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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 40

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 40 

Fugir pode ser uma ótima opção para ganhar tempo, é lógico que não será algo tão vantajoso quando se trata de fugir de um guerreiro de Xibalba, por outro lado se a coisa for um mal entendido, os próprios cidadãos da cidadezinha podem acabar desconfiando da farsa e a coisa complicar de forma desnecessária. A possibilidade dos guerreiros saberem que ele salvou Ensis também é baixa, afinal estavam no meio de uma batalha contra diversos Querubins.

O garoto observa lentamente a porta se virando com um desagradável rangido que em meio ao silêncio da sala acaba chamando a atenção de todos os presentes que também ficam com os olhares fixos para ver quem está prestes a entrar de maneira tão inconveniente em uma cerimônia tão séria como a devoração de pecados. Mas para a surpresa de todos, não há ninguém, apenas a escuridão da sala completamente fechada que está logo a frente do salão da cerimônia.

Eliu não entende o que está acontecendo, mas tenta raciocinar rápido, logo pensa na possibilidade de ser um ataque de alado acontecendo na cidade. Lembra-se imediatamente das Dominações, seres celestiais que se atraem especialmente pela morte, talvez um deles tenha sido atraído pela cidade já que está tendo uma peste.

Mas seus pensamentos são desfeitos quando ele vê o vulto de alguma coisa se movendo na escuridão e logo depois um objeto surgindo repentinamente e se movendo em alta velocidade em direção ao garoto, que se move o mais rápido que pode para a direita, mas não o suficiente para conseguir desviar por completo da lança que veio voando das trevas.

A arma causa uma imensa dor no menino, passando de raspão por seu ombro esquerdo e fazendo-o gritar alto. Logo após tocar sua carne o objeto saiu rodopiando pesadamente para o lado. Eliu sente vontade de chorar com a dor em seu ombro, mas imediatamente se concentra no que está por vir. E assim olha fixamente para a porta do lugar.

De repente um homem alto com armadura feita de ferro e peles de animais surge, Eliu entende a estratégia, aquilo foi meramente um teste. O guerreiro tinha aberto a porta de forma cautelosa para primeiro observar o que tinha dentro, se não era uma armadilha ou algo assim, para só então entrar e finalizar o serviço.

O menino está sentado no chão e ao ver o homem indo em sua direção, se arrasta para trás. Em meio ao medo coloca a mão na lança jogada ao chão, mas desiste de imediato ao perceber o peso que tem. E mais uma vez concentra seus sentidos em sobreviver, se lembra do que Acarium lhe disse uma vez, que ele tem que colocar todos os sentimentos de lado e pensar o mais racionalmente possível para fazer seus movimentos de forma calculada, usar a situação a seu favor e sobreviver.

Eliu olha para a janela, está fechada e bloqueada com um ferrolho que não deve ser difícil deslizar. A armadura do homem talvez limite seus movimentos e o garoto observa as laterais da sala, talvez seja possível desviar dele e sair correndo pela porta, mas não tem ideia do que o espera do outro lado. Ele olha em direção à parte de baixo da mesa onde está o defunto, ela está oculta pelo pano branco que cai por suas laterais. Finalmente, olha para o grupo de pessoas, todos com rostos assustados e sem entender o que está acontecendo. Se arrastando um pouco mais para trás, o garoto aponta o dedo para o guerreiro e grita:

-Esse homem me atacou, ele está aqui para matar todo mundo!

Suas palavras fazem com que o desespero desperte nas pessoas, pois logo algumas começam a gritar e se mover. Para o alívio do garoto alguém abre a janela atrás do grupo, enquanto outros correm sem pensar em direção a porta, mas o guerreiro simplesmente as ignora, é notável que o seu alvo já foi escolhido.

De repente um homem pega a enorme bandeja onde antes estavam vários alimentos e bate contra o rosto do guerreiro, que imediatamente revida. Mas Eliu não fica olhando o que vai acontecer, ao invés disso aproveita que não está sendo mais a atenção principal e tenta se levantar, mas ainda se sentindo atordoado logo cai de joelhos e se move de quatro em direção a janela, no entanto, acaba decidindo se esconder embaixo da mesa.


A gritaria continua por um instante, nem todas as pessoas ousaram ir em direção ao guerreiro, em meio ao medo algumas apenas foram para o fundo do salão, enquanto outras se abaixaram. Aproveitando o momento em que está oculto, Eliu observa o corte no ombro, não dá para ver exatamente como está, pois o corte está embaixo de suas vestes, mas sabe que não está nada bom.

O garoto espera que o guerreiro imagine que ele saiu correndo junto com as outras pessoas e fica bastante quieto, ainda observando o ferimento. Mas é então que olha para o chão e vê que há sangue ali e ao acompanhar o rastro, percebe que no pano branco que cobre a mesa, há uma imensa mancha que torna evidente onde ele se escondeu.

Mal Eliu percebe isso e a mesa repentinamente é virada com um chute do homem, o garoto vê o cadáver caindo ao seu lado acompanhado de vários alimentos. Logo olha para o guerreiro, que tem um enorme sorriso no rosto, mas ainda está desarmado. O homem estende a mão para segurar o garoto, mas é surpreendido quando a menina que serviu o banquete aparece com uma jarra de metal cheia de água quente e lança no rosto do homem, que urra de dor.

Desorientado o guerreiro tateia o ar sem conseguir enxergar e segura a garota pelo pescoço. Eliu se assusta e se afasta, a menina balança as mãos em desespero, mas não demora muito até ter seu pescoço quebrado pelo aperto. Eliu mais uma vez tenta se concentrar e olha para a janela e rapidamente se levanta e pula para o lado de fora, caindo deajeitado.

Ele olha para o lado e vê Ensis deitada no meio da estrada que divide as casas, há muito sangue ao redor dela. Ele pensa que a mulher está morta, mas logo vê que respira ainda, talvez esteja respirando. Se aproxima cautelosamente esgueirando pela parede da casa e dá uma olhada na rua, vê que mais dois homens de Xibalba estão presentes, ambos entrando em casas, certamente buscando o garoto.

1 - Ajudar Ensis a se levantar e fugir dali.
2 - Se esconder sozinho e esperar para ter uma oportunidade de salvar a mulher.

Vocês tem até dia 20 pra votar, por favor corrijam meus erros bizarros pois como sabem bem, minha escrita é só a bagaceira!

7 comentários:

Gustavo Gusmao disse...

1 - ajuda a Ensis

Barbara Lopes disse...

Nossa! Que rápido o lançamento desse episódio...

à parte de baixo
Finalmente,
, no entanto,

1-

Skywalkerpg disse...

Arrumei, valeu! *-*

Super Suporte disse...

puxa escolho o 2 mas sei q vou perder... eu tbm não li '-'

kkkk to tentando encontrar aonde parei

Skywalkerpg disse...

Se você nem leu eu nem vou contar seu voto né cara... Seria super injusto.

milton honorio disse...

cheguei tarde ;-;, a fim de votar no um mas cheguei um dia depois do prazo acabar ;-;, alguem me mata pf, ah e pqp a ensis ta fraca ne pq perder pra tres guerreiros sendo que ela se dizia a fodona da silva

Android .N6 disse...

aeeew, finalmente cheguei neste capitulo kkkk comecei a ler sexta passada XP