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O livro de Quantum Break foi lançado em português!

Não é novidade para ninguém que existem spin-offs de todos os tipos para videogames. Mas é sempre uma alegria quando descobrimos que certas coisas foram adaptadas para português. Graças a isso temos acesso a coisas como o jogo de tabuleiro do Fallout, o completamente inusitado mangá de Elden Ring, e até mesmo aos livros de The Elder Scrolls. E a Remedy também têm seus próprios livros, sendo que o de Quantum Break não apenas foi feito, como foi lançado no Brasil! 
 
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Após Alan Wake, a Microsoft decidiu investir com peso no próximo jogo da Remedy, e assim veio Quantum Break, que misturava tanto jogo Triplo A, com o formato série de TV, apresentando cutscenes gigantescas filmadas em live action com atores famosos.
A história é bastante robusta e focada em ser algo semelhante a filmes de ficção científica biopunk de alto nível, envolvendo teorias físicas, conspirações e o fim da humanidade através da ganância, além da distorção da realidade com poderes psíquicos.

O estúdio de Max Payne e Alan Wake já tinha provado que Sam Lake tinha uma forte tendência a criar games que não deixavam a narrativa em segundo plano, tendo muita força nesse quesito, e conseguindo conquistar os fãs com histórias que provavam que videogames podem facilmente não ser apenas "joguinhos" onde o foco é em gráficos e jogabilidade.
E em meio aos investimentos pesados da Microsoft, ela acabou também licenciando a franquia para que fosse produzido um livro. Isso se tornou bastante adequado, visto que o próprio jogo já carregava uma trama bastante sólida. Felizmente, a editora "Outro Planeta" viu o potencial da coisa e decidiu traduzir para português e lançar no Brasil.
 
Em 5 de abril de 2016, junto com o jogo, saiu Quantum Break: Zero State, escrito pelo autor australiano Cam Rogers. Ele é fortemente ligado à área dos games, também sendo diretor de voz. E no Brasil, veio no mesmo ano com o nome de Quantum Break: Estado Zero. A recepção foi muito boa lá fora, mas no Brasil foi ainda maior, tendo uma pontuação um pouquinho mais robusta nas notas gerais.
A trama é uma novelização do jogo, apresentando Jack Joyce, um homem que sempre pensou que tinha um irmão louco e conspiracionista. No entanto, acaba descobrindo que tudo era verdade e que ele tinha criado inclusive uma máquina do tempo para ajudar a humanidade. Infelizmente se tornou exatamente o item perfeito para acabar com a existência como conhecemos.
 
Com 384 páginas, é um livro de bom tamanho pra apresentar muita ficção científica capaz de agradar tanto fãs, quanto pessoas que não gostam de jogar, já que o foco não é simplesmente forçar uma história. Ela já estava pronta! E como Cam Rogers já tinha tato pra coisa, tendo trabalhado na franquia de The Walking Dead, que sempre foi reconhecida pela narrativa forte, acabou por agradar muito.
Então se você é gamer ou fã de ficção científica e quer ter um item diferenciado na sua estante, certamente essa é uma ótima opção. Também sendo algo perfeito pra você que quer introduzir alguém no mundo dos games e essa pessoa curta sci-fi, certamente depois de ler isso, vai ser tentador. Como se trata de uma daquelas obras lançadas discretamente, acabou se tornando algo sem reimpressão, mas que ainda é possível encontrar edições à venda. Confira:

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Sobre Quantum Break

Quantum Break, desenvolvido pela Remedy Entertainment e lançado em 2016, é um jogo que mergulha os jogadores em uma narrativa envolvente e inovadora, combinando elementos de ação, ficção científica e uma experiência interativa única. O título se destaca não apenas por sua jogabilidade dinâmica, mas também pela integração de uma série de televisão ao enredo, proporcionando uma experiência transmídia única. Neste artigo, exploraremos os principais aspectos de Quantum Break, desde a trama intrigante até as mecânicas de jogo inovadoras.

Enredo e Narrativa

A trama de Quantum Break gira em torno de Jack Joyce, interpretado por Shawn Ashmore, que se vê envolvido em um experimento que resulta na quebra do tempo. Consequências catastróficas surgem, desencadeando uma série de eventos que envolvem conspirações corporativas, manipulação temporal e a busca por controle sobre os poderes recém-adquiridos pelos personagens.

O jogo é estruturado de maneira única, intercalando cenas de jogo com episódios de uma série de televisão que avança conforme as escolhas do jogador durante a jogabilidade. Essa fusão de elementos cria uma narrativa coesa e imersiva, desafiando as fronteiras entre jogos e produções audiovisuais.

Mecânicas de Jogo Inovadoras

Quantum Break introduz mecânicas de jogo que desafiam as convenções do gênero de ação. O destaque é o uso de poderes temporais, permitindo que o jogador manipule o tempo ao seu redor. Jack pode congelar o tempo, criar campos de força e até mesmo realizar viagens temporais, proporcionando uma variedade de abordagens estratégicas para os desafios apresentados.

A combinação de armas convencionais com habilidades temporais cria um sistema de combate dinâmico e empolgante. A necessidade de adaptação constante às mudanças no ambiente temporal mantém a jogabilidade fresca e desafiadora.

Visual e Design

Quantum Break é um espetáculo visual, com gráficos impressionantes que capturam detalhes minuciosos e efeitos visuais deslumbrantes. A equipe de desenvolvimento investiu tempo e esforço na criação de ambientes realistas e personagens expressivos, contribuindo para a imersão na trama complexa.

O design de som também merece destaque, com uma trilha sonora envolvente que se adapta às mudanças de ritmo no enredo. A dublagem excepcional dos personagens e os efeitos sonoros contribuem para a atmosfera única do jogo.

Recepção e Legado

Quantum Break recebeu críticas favoráveis pela sua inovação narrativa e mecânica de jogo. No entanto, algumas críticas foram direcionadas à linearidade da trama e à falta de variedade nas escolhas do jogador, aspectos que podem ter afetado a experiência de alguns jogadores.

O jogo deixou um impacto significativo no meio, demonstrando a viabilidade de uma abordagem transmídia no mundo dos videogames. A combinação de elementos de jogo e série de TV pode ter aberto caminho para futuras experiências interativas que ultrapassam as fronteiras tradicionais dos meios de entretenimento.

Quantum Break é uma jornada emocionante pelos limites do tempo e da realidade, oferecendo aos jogadores uma experiência única que transcende as barreiras entre jogos e séries de televisão. Sua narrativa envolvente, mecânicas de jogo inovadoras e design visual impressionante solidificam seu lugar como uma obra marcante no mundo dos videogames. Ao desafiar as normas estabelecidas, Quantum Break continua a ser lembrado como uma peça fundamental na evolução do entretenimento digital.

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