Dragon’s Dogma 2 tem uma das ferramentas mais interessantes para quem sempre quis jogar a aventura com amigos. Criado por ButFrog, o DD2gether adiciona multiplayer cooperativo online ao RPG singleplayer da Capcom, permitindo formar um grupo de até quatro jogadores no mesmo mundo.
A principal diferença é que cada participante controla seu próprio Arisen. Em vez de simplesmente assumir o controle de um Pawn, cada jogador pode levar seu personagem para a partida e participar das batalhas, exploração e outras atividades do mundo de Dragon’s Dogma 2.
O mod trabalha para manter a experiência sincronizada entre os jogadores. Combate, ataques, dano, animações, inimigos e NPCs são compartilhados pela sessão, fazendo com que todos vejam os mesmos acontecimentos durante a aventura.
A interação com o cenário também faz parte da proposta. Objetos destrutíveis, itens que podem ser arremessados e outras ações do ambiente são sincronizados para o grupo. Isso combina especialmente bem com o sistema de combate de Dragon’s Dogma 2, que permite escalar monstros e usar diferentes formas de atacar durante os confrontos.
A principal diferença é que cada participante controla seu próprio Arisen. Em vez de simplesmente assumir o controle de um Pawn, cada jogador pode levar seu personagem para a partida e participar das batalhas, exploração e outras atividades do mundo de Dragon’s Dogma 2.
O mod trabalha para manter a experiência sincronizada entre os jogadores. Combate, ataques, dano, animações, inimigos e NPCs são compartilhados pela sessão, fazendo com que todos vejam os mesmos acontecimentos durante a aventura.
A interação com o cenário também faz parte da proposta. Objetos destrutíveis, itens que podem ser arremessados e outras ações do ambiente são sincronizados para o grupo. Isso combina especialmente bem com o sistema de combate de Dragon’s Dogma 2, que permite escalar monstros e usar diferentes formas de atacar durante os confrontos.
O DD2gether também utiliza a integração com a Steam para facilitar as partidas. A ideia é criar um lobby e convidar os amigos diretamente pela plataforma, sem depender de configuração manual de endereço IP ou redirecionamento de portas.
Outro ponto interessante é que o projeto continua recebendo atualizações. A versão disponível no Nexus Mods é desenvolvida para evoluir com correções, melhorias e novos ajustes, algo importante para uma modificação que altera sistemas tão grandes do jogo.
A proposta chama atenção justamente porque Dragon’s Dogma 2 possui uma estrutura que combina muito bem com cooperação. O sistema de vocações, as lutas contra criaturas gigantes, a exploração de Vermund e Battahl e as diferentes habilidades dos personagens podem ganhar uma dinâmica completamente diferente quando há outros jogadores controlando os Arisen.
O DD2gether é voltado para a versão de PC de Dragon’s Dogma 2 e pode ser encontrado no Nexus Mods. Como acontece com qualquer mod que modifica profundamente um jogo, a experiência pode mudar conforme o projeto recebe novas versões, então vale acompanhar a página oficial para conferir as atualizações e instruções de instalação.
Outro ponto interessante é que o projeto continua recebendo atualizações. A versão disponível no Nexus Mods é desenvolvida para evoluir com correções, melhorias e novos ajustes, algo importante para uma modificação que altera sistemas tão grandes do jogo.
A proposta chama atenção justamente porque Dragon’s Dogma 2 possui uma estrutura que combina muito bem com cooperação. O sistema de vocações, as lutas contra criaturas gigantes, a exploração de Vermund e Battahl e as diferentes habilidades dos personagens podem ganhar uma dinâmica completamente diferente quando há outros jogadores controlando os Arisen.
O DD2gether é voltado para a versão de PC de Dragon’s Dogma 2 e pode ser encontrado no Nexus Mods. Como acontece com qualquer mod que modifica profundamente um jogo, a experiência pode mudar conforme o projeto recebe novas versões, então vale acompanhar a página oficial para conferir as atualizações e instruções de instalação.
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Sobre Dragon's Dogma
A franquia Dragon’s Dogma ocupa um espaço bem particular entre os RPGs de ação. Criada pela Capcom, a série mistura fantasia medieval, exploração em mundo aberto, combates contra monstros gigantes e uma liberdade que faz cada aventura parecer um pouco diferente. A ideia nasceu em 2012, quando o primeiro Dragon’s Dogma chegou ao PlayStation 3 e ao Xbox 360, apresentando um mundo de espadas, magia, criaturas enormes e perigos escondidos pelo caminho.
Uma das maiores diferenças estava nos Pawns, os companheiros controlados pela inteligência artificial que acompanham o jogador. Em vez de serem simples personagens que ficam seguindo o herói, eles aprendem com as experiências e ajudam durante as batalhas. É possível levar um grupo de até quatro personagens, criando uma sensação curiosa de estar em uma pequena equipe de aventureiros mesmo jogando sozinho. Essa mecânica virou uma das marcas registradas de Dragon’s Dogma.
O combate também ajudou a série a chamar atenção. Dragon’s Dogma não trata um dragão, um grifo ou um ciclope como inimigos comuns que precisam apenas receber golpes até morrer. O jogador pode subir nas criaturas, agarrá-las e tentar encontrar seus pontos fracos enquanto elas se movimentam pelo cenário. Isso cria momentos caóticos e muito divertidos, principalmente quando uma batalha sai completamente do controle.
O primeiro jogo ganhou uma expansão importante com Dragon’s Dogma: Dark Arisen, lançada em 2013. Além de reunir o conteúdo do jogo original, ela apresentou a Bitterblack Isle, uma área cheia de inimigos perigosos, equipamentos poderosos e desafios mais pesados. Dark Arisen acabou se tornando uma das versões mais conhecidas da aventura e ajudou a manter o interesse pela franquia durante muitos anos. A própria Capcom registra mais de 4 milhões de unidades vendidas para essa versão.
A força de Dragon’s Dogma também está na maneira como o mundo funciona. A estrada pode parecer tranquila, mas uma caminhada pode terminar em uma luta contra um monstro enorme. Uma viagem durante a noite muda completamente o clima, já que a escuridão torna a exploração mais perigosa. O jogador acaba criando histórias próprias a partir dessas situações, algo que ajuda a explicar por que tantos fãs continuam falando sobre suas aventuras mesmo depois de terminar o jogo.
Depois de anos de espera, a Capcom apresentou Dragon’s Dogma 2 como uma continuação completa. O jogo chegou em 22 de março de 2024 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, trazendo novamente a proposta de explorar um grande mundo de fantasia com liberdade para escolher caminhos, enfrentar criaturas e montar uma equipe de Pawns. A produção também marcou o retorno da série a uma grande aventura inédita depois de 12 anos.
Dragon’s Dogma 2 ampliou vários elementos que já faziam parte da identidade da franquia. O jogador pode escolher vocações diferentes, usar espadas, arcos e magia e desenvolver estilos próprios de combate. Os Pawns continuam sendo importantes, mas agora também participam ainda mais das situações encontradas durante a exploração. A sensação é de estar atravessando um mundo de fantasia que não espera o jogador simplesmente cumprir uma sequência de missões.
Esse jeito de construir aventuras é justamente uma das razões para o encanto dos fãs. Dragon’s Dogma não tenta ser apenas uma fantasia medieval cheia de histórias grandiosas. Existe espaço para momentos absurdos, encontros inesperados e batalhas que começam de uma maneira e terminam de outra completamente diferente. Um simples passeio pode virar uma luta contra um ogro, um ataque de criaturas durante a noite ou uma fuga desesperada quando o grupo percebe que encontrou um inimigo forte demais.
A recepção comercial também mostrou o tamanho que a série alcançou. Em abril de 2024, a Capcom informou que Dragon’s Dogma 2 havia ultrapassado 2,5 milhões de unidades vendidas e que a franquia inteira tinha passado de 10 milhões. A marca continuou crescendo e, em 2026, a Capcom registrou mais de 14 milhões de unidades vendidas para a série.
Outro ponto interessante é que Dragon’s Dogma nunca precisou abandonar suas características para conquistar espaço. A série continua ligada a ideias como mundo aberto, RPG de ação, fantasia medieval, exploração, magia, monstros gigantes, vocações e companheiros controlados por inteligência artificial. Ao mesmo tempo, mantém uma personalidade própria que faz com que uma aventura em Dragon’s Dogma tenha uma sensação diferente de franquias como The Elder Scrolls, Dark Souls, Monster Hunter ou The Witcher.
A expansão Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen também reforça essa identidade. A Capcom anunciou o conteúdo como uma expansão paga com uma nova história para Dragon’s Dogma 2, mantendo a proposta de ampliar o mundo e as possibilidades da aventura. O nome também recupera uma tradição importante da série, já que Dark Arisen foi justamente a expansão que marcou o primeiro jogo.
No fim, o encanto de Dragon’s Dogma está nessa mistura de liberdade, fantasia e imprevisibilidade. É uma franquia em que o jogador pode entrar em uma cidade pensando em comprar equipamentos e acabar saindo para uma missão completamente diferente porque encontrou um monstro no caminho. Pode montar um grupo de Pawns, testar uma nova vocação, escalar uma criatura gigante ou simplesmente sair andando para descobrir o que existe além da próxima colina.
É esse tipo de aventura que fez Dragon’s Dogma construir uma comunidade tão apaixonada. A série pode até dividir espaço com vários outros grandes RPGs, mas tem uma fórmula que é difícil de confundir. Espadas, feitiços, dragões, grifos, ciclopes, Pawns, vocações, mundo aberto e batalhas gigantescas formam um universo que recompensa quem gosta de explorar sem saber exatamente o que vai encontrar. E é justamente essa sensação de aventura que mantém Dragon’s Dogma tão especial para seus fãs.
Uma das maiores diferenças estava nos Pawns, os companheiros controlados pela inteligência artificial que acompanham o jogador. Em vez de serem simples personagens que ficam seguindo o herói, eles aprendem com as experiências e ajudam durante as batalhas. É possível levar um grupo de até quatro personagens, criando uma sensação curiosa de estar em uma pequena equipe de aventureiros mesmo jogando sozinho. Essa mecânica virou uma das marcas registradas de Dragon’s Dogma.
O combate também ajudou a série a chamar atenção. Dragon’s Dogma não trata um dragão, um grifo ou um ciclope como inimigos comuns que precisam apenas receber golpes até morrer. O jogador pode subir nas criaturas, agarrá-las e tentar encontrar seus pontos fracos enquanto elas se movimentam pelo cenário. Isso cria momentos caóticos e muito divertidos, principalmente quando uma batalha sai completamente do controle.
O primeiro jogo ganhou uma expansão importante com Dragon’s Dogma: Dark Arisen, lançada em 2013. Além de reunir o conteúdo do jogo original, ela apresentou a Bitterblack Isle, uma área cheia de inimigos perigosos, equipamentos poderosos e desafios mais pesados. Dark Arisen acabou se tornando uma das versões mais conhecidas da aventura e ajudou a manter o interesse pela franquia durante muitos anos. A própria Capcom registra mais de 4 milhões de unidades vendidas para essa versão.
A força de Dragon’s Dogma também está na maneira como o mundo funciona. A estrada pode parecer tranquila, mas uma caminhada pode terminar em uma luta contra um monstro enorme. Uma viagem durante a noite muda completamente o clima, já que a escuridão torna a exploração mais perigosa. O jogador acaba criando histórias próprias a partir dessas situações, algo que ajuda a explicar por que tantos fãs continuam falando sobre suas aventuras mesmo depois de terminar o jogo.
Depois de anos de espera, a Capcom apresentou Dragon’s Dogma 2 como uma continuação completa. O jogo chegou em 22 de março de 2024 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, trazendo novamente a proposta de explorar um grande mundo de fantasia com liberdade para escolher caminhos, enfrentar criaturas e montar uma equipe de Pawns. A produção também marcou o retorno da série a uma grande aventura inédita depois de 12 anos.
Dragon’s Dogma 2 ampliou vários elementos que já faziam parte da identidade da franquia. O jogador pode escolher vocações diferentes, usar espadas, arcos e magia e desenvolver estilos próprios de combate. Os Pawns continuam sendo importantes, mas agora também participam ainda mais das situações encontradas durante a exploração. A sensação é de estar atravessando um mundo de fantasia que não espera o jogador simplesmente cumprir uma sequência de missões.
Esse jeito de construir aventuras é justamente uma das razões para o encanto dos fãs. Dragon’s Dogma não tenta ser apenas uma fantasia medieval cheia de histórias grandiosas. Existe espaço para momentos absurdos, encontros inesperados e batalhas que começam de uma maneira e terminam de outra completamente diferente. Um simples passeio pode virar uma luta contra um ogro, um ataque de criaturas durante a noite ou uma fuga desesperada quando o grupo percebe que encontrou um inimigo forte demais.
A recepção comercial também mostrou o tamanho que a série alcançou. Em abril de 2024, a Capcom informou que Dragon’s Dogma 2 havia ultrapassado 2,5 milhões de unidades vendidas e que a franquia inteira tinha passado de 10 milhões. A marca continuou crescendo e, em 2026, a Capcom registrou mais de 14 milhões de unidades vendidas para a série.
Outro ponto interessante é que Dragon’s Dogma nunca precisou abandonar suas características para conquistar espaço. A série continua ligada a ideias como mundo aberto, RPG de ação, fantasia medieval, exploração, magia, monstros gigantes, vocações e companheiros controlados por inteligência artificial. Ao mesmo tempo, mantém uma personalidade própria que faz com que uma aventura em Dragon’s Dogma tenha uma sensação diferente de franquias como The Elder Scrolls, Dark Souls, Monster Hunter ou The Witcher.
A expansão Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen também reforça essa identidade. A Capcom anunciou o conteúdo como uma expansão paga com uma nova história para Dragon’s Dogma 2, mantendo a proposta de ampliar o mundo e as possibilidades da aventura. O nome também recupera uma tradição importante da série, já que Dark Arisen foi justamente a expansão que marcou o primeiro jogo.
No fim, o encanto de Dragon’s Dogma está nessa mistura de liberdade, fantasia e imprevisibilidade. É uma franquia em que o jogador pode entrar em uma cidade pensando em comprar equipamentos e acabar saindo para uma missão completamente diferente porque encontrou um monstro no caminho. Pode montar um grupo de Pawns, testar uma nova vocação, escalar uma criatura gigante ou simplesmente sair andando para descobrir o que existe além da próxima colina.
É esse tipo de aventura que fez Dragon’s Dogma construir uma comunidade tão apaixonada. A série pode até dividir espaço com vários outros grandes RPGs, mas tem uma fórmula que é difícil de confundir. Espadas, feitiços, dragões, grifos, ciclopes, Pawns, vocações, mundo aberto e batalhas gigantescas formam um universo que recompensa quem gosta de explorar sem saber exatamente o que vai encontrar. E é justamente essa sensação de aventura que mantém Dragon’s Dogma tão especial para seus fãs.




