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Starfield com DLSS 5 ganha 12 minutos de vídeo do visual do jogo usando essa tecnologia!

Anteriormente deu um falatório enorme quando apresentou sua nova tecnologia aplicada em jogos, dividindo opiniões. Agora a Bethesda divulgou um vídeo de 12 minutos mostrando Starfield rodando com DLSS 5 da NVIDIA, destacando a cidade de New Atlantis em detalhes. A demonstração chamou atenção pela qualidade gráfica, com iluminação mais realista, personagens mais definidos e desempenho otimizado, reforçando a parceria de longa data entre a desenvolvedora e a fabricante de placas de vídeo.
 
Starfield com DLSS 5 usa a tecnologia da Nvidia para dar mais realismo ao universo
 
Starfield com DLSS 5 é um exemplo claro de como a tecnologia gráfica pode mudar a percepção de um jogo sem alterar sua essência. O recurso da NVIDIA usa inteligência artificial para reconstruir imagens em tempo real, oferecendo maior nitidez, iluminação mais refinada e desempenho otimizado mesmo em cenários complexos. Em Starfield, isso significa que cidades, planetas e personagens ganham uma aparência mais detalhada, com menos serrilhados e uma fluidez que impressiona quem valoriza a parte técnica.

Muitos jogadores destacam que o DLSS 5 ajuda a tornar a exploração espacial mais imersiva, já que ambientes vastos e cheios de elementos passam a rodar de forma mais estável, sem quedas bruscas de desempenho. Para quem busca gráficos de ponta, a tecnologia é vista como um avanço que coloca Starfield em um patamar mais moderno, aproveitando ao máximo placas de vídeo compatíveis.
 
Porém, nem todos ficaram satisfeitos. Há quem critique que o DLSS 5 altera a estética original do jogo, deixando rostos de personagens mais uniformes e menos naturais, além de suavizar detalhes que alguns consideram parte da identidade artística pensada pela Bethesda. Outros apontam que, apesar da melhoria visual, a jogabilidade continua a mesma, e que o impacto prático da tecnologia é limitado para quem não se importa tanto com gráficos.
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Sobre Starfield

Quando a Bethesda Game Studios fala em liberdade, muita gente já pensa em mundos abertos gigantes, escolhas, exploração e aquele estilo que mistura RPG com ação. Com Starfield, a ideia foi ir além disso e jogar tudo para o espaço, literalmente. Não é só mais um RPG, mas uma tentativa de criar um universo inteiro onde o jogador decide o próprio caminho.

O projeto não surgiu do nada. A ideia de Starfield já rondava a cabeça do estúdio antes de 2013, mas começou a ganhar forma de verdade depois de Fallout 4. O anúncio oficial veio na E3 2018, com aquele teaser misterioso que já deixava claro: seria a primeira nova franquia da empresa em mais de 25 anos .

A proposta sempre foi ambiciosa. O próprio Todd Howard chegou a descrever o jogo como “Skyrim no espaço”, fazendo referência direta a The Elder Scrolls V: Skyrim. A ideia era pegar aquela liberdade clássica da Bethesda e aplicar em um cenário de ficção científica, com exploração de sistemas estelares inteiros .

O lançamento aconteceu em 6 de setembro de 2023 para PC e Xbox Series X/S . Desde o início, o jogo chamou atenção pelo tamanho. São centenas de planetas, sistemas estelares espalhados pela galáxia e uma sensação constante de que sempre tem algo novo para descobrir. Essa escala gigantesca virou um dos pontos mais comentados da experiência.

Dentro do jogo, o jogador entra em um grupo de exploradores espaciais e parte em busca de artefatos misteriosos enquanto viaja por diferentes regiões da galáxia . Ao longo do caminho, aparecem facções, missões secundárias, escolhas morais e aquela estrutura clássica de RPG onde você molda o personagem do seu jeito, seja no combate, na diplomacia ou na exploração.

Um dos elementos mais fortes é a personalização. Dá para criar naves, montar bases, modificar equipamentos e ajustar habilidades. Essa liberdade conecta Starfield a outros jogos do estúdio, mantendo aquele DNA que fãs já conhecem. Ao mesmo tempo, o uso da Creation Engine 2 trouxe melhorias técnicas e permitiu lidar com a escala absurda do jogo .

Nem tudo foi unanimidade. Apesar de elogios ao mundo e à trilha sonora, muita gente achou que a exploração espacial não era tão livre quanto parecia, já que várias partes dependem de menus e viagens rápidas. A geração procedural dos planetas também dividiu opiniões, com alguns achando repetitivo . Ainda assim, o jogo manteve uma recepção geral positiva.

Com o tempo, o universo foi sendo expandido. A expansão Starfield: Shattered Space trouxe novas histórias, inimigos e áreas para explorar, mostrando que o projeto não ficou parado após o lançamento . Isso reforça a ideia de que Starfield foi pensado como uma base para crescer ao longo dos anos.

No fim das contas, Starfield é aquele tipo de jogo que aposta mais na jornada do que em um único objetivo. Ele tenta capturar a sensação de estar perdido no espaço, explorando o desconhecido, tomando decisões e criando sua própria história. Pode não ser perfeito, mas deixa claro o tamanho da ambição da Bethesda ao tentar transformar o espaço em um verdadeiro playground de RPG.