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DBZ Budokai 3 HD de PC foi atualizado com uma série de melhorias no recomp!

O DBZ Budokai 3 HD Collection recebeu a versão 1.3.0 com uma série de melhorias que deixam o projeto mais fácil de configurar e usar. O launcher ganhou a opção “Reparar instalação”, que consegue corrigir configurações quebradas e verificar se os arquivos necessários estão presentes sem mexer nos arquivos do jogo, mods ou caches.

A interface dos controles também ficou mais clara, mostrando ao lado de cada tecla o nome correspondente no controle de Xbox, PlayStation ou Switch. O suporte a controles genéricos foi reforçado com novos mapeamentos, enquanto o sistema de diagnóstico passou a mostrar informações mais detalhadas quando ocorre algum problema com a placa de vídeo.

A atualização também corrige um problema no extrator de texturas que fazia a pasta escolhida ser ignorada em determinados caminhos do Windows. Agora a localização selecionada é respeitada corretamente. O launcher ainda recebeu ajustes visuais e pequenas otimizações para diminuir a quantidade de acessos ao disco durante o uso.

Além disso, a versão 1.3.0 mantém o executável universal que reúne as versões americana e europeia do jogo, permitindo que o próprio launcher identifique qual delas deve ser usada. A atualização também facilita o uso do jogo diretamente a partir de uma ISO original, enquanto o sistema de mods continua permitindo alterações de personagens, texturas e músicas.
©DBZ Budokai 3 HD / Dimps
 
DBZ Budokai 3 HD pra PC oferece ferramentas pra você mesmo criar seus mods!
 
Dragon Ball Z Budokai 3 é um daqueles jogos de PlayStation 2 que fazem qualquer fã de Goku sentir vontade de sair distribuindo porrada enquanto grita o nome de um golpe por quinze minutos. E o projeto DBZ Budokai 3 HD Collection chega para dar uma repaginada nesse clássico dos jogos de luta, trazendo melhorias visuais para quem quer revisitar as batalhas de Goku, Vegeta, Gohan e companhia com uma apresentação mais caprichada. Afinal, salvar a Terra é uma tarefa importante, mas fazer isso com imagem toda serrilhada também não precisa ser obrigatório.

O projeto tem uma diferença importante em relação aos emuladores tradicionais. O DBZ Budokai 3 HD Collection é uma recompilação estática da versão de Xbox 360 de Dragon Ball Z Budokai 3 HD Collection, transformada em um programa nativo para Windows com o ReXGlue SDK. Ou seja, não é necessário abrir um emulador de Xbox 360 para jogar, já que o código recompilado roda diretamente no PC. Isso também permite incluir opções próprias de configuração e ferramentas para modificar o jogo.

O pacote conta com um launcher que reúne configurações de resolução, limite de FPS, idioma, região e controles. Também oferece suporte a teclado e mouse, além de controles compatíveis com XInput. Para quem gosta de deixar tudo ajustadinho antes de partir para a pancadaria, existem opções de upscaling com FSR e CAS, além de ajustes de áudio e recursos de diagnóstico de desempenho.

Outro destaque é o sistema de mods, que permite substituir arquivos do jogo sem precisar alterar os arquivos originais. Dá para trabalhar com texturas, músicas e modelos de personagens, incluindo a troca de modelos entre lutadores de Budokai 3. O projeto também possui ferramentas para extrair texturas, editar imagens e montar modificações próprias. É aquele tipo de coisa que pode transformar uma sessão de nostalgia em uma tarde inteira tentando fazer um personagem ficar com a aparência que você imaginou.

 
O DBZ Budokai 3 HD Collection também permite jogar usando uma imagem ISO do jogo de Xbox 360, sem precisar extrair manualmente todos os arquivos. Quem pretende utilizar mods, porém, precisa trabalhar com os arquivos extraídos. O projeto não inclui os dados do jogo, então é necessário fornecer os arquivos de uma cópia legítima de Dragon Ball Z Budokai 3 HD Collection para conseguir iniciar a aventura.

A diferença é que o projeto não usa a versão clássica de Dragon Ball Z Budokai 3 do PlayStation 2. Ele é baseado em Dragon Ball Z Budokai 3 HD Collection, a edição remasterizada lançada para Xbox 360 e PlayStation 3. Ou seja, quem espera jogar a versão original do PS2 com gráficos melhorados precisa saber que essa não é a edição utilizada pelo projeto.

O DBZ Budokai 3 HD Collection é um projeto independente, sem vínculo oficial com a Bandai Namco ou os responsáveis pela franquia Dragon Ball. Seu código está disponível sob licença MIT, permitindo que interessados explorem o funcionamento da recompilação e as ferramentas de modificação. Para fãs de Dragon Ball Z que curtem jogos de luta, versões aprimoradas de clássicos e a possibilidade de brincar com mods no PC, é uma iniciativa que vale conhecer.

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Sobre DBZ
 
A história dos jogos de Dragon Ball começou ainda nos anos 80, quando a obra de Akira Toriyama estava conquistando espaço no Japão. O primeiro jogo da franquia foi Dragon Ball: Dragon Daihikyō, lançado em setembro de 1986 para o Super Cassette Vision pela Epoch. Naquele momento, Dragon Ball ainda estava longe de ser apenas uma série de lutas entre Super Saiyajins. O jogo colocava Goku em uma aventura bem diferente, usando a Nuvem Voadora enquanto procurava as Esferas do Dragão.

No mesmo ano apareceu Dragon Ball: Shenron no Nazo, conhecido fora do Japão como Dragon Power, para o Famicom, versão japonesa do Nintendo Entertainment System. A partir daí, os jogos começaram a explorar cada vez mais a aventura de Goku, personagens como Bulma, Mestre Kame e Piccolo e elementos que os fãs encontravam no mangá e no anime. Vieram também Dragon Ball: Daimaō Fukkatsu, em 1988, e Dragon Ball 3: Gokuden, em 1989.

A chegada de Dragon Ball Z ao anime em 1989 mudou bastante o caminho dos games. Goku agora enfrentava Raditz, Vegeta, Nappa, Freeza, os Androides, Cell e Majin Boo, enquanto as transformações em Super Saiyajin davam ainda mais espaço para jogos de ação e principalmente para os jogos de luta. O primeiro game baseado em Dragon Ball Z foi Dragon Ball Z: Kyōshū! Saiyan, lançado em 1990, e outros títulos foram acompanhando as novas sagas.

Um dos grandes momentos dessa fase aconteceu em 1993 com Dragon Ball Z: Super Butoden, lançado para o Super Famicom. O jogo colocou Goku, Vegeta, Gohan, Piccolo, Trunks, Freeza, Cell e outros personagens em combates que aproveitavam bem o estilo dos jogos de luta daquela época. A série Super Butoden continuou com Super Butoden 2 e Super Butoden 3, ajudando a transformar Dragon Ball em uma presença constante entre os games de luta dos anos 90.

A década de 1990 também teve espaço para jogos que tentavam representar Dragon Ball de maneiras diferentes. Dragon Ball Z: Hyper Dimension, Dragon Ball Z: The Legend, Dragon Ball Z: Ultimate Battle 22 e Dragon Ball GT: Final Bout são alguns exemplos. Este último, lançado em 1997, chamou atenção por trazer personagens de Dragon Ball GT, incluindo Goku Super Saiyajin 4, em um jogo de luta para PlayStation.

Nos anos 2000, os jogos de Dragon Ball passaram por uma transformação visual enorme. O PlayStation 2 e o GameCube permitiram que os personagens fossem apresentados em ambientes tridimensionais, e Dragon Ball Z: Budokai, lançado em 2002, se tornou uma das principais séries dessa geração. Budokai 2 e Budokai 3 ampliaram a fórmula, enquanto Dragon Ball Z: The Legacy of Goku, lançado para Game Boy Advance em 2002, mostrou que também dava para transformar a história de Goku em uma aventura com elementos de RPG.

Outro passo importante aconteceu em 2005 com Dragon Ball Z: Budokai Tenkaichi. Em vez de limitar os combates a uma arena com visão mais tradicional, o jogo colocava os personagens em grandes cenários tridimensionais, permitindo voar, perseguir o adversário e disparar ataques de energia. Budokai Tenkaichi 2, de 2006, e Budokai Tenkaichi 3, de 2007, aumentaram ainda mais a quantidade de personagens e transformações, tornando essa série especialmente conhecida entre os fãs de jogos de Dragon Ball.

Também existiram experiências bem diferentes. Dragon Ball: Advanced Adventure, de 2004, voltou à fase clássica de Goku em um jogo de ação para Game Boy Advance. Dragon Ball Z: Supersonic Warriors apostou em lutas para o portátil da Nintendo, enquanto Dragon Ball Z: Sagas tentou misturar combate e aventura. Já Dragon Ball: Origins, de 2008, retomou a aventura de Goku criança e adaptou acontecimentos do começo da história.

A franquia continuou experimentando durante a geração do PlayStation 3, Xbox 360, Wii e Nintendo DS. Surgiram jogos como Dragon Ball Z: Burst Limit, Dragon Ball: Raging Blast, Raging Blast 2, Dragon Ball Z: Ultimate Tenkaichi e Dragon Ball Z: Battle of Z. Ao mesmo tempo, a série também começou a ocupar com força os celulares, com jogos como Dragon Ball Z Dokkan Battle e, depois, Dragon Ball Legends, mostrando que Dragon Ball não dependia mais apenas dos consoles para aparecer nos videogames. A própria Bandai Namco registra que Dokkan Battle ultrapassou centenas de milhões de downloads.

Em 2015, Dragon Ball Xenoverse trouxe uma ideia diferente para a franquia. Em vez de simplesmente controlar Goku ou Vegeta, o jogador podia criar seu próprio personagem e entrar em uma história envolvendo alterações na linha do tempo de Dragon Ball. Dragon Ball Xenoverse 2, lançado em 2016, continuou essa proposta e reuniu missões, criação de personagem, batalhas online e momentos conhecidos de Dragon Ball Z.

Outro destaque dessa fase foi Dragon Ball FighterZ, lançado em 2018. Desenvolvido pela Arc System Works, o jogo adotou um estilo de luta em equipes de três personagens, com combates rápidos e visuais que procuram reproduzir o visual do anime. Goku, Vegeta, Gohan, Freeza, Cell, Majin Boo e muitos outros personagens passaram a fazer parte de uma experiência mais próxima dos jogos de luta tradicionais.

Já Dragon Ball Z: Kakarot, lançado em 2020, seguiu outro caminho e transformou a história de Dragon Ball Z em uma aventura de ação e RPG. O jogador controla Goku e outros personagens em diferentes momentos da história, podendo explorar áreas, enfrentar inimigos, realizar atividades paralelas e acompanhar acontecimentos envolvendo os Guerreiros Z. Com isso, os jogos de Dragon Ball passaram a cobrir praticamente todos os tipos de experiência, desde luta competitiva até RPG e aventura.

A franquia também ganhou propostas mais específicas, como Dragon Ball: The Breakers, que coloca um grupo de sobreviventes contra um inimigo poderoso controlado por outro jogador, e Super Dragon Ball Heroes: World Mission, baseado no universo do jogo de cartas e da série Dragon Ball Heroes. Assim, personagens e versões alternativas que nem sempre aparecem na história principal também encontraram espaço nos videogames.

Em 2024, a série de luta voltou a explorar a fórmula dos antigos Budokai Tenkaichi com Dragon Ball: Sparking! ZERO. O jogo reúne batalhas tridimensionais, transformações, fusões e uma grande quantidade de personagens de diferentes fases de Dragon Ball, incluindo Dragon Ball Z, Dragon Ball Super e outras partes do universo da franquia.

Com tantas gerações, Dragon Ball acabou criando uma das maiores coleções de jogos baseados em um anime. Existem jogos de luta como Budokai, Budokai Tenkaichi, FighterZ e Sparking, aventuras como Kakarot e Advanced Adventure, RPGs como The Legacy of Goku, experiências online como Xenoverse e The Breakers e jogos para celulares como Dokkan Battle e Legends. No meio disso ainda aparecem Dragon Ball GT, Dragon Ball Heroes, Super Saiyajin, fusões, Esferas do Dragão, Kamehameha e praticamente todo tipo de personagem que passou pela história de Goku. A própria Bandai Namco mantém uma linha extensa de jogos da franquia em diferentes plataformas.

Por isso, falar em jogos de Dragon Ball não significa apenas falar de adaptações do anime. Desde aquele primeiro jogo de 1986 até as grandes batalhas tridimensionais e RPGs das gerações mais recentes, a franquia passou por praticamente todos os estilos possíveis. Goku começou sua carreira nos videogames procurando as Esferas do Dragão e acabou chegando a aventuras completas, lutas online, jogos de cartas, RPGs, celulares e enormes arenas onde Super Saiyajins, vilões e Guerreiros Z podem simplesmente sair na porrada.