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segunda-feira, 28 de março de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 44

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 44

Ser rápido em sair daqui pode ser bom para me afastar de vez, no entanto eu sei bem o efeito que substâncias podem causar no corpo, apesar de nesse instante me sentir bem eu não tenho certeza se me levantar de forma brusca não fará com que eu sinta uma fraqueza no corpo e caia, isso pode piorar demais as coisas.

Acho que a melhor alternativa é continuar exatamente como estou, quieto e de olhos fechados, fingir estar desacordado pode me manter seguro. Acho que se fossem fazer algo comigo, provavelmente já teriam feito, ou será que fugi e sumi da vista deles na escuridão? Será que somente agora me encontraram? Espero que não.

Tento manter minha respiração tranquila e apenas ouço o som deles se aproximando, os sussurros de pessoas aumenta. Estão bem perto mas não consigo entender o que estão dizendo, deve ter pelo menos três deles ao meu lado como se tivessem decidindo o que fazer. É impressionante eu não conseguir compreender nada.

Meu coração está acelerado e sinto o toque gelado de dedos em minha nuca, isso faz com que os pelos do meu corpo arrepiem, é como se tivesse desenhando alguma coisa. A minha vontade é de levantar e sair correndo, mas isso será pior, estão perto demais e com certeza são capazes de me segurar com facilidade.

Após terminar, os ouço mais um pouco e então finalmente consigo ouvir algo nítido, alguém diz ainda em sussurros "Ele está marcado". Isso me faz sentir um frio na barriga, não sei exatamente o que significa mas após o que fizeram em minha nuca sei que tem alguma ligação. Cada vez mais sinto vontade de me levantar e sair correndo.

Finalmente percebo que eles começam a se afastar e assim como os sussurros foram aumentando com a proximidade, agora os ouço cada vez mais distante, seguido de sons peculiares de passos na terra melequenta do pântano. É um alívio perceber que eles não enfiaram uma faca em mim ou qualquer coisa do tipo.


Mesmo assim continuo quieto por pelo menos dez minutos, não é bom arriscar, pois apesar de eu ouvir os sussurros bem distantes quando finalmente desapareceram não significa que não possam me ver. Sendo assim continuar de olhos fechados é a melhor opção, mas claro, não posso demorar tanto pois posso perder a oportunidade de fugir.

Tento aguçar ao máximo minha audição, o que ouço é apenas o som típico do pântano, já não há mais nenhum barulho muito diferente. Os sussurros já não estão mais presentes há algum tempo. Acho que chegou a hora de sair daqui e procurar Ensis, espero que ela esteja bem.

Eu abro os olhos e sinto meu coração gelar ao ver pés bem na minha frente, e ao olhar para cima, percebo que estou rodeado por pelo menos sete crianças completamente cobertas de barro, todas me observando atentamente.

1 - Levantar bruscamente e confrontá-las usando uma como refém, afinal são só crianças.
2 - Levantar bruscamente, empurrar uma pro lado e sair correndo pelo pântano.
3 - Se levantar e perguntar o que elas querem e onde está Ensis.

Vocês tem até dia 30 pra votar, por favor apontem os erros que acharem no texto. Obrigado. =)


Um comentário:

alex5432 disse...

3.
E se uma arriscar abrir o bico quebre o pescoço dela Ò_Ó!