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segunda-feira, 19 de setembro de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 56

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

 Capítulo 56

Agora com a iluminação repentina da sala, Ensis percebe que seu companheiro caiu na armadilha preparada pelos bruxos e não há mais volta. As correntes que prendem seus braços e pernas são extensas e vem desde a parede, entrando brevemente em uma pequena base de ferro presa ao altar e logo depois ligada  a braceletes que prendem seus braços e pernas.

Quando foi presa, Ensis acreditava que conseguiria se livrar rapidamente, afinal as correntes não são grossas, são bastante finas e tem uma aparência frágil. O fato de não serem ligadas direto ao altar e sim às paredes, aumenta ainda mais essa sensação. No entanto elas são grossas o suficiente para prender alguém e não demorou muito para perceber que seus esforços eram em vão.

Ela consegue ver a expressão de surpresa do garoto ao ver a sala se iluminar, o garoto parece ter paralisado. No entanto assim que os bruxos dão passos, ele corre para perto do altar e saca um objeto que deixa Ensis surpresa. Uma arma do outro mundo, ela reconhece de imediato pois já viu algumas em Xibalba.

Na cidade guerreira os habitantes costumam caçar alados, é uma das coisas que mais chama a atenção do lugar, pois em todo o Reino do Éden essas criaturas são temidas. Uma das coisas que atraem alados são objetos vindos de outro mundo. Esse é um dos métodos, no entanto não utilizam armas como essa, pois consideram um combate desonroso.


Elium aponta a arma para o meio da corrente do braço direito, encostando o cano e dá um tiro. A guerreira sente um puxão, a corrente treme, mas não quebra. Ela imagina que o projétil acabou sendo desviado por ser uma corrente fina. Ouve outro tiro e então um som de "tic tic tic". Ela sente a corrente afrouxar e puxa.

Ao olhar para a base de metal presa ao altar, ela vê a fina corrente deslizando. O garoto conseguiu libertar uma de suas mãos. Ela observa que agora ele procura desesperadamente por algo em sua bolsa, não sabe o que está acontecendo. Mas não se importa muito, apenas continua puxando, mas logo chega a um ponto em que seu pulso já se distanciou o suficiente da base e uma parte da corrente continuou de fora.

Ela não dá muita bola, se posiciona de lado e segura na corrente do braço esquerdo. Como é uma corrente fina, ela imagina que usando dois braços provavelmente conseguirá arrebentar. E assim dá vários puxões com força, fazendo sons metálicos da corrente remexendo no ar. Os nós não rompem e ela sente que terá que se esforçar bem mais, no entanto está correndo contra o tempo, seu companheiro está prestes a morrer.

Quando a guerreira espia atrás dela, percebe que um dos bruxos derrubou o menino no chão e prepara-se para se abaixar. Talvez para estrangular o garoto. Ela rapidamente segura na corrente perto da base de metal e puxa, isso faz com que agora não reste mais nada preso à base. Ensis levanta o braço para cima e com um movimento lateral, lança a corrente em direção ao homem.

O bruxo pausa seu movimento imediatamente quando  a corrente se enrola em seu pescoço. Ensis dá uma puxada forte, fazendo com que seu corpo vá para trás e caia violentamente contra o chão. Ela faz então alguns movimentos circulares para desenrolar a corrente, puxa em sua direção, levanta o braço e começa a girar ameaçadoramente.

Em Xibalba, Ensis teve treinamento com chicote, por algum tempo cogitou usá-lo como arma principal, no entanto ao perceber que era melhor em desarmar do que atacar, decidiu se especializar em espadas. Apesar de tudo ainda consegue se lembrar das técnicas de combate com esse tipo de arma, e apesar de perder parte da destreza graças ao preso da corrente, sente que consegue se virar com uma.

1 - Tentar lutar contra os bruxos usando a corrente.
2 - Se esforçar para tentar liberar o outro braço.
3 - Tentar pegar a bruxa, com a corrente, e usá-la como refém.

Vocês tem até 30/09 para votar. Por favor apontem erros. Ò_Ò

2 comentários:

Maria Isabel disse...

Acho que vou ficar com a 1 opção. Quanto ao nome da cidade, Xibalba vc pegou o nome da mitologia Maia ou é só coincidência msm?

Iscai NM disse...

Sim, é de lá mesmo, todas as cidades apresentadas em "O céu não existe" são pegas de mitologias variadas e Xibalba é uma das que aparecem, como se passa no mesmo universo é usado aqui também. =)