Ofertas do dia no link de afiliado Amazon!

Seu PC encara The Witcher 3 após a expansão Songs of The Past? Requisitos aumentaram!

Quem procura os requisitos de The Witcher 3: Wild Hunt para PC pode acabar encontrando informações diferentes dependendo da data da publicação consultada. Isso acontece porque o RPG da CD Projekt RED passou por uma mudança importante em suas exigências de hardware. Isso graças à expansão Songs of The Past, que fez os requisitos mínimos serem elevados de forma considerável em comparação com aqueles exigidos pela versão original de 2015.

Na época do lançamento, era possível jogar com 6 GB de memória RAM, uma placa de vídeo como a GeForce GTX 660 ou Radeon HD 7870 e cerca de 35 GB a 50 GB de espaço livre. A configuração atualizada é bem mais exigente. A memória mínima passou para 12 GB, o armazenamento subiu para 70 GB e agora é necessário utilizar um SSD. Os processadores e placas de vídeo exigidos também pertencem a gerações mais recentes, refletindo uma demanda maior por desempenho.
 
Essa mudança é especialmente relevante para quem está voltando ao jogo depois de muitos anos ou para quem encontrou referências antigas sobre os requisitos. Afinal, The Witcher 3 continua atraindo jogadores graças ao seu enorme mundo aberto, às missões repletas de escolhas e consequências, aos contratos de caça a monstros e à jornada de Geralt de Rívia pelos Reinos do Norte. Mesmo sendo um título consagrado, suas exigências atuais já não são as mesmas da época em que chegou ao mercado.

Requisitos atualizados de The Witcher 3

Sistema operacional: Windows 11 64 bits
Processador: AMD Ryzen 5 2600 ou Intel Core i5-8400
Memória RAM: 12 GB
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1660 ou AMD Radeon RX 5500 XT 8 GB
Memória de vídeo (VRAM): 6 GB
Armazenamento: 70 GB em SSD

Os requisitos atualizados mostraram uma evolução significativa em relação à configuração originalmente exigida pelo jogo. Antes de iniciar a aventura, vale conferir se o computador atende a essas especificações, especialmente no caso do armazenamento em SSD e da quantidade de memória RAM, que estão entre as mudanças mais perceptíveis para quem conheceu The Witcher 3 em seus primeiros anos.
 
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PC's baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando God of War. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:
 

The Witcher 
 
The Witcher é um daqueles casos raros em que uma obra criada para um público específico acaba se transformando em um fenômeno mundial. O que começou como uma série de histórias publicadas pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski cresceu ao longo dos anos até alcançar livros, videogames, quadrinhos, jogos de tabuleiro, cartas colecionáveis, séries de televisão, animações e uma enorme comunidade de fãs espalhada por diversos países. A trajetória da franquia é marcada por várias fases importantes, cada uma delas ajudando a transformar Geralt de Rívia em um dos personagens mais conhecidos da cultura pop moderna.

Tudo começou em 1986, quando Andrzej Sapkowski participou de um concurso promovido pela revista Fantastyka, uma publicação bastante conhecida entre os fãs de fantasia e ficção científica da Polônia. Foi ali que surgiu o conto "Wiedźmin", conhecido internacionalmente como "The Witcher". A história apresentou Geralt de Rívia, um caçador de monstros treinado desde a infância para enfrentar criaturas perigosas em troca de pagamento. O personagem rapidamente chamou atenção por fugir de vários clichês comuns da fantasia tradicional.

Enquanto muitas obras do gênero seguiam a linha de heróis nobres enfrentando o mal absoluto, The Witcher apresentava um mundo muito mais cinzento. Reis, magos, mercadores, soldados e até mesmo monstros podiam demonstrar qualidades e defeitos. As decisões raramente eram simples. Essa abordagem ajudou a diferenciar a série de obras como The Lord of the Rings, embora a influência da fantasia clássica continuasse presente em vários aspectos.

Após o sucesso inicial dos contos, Sapkowski continuou expandindo o universo. Histórias como "The Last Wish" e "Sword of Destiny" ajudaram a construir a base do cenário, apresentando personagens importantes como Yennefer, Ciri e Dandelion. Com o tempo, os contos deram lugar a uma saga maior formada por romances que aprofundaram conflitos políticos, guerras entre reinos e a misteriosa ligação entre Geralt e Ciri.

O continente onde as histórias acontecem também se tornou um dos pontos fortes da franquia. Lugares como Kaer Morhen, Novigrad, Vizima, Cintra, Skellige e Temeria ajudaram a criar uma identidade própria para o universo. Ao longo dos livros, surgem referências a feiticeiros, bruxas, elfos, anões, dríades, leshens, strigas, kikimoras, basiliscos, nekkers e inúmeras outras criaturas inspiradas tanto no folclore eslavo quanto em lendas europeias.

Durante muitos anos, The Witcher permaneceu conhecido principalmente na Polônia e em alguns países vizinhos. A situação começou a mudar de forma significativa quando o estúdio CD PROJEKT RED decidiu adaptar a obra para os videogames. O primeiro jogo, The Witcher, foi lançado em 2007 para PC. Em vez de adaptar diretamente os livros, a equipe criou uma continuação que respeitava os acontecimentos da obra original enquanto apresentava novas aventuras para Geralt.

O primeiro game chamou atenção pela atmosfera sombria, pelas escolhas morais e pela forte presença dos elementos criados por Sapkowski. Mesmo sem possuir o mesmo alcance de grandes franquias da época, ele conquistou uma base fiel de jogadores. Poucos anos depois, a série avançou com The Witcher 2: Assassins of Kings, lançado em 2011. O jogo ampliou o foco em intrigas políticas, guerras e decisões que realmente alteravam partes da história.

O verdadeiro ponto de virada aconteceu em 2015 com The Witcher 3: Wild Hunt. O título levou a franquia a um patamar completamente diferente. Pela primeira vez, milhões de jogadores ao redor do mundo tiveram contato com Geralt, Yennefer, Ciri, Triss Merigold, Vesemir e muitos outros personagens. O enorme mundo aberto, os contratos de monstros, as missões secundárias elaboradas e a qualidade da narrativa fizeram com que o jogo recebesse inúmeros prêmios.

A expansão "Hearts of Stone" mostrou que até mesmo conteúdos adicionais podiam contar histórias memoráveis. Já "Blood and Wine" levou os jogadores para Toussaint, uma região inspirada em contos de cavalaria e fantasia clássica. Muitos fãs consideram essa expansão praticamente um jogo completo devido ao tamanho do conteúdo oferecido.

O sucesso de The Witcher 3 provocou um efeito curioso. Milhões de pessoas que conheceram Geralt pelos videogames passaram a procurar os livros originais. Editoras de diversos países começaram a publicar traduções dos romances e coletâneas de contos. Assim, uma obra que durante décadas teve alcance mais limitado passou a ocupar espaço nas listas de vendas internacionais.

Com a popularidade crescente, outras adaptações surgiram. Quadrinhos publicados por diferentes editoras exploraram aventuras inéditas. Jogos de cartas como Gwent: The Witcher Card Game transformaram um passatempo presente em The Witcher 3 em uma experiência própria. Também apareceram jogos de tabuleiro, miniaturas colecionáveis, action figures, estátuas e uma enorme variedade de produtos relacionados ao universo criado por Sapkowski.

Outro marco importante aconteceu quando a plataforma de streaming Netflix lançou a série The Witcher. A produção apresentou a franquia para um público ainda maior. O ator Henry Cavill interpretou Geralt de Rívia e ajudou a aumentar o interesse global pela saga. A série também colocou em evidência personagens como Yennefer e Ciri para espectadores que nunca haviam lido os livros ou jogado os games.

O universo expandido continuou crescendo com produções animadas. The Witcher: Nightmare of the Wolf explorou a juventude de Vesemir, enquanto outros projetos aprofundaram diferentes períodos da cronologia. Cada nova adaptação trouxe versões próprias de eventos e personagens, mostrando como o mundo criado por Sapkowski podia funcionar em diferentes formatos.

Parte da força de The Witcher está justamente na combinação de elementos que atraem públicos distintos. Alguns fãs gostam dos monstros inspirados no folclore eslavo. Outros preferem os conflitos políticos envolvendo Nilfgaard, Redania, Temeria, Kaedwen e Aedirn. Há quem acompanhe a série pelas relações entre Geralt, Yennefer e Ciri. Outros se interessam pelos caçadores de monstros, pelas escolas do Lobo, do Gato, do Grifo, da Víbora, do Urso e da Manticora.

Ao longo dos anos, The Witcher deixou de ser apenas uma série de contos publicada em uma revista polonesa. A franquia atravessou livros, romances, videogames, expansões, quadrinhos, card games, séries de TV, animações e produtos licenciados, tornando-se uma das maiores propriedades da fantasia moderna. Poucas obras conseguiram percorrer um caminho tão longo, saindo de um conto publicado em 1986 para se tornar uma marca reconhecida em praticamente todo o planeta, mantendo no centro de tudo a figura de Geralt de Rívia e seu mundo cheio de monstros, escolhas difíceis e histórias que continuam atraindo novas gerações de fãs.