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segunda-feira, 10 de outubro de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 58

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 58

Elium se move rapidamente para a esquerda do altar e atira contra a corrente, e repete nas dos pés. Ensis não demora em reagir. Ela acha estranho a proposta da bruxa em dar uma explicação. Mas sabe que não há o que ser explicado, ela foi presa em um altar com pessoas usando punhais cerimoniais. Então não tenta pensar muito sobre o assunto.

Sem calcular bem, a guerreira lança a corrente, tentando enrolá-la no pescoço da bruxa, mas a porta logo atrás da mulher impede que isso aconteça. Mesmo assim o objeto metálico passa raspando dolorosamente pelo rosto da velha, que solta um grito. Ensis logo depois se levanta, pega o punhal que tinha arremessado e rapidamente o crava no pescoço da bruxa, que solta um som de engasgo, o sangue desce quente pelo braço da guerreira.

Ela logo deita o corpo da mulher no chão e olha para Elium, o garoto está analisando cautelosamente os corpos caídos ao chão. Logo depois começa a recolher suas coisas e se aproxima de um pequeno móvel, ao abrir, diz:

-Suas coisas estão aqui.

Ensis se aproxima e começa a pegar as coisas, o garoto chega a arma e começa a se preparar. A guerreira sente-se aliviada em perceber que ele está pronto para a próxima luta, pois ter que protegê-lo iria tornas as coisas ainda mais difíceis e ela sabe que precisa do menino vivo para conseguir chegar ao seu objetivo. Ele então diz:

-Nossa, em que lugar fomos nos meter, não é? O que aconteceu com você?
-Eu não sei, de repente acordei em uma cama.
-Você está curada - Diz o garoto se aproximando e analisando o ombro da guerreira.
-Sim, também estranhei, minhas feridas estão bem agora.
-Eles te trataram com ouro rubro, mas por quê?
-Não me falaram nada, eu acordei em uma casa, matei dois deles, mas me capturaram.
-A casa fica em cima desse lugar.
-Se iam me sacrificar, pra que me curar?
-Vai ver precisavam de uma oferenda em boas condições, ou talvez o ritual envolvesse sangue de Alado, por isso acabaram te curando no processo.
-Ou talvez a velha tivesse algo relevante a dizer.

A guerreira se aproxima, pega o corpo da bruxa e coloca no altar. Enquanto isso Elium vai em direção à porta e a abre, mas para logo depois e olha pra trás ao ouvir o som da carne do pescoço da bruxa sendo rompida pela espada de Ensis. O garoto pergunta com voz de surpresa:

-O que você está fazendo?
-Depois de tudo isso, você quer sair de mãos vazias daqui? Vamos levar a cabeça da bruxa pra aquele povo, pegar a recompensa e aí sim vamos embora.

O próximo som que Elium solta é um grito, Ensis levanta a cabeça para olhar e percebe que no corredor, há um bruxo parado. Ele logo depois levanta uma pequena trombeta feita de chifre de algum animal e sopra. O som se propaga de uma forma muito alta pelo corredor. Não demora muito para ouvirem vários outros sons de trombetas vindos do lado de fora.

O homem se vira e começa a correr, Ensis sabe que aquilo foi um aviso e para tantas trombetas tocarem ao mesmo tempo, provavelmente muitos deles virão. Ela corre em direção ao homem, mas não demora muito para perceber que está distante demais, ele irá prendê-los ali e depois disso será o fim.

Mas Ensis se surpreende com um barulho de algo estourando atrás dela, seguido de outro e outro. Ela olha para trás e percebe que Elium sacou a arma e disparou diversas vezes. Ao olhar novamente para frente, consegue ver o corpo caindo de joelhos e depois despencando para frente. Ela suspira aliviada, volta rapidamente, prende a cabeça da bruxa à sua cintura, pega suas coisas e a dupla começa a andar pelo corredor.

No entanto não demora muito para verem algo se movimentando na escuridão. A baixa luminosidade impede de ver com clareza o que é, mas se aproxima cautelosamente, ocultando a pouca luz. É como se o corredor começasse a ser coberto por trevas. É então que Ensis percebe a presença de uma imensa asa e nota que é uma criatura se arrastando pelo corredor em direção a eles.

1 - Atacar.
2 - Voltar para a sala no fim do corredor e fechá-la.

Vocês tem até sexta pra votar. Por favor apontem erros. Ò_Ò!

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