Assumo que no começo, eu achava completamente encantador sair do Animus em Assassin's Creed. Isso porque tinha uma baita história de conspiração. Você ser uma pessoa presa em um laboratório sem saber o que tava rolando e descobrir a existência de duas facções desde a antiguidade, além dos experimentos sendo feitos e do grupo infiltrado era bom demais! No entanto, a história termina em Assassin's Creed III, fechando esse arco.
A partir de Black Flag, comecei a achar insuportável cada saída do Animus. Era simplesmente desinteressante e mais uma quebra desnecessária do que qualquer coisa. E isso acabou sendo removido de vez em Assassin's Creed Black Flag Resynced. Me pareceu óbvio que o motivo era que ninguém deve ter gostado dessa bagaça em primeira pessoa em um personagem genérico (que não tem nome nem rosto). Mas, segundo o diretor criativo Paul Fu, não é nada disso! Confira:
"Sentimos que o certo era ir na direção de Assassin’s Creed: Shadows. O Animus evoluiu tanto nos últimos anos que seria estranho para nós mudar de direção."
Ele fez essa declaração em uma entrevista ao VGC, esclarecendo que o único motivo é que a versão mais moderna tinha ultrapassado muito aquele modelo, e assim os jogadores iriam estranhar. Não tem nada a ver com o fato de que eram cenas insuportáveis e sem sal que não prendiam em nada.
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