universo de Ivalice também aparece em outros trabalhos da Square, incluindo Final Fantasy Tactics, que transformou a fórmula da série em um RPG de estratégia.
Final Fantasy XIII levou a franquia para uma direção mais moderna, com Lightning como protagonista e uma história dividida em diferentes jogos. Depois, Final Fantasy XIV se tornou outro caso importante. O MMORPG começou em 2010 e ganhou uma nova versão chamada A Realm Reborn, transformando o jogo em uma das experiências online mais importantes dentro da história da franquia. O título continua sendo tratado pela Square Enix como um MMORPG para PC, Mac, PlayStation e Xbox.
Enquanto isso, Final Fantasy também criou histórias paralelas e derivados. Existem jogos como Crisis Core: Final Fantasy VII, Dissidia Final Fantasy, Final Fantasy Type-0, Stranger of Paradise: Final Fantasy Origin e Final Fantasy Tactics. A série também ganhou filmes, animações, mangás e outros projetos, mostrando que a marca deixou de ser apenas uma coleção de RPGs numerados.
Outro ponto importante é a música. Nobuo Uematsu ajudou a criar algumas das melodias mais conhecidas da franquia, incluindo temas que ficaram ligados aos primeiros jogos e a personagens específicos. A música de Final Fantasy acabou se tornando parte importante da identidade da série, junto das artes de Yoshitaka Amano, dos designs de personagens e da presença constante de criaturas como chocobos e moogles.
A série também passou por várias mudanças no sistema de combate. Os primeiros jogos usavam batalhas por turnos, mas capítulos como Final Fantasy X adotaram sistemas diferentes, enquanto Final Fantasy XII trabalhou com o sistema Gambit. Final Fantasy XV foi ainda mais longe ao apostar em combate em tempo real, preparando o terreno para uma transformação ainda maior em Final Fantasy XVI.
Final Fantasy XVI, lançado em 2023 para PlayStation 5, colocou Clive Rosfield no centro de uma história mais sombria, com guerras, vingança e os enormes Eikons. A Square Enix descreve o jogo como uma história independente dentro da franquia, sem depender dos acontecimentos dos outros Final Fantasy.
Mesmo com tantas mudanças, alguns elementos continuam reconhecíveis. Cristais, summons, chocobos, moogles, Cid, equipamentos, magia e grandes aventuras aparecem de diferentes formas ao longo dos jogos. Até a numeração ajuda a mostrar a evolução da série, já que cada Final Fantasy pode apresentar um mundo completamente diferente sem precisar continuar a história do anterior.
Para quem quer conhecer a franquia, existe ainda uma porta de entrada para os jogos clássicos através de Final Fantasy Pixel Remaster, coleção que reúne Final Fantasy I, II, III, IV, V e VI com gráficos em pixel atualizados, trilha sonora reorganizada e algumas melhorias de qualidade de vida.
No fim, é justamente essa capacidade de mudar que explica a força de Final Fantasy. Um jogo pode ser uma fantasia medieval cheia de magia, outro pode apresentar cidades tecnológicas e armas de fogo, enquanto outro transforma a série em um MMORPG ou em um RPG de ação. A franquia nasceu como uma aposta da Square em 1987 e acabou se tornando uma das maiores referências quando o assunto é RPG japonês, JRPG e videogame.




