God of War: Sons of Sparta é um capítulo curioso dentro da famosa franquia da Sony. Diferente dos jogos em 3D que marcaram a série, esse título aposta em uma experiência em duas dimensões, com estilo Metroidvania, desenvolvido em parceria entre a Santa Monica Studio e a Mega Cat Studios. Anunciado, e lançado oficialmente no mesmo dia, em 12 de fevereiro de 2026 exclusivamente para PlayStation 5, ele se posiciona como o décimo jogo da saga e, cronologicamente, o primeiro, já que se passa antes de God of War: Ascension e de todas as outras histórias que conhecemos. E foi uma surpresa absurda! Mas se por um lado os fãs e imprensa amaram ver o jogo surgir do nada, por outro a qualidade não foi tão amada assim.
A narrativa acompanha Kratos ainda jovem, ao lado de seu irmão Deimos, explorando o passado espartano e os laços familiares que antecedem a fúria que viria a definir o personagem. Essa escolha dá ao jogo um tom mais intimista, mostrando o peso do dever e da honra em uma época em que Kratos ainda não era pai nem deus. A ambientação na Grécia Antiga reforça a sensação de retorno às origens, mas com uma roupagem diferente, já que o foco está em ação lateral e progressão típica de jogos de exploração.
Apesar da proposta ousada, Sons of Sparta dividiu opiniões. Parte da comunidade recebeu bem a ideia de revisitar a juventude de Kratos em um formato alternativo, enquanto outras críticas apontaram que o jogo não alcançou o mesmo impacto dos títulos principais. Inclusive, ele acabou ficando com a menor nota da franquia no Metacritic, abaixo até de God of War: Ascension, que antes ocupava esse posto. O criador original da série, David Jaffe, chegou a criticar publicamente o projeto, alegando que não respeitava a identidade construída ao longo dos anos.
Mesmo com polêmicas, God of War: Sons of Sparta tem relevância por mostrar um lado pouco explorado da história de Kratos e por marcar uma mudança de gênero dentro da franquia, o que fez com que muitos gamers aplaudissem a proposta inusitada. Para quem acompanha a série desde os primeiros jogos, ele funciona como uma peça de curiosidade histórica, oferecendo uma nova perspectiva sobre o início da jornada do guerreiro espartano.
A narrativa acompanha Kratos ainda jovem, ao lado de seu irmão Deimos, explorando o passado espartano e os laços familiares que antecedem a fúria que viria a definir o personagem. Essa escolha dá ao jogo um tom mais intimista, mostrando o peso do dever e da honra em uma época em que Kratos ainda não era pai nem deus. A ambientação na Grécia Antiga reforça a sensação de retorno às origens, mas com uma roupagem diferente, já que o foco está em ação lateral e progressão típica de jogos de exploração.
Apesar da proposta ousada, Sons of Sparta dividiu opiniões. Parte da comunidade recebeu bem a ideia de revisitar a juventude de Kratos em um formato alternativo, enquanto outras críticas apontaram que o jogo não alcançou o mesmo impacto dos títulos principais. Inclusive, ele acabou ficando com a menor nota da franquia no Metacritic, abaixo até de God of War: Ascension, que antes ocupava esse posto. O criador original da série, David Jaffe, chegou a criticar publicamente o projeto, alegando que não respeitava a identidade construída ao longo dos anos.
Mesmo com polêmicas, God of War: Sons of Sparta tem relevância por mostrar um lado pouco explorado da história de Kratos e por marcar uma mudança de gênero dentro da franquia, o que fez com que muitos gamers aplaudissem a proposta inusitada. Para quem acompanha a série desde os primeiros jogos, ele funciona como uma peça de curiosidade histórica, oferecendo uma nova perspectiva sobre o início da jornada do guerreiro espartano.
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