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segunda-feira, 25 de julho de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 53

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:



Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

 Capítulo 53

O garoto sente uma imensa tensão com os pés à sua frente, ele prepara a arma e a deixa apontada, ouve então o som de algo deslizando em um tecido. De imediato não consegue imaginar algo que faça esse barulho e é quando lhe vem à mente a imagem de uma espada sendo desembainhada. Talvez estivesse presa à cintura do bruxo.

Rapidamente Elium aperta o gatilho, acertando o pé do homem, que solta um imenso grito de dor. A proximidade da arma ao rosto do garoto faz com que ele não consiga deter o coice e sente suas mãos baterem em seu rosto, mas dessa vez não solta a arma, ele aprendeu na primeira vez a segurar com mais firmeza.

Se assusta então ao ver uma lâmina penetrando a cama e descendo com força ao lado da sua cabeça. Se ele tivesse ficado quieto talvez tivesse morrido. O homem realmente estava se preparando para enfiar a espada sorrateiramente na cama, talvez tenha notado sua presença por alguma parte exposta, um reflexo ou algo assim. Ou talvez tenha sido apenas uma dedução.

A lâmina é retirada e Elium vê o outro homem se movendo, o primeiro bruxo cai no chão devido à dor na perna, o segundo se aproxima, segura nas bordas da cama e a levanta, revelando assim a presença do menino, que se assusta com a repentina luminosidade e o bruxo com uma adaga na mão. Elium dispara sem parar, diversos tiros.

Quando o homem cai, o garoto aponta para o outro no chão e começa a atirar até que os sons param e ele ouve apenas o som do gatilho sendo apertado freneticamente. Por um instante ele não entende o que aconteceu, e é então que lembra do aviso sobre a munição limitada. Rapidamente o garoto se senta e procura por outro cartucho no saco.


Tenta se concentrar e lembrar de como recarrega, desajeitadamente retira o cartucho vazio e coloca na bolsa, pegando outro e recarregando. Ele então aponta mais uma vez para os homens, mas agora são apenas dois corpos sem vida. Ainda assim o garoto aponta a arma de um para o outro como se a qualquer momento fossem se levantar.

Suas mãos tremem muito, mas após alguns momentos ele respira e esconde a arma em suas vestes, agora sua preocupação são quanto a seres alados. Ele fica surpreso de até agora nenhum ter aparecido e imagina que possa ser algum tipo de proteção feita pela bruxaria. Apesar de por um lado temer que ela realmente exista, e possa ser usada contra ele, ao mesmo tempo torce para que haja uma proteção contra alados.

O garoto então se levanta, mantém a arma escondida porém de uma maneira fácil de sacar. Sente que está fazendo um pacto com o demônio, por um lado as coisas estão tão mais fáceis com a pistola, mas por outro lado, sabe que quanto mais ele a usar, maiores são as chances de alados surgirem para destroçar seu corpo.

Elium se move até o alçapão e o abre, um forte cheiro de mofo sobe, o fazendo tossir um pouco, porém desce o lugar. Percebe que há uma leve iluminação de tochas e está em um corredor com várias entradas que o garoto inicialmente deduz que levam a outros corredores, mas assim que passa pela primeira, vê que a entrada não se estende por mais de um metro, tendo uma porta com uma pequena janela com grades, como as de uma masmorra.

Ele passa sorrateiramente por elas até que ouve o som de uma voz vindo de uma das portas, parece um sussorro. Elium se aproxima da entrada, a janela está escura, ele fica parado por um momento e ouve os sussurros vindo de dentro, o som parece semelhante ao de uma cobra, por alguns instantes parece que a sala está cheia delas. E em meio ao estranho som ele ouve o sussurro "Me ajude... Que eu te ajudarei...".

Isso assusta Elium, que se move um pouco para o lado e observa a maçaneta enferrujada.

1 - Abrir a porta.
2 - Esperar para ouvir o que o dono da voz tem a dizer.
3 - Ignorar e seguir em frente.

Vocês tem até sexta feira para votar. RUUM Ò__Ò!!!

Um comentário:

Anônimo disse...

Opção 2.