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The book of death for Dummies | Simulador brasileiro de estagiário da Morte

As inúmeras culturas e crenças fizeram com que diversas criaturas mitológicas se tornassem populares. Quem viu o "Grimório Oculto", sabe bem que mistérios e crenças são o que não faltam. Mas nem tudo é mitologia antiga e uma entidade relativamente moderna é a ideia da morte como ceifeiro, com sua foice e capa preta. Inclusive tem representações diferenciadas muito profundas, como a "Morte" de Neil Gaiman. E, no Brasil, temos nosso senso de humor, e claro que surgem paródias de tudo, portanto se por um lado temos coisas muito sombrias como "Despacho", por outro criamos também o "Amigos de Merda". Mas o que acontece quando se junta a essência de duas coisas tão opostas? The book of death for Dummies pode ser uma resposta.

A história apresenta um jovem chamado George, que mandou seu currículo desesperadamente para tantos lugares, que simplesmente parou de consultar o lugar que estava tentando conseguir emprego. E, foi assim que um dia, a própria morte se manifestou em sua frente. Mas não para matá-lo, e sim para contratá-lo, pois precisa tirar férias!
Como vocês sabem, eu adoro quando aparecem obras nacionais, jogos como Vampire Hunters, Touch of Madness e Adore são completamente diferentes uns dos outros, mas todos eles são games brasileiros e faz termos uma noção de que existem os mais variados tipos de obras criadas por aqui. E esse é mais um jogo que apresenta um gênero bastante diferente.

Acho que rapidamente o jogo pode ser comparado com o clássico game indie, "Papers, Please". Isso porque aqui, você precisa, basicamente, analisar os infelizes que aparecem em uma lista, e ver se precisam ou não morrer. O seu verdadeiro chefe é o "Destino", que fala de forma enigmática com você, e por isso é preciso decifrar o que ele é.
Cada capítulo te coloca para analisar as fichas de algumas pessoas, e ao lado você recebe a "Sorte do Dia", que apresenta algum signo e a previsão pra ele. E embaixo tem o "Evento", que descreve algo caótico que vai acontecer pra uma ou mais pessoas morrerem. O seu objetivo, é tentar impedir que essas pessoas morram, e para fazer isso, precisa analisar as fichas e ver quem ali precisa morrer.
 
Felizmente, você tem como auxílio "O Livro da Morte para Leigos", que é onde você pode consultar fobias, signos e doenças. Dessa forma, você compara a ficha do personagem e vê se as coisas batem. Por exemplo, se o signo dele diz que vai ter muita sorte naquele dia, definitivamente não tem base ele morrer. Se o "Evento" diz que alguém vai morrer de uma reação alérgica, e um personagem tem alergia, pode ser uma dica.
É necessário carimbar todos os que você acha que vão estar envolvidos no evento mencionado, e então assinar para terminar o capítulo. Após isso, você vê o resultado, com uma descrição sobre quem foi salvo ou morto. Suas escolhas podem causar um verdadeiro caos. Mas o problema é que você mesmo pode acabar sendo ceifado se não fizer o trabalho direito. Por isso, tem uma barra de pontos, e eles vão descer cada vez que você errar.

O jogo conta com um senso de humor um tanto ácido, portanto pode divertir bastante o toque de esculhambação de um estagiário trabalhando para a própria Morte. Além de como ele toma uns puxões de orelha com as coisas que não está entendendo ou que fez de forma atrapalhada. A Morte, por outro lado, se destaca com o seu jeito sempre rabugento, e mesmo quando se diverte, é com aquele estilinho mórbido, chega a ser fofo, não fofo como Karmazoo, que aquece o coração, mas sim engraçado de ver a desgraça alheia.
Infelizmente, o game acaba sendo muito linear. Existem algumas obras de administração que te fazem sentir a aleatoriedade, como The Kinderman Remedy, que você controla uma freira e um cientista louco usando humanos como cobaias, e sua escolha acontece em tempo real, tendo que lidar com as consequências. Mas aqui, não há aleatoriedade, as escolhas são as mesmas, as fichas são as mesmas. Isso te permite só de corar e sair clicando nas respostas certas, o que é desanimador.

Visualmente, o jogo tem altos e baixos. Se por um lado, é muito bacana o visual dos personagens e o estilo de coisinhas que aparecem, como a imagem de um jornal do dia seguinte, mostrando consequências, por outro, o jogo é composto basicamente de painéis que vão mudando. Não tem nada constante na tela, como o "Papers, Please", e assim parece meio seco.
Enfim, aparentemente esse é primeiro jogo da IDK Studios, o que faz dar aquela colher de chá. É divertida a ideia de olhar o glossário, ver quando uma pessoa nasceu e o signo que ela é, assim como analisar alergias. Mas se você perde e começa de novo, é um tanto enjoado ver que não tem mais desafio.

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Sobre Games Nacionais

Nos últimos anos, a indústria de jogos no Brasil experimentou um crescimento notável e uma diversificação que a colocou no mapa global. Com uma criatividade e habilidade excepcionais, os desenvolvedores independentes brasileiros têm conquistado espaço no competitivo cenário internacional de jogos. Títulos como "Distortions" da Among Giants e "Horizon Chase" da Aquiris Game Studio são exemplos marcantes desse fenômeno.

O Brasil, conhecido por sua paixão pelo futebol e pela cultura vibrante, tem mostrado sua versatilidade no mundo dos games. Empresas locais têm se destacado, trazendo experiências únicas para os jogadores globais. "Dandara" da Long Hat House e "Aritana and the Twin Masks" da Duaik são evidências claras da riqueza criativa e narrativa que os desenvolvedores brasileiros têm oferecido.

O avanço tecnológico e a crescente acessibilidade às ferramentas de desenvolvimento de jogos têm permitido que talentos emergentes no Brasil criem obras inovadoras e emocionantes. "Toren" da Swordtales e "Chroma Squad" da Behold Studios são exemplos brilhantes dessa proeza, mostrando ao mundo o potencial criativo e técnico dos desenvolvedores brasileiros.

A diversidade cultural do Brasil é refletida nos jogos que são produzidos, oferecendo experiências únicas e histórias autênticas. Títulos como "Knights of Pen & Paper" da Behold Studios apresentam perspectivas narrativas e estéticas distintas, enriquecendo o panorama dos jogos independentes.

A comunidade de desenvolvedores de jogos no Brasil tem se unido, promovendo eventos e colaborações que impulsionam ainda mais a indústria local. Iniciativas como a BIG Festival (Brazil's Independent Games Festival) têm sido vitrines importantes para os jogos brasileiros, proporcionando visibilidade e oportunidades de networking para estúdios independentes, como visto nos sucessos de "Dolmen" da Massive Work Studio.

Além disso, a capacidade de adaptação e inovação dos desenvolvedores brasileiros tem sido reconhecida globalmente. Títulos como "Celeste" da Maddy Makes Games, embora não seja exclusivamente brasileiro, contou com a colaboração de criativos brasileiros, destacando a contribuição significativa dos talentos do país para o sucesso de projetos internacionais.

O futuro da indústria de jogos no Brasil é promissor, com uma cena independente cada vez mais vibrante e promissora. O potencial criativo e técnico demonstrado por meio de jogos como "Sky Racket" da Double Dash Studios e "Dungeonland" da Critical Studio sinaliza um caminho de contínuo crescimento e reconhecimento global para os desenvolvedores brasileiros.

Em suma, a indústria de jogos no Brasil passou por uma evolução extraordinária, destacando-se não apenas pela qualidade dos jogos produzidos, mas também pela capacidade de se posicionar como uma potência criativa no cenário internacional de jogos, e tudo isso foi impulsionado pelo talento e dedicação dos desenvolvedores independentes. Com a sua diversidade cultural, criatividade e habilidade técnica, os jogos brasileiros continuam a conquistar corações e mentes de jogadores ao redor do mundo.

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