Hell Clock é um RPG de ação com elementos de roguelike desenvolvido pelo estúdio brasileiro Rogue Snail e publicado pela Mad Mushroom. Lançado originalmente para PC em 2025, o jogo usa a Guerra de Canudos como ponto de partida para criar uma fantasia sombria em que o guerreiro Pajeú desce ao inferno para resgatar a alma de Antônio Conselheiro. Em vez de tentar reproduzir os acontecimentos históricos, a aventura mistura fatos reais com demônios, maldições e batalhas intensas, criando uma identidade difícil de confundir com outros jogos.
A Rogue Snail é um estúdio brasileiro sediado em São Paulo. Antes de Hell Clock, o time lançou títulos como Relic Hunters Zero: Remix, Relic Hunters Legend e Star Vikings Forever, explorando gêneros diferentes ao longo dos anos. Em Hell Clock, o estúdio segue outro caminho e aposta em uma campanha para um jogador inspirada na história do Brasil, algo ainda pouco comum na indústria de games.
A estrutura da jogabilidade combina combate rápido, coleta de equipamentos, árvores de habilidades e partidas que recomeçam após a derrota, no melhor estilo de roguelikes modernos. Cada descida pelas masmorras oferece novas combinações de poderes, relíquias e bênçãos, incentivando o jogador a experimentar builds diferentes. Quem gosta da variedade de Path of Exile, da ação de Diablo IV ou do ritmo acelerado de Hades encontra aqui uma proposta semelhante, mas construída em cima de referências brasileiras.
Um dos maiores destaques está na ambientação. Mesmo com o cenário de fantasia, Hell Clock faz questão de transmitir a identidade brasileira em pequenos detalhes. Elementos simples, imagens religiosas, enfeites nas paredes, objetos do sertão e diversos elementos visuais ajudam a criar lugares familiares para quem cresceu no Brasil. O visual também chama atenção pelo estilo artístico simpático e muito bem detalhado, equilibrando ambientes sombrios com cores marcantes e boa variedade de efeitos durante os combates.
A narrativa também foge do comum. Em vez de usar apenas monstros genéricos, o jogo transforma traumas e acontecimentos ligados à Guerra de Canudos em desafios dentro de um universo sobrenatural. O roteiro contou com consultoria histórica para preservar o contexto do conflito mesmo dentro de uma obra de fantasia, fazendo com que personagens como Antônio Conselheiro tenham um papel importante na história.
A Rogue Snail é um estúdio brasileiro sediado em São Paulo. Antes de Hell Clock, o time lançou títulos como Relic Hunters Zero: Remix, Relic Hunters Legend e Star Vikings Forever, explorando gêneros diferentes ao longo dos anos. Em Hell Clock, o estúdio segue outro caminho e aposta em uma campanha para um jogador inspirada na história do Brasil, algo ainda pouco comum na indústria de games.
A estrutura da jogabilidade combina combate rápido, coleta de equipamentos, árvores de habilidades e partidas que recomeçam após a derrota, no melhor estilo de roguelikes modernos. Cada descida pelas masmorras oferece novas combinações de poderes, relíquias e bênçãos, incentivando o jogador a experimentar builds diferentes. Quem gosta da variedade de Path of Exile, da ação de Diablo IV ou do ritmo acelerado de Hades encontra aqui uma proposta semelhante, mas construída em cima de referências brasileiras.
Um dos maiores destaques está na ambientação. Mesmo com o cenário de fantasia, Hell Clock faz questão de transmitir a identidade brasileira em pequenos detalhes. Elementos simples, imagens religiosas, enfeites nas paredes, objetos do sertão e diversos elementos visuais ajudam a criar lugares familiares para quem cresceu no Brasil. O visual também chama atenção pelo estilo artístico simpático e muito bem detalhado, equilibrando ambientes sombrios com cores marcantes e boa variedade de efeitos durante os combates.
A narrativa também foge do comum. Em vez de usar apenas monstros genéricos, o jogo transforma traumas e acontecimentos ligados à Guerra de Canudos em desafios dentro de um universo sobrenatural. O roteiro contou com consultoria histórica para preservar o contexto do conflito mesmo dentro de uma obra de fantasia, fazendo com que personagens como Antônio Conselheiro tenham um papel importante na história.
Acredito que seja inevitável lembrar a atmosfera de Diablo 1, parecendo uma versão nordestina do clássico da Blizzard. Isso porque você também deve descer inúmeros andares em uma casa, com as coisas ficando cada vez mais perigosas, e com aquela jogabilidade clássica de Action RPG, pegando itens que são mantidos. Sem contar a trilha sonora, que segue um estilo semelhante, mas com um toque épico nordestino que ficou simplesmente ESPETACULAR.
O "relógio infernal" que dá nome ao jogo, é o fato de que a história é construída de uma forma muito misteriosa relacionada ao tempo. Você sempre desperta na frente da mesma casa, onde pode gastar o que conseguiu trazer de volta, falar com personagens, ver a evolução da história, equipar itens, comprar habilidades. Ao iniciar uma nova descida, o tempo começa a correr de novo. Uma contagem regressiva, se você chegar a zero, você desperta na frente da casa. Mas você às vezes consegue bônus de tempo enquanto desce, e como sempre retorna mais poderoso, vai ficando mais fácil ir além.
Outro ponto muito elogiado desde que liberaram o primeiro trailer, foi a dublagem completa em português brasileiro. Além de ser totalmente localizada, ela utiliza sotaques nordestinos de forma natural, algo raro até mesmo em grandes produções. O elenco conta com Dody Só interpretando Pajeú, personagem que ele também viveu no filme Guerra de Canudos, além de nomes como Daniel Farias e Jonas Falcão. Esse cuidado ajuda bastante na imersão e reforça a personalidade do jogo.
Inclusive, além de imersiva, essa dublagem gera momentos que acabam te fazendo dar belas gargalhadas por adicionar linhas de texto que caem perfeitamente. Por exemplo, tem um momento que você desce demais e chega em um lugar com magma. O protagonista fala algo do tipo "Eita calor da gota! Parece que cheguei foi no quinto dos infernos!". É simplesmente muito bom, eu morri de rir em alguns momentos.
Hell Clock também conquistou boa recepção entre jogadores. Na Steam, o jogo acumulou avaliações "Muito Positivas", com destaque especialmente entre usuários brasileiros, além de trazer recursos como conquistas, suporte a controle e dublagem em português e inglês, além de ter cartinhas. A combinação entre ação intensa, progressão constante e um tema pouco explorado fez o título chamar atenção tanto dentro quanto fora do Brasil.
Enfim, Hell Clock impressionou mundialmente, atingindo notas MUITO POSITIVAS na Steam. Ele consegue unir um roguelike de ação viciante com uma temática inspirada em um dos episódios mais marcantes da história brasileira, sem abrir mão de referências culturais, uma direção de arte cheia de personalidade e uma dublagem que valoriza o português do Brasil. É uma ótima escolha para quem gosta de montar builds, enfrentar desafios cada vez maiores e conhecer jogos que fogem dos cenários tradicionais de fantasia. O jogo foi lançado para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
Hell Clock também conquistou boa recepção entre jogadores. Na Steam, o jogo acumulou avaliações "Muito Positivas", com destaque especialmente entre usuários brasileiros, além de trazer recursos como conquistas, suporte a controle e dublagem em português e inglês, além de ter cartinhas. A combinação entre ação intensa, progressão constante e um tema pouco explorado fez o título chamar atenção tanto dentro quanto fora do Brasil.
Enfim, Hell Clock impressionou mundialmente, atingindo notas MUITO POSITIVAS na Steam. Ele consegue unir um roguelike de ação viciante com uma temática inspirada em um dos episódios mais marcantes da história brasileira, sem abrir mão de referências culturais, uma direção de arte cheia de personalidade e uma dublagem que valoriza o português do Brasil. É uma ótima escolha para quem gosta de montar builds, enfrentar desafios cada vez maiores e conhecer jogos que fogem dos cenários tradicionais de fantasia. O jogo foi lançado para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
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