Desde o seu lançamento, DRAGON QUEST XI S: Echoes of an Elusive Age - Definitive Edition conseguiu notas absurdamente altas. E agora ele despencou no preço na versão de PC. Confira:
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como esse aí, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age | RPG que encantou tanto no PC quanto consoles
Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age é um RPG japonês desenvolvido pela Square Enix em parceria com a Orca, trazendo uma aventura focada em exploração, combates por turnos e uma história de fantasia medieval que segue bastante fiel às raízes clássicas da franquia. A série Dragon Quest existe desde os anos 80 e ajudou a moldar boa parte do gênero JRPG, influenciando jogos como Chrono Trigger, Blue Dragon e até elementos vistos em franquias modernas como Persona e Ni no Kuni. A versão “S” funciona como a edição definitiva do jogo, adicionando novos capítulos, trilha orquestrada, modo 2D e outras opções extras.
A história acompanha o Luminary, um jovem descobrindo ser a reencarnação de um herói lendário enquanto acaba perseguido por um reino que o trata como ameaça. O jogo trabalha bastante aquela sensação clássica de jornada pelo mundo, visitando cidades diferentes, desertos, montanhas, reinos e florestas gigantescas, algo que muita gente associa aos RPGs antigos da era PlayStation 2. Quem gosta da estrutura de games como Final Fantasy IX, Tales of Vesperia ou Skies of Arcadia costuma encontrar aqui uma aventura no mesmo estilo de “grupo viajando pelo mundo”, com foco em personagens e acontecimentos espalhados pelo mapa.
O visual usa bastante o estilo artístico de Akira Toriyama, o criador de Dragon Ball, algo que deixa os monstros e personagens imediatamente reconhecíveis. Mesmo sendo um RPG longo, Dragon Quest XI S tenta manter um clima mais leve em boa parte da campanha, alternando humor, drama e exploração sem cair naquele tom excessivamente sombrio visto em jogos como Shin Megami Tensei ou Dark Souls. Ainda assim, existem momentos mais sérios e algumas reviravoltas importantes ao longo da história principal.
O combate segue o sistema tradicional por turnos, mas com animações rápidas e batalhas mais dinâmicas do que os jogos antigos da franquia. Cada integrante do grupo possui habilidades próprias, magias e árvores de evolução que permitem criar builds diferentes. Há personagens focados em cura, ataques críticos, magias elementais e suporte, algo parecido com a liberdade vista em games como Bravely Default e Octopath Traveler. A versão definitiva ainda adiciona aceleração das batalhas, algo bastante útil para quem prefere um ritmo mais rápido durante o grinding.
Outro detalhe que chamou bastante atenção foi a possibilidade de alternar entre gráficos modernos em 3D e um modo visual totalmente em 2D inspirado nos Dragon Quest clássicos do Super Nintendo. Não é apenas um filtro simples, já que o jogo inteiro pode ser aproveitado dessa forma, incluindo exploração e batalhas. Poucos RPGs tentaram algo parecido em escala tão grande. Além disso, a edição definitiva trouxe trilha sonora orquestrada, dublagem japonesa e histórias extras focadas nos companheiros do grupo.
A exploração também tem bastante conteúdo paralelo. Existem cassinos, fabricação de equipamentos, montarias de monstros, missões secundárias e áreas opcionais escondidas pelo mundo. O jogo ainda inclui Tickington, uma região extra inspirada em capítulos antigos da franquia, funcionando quase como uma homenagem enorme à história de Dragon Quest. Para fãs de JRPG tradicional, é aquele tipo de jogo feito para durar dezenas e dezenas de horas sem depender de multiplayer ou elementos online.
Dragon Quest XI recebeu bastante reconhecimento quando saiu originalmente no Japão, incluindo nota perfeita da revista Famitsu e prêmios ligados ao PlayStation no mercado japonês. A versão definitiva também ficou conhecida por reunir praticamente todo o conteúdo lançado anteriormente em um único pacote. Entre os elogios mais frequentes aparecem a narrativa longa, o elenco de personagens e o equilíbrio entre nostalgia e mecânicas modernas. Já algumas críticas costumam apontar que o jogo segue uma estrutura extremamente clássica, algo que pode parecer lento para quem prefere RPGs mais acelerados ou sistemas de combate em tempo real.
Enfim, Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age acaba funcionando muito bem para quem sente falta daquele estilo tradicional de JRPG focado em aventura, cidades cheias de NPCs, evolução constante do grupo e campanhas gigantescas. O ritmo mais clássico pode agradar especialmente fãs de Xenoblade Chronicles, Lost Odyssey, Grandia e outros RPGs japoneses centrados em exploração e narrativa. O jogo foi lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.
A história acompanha o Luminary, um jovem descobrindo ser a reencarnação de um herói lendário enquanto acaba perseguido por um reino que o trata como ameaça. O jogo trabalha bastante aquela sensação clássica de jornada pelo mundo, visitando cidades diferentes, desertos, montanhas, reinos e florestas gigantescas, algo que muita gente associa aos RPGs antigos da era PlayStation 2. Quem gosta da estrutura de games como Final Fantasy IX, Tales of Vesperia ou Skies of Arcadia costuma encontrar aqui uma aventura no mesmo estilo de “grupo viajando pelo mundo”, com foco em personagens e acontecimentos espalhados pelo mapa.
O visual usa bastante o estilo artístico de Akira Toriyama, o criador de Dragon Ball, algo que deixa os monstros e personagens imediatamente reconhecíveis. Mesmo sendo um RPG longo, Dragon Quest XI S tenta manter um clima mais leve em boa parte da campanha, alternando humor, drama e exploração sem cair naquele tom excessivamente sombrio visto em jogos como Shin Megami Tensei ou Dark Souls. Ainda assim, existem momentos mais sérios e algumas reviravoltas importantes ao longo da história principal.
O combate segue o sistema tradicional por turnos, mas com animações rápidas e batalhas mais dinâmicas do que os jogos antigos da franquia. Cada integrante do grupo possui habilidades próprias, magias e árvores de evolução que permitem criar builds diferentes. Há personagens focados em cura, ataques críticos, magias elementais e suporte, algo parecido com a liberdade vista em games como Bravely Default e Octopath Traveler. A versão definitiva ainda adiciona aceleração das batalhas, algo bastante útil para quem prefere um ritmo mais rápido durante o grinding.
Outro detalhe que chamou bastante atenção foi a possibilidade de alternar entre gráficos modernos em 3D e um modo visual totalmente em 2D inspirado nos Dragon Quest clássicos do Super Nintendo. Não é apenas um filtro simples, já que o jogo inteiro pode ser aproveitado dessa forma, incluindo exploração e batalhas. Poucos RPGs tentaram algo parecido em escala tão grande. Além disso, a edição definitiva trouxe trilha sonora orquestrada, dublagem japonesa e histórias extras focadas nos companheiros do grupo.
A exploração também tem bastante conteúdo paralelo. Existem cassinos, fabricação de equipamentos, montarias de monstros, missões secundárias e áreas opcionais escondidas pelo mundo. O jogo ainda inclui Tickington, uma região extra inspirada em capítulos antigos da franquia, funcionando quase como uma homenagem enorme à história de Dragon Quest. Para fãs de JRPG tradicional, é aquele tipo de jogo feito para durar dezenas e dezenas de horas sem depender de multiplayer ou elementos online.
Dragon Quest XI recebeu bastante reconhecimento quando saiu originalmente no Japão, incluindo nota perfeita da revista Famitsu e prêmios ligados ao PlayStation no mercado japonês. A versão definitiva também ficou conhecida por reunir praticamente todo o conteúdo lançado anteriormente em um único pacote. Entre os elogios mais frequentes aparecem a narrativa longa, o elenco de personagens e o equilíbrio entre nostalgia e mecânicas modernas. Já algumas críticas costumam apontar que o jogo segue uma estrutura extremamente clássica, algo que pode parecer lento para quem prefere RPGs mais acelerados ou sistemas de combate em tempo real.
Enfim, Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age acaba funcionando muito bem para quem sente falta daquele estilo tradicional de JRPG focado em aventura, cidades cheias de NPCs, evolução constante do grupo e campanhas gigantescas. O ritmo mais clássico pode agradar especialmente fãs de Xenoblade Chronicles, Lost Odyssey, Grandia e outros RPGs japoneses centrados em exploração e narrativa. O jogo foi lançado para Nintendo Switch, PlayStation 4, Xbox One e PC.
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como esse aí, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Veja mais coisas interessantes aqui. E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais:




