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Borboleta Assassina | Mangá brutal ambientado em bordel no Japão do século XVII

O Japão oferece um verdadeiro mar de possibilidades em relação a coisas interessantes. Temos coisas mitológicas, como os clássicos japoneses sobrenaturais, com seus espíritos tão peculiares. Mas também temos obras super realistas, como Declínio de um Homem, de Junji Ito, que apresenta a sociedade japonesa no começo do século passado. E até no Brasil temos influência, como é o caso de Samurai Shirô, onde é abordada as ações da Yakuza em nosso país. E o período Sengoku foi uma época que consegue gerar histórias simplesmente maravilhosas, mas o que aconteceu quando esse período começou a chegar ao fim?
 
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Publicado originalmente em 2009 com o nome Choujuu Gitan (蝶獣戯譚 ou Butterfly Beast como se popularizou no mundo), escrito e desenhado pela mangaká Yuka Nagate, esse mangá veio para o Brasil nas mãos da editora Pipoca & Nanquim. E se tornou um verdadeiro estouro, focado no público adulto e com um visual maravilhoso misturado com uma trama elegante envolvendo o submundo do crime em uma época diferenciada.
É bastante comum ver histórias de ninjas e samurais na era de ouro, com muita ação e guerras, clãs prontos para se atacar, traição, etc. No entanto, como podemos ver em tempos modernos, não temos mais nada disso. Ou seja, chego a um ponto em que a coisa foi diminuindo até simplesmente acabar. Mas eles não morreram todos de uma vez, rolou uma época de transição. Esse é o foco dessa história.

Aqui temos um mangá que apresenta o que aconteceu com os shinobi após os períodos das grandes guerras. Boa parte foi procurar outras coisas para fazer, como trabalhar na medicina, usando seu conhecimento sobre venenos, outros foram trabalhar para o xogunato como guardas imperiais, tiveram também os que se tornaram artistas com suas habilidades marciais. Porém, entre tantas pessoas, nem todos conseguiram se acostumar à nova era. E assim, alguns shinobis caíram no submundo, cometendo crimes e vivendo na marginalidade.
Com bandidos tão habilidosos e fora do comum, isso acabou fazendo com que uma contraparte também surgisse. Um grupo de caçadores de shinobi se misturou na sociedade, como agentes infiltrados para observar e esperar ordens. Entre eles, uma mulher chamada Ochou, que se tornou prostituta e passou a viver os dias no prostíbulo em Yoshiwara, um Yūkaku, ou seja, um bairro da luz vermelha do século XVII em Edo (Que hoje em dia é Tóquio). Vive atendendo clientes e coletando informações. Até receber missões com alvos e entrar em ação com sua especialidade de envenenamento.

Esse mangá me lembrou muito algumas histórias com o selo Vertigo, publicadas no começo dos anos 90. Onde você conhecia a ambientação e o personagem, mas iam sendo lançadas novas histórias em uma ambientação sombria. Ou seja, ao invés de uma linha reta sem parar, algo que passa mais aquele climinha de dia a dia no submundo, pequenos contos que se movem em seu próprio ritmo para gerar uma história maior.
Se torna uma obra mais agradável ao público adulto não pelo nível de violência, que por acaso é em uma brutalidade contida, meio seca. O que atinge esse público é o tema de prostituição, que não é colocado de forma super apelativa, mas de um jeito tão elegante quanto os traços maravilhosos da artista. E também o ritmo em que a coisa se passa, um tanto suave e narrativo, com aquele toque investigativo.

E assim, temos algo com reviravoltas bem frequentes. A autora vai conduzindo a coisa de uma maneira que você pensa que ainda está na fase de desenvolvimento, quando de repente você recebe o impacto de algo que não estava esperando. É realmente uma leitura tranquila que vai te dando rápidos gostinhos agradáveis enquanto se maravilha com o visual.
A coisa foi um estouro no Brasil quando lançou, e quando a editora brasileira abriu a pré-venda do volume 2, o estouro foi tão grande, que as vendas atingiram não apenas o patamar de mangá mais lido, mas sim o da categoria LIVROS, que envolve todos os conteúdos impressos. Isso mostra o tanto que o público ficou fascinado.

Enfim, esse é um mangá com história elegante e curta em apenas três volumes, para um público adulto que quer tramas com mais elegância e que fuja do padrão que já conhecemos. A ambientação é completamente aconchegante, sendo um item perfeito para se ter ao lado da cama e dar uma lida em um capítulo antes de ir dormir. Caso tenha interesse, ainda existem cópias à venda no Brasil, confira:

 
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Sobre a Era dos Shinobis e Samurais

A cultura pop tem o notável poder de transportar seus consumidores para eras distantes e intrigantes, e poucas ambientações capturam a imaginação como a do Japão feudal, repleto de shinobis astutos e samurais honrados. A fascinação por esses temas permeia uma variedade de formas de entretenimento, desde video games até filmes, criando um legado duradouro.

A História Intrigante dos Samurais e Shinobis

O Japão feudal, com sua estrutura social hierárquica, códigos de honra e batalhas épicas, proporciona um terreno fértil para narrativas ricas e complexas. Os samurais personificam o código Bushidô, enquanto os shinobis, com suas habilidades furtivas e táticas astutas, oferecem uma perspectiva única na guerra e no sigilo.

Video Games: De Tenchu a Ghost of Tsushima e Sekiro

Os video games têm desempenhado um papel significativo na exploração desses temas. A série "Tenchu", que remonta aos dias do PlayStation, colocou os jogadores no papel de shinobis, desafiando-os a operar nas sombras. "Ghost of Tsushima" oferece uma visão deslumbrante e expansiva do Japão feudal, onde a honra do samurai é posta à prova durante a invasão mongol. Não podemos esquecer "Sekiro: Shadows Die Twice", um título aclamado que proporciona aos jogadores uma experiência visceral e desafiadora na era Sengoku, explorando não apenas a ação intensa, mas também as nuances culturais e morais da época.

Cinema: O Legado Além de Kurosawa

Enquanto Akira Kurosawa é um gigante no cinema, outros cineastas também abraçaram a era dos samurais. Filmes como "Shinobi no Mono" e "Azumi" exploram a vida e os desafios dos shinobis, enquanto "Hara-Kiri" de Masaki Kobayashi mergulha nas complexidades do código de honra samurai.

Animes e Mangás: Narrativas Inesgotáveis

O mundo dos animes e mangás tem sido particularmente prolífico na exploração desses temas. Desde clássicos como "Ninja Scroll" até séries contemporâneas como "Dororo" e "Demon Slayer", os artistas japoneses continuam a oferecer narrativas cativantes ambientadas em um passado feudal.

A Estética que Resiste ao Tempo

Além das narrativas, a estética do Japão feudal persiste como uma força influente na moda, design e até mesmo na cultura pop global. A elegância das vestimentas samurais e a astúcia dos shinobis encontram eco em diversas formas de expressão artística, demonstrando a duradoura influência dessa época.

Um Legado que Continua a Cativar

A era dos shinobis e samurais permanece como uma fonte inesgotável de fascínio na cultura pop, demonstrando sua capacidade de transcender fronteiras e gerações. Seja nos desafios morais dos samurais, na astúcia dos shinobis ou na estética atemporal, a riqueza desses temas continua a cativar, garantindo seu lugar duradouro no coração dos fãs de todo o mundo. "Sekiro: Shadows Die Twice", com sua abordagem única e desafiadora da era Sengoku, se destaca como uma contribuição valiosa para esse fascinante universo.

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