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sábado, 1 de abril de 2017

Blackthorne 2: Thorne Harder - O jogo que nunca existiu

Em 1994 a Blizzard lançou o clássico Blackthorne, um baita de um jogo lindo que infelizmente acabou sendo tacado de lado junto com outros clássicos como o inesquecível Rock 'n Roll Racing e o simpático The Lost Vikings, mas apesar da falta de atenção, a Blizzard decidiu dar uma cutucada nos fãs em 2012 com uma brincadeira de primeiro de abril.




Pra quem não sabe, Blackthorne é um verdadeiro filho dos filmes trash dos anos 80, se passando em um universo de Dark Fantasy e mostrando uma história com um baita mistureba como era muito comum em filmes de fantasia daquela época. A diferença é que não era uma homenagem como Kung Fury e outras obras que surgiram fazendo simulação de obras dos anos 80, aquele era um jogo que surgiu encostado naquela época e que ainda era natural esse tipo de ideia.

Apesar de tudo foi algo que saiu bem legal, a ideia de um príncipe em um universo de fantasia, que acabou sendo enviado por um mago para nossa realidade, porém anos depois teve que voltar para salvar seu povo e levou uma escopeta com ele é algo simplesmente bizarro demais, porém foi aplicado de um jeito tão sombrio que simplesmente saiu uma ideia sólida da coisa.

Mas o tempo passa né? Algumas ideias que são legais em uma época começam a ficar manjadas ou mesmo serem ridicularizada. E apesar de Blackthorne ter deixado uma bela marca, as pessoas começaram a pensar "Ei, pera aí... Um príncipe... Com uma escopeta? Tá brincando né?". Obviamente o próprio povo da Blizzard começou a ver isso.

O resultado veio com a brincadeira de primeiro de abril de 2012, quando resolveram anunciar uma sequencia falsa de Blackthorne, que apresenta um conceito digno de uma ideia surgida naquela época. Ou seja, colocar o príncipe vagando por aí surfando com a escopeta, usando um óculos de sol radical e perseguido por um tubarão gigante é algo bem válido. Assim como saltar por uma janela de um prédio pouco antes de uma explosão parece bem válido também. A descrição oficial é:

"Dezesseis anos se passaram na Terra desde que Kyle Blackthorne retornou ao seu mundo, o planeta futurístico Tuul. Lá ele resgatou seus habitantes, os Tuulips, exterminou o diabólico Sarlac e recuperou o reino de seu pai. Mas agora uma nova ameaça se move além do horizonte despedaçado, e apenas um homem pode evitar que a escuridão se aproxime... da Terra.


Relutante em deixar que outro mundo que ele chamou de lar seja exterminado no maldoso domínio da praga orc, Blackthorne abandona seu trono (negro) e usa o poder da Pedra da Luz para viajar de volta à Terra. Mas o que o aguarda do outro lado do portal do mundo é diferente de tudo o que poderíamos esperar, e as apostas são maiores do que nunca..."

Características:
  • IA misteriosamente realista
  • Gráficos 100% fotorealísticos
  • Trilha sonora épica de hard rock
  • Jogo mágico, revolucionário, que constrói a marca de Kyle de não olhar ao atirar. Agora ele nunca olha para onde está atirando!
  • Integração com Twitter e Facebook para publicar as atualizações automaticamente para cada inimigo que você mata. Seus amigos o agradecerão.
Uahahahaha, o quarto item da lista é relacionado ao fato de que no jogo você tem um botão que aperta e o personagem mira a escopeta pra trás e atira, sem nem olhar, como um verdadeiro fodão, mas isso é opcional. Agora imagina o jogo sendo colocado de uma forma que você NUNCA olhe enquanto atira? kkkk. Enfim, tenho que assumir que achei uma pena, eu queria jogar essa tranqueira. E vocês? Conhecem Blackthorne? Jogariam?

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