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quinta-feira, 2 de abril de 2015

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 24

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capitulo 24


Ensis segura a mão do escravo e apesar da dor, se levanta rapidamente, ela então pergunta rapidamente, porém baixo:

-Você acha que consegue se esconder na cidade?
-Sim.
-Então saia daqui, e se livre desse manto, chama muito a atenção, as coisas estão terríveis por aqui e não quero ter que me preocupar, não fuja pois eu vou te procurar e tenha certeza que acharei. Agora vá!

Ela se vira e vai em direção a Arkenpo e o ajuda contra o alado, ele olha a guerreira com surpresa, mas logo volta a se concentrar. Os dois enfrentam o Principiado, que parece um animal selvagem ferido, atacando com uma ferocidade descontrolada, porém também ficando vulnerável e assim se tornando um alvo fácil para dois guerreiros ao mesmo tempo, não demora muito para ser derrotado. Ensis não diz nada, apenas se move em busca de mais criaturas, Arkenpo também não se manifesta.

A noite cai e as coisas se acalmam um pouco, os membros da casa de Ogumir se ocupam em reparar os danos, ajudar os feridos e recolher os corpos de alados e pessoas. Não houve muitas mortes, mas vários moradores ficaram feridos de forma grave. Em relação a outros lugares do reino, os danos foram bem menores, normalmente a aparição de um único alado costuma deixar cidadãos de outras cidades apavorados demais para reagir.

No dia seguinte, Ensis tem um dia cheio, ela se encontra com Ogumir algumas vezes, porém não se falam, ele está ocupado demais com assuntos que tem prioridade. Seus pensamentos ficam concentrados em como achará o escravo, como desviará de Arkenpo e se Ogumir irá acreditar. Mesmo tentando afastar o sentimento, constantemente ela percebe que está arrependida de ter poupado a vida de um desconhecido na arena.

Quando a noite chega, as pessoas se reúnem para queimarem os corpos humanos, todos são colocados reunidos em uma grande fogueira que é acendida, algumas pessoas fazem discursos, mas Ensis fica desconcentrada olhando para o lado de fora, por cima da grande muralha, onde normalmente fica uma grande escuridão e não é possível ver nada, porém é noite de lua cheia e raios com tons azulado podem ser vistos atravessando os buracos no altíssimo teto da caverna.

Ensis senta-se em um banco e observa as pessoas ao redor, algumas estão bebendo, outras conversando sobre assuntos variados, há preocupação sobre outros acharem que a casa está enfraquecida, mas também falam sobre a "suposta" morte de Rulter, o Mestre de Casa rival, o que certamente é uma grande vantagem para amenizar as coisas. Repentinamente seus pensamentos são interrompidos quando Ogumir senta-se ao seu lado e diz:

-As coisas estão complicadas por aqui, não sabemos exatamente o impacto que isso vai ter na cidade, mas alguns alados saíram de nossas terras e chegaram a outros lugares de Xibalba. Não sabemos exatamente no que vai dar, mas preciso que você localize aquele escravo e traga a mim.

1 - Ensis faz exatamente o que ele manda pois quer resolver logo isso e então finalmente ter alguma segurança e proteção.
2 - Ensis desconfia que ele pode estar tramando matá-lo, portanto o localiza, mas não descobre o plano do escravo sem levá-lo a Ogumir.


Por favor apontem erros, essa história se passa no mesmo universo do livro O céu não existe, vocês tem até o dia 04/04 pra votar, desculpem a demora, estou organizando umas coisas, mas tenho tentado agilizar.