Muitos jogadores destacam que o DLSS 5 ajuda a tornar a exploração espacial mais imersiva, já que ambientes vastos e cheios de elementos passam a rodar de forma mais estável, sem quedas bruscas de desempenho. Para quem busca gráficos de ponta, a tecnologia é vista como um avanço que coloca Starfield em um patamar mais moderno, aproveitando ao máximo placas de vídeo compatíveis.
Sobre Starfield
Quando a Bethesda Game Studios fala em liberdade, muita gente já pensa em mundos abertos gigantes, escolhas, exploração e aquele estilo que mistura RPG com ação. Com Starfield, a ideia foi ir além disso e jogar tudo para o espaço, literalmente. Não é só mais um RPG, mas uma tentativa de criar um universo inteiro onde o jogador decide o próprio caminho.
O projeto não surgiu do nada. A ideia de Starfield já rondava a cabeça do estúdio antes de 2013, mas começou a ganhar forma de verdade depois de Fallout 4. O anúncio oficial veio na E3 2018, com aquele teaser misterioso que já deixava claro: seria a primeira nova franquia da empresa em mais de 25 anos .
A proposta sempre foi ambiciosa. O próprio Todd Howard chegou a descrever o jogo como “Skyrim no espaço”, fazendo referência direta a The Elder Scrolls V: Skyrim. A ideia era pegar aquela liberdade clássica da Bethesda e aplicar em um cenário de ficção científica, com exploração de sistemas estelares inteiros .
O lançamento aconteceu em 6 de setembro de 2023 para PC e Xbox Series X/S . Desde o início, o jogo chamou atenção pelo tamanho. São centenas de planetas, sistemas estelares espalhados pela galáxia e uma sensação constante de que sempre tem algo novo para descobrir. Essa escala gigantesca virou um dos pontos mais comentados da experiência.
Dentro do jogo, o jogador entra em um grupo de exploradores espaciais e parte em busca de artefatos misteriosos enquanto viaja por diferentes regiões da galáxia . Ao longo do caminho, aparecem facções, missões secundárias, escolhas morais e aquela estrutura clássica de RPG onde você molda o personagem do seu jeito, seja no combate, na diplomacia ou na exploração.
Um dos elementos mais fortes é a personalização. Dá para criar naves, montar bases, modificar equipamentos e ajustar habilidades. Essa liberdade conecta Starfield a outros jogos do estúdio, mantendo aquele DNA que fãs já conhecem. Ao mesmo tempo, o uso da Creation Engine 2 trouxe melhorias técnicas e permitiu lidar com a escala absurda do jogo .
Nem tudo foi unanimidade. Apesar de elogios ao mundo e à trilha sonora, muita gente achou que a exploração espacial não era tão livre quanto parecia, já que várias partes dependem de menus e viagens rápidas. A geração procedural dos planetas também dividiu opiniões, com alguns achando repetitivo . Ainda assim, o jogo manteve uma recepção geral positiva.
Com o tempo, o universo foi sendo expandido. A expansão Starfield: Shattered Space trouxe novas histórias, inimigos e áreas para explorar, mostrando que o projeto não ficou parado após o lançamento . Isso reforça a ideia de que Starfield foi pensado como uma base para crescer ao longo dos anos.
No fim das contas, Starfield é aquele tipo de jogo que aposta mais na jornada do que em um único objetivo. Ele tenta capturar a sensação de estar perdido no espaço, explorando o desconhecido, tomando decisões e criando sua própria história. Pode não ser perfeito, mas deixa claro o tamanho da ambição da Bethesda ao tentar transformar o espaço em um verdadeiro playground de RPG.





