O novo trailer de Star Wars: Galactic Racer revela corridas intensas e perigosas ambientadas após a queda do Império, com lançamento marcado para 6 de outubro de 2026 para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. O vídeo mostra explosões, rivalidades e a ascensão de Shade, um piloto solitário em busca de vingança e glória. Confira:
STAR WARS: Galactic Racer | Jogo de corridas ilegais após a queda do Império Galáctico
Star Wars: Galactic Racer é um jogo de corrida arcade desenvolvido pela Fuse Games e publicado pela Secret Mode, ambientado no universo de Star Wars e focado na adrenalina pura das pistas. Em vez de sabres de luz ou batalhas espaciais, aqui o destaque está na velocidade e no risco, já que a trama se passa na Orla Exterior após a queda do Império, quando surge a Liga Galáctica, um circuito clandestino onde sindicatos patrocinam pilotos e fortunas mudam de mãos em segundos.
O jogador assume o papel de Shade, um corredor solitário em busca de vingança e glória, enfrentando rivais em diferentes modos de jogo, seja em uma campanha narrativa ou em confrontos PvP intensos. Os veículos disponíveis incluem landspeeders, speeder bikes, skim speeders e os icônicos podracers, todos com física própria e possibilidade de personalização para criar vantagens competitivas. A proposta é simples e direta: corridas de alto risco em que habilidade, estratégia e ousadia definem quem sobrevive e quem fica pelo caminho, sem Força ou profecias, apenas pura velocidade e competição.
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Jogos de Star Wars
Poucas franquias conseguiram se adaptar tão bem aos videogames quanto Star Wars. Desde os primeiros anos da indústria até os dias atuais, o universo criado por George Lucas serviu de base para experiências extremamente diferentes entre si. Enquanto algumas séries costumam ficar presas a um único gênero, Star Wars passou por simuladores de nave, jogos de tiro, RPGs, estratégia, aventura, corrida, luta, MMORPG, jogos de ação em terceira pessoa e até títulos focados em construção com peças de brinquedo. Essa capacidade de se reinventar ajudou a manter a franquia presente por décadas, sempre encontrando novas formas de explorar a galáxia muito, muito distante.
Os primeiros jogos de Star Wars surgiram ainda nos anos 1980, quando o mercado de videogames era bastante diferente do que conhecemos hoje. Em 1983, o arcade Star Wars chamou atenção por usar gráficos vetoriais e colocar o jogador dentro da cabine de um X-Wing durante o ataque à Estrela da Morte. Para muitos fãs, aquela foi uma das primeiras oportunidades de participar diretamente dos eventos vistos nos cinemas. Em uma época em que adaptações de filmes costumavam ser simples, aquele jogo já mostrava o potencial que o universo de Luke Skywalker, Darth Vader e da Aliança Rebelde possuía nos videogames.
Durante os anos 1990, a franquia começou a experimentar de forma mais intensa. Surgiram jogos como Super Star Wars, Super Star Wars: The Empire Strikes Back e Super Star Wars: Return of the Jedi no Super Nintendo, misturando plataforma e ação. Ao mesmo tempo, os computadores receberam experiências bem diferentes. Star Wars: X-Wing e Star Wars: TIE Fighter transformaram batalhas espaciais em simuladores detalhados, permitindo que os jogadores controlassem naves icônicas como X-Wing, Y-Wing, A-Wing e TIE Fighter. Até hoje, muitos fãs consideram TIE Fighter um dos melhores jogos da franquia.
Enquanto alguns títulos focavam no espaço, outros exploravam o combate em primeira pessoa. Star Wars: Dark Forces apresentou Kyle Katarn e trouxe uma abordagem parecida com os grandes FPS da época. O sucesso foi tão grande que abriu caminho para Dark Forces II: Jedi Knight, Jedi Knight II: Jedi Outcast e Jedi Academy. Esses jogos permitiam usar sabres de luz, poderes da Força e tiroteios intensos na mesma campanha. Além disso, ajudaram a expandir personagens e histórias que não apareciam nos filmes.
O universo de Star Wars também encontrou espaço nos jogos de estratégia. Star Wars: Rebellion permitia administrar recursos e liderar facções inteiras da guerra galáctica. Depois veio Star Wars: Galactic Battlegrounds, criado com a mesma base tecnológica de Age of Empires. Já Star Wars: Empire at War elevou a escala dos conflitos, permitindo comandar frotas espaciais, exércitos terrestres e planetas inteiros. Em vez de controlar apenas um herói, o jogador assumia o papel de um verdadeiro comandante militar.
Quando o assunto é RPG, poucos jogos alcançaram o impacto de Star Wars: Knights of the Old Republic. Lançado em 2003 pela BioWare, o jogo se tornou um marco não apenas para a franquia, mas para o gênero inteiro. Situado milhares de anos antes dos filmes, ele apresentava escolhas morais, companheiros de equipe, diálogos complexos e uma história cheia de reviravoltas. Seu sucesso foi tão grande que Knights of the Old Republic II: The Sith Lords expandiu ainda mais essa fase da galáxia. Muitos elementos criados nesses jogos continuam influenciando histórias de Star Wars até hoje.
A variedade não parou por aí. O universo também recebeu experiências focadas em veículos. Star Wars Episode I: Racer transformou as corridas de pods vistas em A Ameaça Fantasma em um jogo completo. Com velocidades absurdas e pistas espalhadas por vários mundos, ele se tornou um dos títulos mais lembrados da era Nintendo 64. Enquanto isso, Star Wars: Rogue Squadron apostava em combates aéreos frenéticos, colocando os jogadores em missões inspiradas nos filmes e em histórias inéditas.
Com o crescimento da internet, Star Wars também entrou no mundo dos MMORPGs. Star Wars Galaxies foi uma das experiências online mais ambiciosas de sua época. Em vez de seguir apenas o caminho de um guerreiro Jedi, os jogadores podiam ser comerciantes, caçadores de recompensa, músicos, pilotos ou exploradores. Mais tarde, Star Wars: The Old Republic continuou essa tradição online, oferecendo campanhas completas para diferentes classes e permitindo que cada jogador criasse sua própria jornada dentro da galáxia.
Outro aspecto interessante é como os jogos de Star Wars exploraram perspectivas diferentes dos filmes. Nem sempre o foco estava em Luke Skywalker ou Darth Vader. Jogos como Republic Commando colocavam o jogador no papel de soldados clones de elite. Bounty Hunter permitia controlar Jango Fett. The Force Unleashed acompanhava Starkiller, um aprendiz secreto de Vader. Já Squadrons retornou ao combate espacial, oferecendo campanhas dos dois lados do conflito galáctico.
A chegada da série LEGO Star Wars mostrou que o universo também podia funcionar perfeitamente em aventuras mais leves e bem-humoradas. LEGO Star Wars: The Video Game, LEGO Star Wars II: The Original Trilogy, LEGO Star Wars III: The Clone Wars e LEGO Star Wars: The Skywalker Saga conquistaram públicos de todas as idades. Misturando quebra-cabeças, exploração, coleta de itens e humor visual, esses títulos apresentaram a saga para uma nova geração de jogadores.
Os sabres de luz continuaram sendo uma das maiores atrações da franquia. Isso ficou evidente em Star Wars Jedi: Fallen Order e Star Wars Jedi: Survivor. Controlando Cal Kestis, os jogadores exploram planetas, enfrentam inquisidores, aprendem novos poderes da Força e participam de duelos cinematográficos. Esses jogos combinam exploração, combate, plataforma e narrativa, mostrando como a franquia continua encontrando maneiras modernas de adaptar seus elementos clássicos.
Uma das razões para essa enorme diversidade é que o universo de Star Wars funciona quase como uma caixa de ferramentas para os desenvolvedores. Existem guerras espaciais para simuladores, planetas desconhecidos para aventuras de exploração, conflitos políticos para jogos de estratégia, Jedi e Sith para RPGs, pilotos para simuladores de voo, soldados para FPS e caçadores de recompensa para jogos de ação. Poucas franquias oferecem tantas possibilidades diferentes sem parecerem deslocadas de sua identidade principal.
Ao olhar para a história dos videogames, fica fácil perceber que Star Wars nunca foi apenas uma série de adaptações de filmes. Ela se tornou um enorme laboratório de ideias, passando por arcades, consoles, computadores e plataformas online. De X-Wing a Knights of the Old Republic, de Dark Forces a Republic Commando, de Rogue Squadron a Jedi Survivor, de Galactic Battlegrounds a Empire at War, cada geração encontrou uma nova forma de viver aventuras na galáxia. Essa capacidade de abraçar gêneros tão diferentes ajuda a explicar por que os jogos de Star Wars continuam despertando interesse, curiosidade e imaginação em jogadores de todos os tipos.
Os primeiros jogos de Star Wars surgiram ainda nos anos 1980, quando o mercado de videogames era bastante diferente do que conhecemos hoje. Em 1983, o arcade Star Wars chamou atenção por usar gráficos vetoriais e colocar o jogador dentro da cabine de um X-Wing durante o ataque à Estrela da Morte. Para muitos fãs, aquela foi uma das primeiras oportunidades de participar diretamente dos eventos vistos nos cinemas. Em uma época em que adaptações de filmes costumavam ser simples, aquele jogo já mostrava o potencial que o universo de Luke Skywalker, Darth Vader e da Aliança Rebelde possuía nos videogames.
Durante os anos 1990, a franquia começou a experimentar de forma mais intensa. Surgiram jogos como Super Star Wars, Super Star Wars: The Empire Strikes Back e Super Star Wars: Return of the Jedi no Super Nintendo, misturando plataforma e ação. Ao mesmo tempo, os computadores receberam experiências bem diferentes. Star Wars: X-Wing e Star Wars: TIE Fighter transformaram batalhas espaciais em simuladores detalhados, permitindo que os jogadores controlassem naves icônicas como X-Wing, Y-Wing, A-Wing e TIE Fighter. Até hoje, muitos fãs consideram TIE Fighter um dos melhores jogos da franquia.
Enquanto alguns títulos focavam no espaço, outros exploravam o combate em primeira pessoa. Star Wars: Dark Forces apresentou Kyle Katarn e trouxe uma abordagem parecida com os grandes FPS da época. O sucesso foi tão grande que abriu caminho para Dark Forces II: Jedi Knight, Jedi Knight II: Jedi Outcast e Jedi Academy. Esses jogos permitiam usar sabres de luz, poderes da Força e tiroteios intensos na mesma campanha. Além disso, ajudaram a expandir personagens e histórias que não apareciam nos filmes.
O universo de Star Wars também encontrou espaço nos jogos de estratégia. Star Wars: Rebellion permitia administrar recursos e liderar facções inteiras da guerra galáctica. Depois veio Star Wars: Galactic Battlegrounds, criado com a mesma base tecnológica de Age of Empires. Já Star Wars: Empire at War elevou a escala dos conflitos, permitindo comandar frotas espaciais, exércitos terrestres e planetas inteiros. Em vez de controlar apenas um herói, o jogador assumia o papel de um verdadeiro comandante militar.
Quando o assunto é RPG, poucos jogos alcançaram o impacto de Star Wars: Knights of the Old Republic. Lançado em 2003 pela BioWare, o jogo se tornou um marco não apenas para a franquia, mas para o gênero inteiro. Situado milhares de anos antes dos filmes, ele apresentava escolhas morais, companheiros de equipe, diálogos complexos e uma história cheia de reviravoltas. Seu sucesso foi tão grande que Knights of the Old Republic II: The Sith Lords expandiu ainda mais essa fase da galáxia. Muitos elementos criados nesses jogos continuam influenciando histórias de Star Wars até hoje.
A variedade não parou por aí. O universo também recebeu experiências focadas em veículos. Star Wars Episode I: Racer transformou as corridas de pods vistas em A Ameaça Fantasma em um jogo completo. Com velocidades absurdas e pistas espalhadas por vários mundos, ele se tornou um dos títulos mais lembrados da era Nintendo 64. Enquanto isso, Star Wars: Rogue Squadron apostava em combates aéreos frenéticos, colocando os jogadores em missões inspiradas nos filmes e em histórias inéditas.
Com o crescimento da internet, Star Wars também entrou no mundo dos MMORPGs. Star Wars Galaxies foi uma das experiências online mais ambiciosas de sua época. Em vez de seguir apenas o caminho de um guerreiro Jedi, os jogadores podiam ser comerciantes, caçadores de recompensa, músicos, pilotos ou exploradores. Mais tarde, Star Wars: The Old Republic continuou essa tradição online, oferecendo campanhas completas para diferentes classes e permitindo que cada jogador criasse sua própria jornada dentro da galáxia.
Outro aspecto interessante é como os jogos de Star Wars exploraram perspectivas diferentes dos filmes. Nem sempre o foco estava em Luke Skywalker ou Darth Vader. Jogos como Republic Commando colocavam o jogador no papel de soldados clones de elite. Bounty Hunter permitia controlar Jango Fett. The Force Unleashed acompanhava Starkiller, um aprendiz secreto de Vader. Já Squadrons retornou ao combate espacial, oferecendo campanhas dos dois lados do conflito galáctico.
A chegada da série LEGO Star Wars mostrou que o universo também podia funcionar perfeitamente em aventuras mais leves e bem-humoradas. LEGO Star Wars: The Video Game, LEGO Star Wars II: The Original Trilogy, LEGO Star Wars III: The Clone Wars e LEGO Star Wars: The Skywalker Saga conquistaram públicos de todas as idades. Misturando quebra-cabeças, exploração, coleta de itens e humor visual, esses títulos apresentaram a saga para uma nova geração de jogadores.
Os sabres de luz continuaram sendo uma das maiores atrações da franquia. Isso ficou evidente em Star Wars Jedi: Fallen Order e Star Wars Jedi: Survivor. Controlando Cal Kestis, os jogadores exploram planetas, enfrentam inquisidores, aprendem novos poderes da Força e participam de duelos cinematográficos. Esses jogos combinam exploração, combate, plataforma e narrativa, mostrando como a franquia continua encontrando maneiras modernas de adaptar seus elementos clássicos.
Uma das razões para essa enorme diversidade é que o universo de Star Wars funciona quase como uma caixa de ferramentas para os desenvolvedores. Existem guerras espaciais para simuladores, planetas desconhecidos para aventuras de exploração, conflitos políticos para jogos de estratégia, Jedi e Sith para RPGs, pilotos para simuladores de voo, soldados para FPS e caçadores de recompensa para jogos de ação. Poucas franquias oferecem tantas possibilidades diferentes sem parecerem deslocadas de sua identidade principal.
Ao olhar para a história dos videogames, fica fácil perceber que Star Wars nunca foi apenas uma série de adaptações de filmes. Ela se tornou um enorme laboratório de ideias, passando por arcades, consoles, computadores e plataformas online. De X-Wing a Knights of the Old Republic, de Dark Forces a Republic Commando, de Rogue Squadron a Jedi Survivor, de Galactic Battlegrounds a Empire at War, cada geração encontrou uma nova forma de viver aventuras na galáxia. Essa capacidade de abraçar gêneros tão diferentes ajuda a explicar por que os jogos de Star Wars continuam despertando interesse, curiosidade e imaginação em jogadores de todos os tipos.




