Imagine o bruxo mais temido do Continente, Geralt de Rívia, em situações onde sua vida não depende apenas da sua espada de prata, mas de escolhas rápidas feitas com um simples movimento de dedo. Essa é a premissa de Reigns: The Witcher, um título que transporta o universo denso e sombrio criado pela CD Projekt RED para a mecânica minimalista de deslizar cartas para a esquerda ou para a direita.
Lançado em 2026, o jogo é fruto do trabalho da Nerial, uma desenvolvedora independente sediada em Londres que ganhou fama mundial em 2013 ao criar o conceito original de "governar por deslizes" inspirado no Tinder. A equipe, que faz parte da família Devolver Digital, já mostrou que domina essa fórmula em parcerias anteriores, mas aqui eles trazem uma camada extra de reverência ao material original, temperada com o humor ácido característico da série.
Diferente dos RPGs de centenas de horas, a experiência aqui é focada em rodadas rápidas e decisões que afetam quatro pilares fundamentais: os humanos, os não-humanos, os feiticeiros e a própria dedicação de Geralt à sua função de caçador de monstros. O equilíbrio é a chave para a longevidade, pois pender demais para qualquer um dos lados geralmente resulta em uma morte criativa e, muitas vezes, bizarra.
Diferente dos RPGs de centenas de horas, a experiência aqui é focada em rodadas rápidas e decisões que afetam quatro pilares fundamentais: os humanos, os não-humanos, os feiticeiros e a própria dedicação de Geralt à sua função de caçador de monstros. O equilíbrio é a chave para a longevidade, pois pender demais para qualquer um dos lados geralmente resulta em uma morte criativa e, muitas vezes, bizarra.
Se você for amigável demais com os Scoia'tael, a guarda da cidade pode decidir que a forca é o seu destino; se ignorar demais o seu trabalho de bruxo, sua reputação pode ruir. É um estilo de gerenciamento de recursos que lembra bastante o que vemos em obras como 60 Seconds! ou Yes, Your Grace, onde cada "sim" ou "não" carrega um peso invisível que só se revela alguns turnos depois.
A narrativa é conduzida sob a perspectiva de Jaskier, o bardo, o que justifica o tom mais leve e por vezes exagerado das situações (que nem sempre são verdadeiras, e às vezes as histórias são pura esculhambação). Existem mais de cinquenta "Inspirações" para desbloquear, que funcionam como objetivos específicos que moldam a balada que está sendo cantada. Algumas dessas missões levam a encontros com personagens icônicos como Yennefer e Ciri, enquanto outras colocam Geralt em situações ridículas, como tentar desfazer a maldição de uma mulher-serpente ou lidar com os caprichos de Carpeado.
A narrativa é conduzida sob a perspectiva de Jaskier, o bardo, o que justifica o tom mais leve e por vezes exagerado das situações (que nem sempre são verdadeiras, e às vezes as histórias são pura esculhambação). Existem mais de cinquenta "Inspirações" para desbloquear, que funcionam como objetivos específicos que moldam a balada que está sendo cantada. Algumas dessas missões levam a encontros com personagens icônicos como Yennefer e Ciri, enquanto outras colocam Geralt em situações ridículas, como tentar desfazer a maldição de uma mulher-serpente ou lidar com os caprichos de Carpeado.
Para quem gosta de jogos ao estilo de Choice of Life: Middle Ages, a progressão baseada em tentativa e erro é um prato cheio, embora o fator sorte, o famoso RNG, possa ser um pouco frustrante quando uma sequência de cartas ruins encerra uma jornada promissora de forma abrupta. Inclusive, talvez seja a maior crítica relacionada a esse jogo, já que de repente TCHAU. Isso pode passar a sensação de flata de controle real da aventura.
Um ponto que diferencia este título de outros da franquia Reigns é a inclusão de um sistema de combate em grade. Quando o valor de "bruxo" atinge o limite, Geralt precisa enfrentar criaturas como Drowners ou Leshens em um minijogo de tempo e movimento. Embora a ideia de usar sinais como Quen e Igni para virar o jogo seja interessante, a execução pode parecer um pouco travada ou desnecessariamente difícil no início, antes que você consiga melhorar suas habilidades.
Um ponto que diferencia este título de outros da franquia Reigns é a inclusão de um sistema de combate em grade. Quando o valor de "bruxo" atinge o limite, Geralt precisa enfrentar criaturas como Drowners ou Leshens em um minijogo de tempo e movimento. Embora a ideia de usar sinais como Quen e Igni para virar o jogo seja interessante, a execução pode parecer um pouco travada ou desnecessariamente difícil no início, antes que você consiga melhorar suas habilidades.
Além disso, algumas soluções para as missões principais são bastante obtusas, exigindo que o jogador repita as mesmas escolhas várias vezes até entender a lógica por trás do que o jogo espera, o que pode cansar quem prefere uma progressão mais direta e menos baseada em adivinhação.
Enfim, Reigns: The Witcher é uma pedida excelente para quem conhece a fundo a lore do bruxo e quer ver esse mundo sob uma ótica mais cômica e descompromissada, funcionando como um passatempo inteligente para preencher pequenos intervalos do dia. O título está disponível para computadores via Steam e também para dispositivos móveis nos sistemas Android e iOS.
Enfim, Reigns: The Witcher é uma pedida excelente para quem conhece a fundo a lore do bruxo e quer ver esse mundo sob uma ótica mais cômica e descompromissada, funcionando como um passatempo inteligente para preencher pequenos intervalos do dia. O título está disponível para computadores via Steam e também para dispositivos móveis nos sistemas Android e iOS.
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