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| © Super Mario Strikers / Nintendo |
Super Mario Strikers, o clássico jogo de futebol do GameCube, ganhou uma versão feita para rodar nativamente no PC a partir do código decompilado do jogo original. O projeto leva a experiência para Windows, Linux e macOS sem depender da emulação tradicional, mantendo a jogabilidade e o visual do game de 2005.
A base de tudo é o trabalho de engenharia reversa feito pela comunidade para reconstruir o código-fonte de Super Mario Strikers. A partir desse código, o projeto adapta o funcionamento do jogo para sistemas modernos, em vez de simplesmente executar o programa original dentro de um emulador. É uma diferença técnica importante, mas que na prática significa algo bem simples para quem só quer jogar, o jogo passa a conversar diretamente com o PC.
A versão para computadores traz suporte a resoluções maiores, telas widescreen e ultrawide, além de taxas de quadros mais altas. Também é possível ajustar a resolução interna, usar MSAA e filtragem anisotrópica, deixando o clássico com uma imagem bem mais adequada para monitores atuais. O projeto também utiliza diferentes sistemas gráficos, incluindo Vulkan, Direct3D 12 e Metal.
Os controles também foram adaptados para o mundo dos PCs. O projeto aceita controles de Xbox, PlayStation e Switch Pro, além de adaptadores compatíveis com controles de GameCube. Teclado também pode ser configurado, assim como os botões, zona morta dos analógicos e vibração. Os comandos exibidos na tela acompanham o controle utilizado, evitando aquela situação maravilhosa de estar segurando um controle de Xbox e o jogo mandar apertar um botão que simplesmente não existe ali.
Outro recurso útil é o suporte às versões americana, europeia e japonesa do jogo em um mesmo executável, com tratamento específico para idioma e saves de cada região. O programa também consegue carregar diferentes formatos de imagem de disco, além de pastas contendo os arquivos do game. Os dados do jogo não são distribuídos junto com o projeto, então é necessário fornecer os arquivos de uma cópia legalmente obtida de Super Mario Strikers.
O projeto também foi pensado para funcionar bem em máquinas menos potentes e dispositivos portáteis. O Steam Deck aparece como um dos alvos de interesse, principalmente por causa da possibilidade de jogar o clássico com bom desempenho e consumo menor do que seria necessário mantendo o jogo dentro de uma camada de emulação.
Existe uma limitação importante para quem esperava transformar o PC em uma arena online. Você vai precisar usar o Parsec. Esta versão não possui multiplayer pela internet. O responsável pelo projeto deixou claro que não pretende implementar essa parte por não ter experiência com programação de rede, mas o código está público e o projeto aceita contribuições. Ele também espera que outras pessoas façam forks e desenvolvam essa função por conta própria, então a ausência do multiplayer não significa que a ideia esteja tecnicamente proibida de receber esse tipo de modificação.
O código relacionado ao port, as ferramentas e a documentação produzidas pelo responsável estão disponíveis sob CC0, dentro dos limites dos direitos que ele possui. O projeto também contém componentes de terceiros com outras licenças, enquanto o código reconstruído do jogo possui questões próprias de direitos autorais. Por isso, apesar de o código estar público, isso não significa que seja permitido redistribuir os arquivos do jogo ou uma cópia completa de Super Mario Strikers.
O resultado é uma adaptação que preserva a experiência do Super Mario Strikers do GameCube, mas elimina várias das limitações técnicas daquela geração. A proposta é levar o mesmo futebol arcade para computadores atuais com suporte a telas modernas, diferentes controles, configurações gráficas e desempenho mais adequado para PCs e portáteis.
A base de tudo é o trabalho de engenharia reversa feito pela comunidade para reconstruir o código-fonte de Super Mario Strikers. A partir desse código, o projeto adapta o funcionamento do jogo para sistemas modernos, em vez de simplesmente executar o programa original dentro de um emulador. É uma diferença técnica importante, mas que na prática significa algo bem simples para quem só quer jogar, o jogo passa a conversar diretamente com o PC.
A versão para computadores traz suporte a resoluções maiores, telas widescreen e ultrawide, além de taxas de quadros mais altas. Também é possível ajustar a resolução interna, usar MSAA e filtragem anisotrópica, deixando o clássico com uma imagem bem mais adequada para monitores atuais. O projeto também utiliza diferentes sistemas gráficos, incluindo Vulkan, Direct3D 12 e Metal.
Os controles também foram adaptados para o mundo dos PCs. O projeto aceita controles de Xbox, PlayStation e Switch Pro, além de adaptadores compatíveis com controles de GameCube. Teclado também pode ser configurado, assim como os botões, zona morta dos analógicos e vibração. Os comandos exibidos na tela acompanham o controle utilizado, evitando aquela situação maravilhosa de estar segurando um controle de Xbox e o jogo mandar apertar um botão que simplesmente não existe ali.
Outro recurso útil é o suporte às versões americana, europeia e japonesa do jogo em um mesmo executável, com tratamento específico para idioma e saves de cada região. O programa também consegue carregar diferentes formatos de imagem de disco, além de pastas contendo os arquivos do game. Os dados do jogo não são distribuídos junto com o projeto, então é necessário fornecer os arquivos de uma cópia legalmente obtida de Super Mario Strikers.
O projeto também foi pensado para funcionar bem em máquinas menos potentes e dispositivos portáteis. O Steam Deck aparece como um dos alvos de interesse, principalmente por causa da possibilidade de jogar o clássico com bom desempenho e consumo menor do que seria necessário mantendo o jogo dentro de uma camada de emulação.
Existe uma limitação importante para quem esperava transformar o PC em uma arena online. Você vai precisar usar o Parsec. Esta versão não possui multiplayer pela internet. O responsável pelo projeto deixou claro que não pretende implementar essa parte por não ter experiência com programação de rede, mas o código está público e o projeto aceita contribuições. Ele também espera que outras pessoas façam forks e desenvolvam essa função por conta própria, então a ausência do multiplayer não significa que a ideia esteja tecnicamente proibida de receber esse tipo de modificação.
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O resultado é uma adaptação que preserva a experiência do Super Mario Strikers do GameCube, mas elimina várias das limitações técnicas daquela geração. A proposta é levar o mesmo futebol arcade para computadores atuais com suporte a telas modernas, diferentes controles, configurações gráficas e desempenho mais adequado para PCs e portáteis.
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