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🟩Placas de Vídeo mais populares da Steam em fevereiro! Será que a sua ainda tá na lista?

Não existe dúvida de que a Valve criou uma da maiores plataformas de jogos! E hoje em dia há inúmeras formas de usar a plataforma. Seja usando aquelas TVs que não exigem PC ou videogame pra rodar Triplo A via Geforce Now, seja usando um Steam Deck, ou ainda um daqueles amados Notebooks Gamers. Obviamente, temos também as formas tradicionais, usando um PC Gamer com placas de vídeo. E, mensalmente, a Steam lança um relatório mostrando o uso de GPUs na plataforma, e deixando claro as tendências!

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Todo mês a pesquisa de hardware da Steam funciona quase como uma cápsula do tempo do PC gamer. Ela mostra o que está dominando as máquinas da galera, o que está perdendo espaço e quais placas antigas ainda estão segurando firme. Não é só curiosidade, é um retrato claro de custo benefício, promoções certeiras e até de momentos econômicos mais apertados, quando muita gente prefere manter a GPU antiga em vez de partir para um upgrade pesado.

Dessa vez, quem roubou a cena foi a RTX 5070, que simplesmente disparou. Ela saltou para 9,42% de participação, com um crescimento de 6,55%. É a maior alta da lista. Isso mostra como a galera abraçou a placa, provavelmente buscando um equilíbrio entre rodar games pesados e manter um consumo mais tranquilo. Para quem joga coisas como Cyberpunk 2077, Alan Wake 2 ou Starfield com tudo no alto, faz sentido querer esse tipo de potência.

Logo atrás, a RTX 5060 também cresceu forte, subindo 4,22% e chegando a 6,72%. A RTX 4060 não ficou parada e avançou 3,10%, alcançando 7,46%. Essas placas intermediárias continuam sendo as queridinhas de quem quer rodar Call of Duty, Baldur’s Gate 3 ou Red Dead Redemption 2 com qualidade alta, mas sem vender um rim no processo.

A RTX 4060 Ti e a RTX 4070 também tiveram aumentos interessantes, 2,86% e 2,47% respectivamente. Já a 5060 Ti subiu 2,71%. Até a 4070 SUPER ganhou espaço, mesmo que de forma mais tímida, com 1,50%. É um sinal claro de que a faixa intermediária premium está muito forte. Quem joga coisas como Hogwarts Legacy, Forza Horizon 5 ou Battlefield 2042 sabe que essas GPUs entregam um fôlego extra para manter FPS alto em 1440p.

No campo das placas mais antigas, a RTX 3060 ainda resiste, com leve alta de 0,32%, e a 3060 Ti praticamente ficou estável, subindo só 0,14%. A RTX 3070 também cresceu um pouco, 0,66%. Isso mostra que muita gente ainda está confortável com essa geração. Para títulos mais leves como Counter-Strike 2, Dota 2, Valorant, Team Fortress 2 ou até um indie estiloso tipo Hades, essas GPUs continuam sobrando.

Agora, nem todo mundo está sorrindo. A RTX 4060 Laptop GPU caiu 1,54%, uma das maiores quedas da lista. A RTX 3050 perdeu 1,14% e a clássica GTX 1650 caiu 1,11%. A AMD Radeon integrada também teve recuo de 0,91%. Parece que parte da galera está saindo dessas opções de entrada e migrando para algo mais parrudo, principalmente para acompanhar jogos mais exigentes que continuam chegando.

A RTX 3080 teve queda de 0,18%, pequena mas simbólica. Já a RTX 2060 caiu 0,18% também. A GTX 1060, que já foi rainha absoluta, perdeu 0,51%. Ainda é impressionante ver como ela continua aparecendo na lista, mesmo depois de tantos anos. Em tempos de aperto, placas assim costumam ganhar um fôlego extra porque muita gente decide segurar mais um ciclo antes de trocar.

Entre as que cresceram pouco, mas cresceram, estão a RTX 5080 com 0,41% e a RTX 5070 Ti, que curiosamente caiu 0,23%. A 3060 Laptop GPU também recuou 0,80%. Fica claro que o foco está migrando para as novas gerações desktop, enquanto parte do mercado mobile perde espaço.

No fim das contas, a tendência é bem clara. A nova geração intermediária está dominando, enquanto as placas de entrada e algumas mobile estão encolhendo. Ao mesmo tempo, modelos como RTX 3060 e 3070 continuam firmes, mostrando que ainda dão conta do recado para a maioria dos jogos da Steam, dos mais competitivos aos single players cinematográficos.

Lista completa com variação no período:

• RTX 5070: 9,42% +6,55%
• RTX 4060: 7,46% +3,10%
• RTX 5060: 6,72% +4,22%
• RTX 4060 Ti: 5,60% +2,86%
• RTX 3060: 4,60% +0,32%
• RTX 4070: 4,58% +2,47%
• RTX 5060 Ti: 4,28% +2,71%
• RTX 4070 SUPER: 3,19% +1,50%
• RTX 3070: 2,93% +0,66%
• RTX 3060 Ti: 2,62% +0,14%
• RTX 4060 Laptop GPU: 2,45% -1,54%
• RTX 3050: 1,89% -1,14%
• RTX 2060: 1,73% -0,18%
• RTX 5080: 1,66% +0,41%
• GTX 1650: 1,64% -1,11%
• RTX 3080: 1,37% -0,18%
• AMD Radeon Graphics: 1,36% -0,91%
• RTX 5070 Ti: 1,27% -0,23%
• RTX 3060 Laptop GPU: 1,24% -0,80%
• GTX 1060: 1,22% -0,51%

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Sobre Placas de Vídeo

As placas de vídeo viraram quase personagens principais quando o assunto é computador para jogar, trabalhar com imagem ou simplesmente ver tudo mais bonito na tela. Lá no começo, quando os PCs ainda engatinhavam, o vídeo era algo bem simples, só para mostrar texto e algumas cores tímidas. Com o passar dos anos apareceram marcas como NVIDIA e AMD, que foram empurrando a tecnologia para frente e transformando aquelas plaquinhas modestas em verdadeiros monstros cheios de potência. Modelos como GeForce e Radeon começaram a disputar espaço nos gabinetes e, junto com eles, nasceram termos que hoje todo mundo que gosta de hardware conhece.

O grande salto aconteceu quando os jogos em 3D deixaram de ser curiosidade e viraram padrão. Engines gráficas como Unreal Engine e Unity passaram a exigir mais da GPU, e aí conceitos como shaders, rasterização e memória dedicada entraram no vocabulário popular. A chegada do DirectX e do OpenGL também marcou época, porque padronizou a forma como os jogos conversavam com o hardware. Quem viveu o início dos anos 2000 lembra da febre das placas com 128 MB, depois 256 MB, e como cada nova geração prometia rodar títulos como Doom 3, Half-Life 2 e Crysis com mais efeitos.

Outro ponto importante foi a evolução do resfriamento. As primeiras placas usavam dissipadores simples, mas o aumento de consumo trouxe coolers maiores, heatpipes e até sistemas com três ventoinhas. Hoje é comum falar de modelos com backplate, RGB e modos silenciosos. Fabricantes como ASUS, MSI, Gigabyte, EVGA e Sapphire criaram versões próprias das GPUs, cada uma com um jeitão diferente, e isso abriu um mercado quase colecionável para quem gosta de montar PC. A briga entre desempenho e temperatura virou assunto de fórum, canal de tecnologia e conversa de loja.

A arquitetura interna das GPUs também mudou bastante. Núcleos CUDA, stream processors e unidades de ray tracing passaram a dividir espaço no mesmo chip. O ray tracing, aliás, foi um daqueles marcos que mexeram com a imaginação, prometendo reflexos e luz mais realistas em jogos como Cyberpunk 2077 e Control. Junto disso vieram tecnologias de ajuda como DLSS e FSR, que usam inteligência artificial para melhorar o desempenho sem perder tanta qualidade. Esses nomes começaram a aparecer nas caixas das placas e viraram argumento forte na hora da compra.

Não dá para esquecer do impacto das placas de vídeo fora dos jogos. Programas como Photoshop, Premiere, Blender e DaVinci Resolve passaram a usar a GPU para acelerar tudo. A mineração de criptomoedas, com Bitcoin e Ethereum, também colocou as placas no centro de outra febre e mudou até o preço do mercado. Muita gente que nunca tinha ouvido falar em hash rate, VRAM e overclock começou a pesquisar sobre isso. A placa de vídeo deixou de ser só item de gamer e virou ferramenta de trabalho para criador de conteúdo, arquiteto e designer.

Os conectores e padrões de imagem acompanharam essa caminhada. Saíram as antigas portas VGA e entraram HDMI e DisplayPort, abrindo caminho para monitores 4K, ultrawide e com taxa de atualização de 144 Hz ou 240 Hz. Tecnologias como G-Sync e FreeSync surgiram para evitar o tal do tearing e deixar a imagem mais lisa. Até os cabos e a fonte do computador passaram a ser parte da conversa, porque uma placa parruda pede energia estável e conectores de 8 pinos.

No meio disso tudo, o público foi criando seus rituais. Comparar benchmarks, ver testes no 3DMark, acompanhar análise de temperatura no MSI Afterburner e discutir se vale mais uma RTX ou uma RX virou quase esporte. Cada geração traz nomes que ficam marcados, como GTX 1080, RTX 2060, RTX 3060, RX 580 e RX 6700 XT, e a galera debate qual envelheceu melhor. Os notebooks gamers também entraram na dança com versões mobile das GPUs, tentando entregar desempenho de desktop em corpo compacto.

A montagem do PC ganhou um lado emocional graças à placa de vídeo. Escolher gabinete com lateral de vidro, organizar os cabos e ligar o primeiro jogo novo virou momento de celebração. Até quem prefere consoles acabou se interessando pelo assunto, porque muitos videogames usam chips gráficos parecidos com os de PC. A conversa sobre fps, resolução Full HD, Quad HD e 4K passou a fazer parte do dia a dia de quem só queria se divertir.

Olhando para toda essa estrada, dá para perceber que as placas de vídeo contam um pedaço da história da própria informática. De simples aceleradoras 2D até máquinas capazes de criar mundos inteiros, elas ajudaram a moldar a forma como a gente joga, trabalha e consome arte digital. Termos como GPU, clock, teraflops, VR, drivers e atualização de firmware viraram comuns, e a cada nova geração a sensação é de que ainda existe muito espaço para evoluir. Falar de placa de vídeo é falar de criatividade, competição entre empresas e da vontade eterna de ver imagens cada vez mais vivas na tela.