A comunidade gamer reagiu com fúria ao anúncio de que a Sony havia fechado a Bluepoint Games. Para quem acompanhava de perto o trabalho do estúdio, a sensação foi de perda irreparável. Não se tratava apenas de mais uma empresa encerrando atividades, mas de um dos raros nomes que conseguiram dominar a difícil arte dos remakes e remasters, entregando jogos que pareciam renascer com uma qualidade quase mágica. Em um mercado cheio de ports malfeitos e adaptações que mais pareciam versões genéricas cheia de bugs, a Bluepoint era vista como uma exceção brilhante, capaz de transformar clássicos em experiências modernas sem apagar sua essência.
Fundada em 2006, a Bluepoint começou sua trajetória com projetos que mostravam respeito absoluto ao legado dos games. Ao longo dos anos, entregou trabalhos que se tornaram exemplos de excelência, como Shadow of the Colossus e Demon’s Souls. Esses títulos mostraram que era possível revitalizar jogos antigos sem descaracterizá-los, conquistando tanto novos jogadores quanto veteranos. Essa habilidade rara fez com que o estúdio fosse celebrado como referência mundial, e cada novo anúncio despertava expectativa de algo grandioso. Em um cenário em que muitas empresas falhavam em entregar remakes decentes, a Bluepoint parecia operar em outro nível, conseguindo extrair o máximo de cada projeto e entregar resultados que beiravam a perfeição.
Em 2021, a Sony anunciou a aquisição da Bluepoint, movimento que foi visto como um reconhecimento merecido. A expectativa era de que, com o apoio da gigante japonesa, a equipe teria ainda mais recursos para continuar sua jornada e expandir seu catálogo de remakes impecáveis. Os fãs celebraram a notícia, acreditando que isso garantiria estabilidade e novos projetos ambiciosos. A Bluepoint era considerada uma verdadeira joia rara, e muitos viam nela uma referência de como remakes deveriam ser feitos. Cada novo trabalho era aguardado com ansiedade, porque havia confiança de que o estúdio entregaria algo que respeitasse o passado e, ao mesmo tempo, encantasse no presente.
Mas a esperança se transformou em frustração quando, em fevereiro de 2026, a Sony decidiu encerrar as atividades da Bluepoint. Cerca de 70 funcionários foram afetados pela decisão. Para os jogadores, a explicação não foi suficiente. A revolta tomou conta das redes porque parecia inconcebível que uma companhia comprasse um estúdio tão talentoso apenas para destruí-lo poucos anos depois. Em um mundo lotado de desenvolvedoras, é raro encontrar uma equipe com tanta expertise e cuidado, e perder a Bluepoint significou perder uma referência de qualidade que dificilmente será substituída.
Fundada em 2006, a Bluepoint começou sua trajetória com projetos que mostravam respeito absoluto ao legado dos games. Ao longo dos anos, entregou trabalhos que se tornaram exemplos de excelência, como Shadow of the Colossus e Demon’s Souls. Esses títulos mostraram que era possível revitalizar jogos antigos sem descaracterizá-los, conquistando tanto novos jogadores quanto veteranos. Essa habilidade rara fez com que o estúdio fosse celebrado como referência mundial, e cada novo anúncio despertava expectativa de algo grandioso. Em um cenário em que muitas empresas falhavam em entregar remakes decentes, a Bluepoint parecia operar em outro nível, conseguindo extrair o máximo de cada projeto e entregar resultados que beiravam a perfeição.
Em 2021, a Sony anunciou a aquisição da Bluepoint, movimento que foi visto como um reconhecimento merecido. A expectativa era de que, com o apoio da gigante japonesa, a equipe teria ainda mais recursos para continuar sua jornada e expandir seu catálogo de remakes impecáveis. Os fãs celebraram a notícia, acreditando que isso garantiria estabilidade e novos projetos ambiciosos. A Bluepoint era considerada uma verdadeira joia rara, e muitos viam nela uma referência de como remakes deveriam ser feitos. Cada novo trabalho era aguardado com ansiedade, porque havia confiança de que o estúdio entregaria algo que respeitasse o passado e, ao mesmo tempo, encantasse no presente.
Mas a esperança se transformou em frustração quando, em fevereiro de 2026, a Sony decidiu encerrar as atividades da Bluepoint. Cerca de 70 funcionários foram afetados pela decisão. Para os jogadores, a explicação não foi suficiente. A revolta tomou conta das redes porque parecia inconcebível que uma companhia comprasse um estúdio tão talentoso apenas para destruí-lo poucos anos depois. Em um mundo lotado de desenvolvedoras, é raro encontrar uma equipe com tanta expertise e cuidado, e perder a Bluepoint significou perder uma referência de qualidade que dificilmente será substituída.
A decisão da Sony foi oficialmente explicada como parte de uma “revisão estratégica de negócios”, mas nos bastidores também se relacionou ao cancelamento de um projeto da franquia God of War que seria desenvolvido no formato de jogo como serviço. Essa ligação reforçou a percepção de que a mudança de foco da empresa para títulos com receita contínua acabou prejudicando estúdios especializados em experiências single-player, como a Bluepoint, cuja força estava em remakes e remasters de clássicos. Especialmente porque foi o estúdio que causou o sonho de um port de Bloodborne feito por eles.
Muitos jogadores se mostraram indignados com a conexão com um jogo como serviço. Isso porque, a gigante se esforçou muito para a aposta em jogos do tipo, mas parte da comunidade acha a ideia absurda. O motivo é que a Sony cresceu e se destacou muito com games singleplayers e histórias intensas. Mas a ideia de jogos feitos para lucrar por continuarem sendo atualizados com foco no modo online, é vista como apelativa e focada no lucro, ao invés da qualidade. Isso faz com que diversos jogadores olhem torto pra coisa. Como a Sony teve diversas tentativas antes, fechar um estúdio singleplayer por causa dessa vontade, pareceu a gota d'água.
O fechamento não foi apenas o fim de uma empresa, mas também a perda de uma das poucas opções capazes de entregar remakes com respeito, fidelidade e inovação. Enquanto outros estúdios acumulavam fracassos em tentativas de modernizar clássicos, a Bluepoint mostrava que era possível fazer diferente. Por isso, a decisão da Sony foi vista como irresponsável e até mesmo como um ataque ao próprio legado dos games. Para os fãs, a mágica da Bluepoint foi interrompida antes de alcançar todo o seu potencial, deixando uma sensação amarga de que a indústria perdeu um de seus maiores talentos justamente quando mais precisava dele.
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como esse aí, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Veja mais coisas interessantes aqui. E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais:




