Se tornando um dos jogos mais falados da atualidade, Crimson Desert está à beira do lançamento, sendo um dos games mais procurados do Google, e também tendo estouro de vendas. Entre as plataformas disponíveis, a versão de PlayStation 5 vem não apenas com suporte especial ao DualSense, mas tem um kit de armadura exclusivo dela, e um bônus único de pré-venda pra essa versão.
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Crimson Desert | Versão de PS5 conta com conteúdos exclusivos do console da Sony! Confira!
Crimson Desert é uma aventura de ação em mundo aberto desenvolvida pela Pearl Abyss, estúdio sul-coreano famoso por Black Desert Online. O jogo aposta em narrativa cinematográfica, exploração detalhada e combate dinâmico. Além de ter versões para o Xbox Series e PC, ele aproveita os recursos gráficos e de desempenho do PlayStation 5, e conta com algumas coisas exclusivas no console da Sony.
Crimson Desert nasceu como um projeto ambicioso da Pearl Abyss, que já havia conquistado notoriedade com Black Desert Online, um MMORPG de grande escala. Diferente de seu antecessor, este título não é um RPG tradicional, mas sim uma aventura de ação em mundo aberto. A desenvolvedora fez questão de reforçar essa distinção, já que muitos jogadores inicialmente esperavam algo semelhante ao seu MMO anterior. Aqui, o foco está em uma campanha narrativa robusta ambientada no continente fictício de Pywel, com destaque para o protagonista Macduff e sua luta por sobrevivência em um mundo marcado por conflitos e alianças instáveis.
Crimson Desert nasceu como um projeto ambicioso da Pearl Abyss, que já havia conquistado notoriedade com Black Desert Online, um MMORPG de grande escala. Diferente de seu antecessor, este título não é um RPG tradicional, mas sim uma aventura de ação em mundo aberto. A desenvolvedora fez questão de reforçar essa distinção, já que muitos jogadores inicialmente esperavam algo semelhante ao seu MMO anterior. Aqui, o foco está em uma campanha narrativa robusta ambientada no continente fictício de Pywel, com destaque para o protagonista Macduff e sua luta por sobrevivência em um mundo marcado por conflitos e alianças instáveis.
No PS5, Crimson Desert se beneficia do hardware para entregar resolução 4K e framerate elevado, especialmente na versão Pro, graças ao uso aprimorado do PSSR (PlayStation Spectral Super Resolution), tecnologia também aplicada em outros títulos como Resident Evil Requiem. Isso garante uma experiência visual fluida e detalhada, sem comprometer a performance. A Pearl Abyss dedicou esforços para explorar ao máximo os recursos do console, evitando problemas comuns em lançamentos de mundo aberto, como quedas bruscas de desempenho.
No PS5, Crimson Desert oferece alguns conteúdos exclusivos que se destacam principalmente pelo aspecto visual. Além do Escudo Khaled, que aparece como bônus de pré-venda, há o Grotevant Plate Set, um conjunto completo de armadura disponível apenas nas edições do console da Sony. Esse set inclui o elmo, a armadura principal, a capa, as luvas e as botas, todos cosméticos que podem ser equipados pelo jogador para personalizar seu personagem. Além disso, a versão para o console da Sony aproveita recursos próprios como o DualSense, com vibração e gatilhos adaptativos.
A jogabilidade mistura combate corpo a corpo intenso com elementos de exploração e interação com o ambiente. O sistema de luta lembra em alguns momentos a intensidade de jogos como Assassin’s Creed Valhalla, com batalhas que exigem estratégia e timing, mas também traz momentos de escala épica que remetem a títulos como Shadow of Mordor, onde o jogador enfrenta inimigos em cenários vastos e cheios de vida. Além disso, há uma maior ênfase em narrativa cinematográfica, um tentativa de se aproximar mais Crimson Desert de experiências grandiosas do gênero, como Red Dead Redemption 2, onde a história e os personagens são tão importantes quanto a ação.
Um ponto que merece destaque é a ambição gráfica. A Pearl Abyss já havia demonstrado sua capacidade técnica em Black Desert, conhecido por visuais impressionantes para um MMO. Em Crimson Desert, essa expertise é aplicada em ambientes mais densos e detalhados, com iluminação dinâmica e animações realistas. No PS5, isso se traduz em cenários que aproveitam bem o SSD para carregamentos rápidos e transições suaves entre áreas, mantendo a imersão constante.
Enfim, Crimson Desert no PS5 é voltado para jogadores que apreciam mundos abertos com forte narrativa e combates intensos, sem depender de elementos de RPG tradicionais. É uma obra pensada para quem gosta de experiências cinematográficas e exploração detalhada, disponível para PlayStation 5, PC e Xbox Series S/X.
Um ponto que merece destaque é a ambição gráfica. A Pearl Abyss já havia demonstrado sua capacidade técnica em Black Desert, conhecido por visuais impressionantes para um MMO. Em Crimson Desert, essa expertise é aplicada em ambientes mais densos e detalhados, com iluminação dinâmica e animações realistas. No PS5, isso se traduz em cenários que aproveitam bem o SSD para carregamentos rápidos e transições suaves entre áreas, mantendo a imersão constante.
Enfim, Crimson Desert no PS5 é voltado para jogadores que apreciam mundos abertos com forte narrativa e combates intensos, sem depender de elementos de RPG tradicionais. É uma obra pensada para quem gosta de experiências cinematográficas e exploração detalhada, disponível para PlayStation 5, PC e Xbox Series S/X.
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Jogos do tipo
Existe algo especial nos jogos de fantasia medieval em mundo aberto. Eles dão ao jogador a chance de caminhar por florestas antigas, explorar castelos abandonados e enfrentar criaturas que parecem ter saído direto de livros de lendas. Em vez de seguir um caminho fechado, o jogador pode simplesmente escolher uma direção e ir. Essa sensação de liberdade é o que faz tanta gente passar horas explorando montanhas, ruínas e vilas espalhadas por mapas enormes.
Uma das grandes referências desse estilo é The Elder Scrolls V: Skyrim, lançado em 2011 pela Bethesda Game Studios. O jogo coloca o jogador na região de Skyrim, uma terra cheia de dragões, cidades medievais, guildas e cavernas. Ele faz parte da série The Elder Scrolls, que já tinha mostrado mundos abertos impressionantes em The Elder Scrolls III: Morrowind de 2002 e The Elder Scrolls IV: Oblivion de 2006. Esses jogos ajudaram a consolidar a ideia de que um RPG medieval podia ser enorme, cheio de escolhas e caminhos diferentes.
Outro título muito lembrado quando se fala desse estilo é The Witcher 3: Wild Hunt, criado pelo estúdio CD Projekt Red e lançado em 2015. O jogador controla o caçador de monstros Geralt de Rívia em um mundo cheio de reinos, guerras e criaturas do folclore europeu. O mapa é dividido em regiões como Velen, Novigrad e Skellige, cada uma com histórias próprias. O jogo mistura combate com espada, magia, alquimia e exploração de florestas, pântanos e castelos.
Antes mesmo desses sucessos modernos, outros jogos já experimentavam a ideia de mundos medievais grandes para explorar. Um exemplo é Gothic, lançado em 2001 pela Piranha Bytes, que trazia um mundo aberto cheio de facções, minas e fortalezas. A sequência Gothic II de 2002 expandiu ainda mais essa fórmula, com cidades portuárias, fazendas e cavernas escondidas. Esses jogos ficaram conhecidos por permitir que o jogador escolhesse caminhos diferentes, entrando em guildas como mercenários, magos ou guerreiros.
Uma das grandes referências desse estilo é The Elder Scrolls V: Skyrim, lançado em 2011 pela Bethesda Game Studios. O jogo coloca o jogador na região de Skyrim, uma terra cheia de dragões, cidades medievais, guildas e cavernas. Ele faz parte da série The Elder Scrolls, que já tinha mostrado mundos abertos impressionantes em The Elder Scrolls III: Morrowind de 2002 e The Elder Scrolls IV: Oblivion de 2006. Esses jogos ajudaram a consolidar a ideia de que um RPG medieval podia ser enorme, cheio de escolhas e caminhos diferentes.
Outro título muito lembrado quando se fala desse estilo é The Witcher 3: Wild Hunt, criado pelo estúdio CD Projekt Red e lançado em 2015. O jogador controla o caçador de monstros Geralt de Rívia em um mundo cheio de reinos, guerras e criaturas do folclore europeu. O mapa é dividido em regiões como Velen, Novigrad e Skellige, cada uma com histórias próprias. O jogo mistura combate com espada, magia, alquimia e exploração de florestas, pântanos e castelos.
Antes mesmo desses sucessos modernos, outros jogos já experimentavam a ideia de mundos medievais grandes para explorar. Um exemplo é Gothic, lançado em 2001 pela Piranha Bytes, que trazia um mundo aberto cheio de facções, minas e fortalezas. A sequência Gothic II de 2002 expandiu ainda mais essa fórmula, com cidades portuárias, fazendas e cavernas escondidas. Esses jogos ficaram conhecidos por permitir que o jogador escolhesse caminhos diferentes, entrando em guildas como mercenários, magos ou guerreiros.
Um marco importante é Kingdom Come: Deliverance, lançado em 2018 pelo estúdio Warhorse Studios. Apesar de não ter dragões ou magia, ele mostra um mundo medieval detalhado inspirado no Reino da Boêmia do século XV. Castelos, aldeias, armaduras, espadas e batalhas tentam seguir a história real da região. O jogo prova que o cenário medieval pode funcionar tanto com fantasia cheia de monstros quanto com uma abordagem mais histórica.
Também existem jogos que misturam o estilo de mundo aberto com sobrevivência e construção. Valheim, lançado em 2021 pela Iron Gate Studio, leva o jogador para um universo inspirado na mitologia nórdica. É possível construir casas, navegar em barcos vikings, explorar florestas escuras e enfrentar criaturas gigantes. A sensação de aventura surge quando o jogador descobre novas regiões e prepara armas, armaduras e fortalezas para sobreviver.
E indo além, tem o exemplo curioso, Dragon's Dogma, lançado em 2012 pela Capcom. O jogo ficou famoso pelo sistema de combate contra criaturas gigantes como grifos, ciclopes e hidras. O mundo aberto mistura vilas medievais, fortalezas e campos cheios de monstros. Uma das ideias mais diferentes do jogo é o sistema de peões, companheiros controlados por inteligência artificial que ajudam o jogador durante a aventura.
A fantasia medieval em mundo aberto também aparece em jogos online. The Elder Scrolls Online, lançado em 2014 pela ZeniMax Online Studios, transforma o universo da série em um MMORPG enorme. Jogadores podem explorar regiões como Skyrim, Morrowind e Summerset, encontrar outros aventureiros, enfrentar dragões e participar de batalhas entre alianças. Esse tipo de jogo mostra como mundos medievais podem ficar ainda maiores quando milhares de jogadores compartilham o mesmo mapa.
Há também um exemplo interessante, que é Elden Ring, lançado em 2022 pela FromSoftware com colaboração do escritor George R. R. Martin. O jogo apresenta as Terras Intermédias, um mundo cheio de castelos destruídos, dragões, cavaleiros e criaturas estranhas. Ele mistura exploração livre com batalhas difíceis, algo que já aparecia em jogos como Dark Souls, mas agora em um mapa muito maior e mais aberto.
A popularidade desse tipo de jogo também aparece em muitos outros títulos como Fable, Outward, Mount & Blade: Warband, Mount & Blade II: Bannerlord, Dragon Age: Inquisition e Two Worlds. Cada um deles explora a ideia de um mundo medieval de forma diferente, seja focando em batalhas de exércitos, decisões morais, exploração de cavernas ou criação de personagens.
No fim das contas, jogos de fantasia medieval em mundo aberto continuam atraindo jogadores porque transformam o mapa em um verdadeiro lugar de aventura. Florestas densas, ruínas antigas, dragões voando no céu, cavaleiros em armadura, vilas cercadas por muralhas e torres de magos criam a sensação de estar vivendo dentro de uma grande história de fantasia. É como entrar em um livro de lendas, só que com a liberdade de decidir para onde ir e qual destino seguir.
Também existem jogos que misturam o estilo de mundo aberto com sobrevivência e construção. Valheim, lançado em 2021 pela Iron Gate Studio, leva o jogador para um universo inspirado na mitologia nórdica. É possível construir casas, navegar em barcos vikings, explorar florestas escuras e enfrentar criaturas gigantes. A sensação de aventura surge quando o jogador descobre novas regiões e prepara armas, armaduras e fortalezas para sobreviver.
E indo além, tem o exemplo curioso, Dragon's Dogma, lançado em 2012 pela Capcom. O jogo ficou famoso pelo sistema de combate contra criaturas gigantes como grifos, ciclopes e hidras. O mundo aberto mistura vilas medievais, fortalezas e campos cheios de monstros. Uma das ideias mais diferentes do jogo é o sistema de peões, companheiros controlados por inteligência artificial que ajudam o jogador durante a aventura.
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A popularidade desse tipo de jogo também aparece em muitos outros títulos como Fable, Outward, Mount & Blade: Warband, Mount & Blade II: Bannerlord, Dragon Age: Inquisition e Two Worlds. Cada um deles explora a ideia de um mundo medieval de forma diferente, seja focando em batalhas de exércitos, decisões morais, exploração de cavernas ou criação de personagens.
No fim das contas, jogos de fantasia medieval em mundo aberto continuam atraindo jogadores porque transformam o mapa em um verdadeiro lugar de aventura. Florestas densas, ruínas antigas, dragões voando no céu, cavaleiros em armadura, vilas cercadas por muralhas e torres de magos criam a sensação de estar vivendo dentro de uma grande história de fantasia. É como entrar em um livro de lendas, só que com a liberdade de decidir para onde ir e qual destino seguir.





