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🟩Placas de Vídeo mais populares da Steam! Relatório das GPUs mais usadas em março!

Não existe dúvida de que a Valve criou uma da maiores plataformas de jogos! E hoje em dia há inúmeras formas de usar a plataforma. Seja usando aquelas TVs que não exigem PC ou videogame pra rodar Triplo A via Geforce Now, seja usando um Steam Deck, ou ainda um daqueles amados Notebooks Gamers. Obviamente, temos também as formas tradicionais, usando um PC Gamer com placas de vídeo. E, mensalmente, a Steam lança um relatório mostrando o uso de GPUs na plataforma, e deixando claro as tendências!

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A pesquisa de hardware da Steam referente a março de 2026 reforça bem aquele cenário que a gente já vem vendo há um tempo. Nem sempre o lançamento mais novo domina, e muitas vezes quem segura o topo são placas que acertaram no equilíbrio entre preço e desempenho. Esse mês foi um bom exemplo disso, com mudanças interessantes e algumas quedas bem bruscas.

A RTX 3060 foi para topo no telatório, mas assumo que achei meio confuso, porque ele afirma que teve uma queda de -0.50%. Mas se ele caiu, como ficou em primeiro lugar se no mês passado a 5070 liderava? Então não sei bem qual foi a métrica da Valve. Mas bom, de qualquer forma é simbólica essa placa lá. Isso só prova o quanto ela virou padrão entre os jogadores. Ela segura praticamente qualquer jogo atual, desde um Counter-Strike 2 até um Elden Ring, e ainda dá conta de um Cyberpunk 2077 sem sofrimento se ajustar direitinho.
Um dos grandes destaques positivos foi a RTX 4060 Laptop GPU, que subiu +1.59%, ficando em segundo lugar da lista. Isso mostra como notebook gamer está cada vez mais comum. Hoje dá pra jogar muita coisa pesada em portátil, como Baldur’s Gate 3, Warzone ou até um Red Dead Redemption 2 com qualidade bem decente.

Já a RTX 4060 de desktop levou um tombo de -3.54%, e a RTX 4060 Ti caiu -3.10%. Muita gente provavelmente preferiu ficar com placas antigas ou buscar algo mais custo-benefício. Mas o maior destaque negativo foi a RTX 5070, que despencou -6.55%. Isso é uma queda bem forte e mostra que o "surto" do mês passado pelo jeito passou. Pode ser preço, pode ser pouca diferença prática no dia a dia, ou simplesmente o timing errado, já que os preços estão aumentando com todo esse lance de guerra e tal né?

Outras quedas relevantes incluem a RTX 5060 com -4.30% e a RTX 5060 Ti com -2.61%. No geral, as GPUs mais novas estão sofrendo resistência, enquanto modelos mais antigos continuam firmes. E falando nelas, a GTX 1650 subiu +1.10% e a GTX 1060 (Que é a que eu uso) ainda conseguiu crescer +0.44%. Essas placas são praticamente sobreviventes de guerra. Rodam jogos como Fortnite, GTA V, Dota 2, e ainda quebram um galho em títulos mais pesados com gráficos reduzidos.

Outro ponto interessante é o crescimento das GPUs integradas. AMD Radeon(TM) Graphics subiu +1.04%, AMD Radeon Graphics +0.84% e Intel Iris Xe +0.90%. Isso mostra que muita gente ainda joga no básico, focando em jogos leves como Team Fortress 2, Left 4 Dead 2, Hades ou até um The Sims 4.

Entre as placas mais estáveis, a RTX 3060 Ti caiu só -0.30%, e a RTX 2060 praticamente ficou parada com +0.14%. São GPUs que ainda seguram bem jogos atuais, principalmente com tecnologias como DLSS ajudando bastante.

A RTX 4070 também caiu -2.68%, o que chama atenção. É uma placa forte, roda tudo no máximo, mas claramente ainda não virou a mais popular. O preço continua sendo um fator decisivo. Nos notebooks, além da 4060 Laptop, a RTX 5060 Laptop subiu +1.23% e a RTX 4050 Laptop cresceu +0.68%. Ou seja, portátil gamer segue ganhando espaço e virando opção principal pra muita gente.

No geral, março de 2026 mostra um mercado bem dividido. De um lado, placas antigas continuam dominando. Do outro, GPUs novas ainda tentam se provar. E no meio disso tudo, a galera segue jogando de tudo, desde um indie leve até um AAA pesado, ajustando o gráfico conforme o setup permite.

Resumo da lista (março de 2026):

4.10% | NVIDIA GeForce RTX 3060 | -0.50%
4.04% | NVIDIA GeForce RTX 4060 Laptop GPU | +1.59%
3.92% | NVIDIA GeForce RTX 4060 | -3.54%
3.14% | NVIDIA GeForce RTX 3050 | +1.25%
2.87% | NVIDIA GeForce RTX 5070 | -6.55%
2.74% | NVIDIA GeForce GTX 1650 | +1.10%
2.50% | NVIDIA GeForce RTX 4060 Ti | -3.10%
2.42% | NVIDIA GeForce RTX 5060 | -4.30%
2.40% | AMD Radeon(TM) Graphics | +1.04%
2.32% | NVIDIA GeForce RTX 3060 Ti | -0.30%
2.19% | NVIDIA GeForce RTX 3070 | -0.74%
2.03% | NVIDIA GeForce RTX 3060 Laptop GPU | +0.79%
1.93% | Intel Iris Xe Graphics | +0.90%
1.91% | AMD Radeon Graphics | +0.84%
1.90% | NVIDIA GeForce RTX 4070 | -2.68%
1.87% | NVIDIA GeForce RTX 2060 | +0.14%
1.81% | NVIDIA GeForce RTX 5060 Laptop GPU | +1.23%
1.67% | NVIDIA GeForce RTX 5060 Ti | -2.61%
1.66% | NVIDIA GeForce GTX 1060 | +0.44%
1.63% | NVIDIA GeForce RTX 4050 Laptop GPU | +0.68%

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Sobre Placas de Vídeo

As placas de vídeo viraram quase personagens principais quando o assunto é computador para jogar, trabalhar com imagem ou simplesmente ver tudo mais bonito na tela. Lá no começo, quando os PCs ainda engatinhavam, o vídeo era algo bem simples, só para mostrar texto e algumas cores tímidas. Com o passar dos anos apareceram marcas como NVIDIA e AMD, que foram empurrando a tecnologia para frente e transformando aquelas plaquinhas modestas em verdadeiros monstros cheios de potência. Modelos como GeForce e Radeon começaram a disputar espaço nos gabinetes e, junto com eles, nasceram termos que hoje todo mundo que gosta de hardware conhece.

O grande salto aconteceu quando os jogos em 3D deixaram de ser curiosidade e viraram padrão. Engines gráficas como Unreal Engine e Unity passaram a exigir mais da GPU, e aí conceitos como shaders, rasterização e memória dedicada entraram no vocabulário popular. A chegada do DirectX e do OpenGL também marcou época, porque padronizou a forma como os jogos conversavam com o hardware. Quem viveu o início dos anos 2000 lembra da febre das placas com 128 MB, depois 256 MB, e como cada nova geração prometia rodar títulos como Doom 3, Half-Life 2 e Crysis com mais efeitos.

Outro ponto importante foi a evolução do resfriamento. As primeiras placas usavam dissipadores simples, mas o aumento de consumo trouxe coolers maiores, heatpipes e até sistemas com três ventoinhas. Hoje é comum falar de modelos com backplate, RGB e modos silenciosos. Fabricantes como ASUS, MSI, Gigabyte, EVGA e Sapphire criaram versões próprias das GPUs, cada uma com um jeitão diferente, e isso abriu um mercado quase colecionável para quem gosta de montar PC. A briga entre desempenho e temperatura virou assunto de fórum, canal de tecnologia e conversa de loja.

A arquitetura interna das GPUs também mudou bastante. Núcleos CUDA, stream processors e unidades de ray tracing passaram a dividir espaço no mesmo chip. O ray tracing, aliás, foi um daqueles marcos que mexeram com a imaginação, prometendo reflexos e luz mais realistas em jogos como Cyberpunk 2077 e Control. Junto disso vieram tecnologias de ajuda como DLSS e FSR, que usam inteligência artificial para melhorar o desempenho sem perder tanta qualidade. Esses nomes começaram a aparecer nas caixas das placas e viraram argumento forte na hora da compra.

Não dá para esquecer do impacto das placas de vídeo fora dos jogos. Programas como Photoshop, Premiere, Blender e DaVinci Resolve passaram a usar a GPU para acelerar tudo. A mineração de criptomoedas, com Bitcoin e Ethereum, também colocou as placas no centro de outra febre e mudou até o preço do mercado. Muita gente que nunca tinha ouvido falar em hash rate, VRAM e overclock começou a pesquisar sobre isso. A placa de vídeo deixou de ser só item de gamer e virou ferramenta de trabalho para criador de conteúdo, arquiteto e designer.

Os conectores e padrões de imagem acompanharam essa caminhada. Saíram as antigas portas VGA e entraram HDMI e DisplayPort, abrindo caminho para monitores 4K, ultrawide e com taxa de atualização de 144 Hz ou 240 Hz. Tecnologias como G-Sync e FreeSync surgiram para evitar o tal do tearing e deixar a imagem mais lisa. Até os cabos e a fonte do computador passaram a ser parte da conversa, porque uma placa parruda pede energia estável e conectores de 8 pinos.

No meio disso tudo, o público foi criando seus rituais. Comparar benchmarks, ver testes no 3DMark, acompanhar análise de temperatura no MSI Afterburner e discutir se vale mais uma RTX ou uma RX virou quase esporte. Cada geração traz nomes que ficam marcados, como GTX 1080, RTX 2060, RTX 3060, RX 580 e RX 6700 XT, e a galera debate qual envelheceu melhor. Os notebooks gamers também entraram na dança com versões mobile das GPUs, tentando entregar desempenho de desktop em corpo compacto.

A montagem do PC ganhou um lado emocional graças à placa de vídeo. Escolher gabinete com lateral de vidro, organizar os cabos e ligar o primeiro jogo novo virou momento de celebração. Até quem prefere consoles acabou se interessando pelo assunto, porque muitos videogames usam chips gráficos parecidos com os de PC. A conversa sobre fps, resolução Full HD, Quad HD e 4K passou a fazer parte do dia a dia de quem só queria se divertir.

Olhando para toda essa estrada, dá para perceber que as placas de vídeo contam um pedaço da história da própria informática. De simples aceleradoras 2D até máquinas capazes de criar mundos inteiros, elas ajudaram a moldar a forma como a gente joga, trabalha e consome arte digital. Termos como GPU, clock, teraflops, VR, drivers e atualização de firmware viraram comuns, e a cada nova geração a sensação é de que ainda existe muito espaço para evoluir. Falar de placa de vídeo é falar de criatividade, competição entre empresas e da vontade eterna de ver imagens cada vez mais vivas na tela.