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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 55

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 55

Elium se mantém parado na escuridão, sua mão instintivamente vai em direção à arma e a empunha, no entanto na posição que está, sabe que será complicado sacar. Pensa em atirar várias vezes contra o homem, se livrando do problema, no entanto essa tentação trará consequências, com certeza atrairá bruxos para a origem do barulho. Mesmo que ele se esconda, acharão o corpo e saberão que alguém está ali, isso sem contar com os alados.

O olhar do homem dura apenas alguns segundos, que o garoto sente como se fossem minutos, e então desvia em direção à janelinha na porta, quando o prisioneiro diz, com sua voz de cobra:

-Talvez não seja eu, mas a destruição de vocês será inevitável.
-Todo mundo morre um dia.
-Mas a morte de vocês esta muito mais próxima.
-Isso nós veremos.

O homem se distancia e começa a andar em direção à escada. O garoto se sente aliviado, ele olha mais uma vez para a pequena janela na porta. Se levanta e observa a escuridão, pensa em libertar o homem, mas não confia nele. Então silenciosamente se move pelo corredor, procurando ficar calmo e sendo cauteloso em seus movimentos.

Ele observa as várias portas, nenhuma com luminosidade, mas imagina que ao menos parte delas esteja com prisioneiros. Por um momento se imagina preso dentro de uma dessas salas. Pensa em como pode acabar se tornando um experimento. Talvez o homem tenha falado a verdade, talvez esses bruxos estejam fazendo testes.

Ao andar um pouco mais, percebe a sala final, no fim do corredor com um pouco de iluminação. Ele se aproxima e olha pela janelinha, vê Ensis deitada em um tipo de altar, braços e pernas presos com correntes, uma mordaça na boca. O garoto tem quase certeza que era nessa sala que os homens que passaram estavam.

Ele empurra lentamente a porta e se sente aliviado ao perceber que ela não range. Entra no lugar, está escuro, a pouca iluminação vem de uma lamparina com uma leve chama, aparentemente está com pouco óleo. Talvez os homens não voltarão, por isso tenham deixado assim. O menino então rapidamente se move em direção a Ensis, que finalmente nota sua presença.

Ela balança a cabeça e tenta falar algo, ele então puxa a mordaça e ela diz:

-Eles ainda estão aqui!

A sala se enche repentinamente de luz, e Elium se assusta ao perceber que em cada um dos quatro cantos do lugar, há um bruxo com uma tocha acesa. Ele olha para a porta a tempo de a ver sendo fechada pelas mãos de uma velha que ele imediatamente sabe que é a líder do Covil.

1 - Dar tiros nas correntes de Ensis.
2 - Atirar em todos os bruxos presentes.
3 - Tentar conversar.

Vocês tem até sexta feira para votar. Por favor apontem os erros. Ò_Ò!

Um comentário:

Maria Isabel disse...

Ele vai se foder de qualquer jeito mas fico com a 2. Muito obrigada por continuar a escrever demorou tanto que achei que tinha parado, tava em crise já.