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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 57

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

 Capítulo 57

Ensis está com o braço levantado e ameaçadoramente gira a corrente no ar, ela olha para todas as direções. Os bruxos parecem ficar preocupados, especialmente depois que ela derrubou um deles no chão. Provavelmente não tinham notado como ela pode ser perigosa mesmo estando com as duas pernas e o braço esquerdo presos.

O bruxo no chão se recupera e Elium continua procurando algo em sua bolsa, o garoto age de forma bastante nervosa e é notável que isso o impede de ter precisão no que quer que esteja tentando fazer. Ensis quer ajudar, mas percebe que simplesmente não tem tempo de continuar tentando romper a corrente de seu braço.

Ela então prossegue com o giro da corrente e violentamente chicoteia as costas do homem no chão, que solta um gemido. Antes mesmo que os outros possam ter alguma reação ela lança a corrente em direção ao homem que está no canto da sala próximo ao seu pé esquerdo. O objetivo era fazer com que ela enrolasse em seu pescoço, mas Ensis erra, no entanto machuca o homem.

O bruxo que está no canto da sala, próximo à sua mão esquerda, se aproxima na tentativa de detê-la, mas era exatamente isso que Ensis queria, ela solta acorrente e o segura pelo cabelo, batendo violentamente sua cabeça na pequena base de metal por onde a corrente passa no altar. Ela faz isso inúmeras vezes e o sangue jorra. É possível ouvir o barulho do crânio do homem sendo arrebentado.

De repente Ensis sente uma mão segurando seu braço, ela olha e percebe que era o bruxo que estava no canto próximo à sua perna direita. Ela solta imediatamente a cabeça do outro, agora morto, e dá uma cotovelada no rosto do homem, que não a solta, mas de repente a mulher ouve um som alto, como se algo estivesse estourado e sangue sai da boca do homem.

Ela percebe que Elium usou a arma, e logo depois atirou de novo e de novo, várias vezes até mais uma vez só poder ouvir o som do "tic tic tic". Ensis sabe que não pode parar, ela olha para o último bruxo, o mesmo que ela acertou o rosto e nota que agora ele tem um punhal, mas é notável que sua mão está bem trêmula.

A mulher lança mais uma vez a corrente, dessa vez consegue enrolar seu braço esquerdo e, com toda a sua força, o puxa em sua direção. O homem dá vários passos de forma desajeitada e Ensis solta a corrente, estendendo a mão para desarmar o homem. Ela faz com facilidade, pois não estava segurando com firmeza, muito provavelmente de susto ao ver seus companheiros morrerem tão rápido.

Assim que Ensis segura a arma, ela ajeita rapidamente na mão e crava no pescoço do homem. A bruxa líder do covil finalmente parece perceber que não tem chances e leva sua mão até a beirada da porta, mas antes que possa segurá-la, é surpreendida com o punhal, que é arremessado em sua direção, cravando em sua mão. A velha grita de dor.

Elium se levanta, apontando a arma para a bruxa, que retira o punhal da mão e grita:

-Esperem! Esperem! Não é o que parece ser! Essa história vai muito além! Deixem-me explicar, tudo pode acabar bem. Me matar só vai fazer vocês saírem mortos daqui.

1 - Ouvir o que ela tem a dizer.
2 - Finalizar.

Vocês tem até sexta feira pra votar. Ò__Ò!

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