Alguns jogos conseguem se destacar muito quando entram em pré-venda, mas tem outros que vão além e chegam ao topo! Esse foi o caso de Orbitals, novo game que ainda está em pré-venda e conseguiu se destacar, passando títulos da Nintendo e se tornando o jogo mais vendido do Switch 2 atualmente na Amazon!
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Orbitals | Jogo cooperativo com estética de anime clássico em jornada espacial
Orbitals é um jogo cooperativo de aventura e quebra-cabeça, exclusivo para Nintendo Switch 2, desenvolvido pela Shapefarm e distribuído pela Kepler Interactive, ambientado em um universo inspirado em animes clássicos. Ele coloca dois personagens, Maki e Omura, em uma jornada espacial onde precisam unir forças para salvar sua estação, presa em uma tempestade cósmica.
O título foi criado em parceria com a Kepler Interactive, e apresenta uma experiência voltada para dois jogadores em modo cooperativo, com jogabilidade assimétrica que exige que cada participante assuma papéis diferentes e complemente as ações do outro. Isso atraiu rapidamente a atenção de jogadores que valorizam games que podem aproveitar com os amigos.
O título foi criado em parceria com a Kepler Interactive, e apresenta uma experiência voltada para dois jogadores em modo cooperativo, com jogabilidade assimétrica que exige que cada participante assuma papéis diferentes e complemente as ações do outro. Isso atraiu rapidamente a atenção de jogadores que valorizam games que podem aproveitar com os amigos.
A narrativa acompanha Maki, um jovem mecânico, e Omura, uma cartógrafa silenciosa, que exploram ambientes espaciais cheios de perigos, criaturas e enigmas enquanto buscam soluções para proteger sua casa. O jogo utiliza a Unreal Engine 5 e aposta em um estilo visual inspirado por obras como Cowboy Bebop, Dragon Ball e Neon Genesis Evangelion, além de cutscenes produzidas pelo estúdio de animação Studio Massket, conhecido por trabalhos como Lycoris Recoil.
A direção criativa ficou a cargo de Marcos Ramos e Jakob Lundgren, este último com experiência em títulos cooperativos como A Way Out e It Takes Two. Orbitals chamou a atenção por ser um coop suave com foco em puzzles e pela proposta de ser uma experiência acessível e direta, mantendo sempre a essência de uma aventura espacial colaborativa.
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Exclusivos da Nintendo
Quando alguém fala em jogos exclusivos, é difícil não lembrar da Nintendo. Ao longo de décadas, a empresa construiu uma identidade tão forte que muitos jogadores passaram a associar seus consoles diretamente aos personagens e séries que só podiam ser encontrados ali. Essa estratégia começou ainda nos primeiros anos da indústria e foi sendo fortalecida geração após geração. Mais do que vender um aparelho, a Nintendo conseguiu fazer com que muita gente comprasse um console apenas para jogar determinados títulos, algo que poucas empresas conseguiram repetir de forma tão consistente.
O começo dessa fama ganhou força durante a era do Nintendo Entertainment System, o famoso NES, lançado em 1983 no Japão e em 1985 na América do Norte. Depois da crise dos videogames de 1983, a empresa ajudou a recuperar a confiança do mercado com jogos de alta qualidade e um controle rígido sobre os lançamentos. Foi nessa época que apareceram clássicos como Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Metroid, Kid Icarus, Excitebike, Ice Climber, Punch-Out!!, Duck Hunt e Balloon Fight. Muitos desses nomes continuam vivos até hoje, enquanto outros se tornaram lembranças importantes para quem acompanhou a evolução da marca.
A força da Nintendo nunca ficou apenas nos jogos feitos pelos seus próprios estúdios. Diversas empresas desenvolveram títulos exclusivos para seus consoles, mesmo sem pertencer à companhia. Um dos maiores exemplos aconteceu com a Rare. Durante os anos do Super Nintendo e do Nintendo 64, o estúdio lançou Donkey Kong Country, Killer Instinct, GoldenEye 007, Banjo-Kazooie, Diddy Kong Racing, Perfect Dark, Blast Corps, Jet Force Gemini e Conker's Bad Fur Day. Esses jogos ajudaram a transformar o catálogo da Nintendo em algo muito maior do que apenas Mario e Zelda.
O Super Nintendo, lançado em 1990 no Japão, também ficou marcado por uma coleção impressionante de exclusivos. Super Mario World virou uma das maiores referências dos jogos de plataforma. The Legend of Zelda: A Link to the Past mostrou como um mundo aberto podia ser explorado de várias formas. Super Metroid definiu elementos que mais tarde dariam origem ao termo Metroidvania. F-Zero impressionava pela velocidade, enquanto Pilotwings mostrava um lado mais diferente do console. Star Fox também chamou atenção ao usar o chip Super FX para criar gráficos em polígonos, algo bastante avançado para aquela época.
Ao mesmo tempo, várias empresas japonesas encontraram espaço dentro do console. A Square lançou Chrono Trigger e Super Mario RPG. A Enix trouxe Dragon Quest V e Dragon Quest VI no Japão. A Capcom apresentou Mega Man X, Demon's Crest e Breath of Fire. A Konami lançou Contra III: The Alien Wars, Super Castlevania IV e Pop'n TwinBee. Já a HAL Laboratory expandiu o universo de Kirby com Kirby's Dream Land 3 e Kirby Super Star. Embora alguns desses jogos tenham chegado a outras plataformas muitos anos depois em remasterizações ou coleções, durante sua época original eram grandes atrações ligadas ao ecossistema da Nintendo.
Quando o Nintendo 64 chegou em 1996, a empresa apostou em uma mudança completa para os gráficos em três dimensões. Super Mario 64 virou referência para praticamente todos os jogos de plataforma em 3D que vieram depois. The Legend of Zelda: Ocarina of Time estabeleceu padrões para exploração, combate e mira automática, enquanto Majora's Mask apresentou uma experiência diferente baseada em ciclos de tempo. Mario Kart 64, Mario Party, Paper Mario, Pokémon Snap, Pokémon Stadium, Wave Race 64, 1080° Snowboarding, Sin and Punishment e Animal Forest ajudaram a mostrar que havia espaço para muitos estilos diferentes dentro do mesmo console.
A relação da Nintendo com Pokémon merece um destaque especial. A série foi criada pela Game Freak, com publicação da Nintendo, e estreou em 1996 com Pokémon Red e Pokémon Green no Japão. Pouco tempo depois surgiram Pokémon Blue, Pokémon Yellow, Pokémon Gold, Pokémon Silver, Pokémon Ruby, Pokémon Sapphire, Pokémon Diamond, Pokémon Pearl, Pokémon Black, Pokémon White, Pokémon X, Pokémon Y, Pokémon Sun, Pokémon Moon, Pokémon Sword, Pokémon Shield, Pokémon Scarlet e Pokémon Violet. Mesmo não sendo um estúdio totalmente pertencente à Nintendo, a franquia se tornou um dos maiores símbolos da marca e ajudou a vender milhões de consoles portáteis.
Os portáteis também tiveram um papel enorme nessa história. O Game Boy, lançado em 1989, conquistou um público gigantesco graças à combinação de preço, bateria duradoura e um catálogo marcante. Tetris foi um dos principais responsáveis pelo sucesso inicial, enquanto Pokémon, Kirby's Dream Land, The Legend of Zelda: Link's Awakening, Wario Land, Donkey Kong Land, Metroid II: Return of Samus e Super Mario Land fizeram o aparelho permanecer relevante durante muitos anos. Depois vieram Game Boy Advance, Nintendo DS e Nintendo 3DS, todos carregando séries que se tornaram exclusivas muito conhecidas.
No GameCube, lançado em 2001, a Nintendo continuou apostando em franquias próprias e em parcerias importantes. Luigi's Mansion apresentou o irmão de Mario como protagonista. Pikmin trouxe uma mistura de estratégia e exploração criada por Shigeru Miyamoto. Metroid Prime reinventou a série em primeira pessoa. The Legend of Zelda: The Wind Waker dividiu opiniões pelo estilo visual, mas acabou conquistando uma enorme legião de fãs. Fire Emblem finalmente ganhou mais espaço no mercado ocidental, enquanto Super Smash Bros. Melee virou um dos jogos competitivos mais influentes da história.
O Wii mostrou que inovação também podia vender consoles. Em vez de disputar apenas gráficos mais avançados, a Nintendo apostou no controle por movimentos. Wii Sports virou praticamente um símbolo dessa ideia e apresentou o videogame para pessoas que nunca haviam jogado antes. Mario Galaxy, Mario Galaxy 2, Xenoblade Chronicles, Kirby's Epic Yarn, The Legend of Zelda: Skyward Sword, Donkey Kong Country Returns e Punch-Out!! reforçaram ainda mais o catálogo exclusivo. Nesse período, empresas como Monolith Soft passaram a ter um papel cada vez mais importante dentro da estrutura da Nintendo.
Outro ponto interessante é que muitos jogos considerados exclusivos ao longo da história não eram necessariamente produzidos pelos estúdios internos da empresa. A Nintendo sempre trabalhou em parceria com equipes como HAL Laboratory, Intelligent Systems, Game Freak, Camelot, AlphaDream, Retro Studios, Monolith Soft, Next Level Games, MercurySteam, PlatinumGames e Koei Tecmo. Em vários casos, essas empresas desenvolveram títulos exclusivos durante anos antes mesmo de serem adquiridas ou estabelecerem relações mais próximas com a companhia.
O Nintendo Switch ampliou ainda mais essa estratégia. The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Animal Crossing: New Horizons, Luigi's Mansion 3, Fire Emblem: Three Houses, Splatoon 2, Splatoon 3, Xenoblade Chronicles 2, Xenoblade Chronicles 3, Metroid Dread, Pikmin 4, Kirby and the Forgotten Land, Super Mario Bros. Wonder, Mario Kart 8 Deluxe e Super Smash Bros. Ultimate demonstram como a empresa continua apostando em franquias conhecidas ao mesmo tempo em que cria novas experiências. Muitos desses jogos venderam milhões de cópias e ajudaram a manter o console entre os mais populares do mercado.
Também vale lembrar que algumas exclusividades mudam com o passar dos anos. Jogos como Bayonetta 2 e Bayonetta 3 nasceram graças ao apoio da Nintendo. Fatal Frame: Maiden of Black Water estreou no Wii U antes de ganhar novas versões. Wonderful 101 também deixou de ser exclusivo depois de algum tempo. Há ainda casos como Monster Hunter Tri, Resident Evil 4, Resident Evil Remake e Resident Evil Zero, que em determinados períodos ficaram ligados aos consoles da Nintendo antes de chegarem a outras plataformas.
Ao olhar para toda essa trajetória, fica claro que a fama da Nintendo não foi construída apenas por causa de Mario ou Zelda. A empresa soube reunir franquias próprias, parcerias de longo prazo e exclusividades de outras desenvolvedoras para criar catálogos que marcaram gerações inteiras. De Super Mario Bros. até The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, passando por Donkey Kong Country, Pokémon, Metroid, Kirby, Fire Emblem, Animal Crossing, Pikmin, Splatoon, Xenoblade Chronicles, Luigi's Mansion, Mario Kart e Super Smash Bros., a Nintendo transformou seus consoles em lugares onde muitos dos jogos mais lembrados da história dos videogames nasceram ou encontraram seu verdadeiro lar.
O começo dessa fama ganhou força durante a era do Nintendo Entertainment System, o famoso NES, lançado em 1983 no Japão e em 1985 na América do Norte. Depois da crise dos videogames de 1983, a empresa ajudou a recuperar a confiança do mercado com jogos de alta qualidade e um controle rígido sobre os lançamentos. Foi nessa época que apareceram clássicos como Super Mario Bros., The Legend of Zelda, Metroid, Kid Icarus, Excitebike, Ice Climber, Punch-Out!!, Duck Hunt e Balloon Fight. Muitos desses nomes continuam vivos até hoje, enquanto outros se tornaram lembranças importantes para quem acompanhou a evolução da marca.
A força da Nintendo nunca ficou apenas nos jogos feitos pelos seus próprios estúdios. Diversas empresas desenvolveram títulos exclusivos para seus consoles, mesmo sem pertencer à companhia. Um dos maiores exemplos aconteceu com a Rare. Durante os anos do Super Nintendo e do Nintendo 64, o estúdio lançou Donkey Kong Country, Killer Instinct, GoldenEye 007, Banjo-Kazooie, Diddy Kong Racing, Perfect Dark, Blast Corps, Jet Force Gemini e Conker's Bad Fur Day. Esses jogos ajudaram a transformar o catálogo da Nintendo em algo muito maior do que apenas Mario e Zelda.
O Super Nintendo, lançado em 1990 no Japão, também ficou marcado por uma coleção impressionante de exclusivos. Super Mario World virou uma das maiores referências dos jogos de plataforma. The Legend of Zelda: A Link to the Past mostrou como um mundo aberto podia ser explorado de várias formas. Super Metroid definiu elementos que mais tarde dariam origem ao termo Metroidvania. F-Zero impressionava pela velocidade, enquanto Pilotwings mostrava um lado mais diferente do console. Star Fox também chamou atenção ao usar o chip Super FX para criar gráficos em polígonos, algo bastante avançado para aquela época.
Ao mesmo tempo, várias empresas japonesas encontraram espaço dentro do console. A Square lançou Chrono Trigger e Super Mario RPG. A Enix trouxe Dragon Quest V e Dragon Quest VI no Japão. A Capcom apresentou Mega Man X, Demon's Crest e Breath of Fire. A Konami lançou Contra III: The Alien Wars, Super Castlevania IV e Pop'n TwinBee. Já a HAL Laboratory expandiu o universo de Kirby com Kirby's Dream Land 3 e Kirby Super Star. Embora alguns desses jogos tenham chegado a outras plataformas muitos anos depois em remasterizações ou coleções, durante sua época original eram grandes atrações ligadas ao ecossistema da Nintendo.
Quando o Nintendo 64 chegou em 1996, a empresa apostou em uma mudança completa para os gráficos em três dimensões. Super Mario 64 virou referência para praticamente todos os jogos de plataforma em 3D que vieram depois. The Legend of Zelda: Ocarina of Time estabeleceu padrões para exploração, combate e mira automática, enquanto Majora's Mask apresentou uma experiência diferente baseada em ciclos de tempo. Mario Kart 64, Mario Party, Paper Mario, Pokémon Snap, Pokémon Stadium, Wave Race 64, 1080° Snowboarding, Sin and Punishment e Animal Forest ajudaram a mostrar que havia espaço para muitos estilos diferentes dentro do mesmo console.
A relação da Nintendo com Pokémon merece um destaque especial. A série foi criada pela Game Freak, com publicação da Nintendo, e estreou em 1996 com Pokémon Red e Pokémon Green no Japão. Pouco tempo depois surgiram Pokémon Blue, Pokémon Yellow, Pokémon Gold, Pokémon Silver, Pokémon Ruby, Pokémon Sapphire, Pokémon Diamond, Pokémon Pearl, Pokémon Black, Pokémon White, Pokémon X, Pokémon Y, Pokémon Sun, Pokémon Moon, Pokémon Sword, Pokémon Shield, Pokémon Scarlet e Pokémon Violet. Mesmo não sendo um estúdio totalmente pertencente à Nintendo, a franquia se tornou um dos maiores símbolos da marca e ajudou a vender milhões de consoles portáteis.
Os portáteis também tiveram um papel enorme nessa história. O Game Boy, lançado em 1989, conquistou um público gigantesco graças à combinação de preço, bateria duradoura e um catálogo marcante. Tetris foi um dos principais responsáveis pelo sucesso inicial, enquanto Pokémon, Kirby's Dream Land, The Legend of Zelda: Link's Awakening, Wario Land, Donkey Kong Land, Metroid II: Return of Samus e Super Mario Land fizeram o aparelho permanecer relevante durante muitos anos. Depois vieram Game Boy Advance, Nintendo DS e Nintendo 3DS, todos carregando séries que se tornaram exclusivas muito conhecidas.
No GameCube, lançado em 2001, a Nintendo continuou apostando em franquias próprias e em parcerias importantes. Luigi's Mansion apresentou o irmão de Mario como protagonista. Pikmin trouxe uma mistura de estratégia e exploração criada por Shigeru Miyamoto. Metroid Prime reinventou a série em primeira pessoa. The Legend of Zelda: The Wind Waker dividiu opiniões pelo estilo visual, mas acabou conquistando uma enorme legião de fãs. Fire Emblem finalmente ganhou mais espaço no mercado ocidental, enquanto Super Smash Bros. Melee virou um dos jogos competitivos mais influentes da história.
O Wii mostrou que inovação também podia vender consoles. Em vez de disputar apenas gráficos mais avançados, a Nintendo apostou no controle por movimentos. Wii Sports virou praticamente um símbolo dessa ideia e apresentou o videogame para pessoas que nunca haviam jogado antes. Mario Galaxy, Mario Galaxy 2, Xenoblade Chronicles, Kirby's Epic Yarn, The Legend of Zelda: Skyward Sword, Donkey Kong Country Returns e Punch-Out!! reforçaram ainda mais o catálogo exclusivo. Nesse período, empresas como Monolith Soft passaram a ter um papel cada vez mais importante dentro da estrutura da Nintendo.
Outro ponto interessante é que muitos jogos considerados exclusivos ao longo da história não eram necessariamente produzidos pelos estúdios internos da empresa. A Nintendo sempre trabalhou em parceria com equipes como HAL Laboratory, Intelligent Systems, Game Freak, Camelot, AlphaDream, Retro Studios, Monolith Soft, Next Level Games, MercurySteam, PlatinumGames e Koei Tecmo. Em vários casos, essas empresas desenvolveram títulos exclusivos durante anos antes mesmo de serem adquiridas ou estabelecerem relações mais próximas com a companhia.
O Nintendo Switch ampliou ainda mais essa estratégia. The Legend of Zelda: Breath of the Wild, Super Mario Odyssey, Animal Crossing: New Horizons, Luigi's Mansion 3, Fire Emblem: Three Houses, Splatoon 2, Splatoon 3, Xenoblade Chronicles 2, Xenoblade Chronicles 3, Metroid Dread, Pikmin 4, Kirby and the Forgotten Land, Super Mario Bros. Wonder, Mario Kart 8 Deluxe e Super Smash Bros. Ultimate demonstram como a empresa continua apostando em franquias conhecidas ao mesmo tempo em que cria novas experiências. Muitos desses jogos venderam milhões de cópias e ajudaram a manter o console entre os mais populares do mercado.
Também vale lembrar que algumas exclusividades mudam com o passar dos anos. Jogos como Bayonetta 2 e Bayonetta 3 nasceram graças ao apoio da Nintendo. Fatal Frame: Maiden of Black Water estreou no Wii U antes de ganhar novas versões. Wonderful 101 também deixou de ser exclusivo depois de algum tempo. Há ainda casos como Monster Hunter Tri, Resident Evil 4, Resident Evil Remake e Resident Evil Zero, que em determinados períodos ficaram ligados aos consoles da Nintendo antes de chegarem a outras plataformas.
Ao olhar para toda essa trajetória, fica claro que a fama da Nintendo não foi construída apenas por causa de Mario ou Zelda. A empresa soube reunir franquias próprias, parcerias de longo prazo e exclusividades de outras desenvolvedoras para criar catálogos que marcaram gerações inteiras. De Super Mario Bros. até The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom, passando por Donkey Kong Country, Pokémon, Metroid, Kirby, Fire Emblem, Animal Crossing, Pikmin, Splatoon, Xenoblade Chronicles, Luigi's Mansion, Mario Kart e Super Smash Bros., a Nintendo transformou seus consoles em lugares onde muitos dos jogos mais lembrados da história dos videogames nasceram ou encontraram seu verdadeiro lar.




